SALAGA DOOLA MENCHICKA BOOLA BIBBIDI BOBBIDI BOO, JUNTE ISSO TUDO E TEREMOS ENTÃO… A nossa nova habitante que costumava se chamar FADA MADRINHA, do conto CINDERELLA, e antes da névoa da maldição arrastá-la até Storybrooke, ela estava no REINO DE CASTLE OF DREAMS, lá na FLORESTA ENCANTADA. Aqui na cidade você talvez a encontre se procurar por uma tal de CALLÍOPE SHUFEN que é a ESTILISTA E DONA DO BIBBIDI BOBBIDI BOO MAISON.
GOSTOS: Croquis, renda, glitter, borboletas, arabescos, brilho, paetê, salto alto, vestidos, harmonia, felicidade, sorrisos, bom-humor, chá de camomila, champagne, vinho rosé, penteados estonteantes, bailes, sonhos felizes, animais, gentileza, solidariedade, música, festas, socialização, desfiles, moda, design, desenhos, tule, varinhas de condão, estrelas, esperança
DESGOSTOS: sofrimento, desesperança, crueldade, tristeza, escuridão, violência, café, coisas amargas, tédio, solidão, grosseria, injustiças, opressão, machismo
INSPIRATIONS: Wanda Maximoff, Daenerys Targaryen, Gloria Pritchett, Margaery Tyrell, Addison Montgomery, Princess Diana.
PERSONALITY TYPE: ENFJ-T; Enneagram Type 8 (The Challenger); Element Fire; Leo Zodiac Sign
PERSONALIDADE EM STORYBROOKE:
Insistência & determinação são as palavras que regem o corpo dessa mulher. Criatura de fibra, que jamais se deixou vencer pelas adversidades impostas à uma imigrante pobre. Se atingiu o auge, foi porque mereceu. Autoconfiança é a característica que mais lhe define, nunca deixou ninguém jamais pisar nela ou então humilhá-la. Devolve sempre na mesma intensidade, tudo que lhe é feito em retorno. Apesar disso, é uma mulher gentil, que visa sempre a diversão e a felicidade, de um bom humor invejável e que costuma sempre atravessar multidões com um sorriso no rosto.
Desenvolveu o hábito soturno de frequentar bares para preencher esse sentimento com álcool e conversas vazias algumas vezes por semana. Além disso, não confia facilmente nas pessoas, anda sempre com um pé atrás, pois nunca se sabe quem pode virar-lhe às costas. Detém um humor um tanto ácido e uma franqueza que pode ser afiada quando direcionado nos pontos certos do ego de alguém. Também é bastante temperamental, o que a leva a perder a cabeça em algumas situações caóticas. Não possui muito respeito por leis ou regras, desde que não lhe causem problemas.
É importante ressaltar o altruísmo que rege seu cerne, porque é capaz de mover mundos e fundos para ajudar alguém que necessita, seja com dinheiro ou então realizando sonhos com o que seu trabalho e sua marca pode fazer. É orgulhosa, pode até mesmo soar um pouco arrogante ao falar de si mesma, mas é simplesmente porque sabe exatamente quem é e o que quer fazer ( ou pensa que sabe... ). Distribui sorrisos e abraços a quem precisa e sempre está ali em um estalar de dedos de você precisar.
Apesar, no entanto, de sua benevolência, há uma lado obscuro marcado por violência, pois não aceita crueldades, devolve na mesma moeda aquilo que lhe é feito de ruim e tende a defender os oprimidos com toda sua força de vontade. E quase como um passe de mágica, Callíope é a mulher a quem você deve ligar se precisar de ajuda em qualquer situação, especialmente se for para realizar seus sonhos...
STORYBROOKE’S DAYDREM:
Suas memórias são extremamente reais, entrelaçadas e complexas: quase como se alguém não quisesse de jeito nenhum permitir que uma das fadas mais poderosas dos mundos encantados descobrisse a verdade atrás do véu da maldição. Callíope Shufen, detém memórias internacionais. Crê que família é oriunda da China, de uma província logínqua das capitais, cujo sobrenome na verdade é Cheonf, diferente do que adotou no presente, onde vivia à base da agricultura de sobrevivência. Vinda de uma família tão simplória, não imaginaria qual seria sua maior aspiração ao crescer e tornar-se adulta. Sua família, inclusive, além de humilde, era extremamente tradicionalista, o que confrontava totalmente quem Callíope era e sentia que deveria ser. Em seu entorno, também, havia a presença de sua irmã gêmea, Clarissa Cheong, a quem detinha uma relação de proximidade e confidencialidade extremamente forte. Enquanto estudava durante sua adolescência, desenvolvia habilidades com desenhos e um interesse extremamente grande acerca da moda e da haute couture internacional. Focou-se nessa ideia, até porque o ramo da moda chinês era forte, apesar de não tão reconhecido como o europeu. Sua irmã, Clarissa, curiosamente desenvolveu a mesma aptidão, mas era visto que muita de suas obras na época eram inspiradas pelas ideias de Callie, o que gerava desde então uma certa rivalidade entre irmãs e além disso, uma inveja velada da parte de Clarissa. Através de uma professora da escola do interior, Callie conseguiu um estágio simples em uma cidade aos arredores da capital na área que gostaria de desenvolver, longe de casa, mas realizaria seus sonhos.
No entanto, devido à desinformação em sua vida devido ao tradicionalismo, Callie acabou sendo arrastada para um redemoinho que só afundou sua vida. Ela se envolveu com um rapaz durante a sua adolescência, e o fruto de seu relacionamento com o mesmo deu-se em uma gravidez. Ela tentou esconder de seus pais a gravidez, mas Clarissa, em uma briga acalorada entre irmãs, uma vez que a outra detinha raiva de Callie pelo que ela havia conseguido, enquanto Clarissa estava estagnada, ela contou aos pais a gravidez da gêmea. Isso culminou na expulsão de Callie de casa e a mesma ficou sem ter lugar algum onde morar. Sua professora a ajudou por alguns meses, mas tão logo ela teria que se virar. Abriu mão do estágio e foi atrás de negócios para ganhar dinheiro que não eram de boa índole. Ela se envolveu com uma das máfias da tríade chinesa, trabalhando como uma faz-tudo, quando sua filha nasceu. Fazia o necessário para que a mesma pudesse crescer bem, mas não era suficiente. E ainda havia seu sonho, ao qual, Callie não havia desistido ainda. Continuou a escola, mesmo envolvida com a organização criminosa, mas acabou sendo pega pela polícia local em uma emboscada em que a própria tríade havia formulado para evitarem a caída de alguns membros de alta hierarquia, colocando Callíope como a culpada de tudo. A jovem, porém, pensou em sua filha e como era réu-primária, acabou dedurando nomes para poder ser liberada da prisão. A situação, porém, era maior que ela. E como punição, ela teve sua filha assassinada pela tríade em frente aos seus olhos.
Levou um tempo para que ela se recuperasse do choque, mas com tudo que lhe acontecera, sozinha, Callíope manteve uma réstia de esperança e decidiu seguir seu sonho para honrar a figura da filha. Por sua vez, com afinco ela conseguiu uma bolsa de estudos na Parsons, onde então, com as suas economias, mudou-se para os EUA. Terminou sua graduação e começou a investir em sua marca própria, mudou o próprio sobrenome ao ganhar a cidadania americana para Shufer, que significava tudo aquilo que considerava justo em sua vida, evitando associar-se ao nome da família que outrora pertencera. Com o pequeno sucesso de sua maca, Bibbidi Bobbidi Boo, um investidor anônimo ofereceu investimento para o crescimento e internacionalização da sua assinatura na haute couture com a condição que ela estabelecesse raízes em uma cidade do interior do Maine, chamada Storybrooke. Callie não deixou a oportunidade passar, pois quem em sua idade teria oportunidade de ter uma nome grande e imponente no mundo da moda? Aceitou, e então lá nascera a grande Bibbidi Bobbidi Boo, marca de autoria de Calliope, que, com o passar dos anos, conseguiu atingir patamares que dificilmente conseguiria, sendo mulher e asiática.
Contudo, logo ao lado, havia a existência de um ateliê que era simplesmente assinado pela figura da sua irmã gêmea, Clarissa Cheong. As mesmas viviam lado a lado e raramento ousavam conversar, mesmo em uma cidade tão pequena como Storybrooke. A história entre ambas era tão intensa quanto à mágoa que carregava da outra. Por sua vez, Callíope havia tornado uma meta em sua vida nunca deixar a outra superá-la, atingindo-a até o momento, de forma que, Bibbidi Bobbidi Boo fosse muito mais requisitado que a marca rival.
SOBRE BIBBIDI BOBBIDI BOO MAISON
O lugar onde toda a magia da moda acontece. Lá, são confeccionados desde trajes de alta costura à roupas casuais de luxo e sapatos criados e desenhados pela ilustre Callíope Flores. Também é vendido lá alguns perfumes com a marca da Bibbidi Bobbidi Boo, assim como linhas de cosméticos. O lugar é grande, com um pé direito alto, é possível quase perder-se no interior da loja, luxuosa, dizem que alguns clientes são recebidos com champagne & canapés, se tiverem hora marcada e um pedido grande e fabuloso. Segue a arquitetura típica de uma maison da alta costura, com três andares, mas um pouco menor do que os mais tradicionais devido ao público reduzido de Storybrooke. Além disso, os vestidos são da mais alta costura, assim como os sapatos são extremamente luxuosos. Apesar disso, de época em época, são promovidas liquidações com preços bem abaixo do usual, para que mais pessoas tenham acessibilidade aos itens de luxo da loja, sem perder, é claro, a exclusividade. Só existe uma peça de cada traje e sapato na loja, não havendo cópias ou similares. Portanto, comprando qualquer peça ou sapato da Bibbidi Bobbidi Boo, você garante que ninguém jamais irá usar um look igual ao seu.
A VIDA NA FLORESTA ENCANTADA:
A Fada Madrinha foi uma das primeiras fadas originadas em Pixie Hollow, ao lado da rainha Clarion. Nascida tão próxima da rainha, ambas são consideradas irmãs, com poderes similares e tão grandiosos quanto. Porém, enquanto Clarion decidiu estabelecer-se na Terra do Nunca e cuidar e governar sua própria população de fadinhas, a Fada Madrinha (cujo nome verdadeiro, é na verdade Lux), sentia uma imensa vontade de explorar os outros mundos além da Terra do Nunca, experimentar tudo que não podia na terra das fadas e conhecer pessoas, suas realidades, descobrir do que eram feitos os outros reinos. No entanto, Clarion, como rainha, havia se tornado quase uma ditadora de regras e punições, coisa que Lux não respeitava. Ela era um espírito livre, que também acreditava que todas as regras limitavam o potencial das fadas.
Clarion, por sua vez, mostrou-se temerosa por demasia que Lux, por suas considerações tão públicas de rebelar-se contra suas ordens reais, além de deter um poder mágico extremamente grandioso, como, ou se não talvez, maior que o seu, procurou Rumplestilstskin para fechar um acordo. O acordo, foi referente ao exílio de Lux, proibindo-a de algum dia jamais pisar os pés no refúgio das fadas e assim, retirando de si a sua ameaça ao trono e a sua coroa. Lux sofreu imensamente com a traição de Clarion e em sua interior, um desejo de vingança revestido de justiça, levou-a a criar inúmeros planos e a iniciar uma pequena resistência de fadas de Pixie Hollow, para que pudessem destituir Clarion de seu título, poder e governança.
Ainda, na floresta encantada, descobriu uma realidade muito mais triste do que imaginava, conhecendo a pobreza, sofrimento, tristeza... Viu muitas pessoas infelizes, tomou como seu propósito levar o amor e felicidade aos mesmos, realizar seus sonhos. E a cada pouco, cada reino ao qual viajava, ela deixava um toque de sua magia de forma misteriosa. Não revelava seu nome, portanto começou a ser chamada de simplesmente Fada Madrinha, por ser aquela a guiar e levar cada um ao seu final feliz. Foi assim que conheceu Cinderela e sua história. Permitindo-a receber um toque de sua magia, a Fada Madrinha levou um final feliz para mais uma história, mas acabou se envolvendo profundamente com a história da jovem Gata Borralheira e ficou por mais tempo do que pretendia ficar.
Enquanto tomava decisões e procurava maneiras que poderiam quebrar a magia negra que a obrigou a nunca mais retornar ao refúgio das fadas, as criaturas de magia da luz da Floresta Encantada se remexeram, se uniram pois descobriram a iminência de uma maldição que levaria sofrimento à todos. Como forma de tentar impedir, conseguiu encontrar um local onde possivelmente a maldição seria lançada e Lux tentou impedí-la, mas fora somente levada à uma emboscada criada pela própria Rainha Má e Facilier, onde então teve sua varinha roubada (esta que acabou parando nas mãos de Pierre em Storybrooke, enfim) e foi detida pelas sombras, uma vez que conta o destino, não se pode lutar.... E então acabou em Storybrooke, junto com todos os outros heróis e vilões.
PERSONALIDADE NA FLORESTA ENCANTADA
Nem todas as fadas são conhecidas pela bondade de seu coração, assim como nem todas são conhecidas por serem corrompidas. A verdade é que tais seres de magias tão complexas tem inúmeras variações que os tornam únicos em seu jeito de ser. Não seria diferente com Lux, a Fada Madrinha. Mesmo na Floresta Encantada, apesar de ser a própria encarnação da esperança, a Fada Madrinha sempre exibiu uma personalidade marcante, não aceitando injustiças e crueldades e dando o troco àqueles que a cometem. Gosta de chamar de... karma. Sempre fez questão de demonstrar ser poderosa e não escondia isso, demonstrando uma personalidade forte e auto-confiante, além de uma independência assustadora. Sempre, porém, extremamente altruísta, pois seu maior desejo sempre foi ver a paz e a felicidade reinando onde quer que estivesse com um pequeno toque de seu condão. Além disso, é extremamente independente e crê na liberdade e até mesmo em um pouco de caos, uma vez que caos é energia e energia, é puramente, magia.











