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felicitywaller:
Quando recebeu a mensagem de Vaugh sobre estar doente, Felicity não demorou para tomar conta da cozinha e começar a cozinhar uma sopa de legumes, insistindo que deveria terminar aquilo o mais rápido possível e espantando suas irmãs quando elas queriam preparar alguma coisa. Ter uma casa cheia era difícil, mas também tinha suas vantagens, já que agora suas irmãs tomavam conta de Joey pela tarde. Quando Felicity terminou, mandou uma mensagem para Vaugh dizendo que estava a caminho… não sabia se ele veria o sms, mas os dois já vinham trocando umas mensagens nas outras noites, o que deixava-a ainda mais ansiosa para visitá-lo, já que nunca combinaram de se ver de verdade… quer dizer, já se esbarraram por aí, mas nunca nem sequer conheceu a casa do mais velho! Ser convidada queria dizer que ele confiava nela… de certo modo. Assim que Felicity chegou, deu algumas batidinhas na porta antes de entrar. Seguiu até o quarto dele, carregando a tigela quente com cuidado até chegar no local. O sorriso que ela abriu foi instantâneo quando o viu, mas seu coração ainda apertou ao ver o estado do outro debaixo das cobertas. Vaugh estava pálido, suando, e a voz dele soava mais baixa que o normal… é, uma febre certamente havia o pegado desprevenido. Felicity seguiu até a cama alheia, deixando a sopa em cima da cabeceira antes de sentar-se na ponta da cama, sem tirar muito espaço dele. “Você não precisa pedir desculpas. Você pode chamar quando precisar.” Ela ofereceu um novo sorriso, estendendo a mão para tocar a testa de Vaugh com delicadeza para não assustá-lo com a aproximação repentina. “Já tomou remédio? Foi ao médico…?” Levantou uma sobrancelha, sabendo que era bem provável que a resposta para a última pergunta fosse não. “Sabe, eu trouxe um pedaço de bolo que roubei de alguém da geladeira.” De quem? Ela não sabia. “Era o último, então é um segredo.” Felicity tentava o distrair com a conversa, afinal, queria ser uma boa amiga e talvez fazer o homem sorrir apesar do desconforto. “Mas a gente só vai dividir quando você melhorar, então… Você deveria começar a comer a sopa.”
O homem quis sorrir com a presença dela aqui. Era tranquilizadora e o acalmava, até mesmo o tom de voz de Felicity. Ela falou, mas ele não sabia bem o que responder, dando a ela alguns segundos de silêncio antes de por fim se esforçar para levantar, um certo desejo de ser tocado pela mulher novamente. Teve um pouco de dificuldade, mas conseguiu se colocar sentado, a blusa aberta deixando a mostra algumas tatuagens pelo peito e a forma como pequenas gotículas de suor se formavam ali. Não queria ficar deitado como um moribundo diante da mulher, pelo contrário, queria mostrar a Felicity como mesmo em doença, era forte. Além disso, era a coisa mais boba do mundo: apenas um resfriado humano, algo que lhe lembrava que ainda estava sujeito as intempéries da humanidade, apesar de tudo. “Tomei remédio, não fui ao médico.” Era seco, bastante categórico, porque ainda parecia estranho. Não estava acostumado a ser cuidado, a ter alguém que se importava com sua saúde e bem estar. Certamente uma novidade e Vaugh, apesar de se sentir estranho, descobriu que gostava, principalmente se a pessoa fosse aquela Waller. “Você está falando como quem fala com uma criança. É adorável.” Vaugh riu baixo, deixando o ar sair de seu nariz enquanto pegava um pano na cômoda ao lado e colocava na própria testa. “Ouvi dizer que isso ajuda, mas não sei. Não costumo ficar doente, não sei o que aconteceu.” Era quase como tentasse se explicar para ela, por isso parou de falar ao perceber o que fazia. “Peço desculpas porque estou tomando seu tempo. Sei que é uma mulher ocupada, tem um filho. Vou recompensar de alguma forma, garanto.” Falar tanto estava lhe cansado, mas queria que ela soubesse que não perderia tempo ali, cuidando de um lobo doente. “Pode se aproximar se quiser...” A afirmação saiu quase como uma súplica, o desejo de tê-la um pouco mais perto, apenas um pouco. “Prometo não te morder.” Queria completar com o flerte típico, mas respeitava Felicity demais e ela era quase intocável aos seus olhos. Frágil demais, pura demais. Jamais poderia pensar em arruinar algo assim.
ncsrin:
Uma sobrancelha se ergueu ao ser recebida com o humor ácido de Vaugh, colocando uma mão no peito e exibindo ofensa em seu semblante. Não que esperasse que ele comprasse nada daquilo, Nesrin era meramente teatral mesmo. “Ah, mil perdões, querido, não sei se te informaram…” Se aproximou dele antes de terminar a frase, parando o rosto pouco acima do queixo alheio. “…But you’re. Not. The. Fucking. Sun.” Soprou ao ouvido do lobo, soltando um riso de puro deboche antes de se sentar ao lado dele. “Não é como se eu quisesse ver você, amor, mas caso não tenha percebido por estar preso demais em sua bolha de ‘uhhh, sou tão malvado e odeio o mundo’, o lugar está cheio.” Assim que fez seu pedido a mulher do outro lado da bancada colocou um copo com gelo em sua frente e já o encheu. “Mas não se preocupe. Vamos fazer uma linha invisível aqui e podemos ambos bebermos sozinhos.” Apesar da sugestão falsamente pacifista, sua unha deslizou devagar contra o balcão, traçando a linha e com um micro som irritante, mas que ela bem sabia que ele iria ouvir bem. “Prontinho. Ninguém vai ultrapassar o espaço de ninguém.”
Vaugh sentiu certo arrepio quando ela se aproximou, que não soube se fora provocado por ela ser uma vampira ou pela simples presença eletrizante que emanava. Segurou seu copo com um pouco mais de força do que o necessário, a raiva e a necessidade o enchendo por completo. Raiva por conta das palavras dela. Necessidade de afogar-se em cada parte do corpo da vampira. Eram sentimentos conflitantes que o irritavam. “Não sou o sol, você está certa.” Admitiu baixo, relutante. “Mas ainda assim você veio diretamente aqui, orbitando a minha volta tal como um planta em torno do sol. Se está cheio demais, bastante procurar outro lugar, Nesrin.” O suspiro que se seguiu veio intrínseco em um pequeno rosnar. Percebeu o que ela estava fazendo, mas não prestou muita atenção, levando uma bebida a boca, o olhar perdido em qualquer lugar que não fosse a mulher ao seu lado. “É realmente o que tá querendo hoje? Beber sozinha?” Perguntou com certa desconfiança assim que ela terminou o que estava fazendo.
mulasemcabeca:
Crescendo com pais ríspidos e pouco calorosos, a última coisa que a afastava era seriedade. Ao mesmo tempo, era algo que em si não tinha nem um pouco. Portanto o sorriso grande e animado não deixava o rosto, enquanto olhava por cima do ombro do homem com curiosidade para a casa alheia. Ela já havia ido até lá, então não era como se fosse um lugar completamente desconhecido, mas ainda sim Vaugh era tão misterioso que a brasileira não duvidaria nada se tivesse alguma espécie de alavanca que abria uma passagem secreta em uma parede. Fez uma nota mental de mexer nos livros da estante, só para garantir. “Obrigada” E não perdeu tempo, de fato, para adentrar o local. Era bonito, estiloso, fino. Mas faltava personalidade, se alguém pedisse que ela opinasse. Ninguém havia pedido — mas isso não era parâmetro para o que ela dizia ou não. Até o final da noite com toda certeza daria suas opiniões. MC deixou o casaco ao lado da porta, dedicando atenção a ele em seguida a tempo de ouvir a respeito do preparo do jantar. “Ah! Você cozinha?” Aquilo fazia um deles, pelo menos. Martha não ligava se eles comeriam em um restaurante chique ou se comeriam na cozinha, só queria aproveitar a noite, e tinha certeza de que o faria. “Duvidando de mim, Vaugh? Assim me chateia” Era óbvio pela feição que ela não falava sério, mas levou uma mão ao peito em meio ao teatro, aproximando-se um pouco mais dele. “Eu não sou uma pessoa muito… paciente.” Confidenciou, e permitiu que ele tomasse sua mão, apreciando o gesto. Ah! Ele era um cavalheiro, mesmo. “Ajudante. Claro!” É, a sua roupa curta e as botas de salto repleta de tiras não tinham sido feitas exatamente para que ela se aventurasse na cozinha. Além do mais, tinham chances perigosas dela queimar o local antes de conseguir fritar um ovo. Mas não queria que ele pensasse que ela não sabia cozinhar, mesmo que fosse de fato o caso. “Eu vou adorar. Eu amo cozinhar. É… comer, né, e… preparar, essas coisas. De comer. Eu adoro! Mesmo. Vai ser legal. Vinho. Vou pegar um. Onde eu pego?” Esperou que ele apontasse; e foi até o armário. E… bom, ela também não sabia muito sobre vinhos. Caramba! Tinha algo que ela sabia? Bem, todos pareciam chiques e caros, então deviam ser bons. “Esse, obviamente” A voz tentou transparecer confiança, e ela escolheu um que continha o rótulo mais bonitinho que encontrou, levando até ele para que abrisse. “Atrapalhei seus planos hoje?”
Embora não fosse algo que fizesse com frequência, Vaugh sabia cozinhar! Ainda na floresta encantada, quando lobisomem costumava caçar e devorar suas presas sem pudor alguém, afinal era apenas um lobo se alimentando e isso bastava para deixar sua barriga cheia. No entanto, quando a lua cheia se ia e necessitava ser humano, precisava agir de forma civilizada e como não tinha ninguém para cozinhar e lhe auxiliar, Vaugh ( Ernest naquela época ) precisou aprender a se virar. E embora a culinária dos lugares fosse diferentes, o homem conhecia bem os sabores e temperos, de forma que conseguia produzir algo para si mesmo e para os outros quando necessário. Porém, ao chegar na cozinha, começava a pensar se era uma boa ideia. Preocupava-se com os saltos a jovem e com a quantidade de alimento que possuía nos armários. Morava só e passava pouco tempo em casa, não se preocupava muito com compras. Olhou para o fogão e para MC rapidamente, os braços cruzados acima do peito enquanto tentava tomar uma decisão até por fim consultá-la. “Não, eu não tinha planos.” Possivelmente iria apenas se aventurar pela floresta, explorando todos os lugares ocultos de Storybrooke, como costumava fazer nas noites solitárias. “Na verdade, estou aqui pensando qual seria o melhor plano: podemos cozinhar ou simplesmente sair. A noite está bonita e conheço ótimos restaurantes.” Afinal, Vaugh deveria aproveitar antes que a lua cheia viesse de fato. Encostou-se na bancada, um pequeno sorriso surgindo na face. “O que vai querer hoje? Quer ficar por aqui mesmo ou sair? Pode escolher, estou a sua disposição.” Estava galanteador, como de costume quando próximo a mulheres bonitas.
im obsessed with this guy oh lord someone needs a therapy rn

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Starter for @ncsrin
Era fácil encontrar Vaugh, porque costumava passar a maior parte de suas noites em algum bar, degustando de alguma bebida forte o suficiente, que o fizesse esquecer dos problemas que atormentavam sua mente. Embora gostasse de Storybrooke, sentia falta do ambiente da Floresta Encantada, aonde poderia ser ele mesmo sem esconder-se e estar junto de sua matilha... Sequer sabia aonde estavam agora, se estavam acordados ou não, se simplesmente não tinham sido puxados pela maldição. Um suspiro tomou conta do homem, a testa apoiando-se em uma das mãos de uma forma rápida, uma maneira de apartar a dor de cabeça que sentia chegar. No entanto, levantou a cabeça de forma imediata ao sentir um cheiro familiar, que detestava, mas ao mesmo tempo o inebriava... E a essência parecia se intensificar, denotando uma aproximação. Voltou-se na direção, dando de cara com Nesrin. “Vai embora.” Pediu, sem humor algum para uma das brincadeiras de gato e rato que costumavam jogar. “Eu estou aqui para beber sozinho.” Declarou antes que ela pudesse dizer qualquer coisa, dando mais um gole em sua bebida.
Starter for @barbiedailha
A recente amizade com Reyhan era algo muito bem vindo. Em um mundo pouco iluminado no qual vivia, um pequeno ponto de luz como ela era algo bom. Costumavam se encontrar em uma praça qualquer para alimentar os animais ou vigiar o filho dela enquanto brincava entre as plantas. Parecia um bom pedaço de normalidade dentro de toda a loucura que vivia, portanto gostava da presença da outra e dos pequenos momentos de sanidade que viviam. Naquela tarde, não haviam marcado nada, mas acabaram por se encontrar devido aos horários semelhantes. A loira parecia sorrir para alguma coisa, o que fez com que o homem abrisse um sorriso também, se aproximando devagar. “Se me permite perguntar...” Começou, sentando-se ao lado da moça. “Para o que está rindo? Ou porque?” Sentiu que estava sendo invasivo demais, mas não estava em seus melhores dias, portanto adoraria algo, um motivo pelo qual rir também.
Starter for @felicitywaller
Vaugh soube que havia algo errado naquele dia quando acordou doente. O corpo queimava em febre e nada parava no estômago. Tinha passado o dia tomando remédios e banhos gelados, indo de um outro para o outro aos resmungos, irritado pela doença desconhecida. Era um lobo, deveria ser um líder forte... Mas estava ali, preso em casa, tremendo de frio, mas com a blusa molhada de suor. Recusava-se a ir a um hospital, procurar ou um médio ou quem quer que fosse. A única pessoa a quem poderia pedir ajuda e também de quem aceitaria era Felicity Waller, portanto o homem o fez. Como previsto, ela não hesitou em ajudar. Uma parte dele sentia-se culpado por se aproveitar da bondade alheia de tal forma, de tomar-lhe um tempo precioso, mas não havia ninguém mais a quem recorrer. Ninguém a quem pudesse se agarrar em um momento de solidão. A imagem de Felicity trazia uma sensação de tranquilidade a qual ele desejava ao adentrar os olhos claros da loira. De qualquer forma, queria a presença dela naquele momento. Avisou na mensagem que a porta estaria aperta e que pagaria por seus custos para ir e vir, portanto apenas recolheu-se para o seu quarto, deixando a porta aberta para ouvir quando ela chegasse. No entanto, o cheiro adocicado e suave invadiu o homem antes que ele mesmo ouvisse os passos dela... E então o coração, rápido e ritmado, parecendo em harmonia com os movimentos dela. De olhos fechados, Vaugh acompanhou o caminho dela por sua casa, um aperto no coração ao pensar que não estava sendo um anfitrião apropriado. Quando por fim percebeu a aproximação dela em seu quarto, quase sorriu. “Felicity, que bom que está aqui. Peço desculpas por isso.” O lobo falou, mas não abriu os olhos. Tremia enquanto mais um calafrio percorria seu corpo. Vaugh quase rosnou, odiando a sensação.
STARTER CALL DO LOBO 🐺
❛ what are you smiling at? ❜
❛ why don't you just kill me? ❜
❛ don't go. please. ❜
❛ i'm here to drink alone. ❜
❛ well, this is where i live. ❜
Escolha uma frase e coloque a url do char com o qual deseja o starter. UP TO 5, porém sempre podemos combinar algo de forma privada.
starter to @bcdwolfv
Ela poderia esperar; mas então não seria Martha Cristina. E ela poderia, ainda, ter dado qualquer tipo de aviso de que iria até a casa dele, mas tampouco achou necessario já que tecnicamente ele tinha lhe chamado para sua casa. E considerando que MC era do tipo que comparecia aos locais sem ser convidada, ainda poderia argumentar que daquela vez, pelo menos, ela tinha sim um convite para justificar sua presença. A escolha das vestimentas não fora unicamente pela moda, mas sim porque queria se sentir muito bonita. Martha não tinha qualquer problema em admitir ou externalizar seus pensamentos, portanto, se alguém perguntasse: sim, MC tinha se vestido para conquistar aquele olhar encantado e um tanto quanto embasbacado em Vaugh, o que em várias ocasiões arrancara de alguns caras antes. Podia apenas esperar que sucedesse, claro, até porque aquele homem era bastante fechado e sério; difícil de conseguir qualquer reação grandiosa demais — mas de um jeito que ela achava bastante divertido e instigante. Como se fosse questão de tempo até ele finalmente ceder pelo menos um pouquinho. Tocou a campainha, esperando pacientemente. Tinha um sorriso no rosto assim que ele abriu a porta, animada. “Oi, Vaugh” O cumprimento saiu na língua materna, bem como o beijo no rosto que remetia à cultura de seu país. Ele pareceu ligeiramente surpreso, e lá estava de novo: o jeito pouco expansivo que a fazia precisar buscar nas pequenas mudanças de expressão o que ele pensava (trabalho que não, ela não fazia o tempo todo). “O que? Você disse que poderíamos jantar. E eu vim.”
Quando convidara MC para um jantar, havia pensando em levá-la para sair qualquer dia, quem sabe em algum lugar legal aonde pudesse apreciá-la em um vestido bonito. No entanto, sua surpresa fora grande ao atender a campainha e dar de cara com ela. Uma surpresa boa, mas ainda assim... Surpresa. Ora, morava afastado para não receber visitantes indesejados, portanto a presença dela significava o esforço para um jantar. O homem gostou disso. Ficou parado enquanto ela falava palavras que não entendia e se aproximava demais, mas era bom, porque assim era capaz de sentir o cheiro da mulher, mesmo que fosse possível que ficasse grudado em sua cabeça pelos próximos dias. “Hm, podemos. É claro. Entre, por favor.” Vaugh deu um passo para o lado, afim de deixá-la passar. Sua casa era grande, mas pouco aconchegante, visto que possuía poucos móveis e decoração. Não passava muito tempo ali mesmo, mas naquele instante desejou proporcionar um ambiente melhor, mais confortável, para Martha. “Acho que hoje você vai comer algo preparado por mim.” Deu um sorriso sem graça, uma mão coçando a cabeça de forma distraída, um pouco apreensivo. “Não tive tempo de preparar nada ainda. Para ser sincero, não achei que viria mesmo. Acho que te subestimei.” Vaugh esticou um dos braços, apenas para pegar a mão dela, um carinho rápido delicado sendo deixado na parte superior. “Acho que vai precisar ser minha ajudante, o que acha? Pode me ajudar a escolher o vinho também.” Devagar, Vaugh a puxou em direção a cozinha, não muito distante da sala que compartilhavam.

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8. to undress my muse (mulasemcabeca)
Vaugh estava muito ansioso pelo que poderia fazer com MC, mas era um homem paciente. Tinha aproveitado o evento, a mão sempre grudada na mais jovem, certificando-se de que ela estivesse por perto. De forma rápida, tinha criado uma necessidade de tocá-la, de sentir o cheiro dela e senti-la por perto. Assim que estavam no ambiente fechado da sala de Vaugh Huang, ele puxou a cintura de Martha, trazendo-a para perto. “Finalmente.” Disse baixo antes da boca se colar a dela, sentindo o gosto familiar do qual estava refém. O champagne ali apenas deixava tudo melhor. Vaugh se afastou e sorriu para MC, pouco antes de virá-la contra uma parede, os costas da mulher coladas ao seu peito, as mãos dele acariciando os ombros pequenos. Vaugh só conseguia pensar em como queria devorá-la, aprofundar-se em cada parte do corpo feminino, no entanto deveria ser paciente porque acima de tudo, queria dar prazer a ela. Uma das mãos abaixou-se pelo braço, passando para o quadril e então descendo devagar pela coxa. O vestido ainda estava no caminho e a aquela altura, Huang já odiava a peça. Puxou com delicadeza do corpo de MC, porém utilizando sua força sobrenatural e em poucos momentos a peça já estava no chão. Aproveitando-se da nudez quase total da mulher, Vaugh encostou-se ainda mais nela, para que ela pudesse sentir o que fazia com ele, como o atiçava e como seu membro já estava rijo de desejo por ela. Paciência. Aproveitando o caminho livre, a mão de Vaugh esgueirou-se devagar por debaixo da calcinha dela, deixando um delicado carinho no clitóris dela, um movimento de vai e vem o qual ele conhecia os efeitos. Enquanto isso, os lábios ocupavam-se do pescoço dela, aproveitando cada nota do perfume utilizado. “Eu quero você, Martha.” Deixou escapar, embora fosse óbvio. A outra mão aproveitou-se para se alojar no pescoço dela, aproveitando para apertar apenas um pouco, o suficiente para mante-la bem próxima de Vaugh, assim como ele queria.
❛ if we were alone right now, what would you do to me ? ❜ (mulasemcabeca)
O braço apertou-se um pouco mais em volta da cintura feminina, puxando-a para mais perto enquanto a música lenta tocava. Tinha sido uma ótima ideia convidá-la para aquele evento, porque o vestido justo caia perfeitamente pelo corpo alheio, fazendo com Vaugh imaginasse todas as coisas que seria capaz de fazer com aquela pessoa. As curvas dela eram visíveis, mas o homem a queria apenas para ele. As palavras de MC chegaram ao ouvido dele e o efeito fora imediato; um sorriso tomando conta da face dele. Gostava de quando era provocado e desafiado. “Quer mesmo saber?” Inquiriu ao se aproximar, apenas um pretexto para convidar-se para perto do ouvido de Martha, para que ali pudesse deixar uma delicada mordida. “Não vou te contar o que faria com você. Vou te contar o que vou fazer com você. Hoje.” Vaugh sorriu, a ideia de simplesmente arrancá-la daquele lugar e levá-la para sua casa parecendo muito mais convidativa agora. “Eu vou te beijar, Martha Christina. Vou beijar o seu corpo inteiro, cada pedaço de pele. Inspirar o seu perfume, guardar o seu cheiro para mim.” Dito isso, abaixou a cabeça um pouco mais, inspirando no pescoço alheio. “E então eu vou te foder de quatro enquanto puxo o seu cabelo. Você vai ser minha a noite toda e vai pedir por mais, posso te garantir.” O homem sorriu contra a pele exposta de MC, elevando o rosto novamente apenas para depositar um beijo suave no rosto dela. Embora cauteloso naquele instante, o desejo fervia por trás dos olhos escuros.
❛ my heart scares you and a gun doesn’t? ❜ + @asyouwcsh
“Sim.” Vaugh admitiu, porque já não havia mais porque mentir. Muitas coisas tinha acontecido entre ambos e o relacionamento se provou tóxico para ambos os lados, porque sempre acabavam se machucando. Sempre e sempre, ainda assim Vaugh era incapaz de se afastar demais, porque se importava demais, porque precisava estar sempre seguro de que ela estava... segura e bem. Como uma sombra, mantinha-se sempre por perto, muitas vezes sem ser visto. “É isso mesmo, Clio. Sabe porque?” Embora desejasse se aproximar, o lobo permaneceu em seu lugar, forçando-se a ficar ali, apertando com força os próprios punhos, irritado. Odiava aquele tipo de conversa, gerava apenas mais mágoa para ambos os lados. “Seu coração pode ser muito mais devastador que uma arma.” Respondeu, sem conseguir focar o olhar na mulher loira e apenas desejando que aquele momento acabasse o mais rápido possível.
❛ You know I’m here for you, right? ❜ @felicitywaller
Vaugh não precisava falar para que os outros soubessem de seu mau humor. Sua expressão deixava bem clara! Assim como quando sentia-se um pouco melancólico, porque esses dias de fato aconteciam. E mesmo que procurasse se isolar, ainda precisava cumprir com suas obrigações como um humano normal na cidade... Mas como todo humano, procurava alguém para apoiar-se e lhe fazer companhia. Não havia ninguém melhor que Felicity Waller, com seus olhos gentis e personalidade acolhedora, fazendo com que Vaugh se sentisse confortável só de estar perto. Ela o acalmava um pouco. De alguma forma, a Waller fazia com que o lobo se lembrasse do mar calmo; bonito, mas com certo potencial para devastar. O café já estava quase frio, mas Huang ainda queria a companhia de Felicity naquele instante. “Obrigado, Felicity. Eu agradeço.” Não havia muito o que falar, porque embora ela soubesse que ele não estava bem, Vaugh não era um homem de muitas palavras quando se trata de seus problemas pessoais. Ainda assim... Não queria que ela partisse. “Como você tem passado? E o seu filho?” Puxou, na esperança de prolongar mais um pouco o momento com ela.
mulasemcabeca:
📲: posso
📲: mas também posso ver você quando eu me sentir sozinha
📲: é uma opção 🤗
📲: se me convidar, sim.
📲: Pode me ver, desde que não traga essa coisa.
📲: Então eu estou te convidando.
📲: Gostaria de jantar comigo?

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mulasemcabeca:
📲: mas essa é legal, juro mesmo
📲: acho que agora eu quero uma galinha
📲: onde será que dá pra adotar galinhas?
📲: pera aí, isso foi um convite pra te visitar?
📲: Não quero conhecer.
📲: Pode adotá-la caso se sentir sozinha.
📲: Você deseja vir?
mulasemcabeca:
📲: NÃO DÁ
📲: e se ela me machucar?
📲: acho que não tem, eu to aqui na universidade e o pessoal de veterinária disse que não
📲: ela até que é simpática
📲: você devia conhecer
📲: meio misteriosa, de poucas palavras
📲: vocês iriam se dar bem
📲 Não estou interessado em conhecer galinhas, obrigado.
📲 E se livre disso caso queira me visitar.
📲 Sabe como eu gosto de frangos? Apenas no mercado.