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𝒔𝒊𝒏𝒐𝒑𝒔𝒆. “Em noites como esta, era impossível domar
a 𝘀𝗼𝗯𝗲𝗿𝗯𝗮 sob suas unhas – nada seria capaz de apagar
o sorrisinho presunçoso. Porque 𝗝𝘂𝗱𝗲 sabia exatamente
o quanto você precisava do 𝗲𝗴𝗼 enorme dele.”
─── 𝗻𝗮𝗺𝗼𝗿𝗮𝗱𝗼! 𝗷𝘂𝗱𝗲 𝗯𝗲𝗹𝗹𝗶𝗻𝗴𝗵𝗮𝗺 × 𝗹𝗲𝗶𝘁𝗼𝗿𝗮.
𝗖𝗔𝗧𝗘𝗚✷𝗥𝗜𝗔: smut. 𝗣𝗔𝗟𝗔𝗩𝗥𝗔𝗦: 3333.
𝗔𝗩𝗜𝗦✷𝗦: tem castigo do monstro (denial),
size kink (big dick jude), leve objetificação, cum play,
dois centavos de pain kink, penetração desprotegida.
─── 𝗡✷𝗧𝗔𝗦: eu entrei aqui achando que era a
disney e hoje em dia escrevo com jogador de futebol.
A abstinência sexual em atletas não tem efeito comprovado antes de competições. Você sabe disso. Jude sabe disso. Porém, saber nunca impediu as tendências antiquadas do homem que gostava do “certo pelo certo” se o assunto era a própria carreira — mesmo quando não havia base científica alguma. Na verdade, ele parecia especialmente se agarrar às coisas mais ilógicas possíveis por algum motivo. E te irritava que ele não tivesse largado a mão da superstição nem mesmo quando você estava se dando ao trabalho de desobedecer mais uma das crendices do seu namorado só por estar cheia de saudades.
Quer dizer, que homem em sã consciência larga a própria mulher toda fogosa e carente na cama dele e sai para jantar com os colegas de trabalho? Você ainda não tinha uma resposta concreta. A “tradição” nasceu logo após o jogo de estreia e o seu namorado se recusava a deixá-la morrer sob a justificativa de que aquele havia virado um ritual de vitória e, por mais que você quisesse contrariá-lo, parecia estar funcionando. Você não estaria sendo tão amarga sobre toda essa situação se Jude estivesse cumprindo verdadeiramente com as atribuições dele enquanto seu homem — a constância da vida sexual de vocês havia decaído drasticamente com essa história de abstinência, ainda que a libido permanecesse igual ou mesmo maior que antes.
Era incômodo o quanto tinha que esperar e se privar, pois só se via livre do hábito maldito quando seu namorado finalmente jogava e ficava “desimpedido” por pelo menos uma semana, só que isso estava longe de ser suficiente. E hoje deveria ser seu dia de sorte, porém a ocorrência infeliz, que, segundo Jude, realmente não poderia ser adiada, ainda estava de pé: a equipe precisava sair para jantar.
“Vem aqui fazer ‘pra mim, vida.”, o dono do seu mau humor repetiu o pedido pelo que deveria ser a terceira vez em menos de dez minutos. A voz vinha de dentro do banheiro e, ainda que o quarto do hotel fosse estupidamente grande, você jurava que sentia ela ecoar bem no seu ouvido. “Por favor…”, o modo exagerado de arrastar as palavras te arrancou um sorriso, Jude era dramático de um jeito caricato, mas não agia feito um bebezão na frente de qualquer um. “Só você sabe fazer como eu gosto.”
Você tentou não fazer alarde com os próprios passos quando se apoiou no batente da porta muito à contragosto, queria ao menos pegá-lo de surpresa quando aparecesse, porém Jude já estava olhando quando você chegou.
“Você não quer mesmo que eu vá, não é?”, se referiu ao seu jeito aborrecido de encará-lo e um sorriso provocativo surgiu na boca bonita.
“Não.”, nem ao menos tentou soar indiferente. Havia feito o seu drama no momento em que finalmente conseguiu ficar à sós com seu namorado, ele já conhecia o chão no qual estava pisando. Empurrou Jude pelo quadril quando se aproximou, mas somente o suficiente para se colocar entre ele e a bancada da pia. Apoiando as mãos nas margens sinalizou que precisava de ajuda para se sentar ali a fim de compensar a diferença de altura — durante toda a interação se recusou a falar propriamente, era uma mulher de poucas palavras sob frustração. O homem ergueu seu corpo ainda sorrindo, parecia se deleitar no jeitinho marrento.
Dar um toque final no cabelo dele foi o que te restou para fazer, afinal ele já havia adiantado metade do serviço nos dez minutos em que gastou resmungando sobre preferir que você o finalizasse. O excesso de água ainda escorria pelo pescoço dele quando tudo terminou, mesmo que você se esforçasse para recolher o líquido usando uma toalha de mão. Estava comicamente apática, nem o corpo gostoso do seu homem ainda úmido pelo banho parecia trazer luz aos seus olhos.
“Tô orgulhosa de você.”, murmurou, a atenção concentrada nos olhos dele.
“Você já disse isso.”, ele retrucou, tirando a toalhinha das suas mãos para fazer você abraçar o pescoço dele entre elas.
“E quero dizer de novo.”, deu de ombros. O biquinho natural que descansava na sua boca foi preso entre os lábios dele e a carência logo se rendeu entre os estalinhos molhados que encheram o cômodo. “Nem parece que você ‘tá com vontade de ir…”, sussurrou cheia de dengo, brincando com a pontinha da língua contra a dele.
“Tô esperando você tentar me convencer a ficar.”, ele riu de canto, uma das mãos se enchendo com o cabelo da sua nuca.
“De novo?”, se afastou rapidinho só para questionar numa incredulidade cínica. Ele quis rir mais, porém preferiu retornar à brincadeira gostosa das línguas de vocês dois. E, para quem era sonso o suficiente ao ponto de fingir que não estava a fim de foder naquele exato momento, Jude estava sendo fogoso demais. Os cantinhos da boca se esticavam num sorriso sujo enquanto ele chupava seus lábios forte ao ponto de deixá-los inchadinhos, latejando sob o toque. As mãos eram tão descaradas quanto, apertando cada canto só para te lembrar que o seu corpinho não era nada dentro do toque dele — era frágil, simples de quebrar.
E, porra, você tremia, rendia-se fácil. Os peitinhos já latejando sob a imaginação de serem engolidos com tanto gosto quanto sua boca estava sendo. Ergueu o quadril da bancada para buscar pelo dele, já tinha se melado inteira desde o momento em que cruzou a porta daquela suíte — não iria fingir o contrário. Esbarrou na toalha que cobria o volume avantajado, mas isso não te desencorajou a levantar o tecido da camiseta que você vestia, enrolando o tecido folgado como pôde. Tampouco quis disfarçar que a intenção era exibir a calcinha minúscula que havia escolhido só para ele, talvez fosse a última chance de conseguir qualquer coisa antes de se ver sem o homem.
“Você é linda.”, ele correu os olhos pelo seu corpo, ainda buscando fôlego ao afastar a boca da sua. E a doçura fingida de Jude fazia sua cabeça arder em afobação. Em qualquer outra situação esse não seria o caso, mas não sabia como evitar: não estava carente disso. O corpo claramente reclamava a falta de uma foda bem gostosa, de ser pega com vontade até cair exausta na cama.
Nem por um segundo achou que abrir a boca para argumentar seria a solução pro seu problema — tinha o fracasso das outras quatro tentativas pesando no seu julgamento. Jude não começaria nada contigo que não tivesse tempo para terminar e vocês dois sabiam que quando começavam nunca dava para parar. Você soltou o ar baixinho em chateação, suas opções esgotando.
“O que é essa carinha, hm?”, indagou num selo molhado aquilo que ele já sabia bem a resposta. “É ‘pra eu falar que você ‘tá sexy, amor?”, questionou outra vez, os olhos bebendo a expressão irritada no seu rostinho. “Você ‘tá sexy, bebê. Sempre ‘tá.”, pode ter soado até meio abobado, porque realmente era gamado no jeitinho que você agia quando ficava toda carentinha de sexo, parecia prestes a fazer de tudo só para conseguir um carinho mais safado. “Gostosa ‘pra caralho.”, afirmou como se fosse senso comum.
E se Jude fosse inteligente o bastante saberia que ouvir isso era bom:
“Mas não é suficiente…”, ele murmurou baixinho, te conhecia bem demais. “Tá toda afobada porque eu não te comi ainda, não tá?”, a pergunta passou direto pelos seus ouvidos, focada demais em derreter dentro do aperto gostoso que não deixava a sua cintura. Mal registrou quando ele praticamente colou a boca contra a sua orelha: “Então tenho que falar que ‘tô louco ‘pra abrir essa xotinha inteira no meu pau.”, o sussurro fez a pele arder, é desnecessário falar que se contraiu completamente — quase gemendo só de escutar. “Que quero fazer essa boquinha de buceta e te colocar ‘pra me mamar a noite toda, bem gostoso.”, instigou mais um pouco, era um tesão do caralho. Seu coração palpitava dentro das suas orelhas quando ele se afastou. “É ‘pra falar assim?”, te olhou nos olhos, o tom de voz voltando ao normal. “É, amor?”
Jude tinha uma vocação fodida para ser arrogante e você todos os dias agradecia aos céus que esse não fosse realmente o caso. Quer dizer, é mais canalhice e provocação que qualquer outra coisa quando ele resolve te encher o saco. Não é novidade que o homem gosta de agir todo cheio de si só para te deixar molinha, o ego queimando nas chamas da adrenalina depois de uma disputa tão intensa — especialmente uma na qual a participação dele foi tão brilhante.
“Porra, você é um filho da puta…”, você protestou baixinho, porque a vontade sequer era de realmente ofender — só não sabia lidar com o quão corroída por tesão sua mente estava. A expressão de deleite do homem não fez nada além de sobrecarregar mais um pouquinho. Em noites como esta, era impossível domar a soberba sob suas unhas — nada seria capaz de apagar o sorrisinho presunçoso. Porque Jude sabia exatamente o quanto você precisava do ego enorme dele.
Deitou a cabeça no ombro largo, o corpo enfraquecendo só de sentir o volume tão apertadinho contra sua intimidade quando tudo o que conseguiu fazer foi forçar o quadril contra o dele um pouco mais.
“Me fode…”, implorou sem inibição alguma, até a voz de putinha que saiu da sua garganta não passou por filtro algum na sua mente.
“Você é tão teimosa.”, te recriminou como se não tivesse tornado tudo pior. Um filho da puta, você mesma já havia dito.
“Coloca em mim só um pouquinho.”, pediu mansinha, de um jeito quase sonolento. As unhas correram pelo torso forte até alcançar a barra da toalha, como se já soubesse que receberia um sim. “Eu gozo rapidinho.”, a boquinha molhada largou beijinhos desde o ombro até a orelha do homem.
“Amor-”
“Eu prometo.”, reforçou, os dedinhos já se enchendo com o caralho coberto pelo tecido. “Não vou te forçar a ficar. Só me come um pouquinho…”, já lhe faltavam forças para pedir, era insuportável quando necessitada desse jeito — não sossegava até conseguir o que queria. As sobrancelhas dele se apertaram junto com os olhos, a decisão provavelmente correndo nos pensamentos. Assistiu-o se esticar até o canto da bancada, dando dois toques na tela do telefone para checar o horário.
“Vai reclamar depois?”, perguntou ameno demais para alguém que não queria ter se rendido tão fácil.
“Não vou.”, você negou rapidinho com a cabeça, quase suspirando em alívio.
“Por quê não pede ‘pra eu te chupar, hm?”, os braços fortes te encurralaram contra o espelho, roçando a boquinha na sua. “É mais fácil.”
“Porque eu quero dar ‘pra você.”, soou penosa demais e isso fez o homem gargalhar baixinho.
“Justo.”, chupou seus lábios devagarinho, soltando a toalha da cintura enquanto te ouvia suspirar baixinho dentro da boca dele.
No entanto, a menção não havia sido em vão, Jude não dava ponto sem nó. Selou desde o seus tornozelos até a intimidade quentinha assim que finalmente te livrou da calcinha. Prendeu seu pontinho entre os lábios, grunhindo baixinho enquanto mamava. A cabeça se movia inquieta pros lados, esfregando o lugarzinho no processo. A barbinha fazia arder, mas era tão bom. Jude era frenético, esfomeado, abria a boca como se tentasse encaixar sua bucetinha inteira dentro dela. Ergueu os olhos para enfim notar o quão paciente você parecia, mesmo quando tudo o que conseguia fazer era choramingar pela sensibilidade.
“Já se melou ‘pra caralho, vida. Nem preciso mamar essa bucetinha.”, beijou seu pontinho com delicadeza uma última vez como se fosse algo puro, imaculado. Mordeu o interior de cada uma das coxas, lambendo a marquinha que os dentes deixaram. Subia aos poucos, nem o tecido da camiseta foi capaz de diminuir o calor que sentiu quando ele finalmente beijou seus seios, ou quando deixou uma lambida quente no seu pescoço. Mas foi a língua molhando a pontinha da sua orelha que te trouxe de volta a tempo de gemer baixinho quando ele voltou para sorver a pele do seu pescoço entre os dentes.
A distração te tirou o privilégio de ver ele esfregando a cabecinha melada contra as dobrinhas da sua buceta, os dedos experientes espalharam o melzinho no resto da extensão porque nenhum cuidado era demais. Estava tão excitada que nem reclamou quando ele forçou, o começo sempre deslizava gostosinho — o problema de verdade só começava quando passava da glande. Mal teve tempo para se enganar e fingir que aguentaria Jude inteirinho sem reclamar, a entradinha logo se apertou todinha, obrigando-o a parar por ali.
“Amor…”
“Shhhh… Eu sei…”, selou seu pescoço outra vez. Era versado naquilo, tanto que saiu com cuidado, voltando devagarinho só até onde a bucetinha deixava — estocando um pouquinho mais da metade. Acolheu seus peitinhos entre os dedos, puxando os biquinhos na tentativa de levar seu foco para outra coisa.
Porém não adiantava, o barulhinho molhado fazia suas costas se arrepiarem, sentia o estômago revirar só de pensar no quanto pingava por Jude. Quase deitou o corpo na bancada para apoiar um dos pés na borda e choramingou baixinho quando conseguiu suporte para se foder sozinha com muito esforço.
As coxas formigavam, manter as perninhas abertas estava te fazendo queimar. Mordia um sorrisinho safado entre os dentes, a entradinha ardia para tentar receber ao menos metade do homem — Jude realmente estava te deixando mal acostumada. Largou o peso do torso num braço só, a outra mão deslizando até o meio das coxas na tentativa de dilatar mais a bucetinha. Esticou a pele com os dedos o quanto conseguiu, precisava se abrir inteirinha para fazer ele caber.
Um engasgo sôfrego travou na garganta quando ele forçou mais um pouquinho da extensão. Tanto que mal conseguiu continuar rebolando, se rendendo a um movimento errático, meio ridículo — não conseguia parar, não dava para parar. Uma delícia, não era possível nem para se contrair direito. As perninhas agonizavam e não sabia como retomar o controle delas.
“Tá fraca, amor?”, apoiou os braços ao lado do seu corpo outra vez para te cercar contra o mármore. A proximidade fez entrar mais um pouquinho e suas coxas quase desistiram. “Não fecha.”, apertou a carne entre os dedos segurando-as no lugar.
“Vai machucar…”, resmungou rouquinha, o corpo tremendo num tesão nojento.
“Vai?”, ele mordeu um sorrisinho sonso. “Eu tiro então, minha vida.”, ameaçou cumprir com o que disse e você se desesperou.
Droga, estava tão molhadinha e ainda assim não dava para aguentar? Era injusto. Não era nenhuma virgenzinha estúpida, queria dar com gosto, ficar burrinha de pica. Irritou-se, mesmo frágil, queria tanto… as pernas se enlaçaram em volta do quadril dele, puxou num solavanco — a única sorte sendo que ele era forte demais para se deixar levar.
“Se eu empurrar aí é que vai machucar de vez.”, alertou cauteloso e isso pareceu te deixar ainda mais irritadiça.
“Faz caber então, Jude.”, resmungou, socando dois dedinhos na boca para molhá-los e logo esfregando seu grelinho com afinco porque queria se fazer relaxar a todo custo. “Porra, você ‘tá com dó parece…”, definitivamente saiu sem pensar, o desejo mexia com sua cabecinha de jeitos estranhos.
O homem ergueu as sobrancelhas e um sorriso desacreditado despontou na boca, não havia gostado minimamente de ser desafiado assim. Tirou o pau devagarinho só para assistir seu rostinho se contorcer em desgosto, as mãos calejadas castigando sua cintura para garantir que você não se movesse um centímetro sequer.
“Cala a boca.”, o timbre desceu num murmúrio firme, calmo ao ponto de ser desconcertante. “Não pede o que você não aguenta.”, forçou a cabecinha novamente, a entradinha babona se alargando mais fácil que da primeira vez. O carinho no seu pontinho se tornou mais letárgico, mais gostoso — conseguiu até mesmo voltar a se foder devagarinho.
“Você sabe que eu aguento.”, sussurrou burrinha, claramente não dava mais atenção ao que dizia.
“Aguenta?”, desafiou, forçando mais um pouco para dentro. “Me responde.”, socou lentinho, vendo seus olhinhos revirando por baixo das pálpebras.
“Jude, porra…”
“Sabe o que ‘cê vai fazer quando eu terminar, amor?”, indagou baixinho. Você, no entanto, estava ocupada demais se tocando, gemendo cheia de dengo. “Eu tô falando com você.”, estocou mais forte, fazendo seu corpo saltar, os olhos abrindo. “Sabe?”
“N-não...”
“Ah, você sabe sim, meu amor.”, o jeito que forçava o caralho melado em nada combinava com o quão atencioso ele soou. “Você vai ficar aqui quietinha me esperando.”, as mãos grandes envolveram seus rosto. “Esquentando meu travesseiro.”, se inclinou, mordendo seu queixo com carinho. “E vai abrir essa bucetinha bem gostoso ‘pra eu meter quando voltar, tá ouvindo?”, ameaçou selar sua boca, mas só o fez quando te viu confirmar com a cabeça. “Já deixei molhadinha ‘pra ajudar, não deixei?”, indagou baixinho, fodendo o quanto cabia com lentidão. Você concordou com a cabeça outra vez — estava estúpida ‘pra caralho, as perninhas tão fracas que sabia bem o que estava por vir. “Então se vira.”, deixou dois tapinhas leves no seu rosto. “Goza ‘pra eu não me atrasar.”
Tornou-se mais bruto, judiando da bucetinha sensível que não parava de expulsar o melzinho quente. Sua voz se tornou esganiçada, quase ininteligível, só sabia gemer e implorar. E o homem pareceu ter perdido a paciência enfim, pois substituiu seus dedinhos para fazer o trabalho inteiro sozinho — brincando com o grelinho que não parava de pulsar.
“Jude…”, soluçou contra a boca dele. “Me fode gostoso… assim, porra…”, soava perdida, meio embaralhado. A bucetinha se apertava inteira sem que você pudesse controlar, pulsando em volta do caralho grosso como se quisesse expulsá-lo. Jude saía somente o suficiente para ser capaz de socar a glande avantajada no fundo do canalzinho que não parecia disposto a se esticar mais para deixar ele entrar totalmente. “Eu quero mais, amor… Mais… Porra, isso…”, o chorinho se intensificou junto com o jeito que ele castigava seu clitóris, o polegar desenhando círculos cada vez mais apertadinhos.
Era quase constrangedor o quanto soluçava quando percebeu o orgasmo chegando. Maltratava os lábios grossos do homem num beijo afoito, babando ele inteirinho na tentativa de disfarçar a própria manha. Ele sorria abertamente, mal retribuindo o beijo, porque te ouvir soando como uma ninfetinha desesperada parecia muito mais gostoso. Foi parar no abraço de Jude quando terminou de se molhar por completo, tão entorpecida que nem ouvia mais os próprios gemidos.
Deixou um som esganiçado escapar da garganta quando o homem se retirou rapidinho, usando somente um dos braços para envolver sua cintura com firmeza e evitar que você caísse contra o espelho. A mão livre envolveu o caralho pesado num aperto rude, Jude parecia fazer questão de pincelar os lábios da sua entradinha enquanto se punhetava com força.
Você encarava a cena inerte, a mente ainda presa no estado que havia ficado sua intimidade. O local latejava por completo numa sensação vertiginosa, quente ao ponto de estar meio dormente; era confusa a sensação. Não precisava ver para ter certeza que estava tão esfoladinha que sequer conseguia se fechar propriamente quando pulsava, não seria necessária a preocupação em se esticar — com certeza ainda estaria larguinha quando ele voltasse.
Subiu para observar o rosto dele, não se surpreendendo ao encontrar o olhar fixo na sua bucetinha arruinada. Parecia claramente orgulhoso do estrago que havia feito, espalhando todos os resquícios do seu melzinho até alcançar as bolas cheias de porra. Apertou-as entre os dedos quando finalmente esporrou num gemido meio bruto, costumava soltar demais, porém ainda assim tentava jogar tudo no mesmo lugar — mirando exatamente no canalzinho judiado.
“Eu jogo na boquinha quando voltar, ‘tá bom?”, a promessa veio entre arfares, conquistando sua atenção outra vez, já que estava absorta demais em notar pela milésima vez que nem as mãos grandes do seu namorado davam conta da piroca pesada. “Mas tem que ser boazinha.”, a condição acompanhou um estalinho molhado na sua boca. Sorriu mansinha, tão cheia de dengo que parecia até mesmo bêbada. Ganhou mais alguns antes que ele se afastasse com pressa, provavelmente atrasado.
“Jude.”, chamou antes que ele atravessasse a porta. “Só uma hora.”, nem sabe de onde tirou forças para soar tão firme. Ganhou um sorriso sacana:
09:37 | vai ter encontro dos antigos de bragança em monte verde no dia da minha aula online da faculdade……. vou levar os materiais e estudo dentro do omegão 👍🏻
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gente, queria debater aqui com vocês pessoas experientes: essa história do beijo "encaixar" é verídica mesmo ou é balela?
porque eu confesso que é um receio que eu tenho sendo demi, porque eu fico pensando "e se eu criar uma conexão emocional super foda com alguém, mas o beijo não encaixar?" seria decepcionante... queria aproveitar pra saber também se vocês já perderam o interesse em alguém só porque o beijo foi ruim???? essa eu pergunto porque tenho medo de beijar mal
08:55 | o beijo tem toda uma questão química no nosso cérebro, então tem pessoas que são quimicamente compatíveis com vc, e são justamente essas pessoas que fazer vc pensar “porra que beijo bom”, mesmo que a personalidade dela seja pessima 🥹☝🏻
dito isso, me apaixonei de vez pelo meu namorado dps do nosso primeiro beijo (se quiserem conto dps 🫶🏻)
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14:15 | eu percebi que dps que eu comecei a namorar eu simplesmente não consigo mais escrever/ler smut, e sinceramente não to preocupada com isso 😁 to realmente muito melhor fora desse mundinho e super feliz que to conseguindo voltar a escrever fluff e terror