“Você se olhou mesmo no espelho hoje? Por que seu cabelo tá parecendo um ninho de passarinho. Vem cá, deixa eu arrumar pra você.”
Mas o conceito é esse mesmo... Se você arrumar, não vai continuar com o mesmo estilo, sabe?

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@bc-akiyama
“Você se olhou mesmo no espelho hoje? Por que seu cabelo tá parecendo um ninho de passarinho. Vem cá, deixa eu arrumar pra você.”
Mas o conceito é esse mesmo... Se você arrumar, não vai continuar com o mesmo estilo, sabe?

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“Ah, eu não posso abusar muito. Ele fez cirurgia, sabe? Tá se recuperando ainda, então preciso esperar mais um pouco antes de fazer isso.”
“Meu bem, não estou tendo tempo nem de ler os livros que preciso da faculdade, imagina esses livros da luz aí. Valeu pela tentativa, mas nem vai rolar.”
Oh... Acontece, na hora certa você leva uma pipocada daquelas.
Pelo menos eu tentei, por mais que tenha falhado totalmente... Quem sabe um dia você encontre a luz... E se encontrar me avisa, eu não faço ideia de onde fica esse troço.
“Akiyama, você precisa sair mais e ver gente. Ver só sua cara todos os dias no espelho é bem problemático.”
Vamos desconsiderar a parte que realmente é problemática, olhar no espelho está ótimo...
“Verdade, preciso pensar nisso. Mas se fosse o pau do meu namorado, não teria problema.”
Life is too short... Não perca tempo, só vai lá sentar nele e esquecer os problemas.
Mas voltando ao assunto real, se você quiser eu tenho uns livros... Aqueles que ficam falando pra encontrar o caminho da luz e tudo mais... Vai que melhora sua semana.
Qual é, origami é bacana.
Mas livros de autoajuda sempre me deram vontade de morrer. E crochê… Nunca tentei.
Considerando o fato de que meus pais acham que eu quero morrer, se eles me deram os livros de autoajuda que dão vontade de morrer... Eu vou morrer?
Crochê é tão estranho quanto origami!

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A última vez que minha mãe veio aqui ela quase me obrigou a aprender crochê e origami, ainda por cima me trouxe três livros de autoajuda. Essa é minha desculpa para sair de casa hoje, mas eu realmente queria minha cama.
“Meu Deus, essa tá sendo a pior semana da minha vida. Como uma pessoa consegue tomar tanto no cu em apenas dois dias?”
Pensa pelo lado positivo, não tem nada entrando de verdade na tua bunda.
ooc:
ok, eu juro que eu tentei ficar por aqui, mas sei lá.
tô desanimadão, parece que as eric vibes passaram 100% pra mim e minha meta e é morre. socorr
— Isso eu posso garantir que fica mesmo. — Confirmou, com memórias de outras festas reforçando suas palavras. Entretanto, algumas vezes ele estava mais disposto a literalmente beber até cair, então valia o esforço. — Aliás, eu tô com uma sensação de deja-vu terrível. Eu já te enfiei nesse tipo de mistura bem louca, não foi? — Daeyeon não conseguia se livrar daquela impressão, agora que tinha verbalizado, só não saberia mesmo nomear de onde vinha. — Hm, isso é bom, não é? Surpresas assim costumam fazer um bem danado.
— Como assim? Está dizendo que já fez gororoba para eu beber? Eu não me lembro disso não... — Franziu o cenho, tentando pensar naquilo, mas logo chacoalhou a cabeça e resolveu afastar os pensamentos. — Ah, mas não importa... O importante é que sobrevivi. — Comentou, já nem sabendo mais sobre o que se tratava aquele assunto. — É, surpresas são legais... Mas acho que gosto de coisas meio... Organizadas.
Bonhwa franziu o cenho e os lábios, tentando encontrar uma conexão entre essas duas informações. — Como é que é esse feeling que eu mão conheço??? — E tomou mais um gole, só pra ter uma rota de escape caso não seguisse a linha de raciocínio. — Essa é pergunta complexa que eu peço para deixar para mais tarde. No geral, estou indo. — Fez um círculo com o copo, tirando a atenção de si. — E o emprego? Virou dançarino?
— Bom, o feeling é o seguinte: se tudo tá uma merda, bora fazer algo idiota. — Riu baixinho, não entendia qual a ligação entre as coisas, mas era algo que costumava acontecer - mesmo com tudo confuso, ainda tinha tempo de sobra para ser um idiota. — Dançarino? Eu não sei nem fazer polichinelos sem parecer desengonçado. Pra você ter noção, eu corro estilo ninja do Naruto... Imagine dançando?

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”Eu espero mesmo que não mude, porque tenho que confessar que estou me segurando desde que essa conversa começou.” Riu mais uma vez. Aproveitando que seus braços ainda estavam em volta do pescoço alheio, levou uma das mãos para a nuca dele, o trazendo mais pra perto de seu rosto. “Lembre-se, você disse que posso abusar da forma que eu quiser.”Sussurrou antes tomar os lábios dele em um beijo.
Não chegou a responder ao que ele dizia, não era necessário e já havia dito que não mudaria de ideia. Apenas o permitiu tocar em sua nuca com uma das mãos e levou ambas as próprias mãos para a cintura do outro ao se aproximar mais. — É, eu disse. — Respondeu no mesmo tom e correspondeu ao beijo alheio, o trazendo um pouquinho mais para si.
– O pior é que vi uma galera com uns drinks bem legais, mas não achei em lugar nenhum. – explicou-se, procurando um copo com os olhos ao seu redor. Sabia que precisaria de um limpo se queria dividir a bebida com o outro. – Aish, pera, vou procurar um copo limpo, segura aí. – disse se levantando novamente para voltar com um copo recém lavado (do tipo ele mesmo tivera que lavar) da cozinha. Jogou a cerveja e o soju juntos e esticou ao outro, sorrindo – Boa sorte, Eric-san! – disse com energia, utilizando-se de um honorifico provavelmente errado. – Sobre aquilo. E se bater a vibe? Mas sério, se você não sente a necessidade, não tem porque, né? Mas qual é da vontade de não fazer nunca mais? Você não disse que meio que curte de vez em quando?
— Ah, na falta disso, vamos fazer algo interessante... Ou mortal. — Brincou segurando-os enquanto esperava que ele voltasse com o copo. Depois que tinha aquela bela mistura na mão, levantou um pouco o como se fosse fazer um brinde. — Eric-san? Não precisa de tanta formalidade, pode me chamar de Erie-chan. Kanpai! — Riu baixo e não hesitou em tomar aquele negócio rápido, já que obviamente estava horrível. — Ah, quantas perguntas... Bom, tem momento em que acho essa coisa toda de ficar encostando nas pessoas um porre desnecessário, mas aí a vem aquele treco e eu acabo querendo encostar nas pessoas... Qual o sentido?!
“Promete pra mim? Eu realmente quero lembrar o nome do meu mais novo bff.” Estava falando o mais sério que conseguia. O propósito daquela festa era ele se conhecer as pessoas, então lembrar o nome delas seria um grande começo. “Não diga que não se importa, pode se arrepender até o final da noite.” Soltou uma piscadela.
— Ok, I promise. — Sorriu com a própria promessa, para ele não seria difícil esquecer o nome já que a festa toda era para Moonbin. — Você sabe que ficar dizendo essas coisas não vai mudar minhas ideias, né? Eu não vou dizer que me importo, porque não me importo. Então pode agir como quiser, abusar da forma que quiser. — Devolveu aquela piscadela, rindo em seguida.
– Talvez um pouco, isso que eu não comecei a chorar ainda e falar “você não é mais o mesmo!” – brincou, fazendo movimentos exagerados de atuação. Ele com toda certeza não falava sério, não em uma festa, não quando estava tão longe. – Você tem que usar esse quadril, Eric! Como espera fazer a dança do acasalamento assim? Você sabe que Bukchon é o lugar dos hanok e dos hormônios. – riu, bagunçando os próprios cabelos – Vou pensar em algo. Já volto. – disse erguendo-se para buscar alguma bebida. Uma cerveja pela metade uma dose de soju pareciam suficientes quando voltou para o lugar. – Foi o que consegui encontrar.
— Se fizesse isso, eu ia dar um passei e ia te deixar falando com a parede... Seu maluco. — Cruzou os braços, mantendo o olhar sério por alguns instantes, mas logo voltou a sorrir para o outro e negou, movendo a cabeça. — Acasalamento? Você sabe que raramente quero essas coisas, só quando bate aquela vibe. Tô quase pensando na ideia de não fazer essas coisas nunca mais. — Resmungou para si mesmo, assentindo enquanto o outro saía. Se distraiu novamente com a tela do celular, mas esteve atento ao outro que voltava. — Você quer me matar de desgosto... Mas nós podemos misturar isso num copo e ver no que dá.
“Você é muito inteligente, Eric. Nomes curtos como o seu são os únicos que irei lembrar amanhã.” Ou talvez nem aquele, mas com certeza faria o possível para lembrar. “Não deveria ser tão legal assim porque eu sou muito abusado, posso ultrapassar os limites bem rapidinho.”
— Olha, se você esquecer... A gente dá um jeito de lembrar. — Riu. Não era como se fosse um oráculo das festas, mas tinha muitas coisas que acabava lembrando enquanto encarava o teto de seu quarto. — Ultrapassar os limites? Você não deveria abusar da bondade de anjos como eu. — Deslizou os dedos pelos próprios cabelos, na intenção de ajeitá-los. — Mas não se preocupe, hoje não vou me importar.

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— Se tiver tudo disponível, misturar e tomar, você encara? — Daeyeon era “aventureiro” daquele jeito, doido, dependendo da visão de cada pessoa. — Isso que é fé no espírito da festa. Acho que sei… — A verdade é que ele tinha ficado um pouco confuso, todavia sorrir e acenar sempre havia sido uma boa estratégia. — Então… Tecnicamente, está esperando alguém aparecer, não? Tipo, se você sabe lá no fundo que vai encontrar… Sei lá.
— Tudo junto e misturado? Deve ficar uma merda, mas já vale o desafio. — Sorriu pela ideia, que não era nada normal mas parecia ser algo divertido. — ... Ah, não estou esperando, mas fico feliz quando encontro. É como me sinto diariamente, não estou esperando pessoas, mas fico feliz quando as encontro. — Não queria parecer uma pessoa triste por falar daquela forma, então manteve o sorriso por mais que tivesse certeza de que estava diferente.
“Quero! Vamos ser amigos pra sempre!” - Exclamou, dando pequenos pulinhos de alegria. Naquele momento, Moonbin não podia recusar amigos, mas não ligava de fazer amizades do jeito mais aleatório possível. “Sou eu, Kim Moonbin. O primeiro não, já vi uma galera bem pior que eu. Coitadinhos.” Por um segundo, deixou a cabeça cair para o espaço entre o ombro e o pescoço do rapaz. “Eu estou sendo muito abusado, né? Pardon.”
— Ok, Moonbin... Eu sou o Eric, não vou falar o nome inteiro porque é um pouco maior e acho que no final você só vai lembrar de Eric mesmo. — Assentiu, sempre tinha aquelas pessoas que conseguiam dar um pt precoce ou sabe-se lá como chamar aquilo. A sorte de Eric era já ter se acostumado com seu lado bêbado. — Ah, não se preocupe... Como nós acabamos de firmar um contrato de Friends Forever, meu ombro agora pode ser utilizado por você.