🐚 * ˚ ✦⋆ CAMILA MENDES?? não! é apenas ANDRINA FERNANDES, ela é filha de ANFITRITE do chalé 38 e tem 25 ANOS. a tv hefesto informa no guia de programação que ela está no NÍVEL UM por estar no acampamento há TREZE ANOS, sabia? e se lá estiver certo, ANDY é bastante CARISMÁTICA mas também dizem que ela é PREPOTENTE. mas você sabe como hefesto é, sempre inventando fake news pra atrair audiência.
— 𝐈𝐍𝐅𝐎𝐒 𝐄𝐗𝐓𝐑𝐀𝐒:
Herdeira de uma grande fortuna no mundo real, Andrina foi criada com pompa e carinho, tornando-a uma pessoa mimada, mas também habilidosa. Domina com excelência a arte do combate e a perícia com armas, mas apesar de tanto tempo no acampamento, ainda não descobriu poder algum, o que é a sua maior frustração. De que adianta ser boa com uma lança quando facilmente é derrubada com os poderes alheios? Andy esconde sua frustração, mas é clara para quem quer que a conheça melhor.
Possuí durabilidade e agilidade sobre humanas, dons comuns a semideuses e o que a ajuda em luta.
É dona de uma lança dourada de ouro imperial chamada Sunspear. Sendo sua principal arma mágica, a lança é um pingente que se transforma quando tocado com mais força por Andrina.
Sendo filha da rainha dos mares, se dá muito bem em água e com o nado, mas nada além do normal para uma mortal. Não se cura em contato com a água, tampouco respira em baixo da água ou suporta grandes profundidades.
— 𝐁𝐈𝐎𝐆𝐑𝐀𝐅𝐈𝐀 𝐂𝐎𝐌𝐏𝐋𝐄𝐓𝐀:
A história de Andrina começa, claro, com o peculiar relacionamento entre seus pais. Joaquim Fernandes era um herdeiro que, bêbado como um gambá, caiu no mar de seu iate em uma noite de lua cheia. O acontecimento tinha tudo para definir o fim de sua vida, mas na verdade foi um divisor. A vida de Joaquim nunca mais seria a mesma após aquela noite, isso porque ele foi resgatado e levado a praia por uma sereia. Bem, não exatamente, mas influenciado por histórias infantis, ele acreditou que a mulher era uma criatura mítica. Não estava totalmente errado. Pelas semana seguintes, ele retornou ao mar a procura dela, jogou joias para oferendas e até mesmo rezou. Após alguns dias, Anfitrite o visitou em sonhos. Não era comum para a deusa envolver-se com mortais, mas algo nos brilhantes olhos azuis do homem chamou atenção. Talvez fosse o brilho da impulsividade e o toque da rebeldia. De qualquer forma, por muitas noites ela o visitou em sonhos.
Até deixar um bebê na porta da mansão dele em Nova York. Não havia dúvidas de que a recém nascida era filha dele; os cabelos ruivos, olhos azuis e nariz afilado denunciavam o parentesco, embora nunca tivesse havido um encontro íntimo entre deusa e mortal. A criança era como um presente para Joaquim, que não soube bem como receber. Era jovem demais, meio irresponsável, totalmente inconsequente. Ele apenas acolheu a menina, mas não sabia como ser pai, sequer estava preparado. Ainda assim, deu a ela um nome mágico e especial.
Embora Joaquim não estivesse preparado para a paternidade, seu pai adorou a ideia de ser avô. Viúvo há muito tempo e pai de apenas um homem, o senhor, se encantou com a possibilidade de uma neta. Tinha grandes fortunas, mas um coração que ansiava por mais amor e por amar. Andrina era o presente perfeito. A criança, desde sempre, foi mimada e esmerada pelo avô. Joaquim era quase como um irmão mais velho, um homem com eterna alma de jovem que era a companhia perfeita para viagens secretas e doces antes do jantar. O avô, Andrew, representava o equilíbrio entre ambos, com bom humor e responsabilidade. Andrina era o complemento perfeito para a pequena família e devido a fortuna dos Fernandes, ela frequentou os melhores colégios, viajou o mundo, aprendeu idiomas e instrumentos, foi bailarina e pianista, tenista e esgrimista em tenra idade. Parecia ter uma composição natural para os esportes e uma graciosidade intrínseca ao seu ser. Tudo, no entendo, foi interrompido quando necessitou ser levada ao acampamento.
Andrina levava quase uma vida normal. Filha de uma deusa menor, não possuía um cheiro forte e nunca demonstrou nenhum poder herdado de sua mãe divina. Quando o sátiro revelou a verdade, ela quase riu na cara da criatura. Tinha doze anos de muita atitude e sarcasmo, mas em nome da aventura aceitou ir. Isso e porque seu pai contou sobre o evento que tinha mudado sua vida há tantos anos. Andrina então partiu para uma nova vida, cheia de expectativas para a honra e excelencia.
Não foi exatamente assim.
Embora ótima em combate, Andrina nunca demonstrou poder algum e nunca saiu do nível um. Possuía alguns atributos típicos de semideuses, mas nada além. Não movia água. Não falava com os animais… Pelo contrário, alguns até pareciam fugir dela. Um desastre total. Enquanto no mundo mortal era a rainha de sua bolha, no acampamento era uma pária. Isso fez com que se esforçasse ao máximo com sua lança, que ganhou de presente da mãe certo dia. Andrina, boa com a lança, ótima com o arco e flecha e excelente com a lança, guarda a amargura de não ter poder nenhum e de ser filha de uma deusa menor. No entanto, ela guarda nem a frustração e se dedica a treinar e a treinar, escondendo tudo com um sorriso prepotente.
Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
✓ Live Streaming✓ Interactive Chat✓ Private Shows✓ HD Quality
Anya is LIVE right now
FREE
Free to watch • No registration required • HD streaming
Percebeu o alívio da outra garota com a sua declaração e sorriu com isso. Podia ser estranho, ela sendo uma semideusa filha da deusa da estratégia em batalha, mas Charlie gostava de quando as pessoas percebiam que ela não era uma ameaça a e nem queria ser uma. "Sim, ele é chato com todo mundo. Acho que está naquela fase da adolescência em que os meninos pensam que é legal ser um idiota. Quem sabe ele perceba que não é o caso depois desse soco", brincou, pegando a mão da moça entre as suas e apalpando com cuidado para avaliar o estrago. "Parece ser só um inchaço, umas duas mordidas agora e o resto depois e você não vai precisar nem passar na enfermaria", disse com confiança. Ela não era uma curandeira, mas já havia lido livros de medicina por curiosidade. Ao ouvir a oferta, balançou a cabeça com ênfase. "Não, não precisa. Eu só peguei porque estava com uma dorzinha de cabeça mais cedo, mas não preciso mais. Só fico feliz que eu tenha conseguido te ajudar." Ergueu as sobrancelhas com a pergunta e sua expressão se iluminou, já que amava poder falar de suas leituras. "Esse é o meu livro favorito, na verdade! Se chama As Ondas, da Virginia Woolf. Já é a terceira vez que eu o leio e sempre percebo algo que tinha ignorado antes. Ele é mais experimental, então a leitura pode ser um pouco mais difícil, mas eu acho que todo mundo deveria lê-lo pelo menos uma vez na vida."
"Essa fase da adolescência costuma demorar a passar para os meninos. Conheço alguns por volta dos trinta que ainda estão nessa fase." Andrina se referia a alguns colegas de trabalho e amigos. Ou até mesmo o próprio pai, que parecia viver uma adolescência eterna. Andy se retraiu, pronta para sentir alguma dor com o toque alheio, mas as mãos da outra eram gentis e não causou desconforto algum, para o alívio da semideusa. "Muito obrigada." Respondeu, recolhendo sua mão apenas para dar uma mordida na ambrósia oferecida. Estava retornado a sua rotina de treinos e não podia arriscar uma mão ferida quando a lança era o sua principal arma, sem contar o chakram adquirido. "Já ouvi falar de Virginia Woolf. Ela era uma semideusa também?" O tipo de pergunta que sempre fazia, porque se surpreendia com a quantidade de semideuses que eram conhecidos no mundo mortal por seus feitos. "Não conheço a obra dela. O livro é sobre o que?" Tentou espiar o tablet, mas sem sucesso. Não queria ser intrometida demais também. "Além disso, conheço a história... Os livros dela possuem algum teor melancólico? Porque sabe, eu fujo um pouquinho disso. A vida dos semideuses as vezes já é deprimente demais, não acha?" Desde a volta da missão, o humor de Andy não estava dos melhores; um tanto triste e sombrio, combinando com o clima do céu, sem sol e estrelas. Tentava, de qualquer forma, escapar do sentimento.
"É meio que um milagre que ainda tenha flores crescendo nesse jardim. Eu achei que Perséfone já teria dado as costas pra esse lugar vendo tanto filho de Hades causando caos por aqui." Olivia comentou quando percebeu que Andrina se juntou ao seu lado. Olivia estava com a cabeça cheia, questionando-se se deveria ou não contar pra Quíron o que sabia das vozes da fenda, ainda dividida com os últimos acontecimentos no acampamento. Não gostava de ter responsabilidades em seus ombros; parecia que um passo em falso poderia trazer problemas para um acampamento já tão vulnerável. Deixou isso de lado, abaixando-se na frente do jardim, roubando uma das flores da cor roxa. Entregou para Andrina com um sorrisinho. "Então, você não me contou como foi sua missão."
Se surpreendia com a força das flores, crescendo belas em um lugar onde o sol não aparecia há algum tempo. Por mais que houvessem filhos de Perséfone e Deméter pelo lugar, Andrina ficava impressionada, por isso se juntou à Olivia. Também sentia falta dela, das conversas divertidas e sorrisos fáceis. "Um milagre de Perséfone." Assentiu, concordando. "Ela sempre foi uma figura misteriosa para mim. Deve ter os seus motivos para ainda nos dar pequenas bençãos assim." Talvez até estivesse com pena dos semideuses, pensando que flores seriam um bom consolo. Bem, era para Andrina. "Roxo é uma das cores que eu mais gosto." Aceitou a planta com um sorriso, suspirando. "Foi um desastre, deu tudo errado. Paramos para ajudar algumas amazonas, pensando que não seria nada demais... Mas foi." Não conseguia olhar para Olivia ao contar o seu fracasso, mas ergueu os olhos para ela ao falar outra coisa. "Não quero te contar coisas tristes. Ao invés disso, quero te mostrar um presente que eu comprei para você em Paris, momentos antes da desgraça acontecer. Acho que ganhar coisas é melhor do que roubar, não?"
Sua única resposta para a indagação alheia foi dar de ombros. Yasemin não saberia responder aquilo porque cresceu no acampamento e os presentes ali eram todos sua família. Pouco se conhecia do mundo lá fora e a herança da parte materna foi apenas o dinheiro da mãe já que os parentes nunca quiseram qualquer tipo de contato. ❝ ― Está! Disseram que estou com 85% de visão, mas eu já tinha a visão de um leão, então acredito que minha visão é melhor que a de alguns aqui. ❞ — Comentou entre um tom de brincadeira porque preferia não pesar o clima ou mencionar o fato de que Kaito também havia saído com um dos sentidos prejudicados da missão. ❝ ― Você está bem? ❞ — Foi a vez da ruiva questionar a amiga, erguendo o braço para guiar a mesma em uma caminharam e saírem daquele ambiente. ❝ ― Ah, nem me fale. Descobri umas coisas interessantes antes de sair em missão. Em relação ao garoto de Hades e... Sobre a fenda. ❞ — Suspirou, falando mais baixo e olhando ao redor. Haviam quase morrido, não via problemas em compartilhar informações descobertas pouco a pouco.
Flashback.
Forçou um sorriso para Yasemin a respeito do comentário sobre a visão, porque não queria despejar negatividade nela. Aos poucos estava saindo do poço da autopiedade, então não insistiria em se jogar lá novamente através das palavras. "Eu também acho que a sua visão é excelente." Concordou, tecendo um elogio sincero. "Eu estou bem. Tipo, passei uns dias na merda, mas acho que todo mundo? Estou saindo disso. Fazia alguns anos que eu não saía em missão e..." Fracassei quando voltei a sair. Mas entendia que não era culpa de ninguém. "Pelo menos comprei ótimas coisas em Paris, já que não podemos sair do acampamento. Minha mochila ficou pesadinha, mas valeu a pena." Buscou proferir com um sorriso verdadeiro, feliz pelas coisas compradas. No entanto, não durou muito com a menção do outro garoto. "Ugh, eu não gosto dele, Yas." Só a menção parecia fazer todos os seus pelos eriçarem. "O que descobriu? Eu aposto que ele é esquisito. Sério, ele não é normal, tem alguma coisa ali." E não era apenas a implicância e inveja natural que tinha com os filhos dos três grandes.
⭒ ๋࣭ 𖹭 ๋࣭ ⭑ o primeiro barulho parecia estranho, o bosque silencioso de repente começava a zumbir. o som fez com que elói franzisse o cenho e olhasse para andrina expressando a confusão. “ ━━━ está ouvindo isso?" questionou para a amiga, abrindo a mão para que o chicote já escorregasse do braço para assumir uma postura de combate. o barulho se tornava mais alto, mais perto... até que a primeira formiga emergisse no meio das árvores. todo o cuidado que estavam tendo para andar perto da trilha do formigueiro, pelo visto, foi em vão. “ ━━━ ah, não! não, não! essas desgraçadas não!" reclamou, tirando do cinto uma adaga pequena. odiava aquelas formigas, eram um pesadelo em dias de capture a bandeira, ter que lidar com elas sem preparação alguma parecia até um castigo.
"Ah, droga. Estou ouvindo sim." Era impossível não escutar o farfalhar das folhas e o som de muitas patas se aproximando. Andrina soltou um gemido baixo; estava recuperada da missão, mas ainda não havia retornado a treinar o suficiente. Sentia que ainda estava fraca, embora não fosse a verdade. "Você já as conhece?" Andy conhecia as formigas pelo nome, mas nunca havia enfrentado nenhuma delas diretamente. Eram sempre os monstros clássicos que apareciam em seu encalço: minotauro, quimera, empousai. Até na caça a bandeira procurava evitá-las. Já havia eliminado centenas dos clássicos, mas nunca enfrentado diretamente as outras. Era algo novo em seu bingo. A lança ainda estava com os ferreiros para reparo, de forma que tirou da calça o chakram recém adquirido. Não tinha treinado com aquilo ainda. "Não sei bem como usar isso, mas vou tentar." Proferiu para o amigo, lançando o disco na direção da formiga. O meta assoviou no ar, decepando um dos... braços da formiga antes de encontrar resistência em uma árvore e parar ali. "Droga. Acho que outras estão vindo!"
Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
✓ Live Streaming✓ Interactive Chat✓ Private Shows✓ HD Quality
Anya is LIVE right now
FREE
Free to watch • No registration required • HD streaming
"Andy, eu não to brincando, eu to mais com medo pelos materiais da sala do que exatamente com eles. Semideuses são mais destrutivos que qualquer material conhecido" comentou com uma risada gostosa ajudando o movimento da cadeira de rodas com as mãos, afinal não ia ficar passiva deixando ser levada por ai. A fala dela porem a deixou meio afetada, não de uma maneira ruim, tanto que ela deu uma risadinha "Meu pai fala que sou cabeça dura demais para deixar a tristeza me vencer." confidenciou de bom humor. As lembranças do lado de fora era uma mistura de força e tristeza, um mundo que podia se misturar com os mortais e fingir que sua única preocupação era enfrentar a chatice dos outros... "Se nada der certo me mudo para Nova Roma e quero ver vocês sem mim, a tristeza que seria"
Semideuses são mais destrutivos que qualquer material conhecido. Nunca tinha ouvido a frase antes, mas sabia que era absolutamente verdadeira. Semideuses, pela natureza própria, atraíam o caos. E o acampamento, que deveria ser um lugar seguro, parecia estar experimentado isso. "Seu pai está certo." Proferiu, empurrando a garota na direção desejada. Andy queria ser mais como ela, mas nunca fora boa em guardar seus sentimentos, sufocá-los por outras sensações. "Acredito que seria uma tristeza imensa mesmo. Então não fuja daqui ainda, vamos precisar bastante da sua ajuda se as coisas continuarem caóticas... E do seu bom humor também, por favor." Respondeu enquanto paravam no limite das salas de aula. Andy sabia que era sua deixa. "Boa sorte com eles, Pips e boa recuperação." Disse antes de se afastar dela por completo.
@andrvna said : you didn't have to come all this way for that.
❛ talvez não, mas eu vim porque eu quis. ━━━━━ deu de ombros, esboçando um raro sorriso amigável, sem toda a acidez que normalmente acompanhava suas interações. ❛ desde que eu tive meus treinos cancelados, tá meio complicado de te encontrar, e como alguém me contou que alguém disse que você disse que queria isso aqui. ━━━━━ ergueu o embrulho. não era nada demais, mas descobriu que também não era muito fácil de encontrar. ❛ achei que valia uma visita. ━━━━━ e então se aproximou mais, o andar ainda não estava perfeito, mas a fisioterapia havia avançado bastante. ❛ como tem sido desde que você voltou da missão, sereia? também tá puta com alguém? porque desde o dia lá no pavilhão, tô sentindo uma vibe meio ódio generalizado por aqui.
"Fico feliz que não me encontre fácil." Provocou, tentando uma expressão fechada. Tinha desistido de tentar fugir de Tadeu. Seu sumiço nos últimos dias era referente apenas a tristeza da missão, mas agora com todas as coisas acontecendo, se forçava a não ficar apenas lamentando a própria sorte no chalé. "O que é isso?" A desconfiança encheu a voz ao pegar o embrulho, mas antes que pudesse abri-lo, as perguntas dele roubaram sua atenção. Não conseguiu evitar que suas sobrancelhas se curvassem acima dos olhos, um pouco brava enquanto suspirava de uma maneira exasperada. "Tem sido um pouco melancólico, mas pelo menos agora posso direcionar a minha raiva para outra pessoa: aquele esquisito de Hades. Eu sabia, Tadeu, que tinha alguma coisa errada com ele. Não apenas com ele, mas com os deuses também!" Olhou para cima, as nuvens carregadas que pareciam prestes a despejar uma tempestade a qualquer momento. "Saímos em missão, mas ao mesmo tempo parece que fomos abandonados aqui. Olha esse céu! Você se sente abandonado? Parece que tudo o que a gente faz, enquanto semideuses, não é nada e não serve para nada. Estamos presos aqui sem resposta alguma... Queria poder fugir. Acha que uma fuga seria covarde demais?"
Desde os últimos eventos que se sucederam no acampamento, Agnes estava mais em alerta do quê nunca e empunhava a espada em mãos com tanta força que os nós dos dedos estavam mais embranquecidos que o normal. Se mantendo em alerta, a filha de Melinoe olhava para os lados rapidamente a procura de qualquer vestígio, seja dos escorpiões ou das formigas; ela não poderia deixar nenhum desses passar por aí ou criar mais estrago. Ao ouvir um farfalhar de folhas, a semideusa se colocou em alerta e assumiu uma posição de ataque. Caminhando lentamente em direção a origem do som, Agnes pensou em atacar mas tomou um breve curto espaço de tempo para pensar antes de finalmente agir. Como não estava muito longe dos chalés, poderia ser um animal de pequeno porte ou até mesmo algum semideus. ⎯⎯⎯⎯ Eu quase... quase te cortei em dois, sabia? ⎯⎯⎯⎯ Disse baixinho mas ainda assim chamando a atenção do responsável pelo barulho. ⎯⎯⎯⎯ Pelo os deuses, não faça isso de novo. Você tem sorte que eu conto até três antes de finalmente "empalar" algo ou alguém, hein! ⎯⎯⎯⎯ Mesmo sentindo-se um pouco mais relaxada por não precisar travar uma batalha agora, ainda assim, Agnes não relaxou a postura e voltou a observar ao seu redor com destreza de antes.
Não era a intenção de Andrina assustar alguém ou aparecer aleatoriamente, mas estava apenas espreitando pela floresta após tudo o que tinha acontecido. Ainda acreditava que mais monstros poderiam aparecer; seus sonhos tinham sido bem reais e específicos, portanto ainda estava temorosa. Tinha seu pingente de lança e uma nova arma, adquirida após a missão. Sentia-se completamente pronta para encarar qualquer coisa e... Ops, havia alguém por ali também! Ao se virar, encontrou uma Agnes em posição de ataque. Agradeceu aos deuses por não ser um monstro, porque não estava tão alerta quanto achava que estava. "Desculpe! Sou muito conta qualquer coisa me partir em dois, ok?" Quase riu, pensando em todas as vezes em que a tragédia quase aconteceu. "Tá bom, você está certa!" Ergueu as duas mãos, como se rendendo para Agnes. "Você tá bem alerta, o que é perfeito. Esse acampamento não têm estado muito seguro, sabia? O que não faz sentido, porque estão nos prendendo aqui a toa sendo que está tão perigoso quando o lado de fora." Não podia deixar de desabafar suas frustrações, mesmo que por poucos momentos.
"Cara, você tá péssimo." Implicou Andy ao olhar para Thomas enquanto carregava algumas cordas. Ela também não estava em seu melhor estado após o retorno da missão, mas se considerava bem o suficiente para provocar o filho de Poseidon. "Espero que essas armadilhas funcionam, porque você não parece em boas condições para lutar contra monstros." Andrina também não estava, mas jamais perdia uma oportunidade. No entanto, parte dela sempre se suavizava depois de poucas provocações; não conseguia sustentar o personagem de deusa desprezível e implicante por muito tempo. Sempre voltava a ser uma Andrina meio ácida, porém amigável. "Você está bem, hein?" Perguntou, colocando as cordas no chão e as desembolando para amarrar uma na árvore mais próxima. Não tinha entendido muito bem a estratégia dos filhos de Atena, mas confiava no cérebro deles.
Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
✓ Live Streaming✓ Interactive Chat✓ Private Shows✓ HD Quality
Anya is LIVE right now
FREE
Free to watch • No registration required • HD streaming
🐚 — STARTER para @eroscandy na equipe de estratégias.
"Não sei de quem foi a ideia de me colocar aqui, mas foi uma ideia ruim." Comentou com Candy ao observar muitos filhos de Atena em torno de uma mesa com um mapa do acampamento aberto. Estratégia. Certo. Andrina se recordou porque estava ali: havia sonhado com os monstros saindo da fenda, uma possibilidade. Parte dela estava assustada com como as coisas tinha se desenrolado e novas descobertas a respeito de Petrus e outra parte estava... impressionada. Seus sonhos tinham sido úteis, de alguma forma, provocando em Andy um sentimento que ela nunca havia experimentado antes no acampamento. "Não sou a melhor em estratégias, apesar de tudo. Acho que você também não, não é?" Gostava de Candy porque elas se assemelhavam em muitos aspectos e a filha de Anfitrite desconfiava que aquele era mais um. "Estratégias de marketing? Conte comigo. Estratégias para monstros? Não sei muita coisa. Eu sou uma guerreira, meu dever é enfiar a lança neles e pronto." A missão tinha sido um tanto traumatizante, mas Andrina já estava com saudades de lutar e da adrenalina provocada pelo perigo.
Novamente Andrina estava na enfermaria, no lugar de onde tinha fugido há apenas algumas semanas. Dessa vez, felizmente, não estava tão machucada, mas quase velando James enquanto observava o ferimento no peito dele. Tentava não deixar que as lágrimas subissem aos olhos; não havia chorado durante a missão, então não choraria durante um... ataque? Sequer sabia como chamar aquilo. Caos, era o caos. Achava que poderia relaxar após a missão, pelo menos por alguns dias, mas estava totalmente errada. "James." Resmungou o nome dele, indo de um lado para o outro, nervosa enquanto ele jazia em uma maca, ferido. Os filhos de Apolo estavam ocupados de um lado para o outro e nenhum parecia disponível para ajudar James. Andrina não gostava dele, não exatamente, mas não podia deixá-lo naquelas condições. "Foda-se." Proferiu ao se aproximar de uma mesa com vários equipamentos e remédios, pegando alguns que considerou poder ajudar. "James, eu vou tentar limpar o seu ferimento. Não sou uma filha de Apolo, mas acho que consigo prestar os primeiros socorros."
Quase foi atropelada por seu meio-irmão que saiu correndo da biblioteca, a mão sobre o nariz. Ergueu uma sobrancelha com isso. Aquele era um dos garotos que mais implicava consigo, tirando sarro de seu jeito introspectivo e do fato que preferia, na maior parte do tempo, ficar sozinha. Seu olhar, em seguida, foi para a garota que segurava o pulso contra o peito. Não conseguiu evitar o sorriso divertido aos 98% de probabilidade de ela ter dado um soco no menino aparecerem no seu campo de visão. "Está tudo bem", garantiu com a voz baixa e se aproximou, hesitante. Não por medo da garota, mas por não saber bem como lidar com a situação. "Acho que já estava na hora de alguém dar uma lição nele." Sabia que o comentário estava longe de ser bondoso, mas era verdadeiro, em sua opinião. Enfiou a mão no bolso do shorts jeans e tirou um pedaço de ambrosia enrolado em um pedaço de papel que havia pegado na enfermaria um pouco mais cedo, "Você deu sorte, eu estava com dor de cabeça hoje de manhã e peguei um pouco na enfermaria. Eu posso dar uma olhada na sua mão?" Estendeu as próprias mãos para ela.
O alívio invadiu Andrina quando percebeu que não iria arrumar problema algum com a irmã do golpeado. Não estava afim de brigar. Até mesmo tinha deixado alguns de seus treinos de lado, porque não estava no mood para socar coisas. "Sério? Ele é chato assim com todo mundo?" Perguntou ao observar a loira se aproximar. "Hm, a minha mão está..." Bem. Pensou em mentir, mas flexionou a mão devagar e estava mesmo doendo. E a loira parecia solícita o bastante para ajudar, então apenas decidiu ajudar, se aproximando e esticando sua mão também, pegando o alimento oferecido. Pelo menos iria ajudar na recuperação de seus outros ferimentos também. "Posso pegar mais para você mais tarde. Me sinto culpada de estar usando a sua ambrósia." Declarou, um pouco sem jeito ao dar uma mordida. O efeito era imediato. "Desculpa também atrapalhar a sua leitura..." Os olhos foram para o tablet, um pouco interessada. "O que você estava lendo? Uma recomendação de uma filha de Atena seria bom." Pediu, deixando um sorriso invadir o rosto e decidida a esquecer a situação ruim anterior.
Depois de toda a confusão com Yasemin, a briga na fenda e uma parada de 24hs na enfermaria, lá estava Joseph tentando concertar todos os seus erros. Começando pelo furto do colar. Claro que o filho de Poseidon não abriria a boca para dizer algo como: Olha, roubei isso aqui para alimentar as vozes na minha cabeça, mas como não rolou, toma! Ele no máximo inventaria algum desculpa esfarrapada para não parecer tão idiota ou, pior, mais mentiroso do que estava se obrigando a ser. Perdido entre seus pensamentos caminhou sem notar o que ou quem estava no seu caminho, a aparência ainda batida e as olheiras fundas denunciavam que ele não dormia ou sabia o que era um devido descanso há dias. Quando os corpos se chocaram, Joseph apenas parou e automaticamente buscou segurar o corpo alheio antes que o mesmo recusasse, tudo para se certificar que ninguém ali fosse cair. — Tudo bem, eu não estava olhando, então... Perdão. — Quando finalmente se deu conta de quem era, Joseph sentiu a pressão do corpo simplesmente desaparecer. Ainda mais com o questionamento que veio a seguir. Por sorte, dada a sua aparência de zumbi, ninguém notaria muita diferença ao ficar pálido e congelado. — Ehr... Colar? — Pense. Pense. Pense. Repetiu inúmeras vezes até bater as mãos no bolso e se conseguir, ou tentar, se fazer de sonso. — Eu encontrei um perto da praia outro dia, achei até que era uma oferenda ou algo assim, mas estava tão escondido que deduzi que não fosse. Seria esse? — Ao questionar, buscou retirar do bolso frontal da calça o colar de pérolas.
Andrina começou a perder as esperanças quando Joseph pareceu confuso em relação o colar. Seu coração doía com a perda do objeto querido, mas parte de si buscava aceitar que apenas tinha perdido e era uma uma lição para que fosse mais cuidadosa com as suas coisas. "Perto da pia?" Repetiu, buscando se lembrar de algum momento em que havia estado lá usando o colar, mas não conseguia se recordar. Observou com atenção quando o amigo tirou o colar do bolso, a alegria enchendo seu âmago enquanto colocava as mãos na boca ao primeiro vislumbre das pérolas. "É esse mesmo!" Quase gritou ao tomar o objeto nas mãos, analisando-o com cuidado para perceber que sim, era o que havia perdido. Feliz, Andrina jogou os braços em torno do amigo para um abraço rápido, logo se afastando. "Não sei como foi parar lá! Você acha que pode ter sido uma brincadeira sem graça de algum dos filhos de Hermes? Pensei que tinha perdido para sempre, obrigada!" Colocou, com cuidado exagerado, o colar dentro do próprio bolso do casaco que usava.
Um pequeno sorriso se moldou nos lábios de Boz, assentindo em concordância ao questionamento feito. "Sim, claro que vai.", respondeu honestamente. Era interessante perceber como eles tinham aquela ideia formada num geral, que cicatrizes de missões, eram como medalhas. Malditos fossem os deuses e seus jogos, que os fazia pensar daquela maneira. Kerim, exibia algumas marcas de combate sim, mas aquela última, ele estava escondendo como se o simples ato, fosse capaz de fazê-la desaparecer. "É, algumas marcas são mais fáceis de carregar do que outros. Nos dão a concepção de honra, de algum modo.", completou, não vendo necessidade de comentar sobre a situação de Yas, pois sabia bem de sua força. "Estou sim, é que ainda está tudo muito recente.", a missão, claro. Mas não só isso, seus ferimentos, a nova rotina, coisas que ele não queria pontuar com ninguém. O riso divertido se fez presente outra vez em seus lábios, antes que ele adentrasse ao local, concordando com Andrina. "Claro, é que eu não tenho bem uma margem de comparação. Mas acredito na sua palavra.", constatou, permitindo-se erguer um pouco mais da cabeça para observar a decoração do lugar. As conchas realmente ficaram bonitas nas paredes, diferente do que ele havia imagino, mas muito bonitas. Vagou com o olhar pelo lugar, observando a diferença dali para o seu chalé. Anfritite realmente tinha uma representação diferente da de Poseidon. Ou talvez fosse pura obra de Andrina. Voltou-se para ela finalmente, o pequeno sorriso ainda em seus lábios. "Obrigado, não sou muito chegado em doces. Mas se tiver algo ácido, posso acabar aceitando.".
Estava de fato tudo muito recente e as coisas não pareciam prestes a melhorar. Tudo ainda parecia confuso, mas Andrina tentava se manter firme em suas perspectivas. Uma missão fracassada era terrível, mas há muito tinha deixado de estar obcecada com a ideia de ser uma semideusa perfeita. "Está mesmo recente, mas a maioria das pessoas estão se recuperando bem, pelo que vejo." Queria acreditar nisso, portando repetiria as palavras até que fossem verdade. "Claro que acredita, minhas palavras são sempre verdadeiras." Se gabou com um sorriso, jogando o kitkat de volta na gaveta ao ouvir as palavras de Kerim. Um absurdo! Quem não gostava de doces? "Você é uma pessoa estranha, Kerim Boz." Declarou, pegando um snickers de morango para si mesma, parando em frente a janela para observar o mar. Apesar do tempo desagradável, o oceano ainda era uma força bonita. "Não tenho nada ácido." Sequer gostava e após uma mordida em seu doce, virou-se para o rapaz com um sorriso de boca fechada. "Apenas meus comentários sobre os filhos de Poseidon. Tá afim de ouvir algum? Posso ser bem ácida." Tentava implicar com os filhos do deus do mar, mas acabava falhando; por mais que tentasse evitá-los, sempre acabava conversando com algum.
Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
✓ Live Streaming✓ Interactive Chat✓ Private Shows✓ HD Quality
Anya is LIVE right now
FREE
Free to watch • No registration required • HD streaming
A menina parou um momento quando ela começou a falar, sua boca abriu ponderando se deveria corrigi-la, mas preferiu apenas suspirar e oferecer um sorriso a mulher. "Não se preocupe, eu sei que é uma coisa que não dá para esconder, todos estão curiosos... Ninguém sabe realmente, tudo depende de como meu corpo reage a ambrosia e as poções." ela deu de ombros tentando manter o sorriso no rosto, afinal não queria deixar as esperanças fugirem. "Eu agradeceria. Tenho que dar aula de primeiros socorros e acho que to um tantinho atrasada. Pode me levar até lá? To com medo real de deixar aquelas crianças sozinhas com Devora"
Ela tinha toda a razão; apesar dos semideuses todos compartilharem de uma essência meio humano e meio divina, cada um ainda reagia de uma maneira as diferenças. E também aos ferimentos. Não queria incomodar demais Pietra, portanto apenas assentiu e a ajudou, como desejado. "Claro, eu te ajudo a até lá." Seguiu empurrando a cadeira com um pouco mais de força, passando pela lama. Era bom que Pietra pudesse descansar seus braços, pensou Andy. "Acho que as crianças conseguem sobreviver por mais alguns minutos. São semideuses, nós somos resistentes." Brincou, ainda que não se sentisse assim. "Você é muito forte, Pietra. Espero que se recupere bem."
Kit Culpepper não era coach. Seus discursos acalorados não colocavam você próprio como detentor de todas as respostas, ele não pedia para ser o próprio ônibus quando estava atrasado. Mas... Existia aquele momento em que soltava uma pérola de conhecimento. Tinha 35 anos, ora! Vivendo a vida exclusiva de semideus. A sorte de viver por tanto tempo baseando-se na dedicação ao treino e na capacidade de proteger o coração quando outros não foram abençoados pela mesma brisa. O filho de Hefesto se aproximou e colocou a mão no ombro feminino, apertando-o levemente. ✶ — › Eu sinto muito. Eu sinto muito vocês terem passado por isso. — E tinha mais alguma coisa a acrescentar do que isso? Uma história própria para comparar experiências? Deuses, ele não era nenhum filho dos Grandes - apesar de ser mais interligado do que a maioria. ✶ — › Que Nona, Décima e Morta cuidem bem desses fios cortados. E que desenrolem o seu para o caminho da cura. — Kit deixou-se aberto para um abraço, os braços meio abertos. A cabeça discretamente chamando (mas não esperou grandes avanços). ✶ — › Tá bom! Me dê a lança e faço uma avaliação. Dependendo do tipo de reparo, ajustamos o número de dracmas. Ai Andorinha, só você mesmo. Não preciso de nada e meus irmãos me ajudam. A única coisa que eu preciso está do lado de fora e isso ninguém aqui consegue resolver. —
Eram palavras bonitas as dele, mas que Andy já tinha ouvido antes. Ainda assim não deixou de apreciar, porque era algum consolo, afinal. Mas ela não queria abraçá-lo, porque não desejava se sentir uma coitada, mais do que já sentia. Queria apenas consertar a ponta de sua lança, o que achava que lhe daria o gás necessário para voltar a treinar. Precisava voltar a treinar, já que estava confinada naquele lugar indefinidamente. Diante da confirmação dele, Andrina abriu um pequeno sorriso e tirou seu pingente, transformando-o na lança, agora com a ponta amassada. Uma tristeza, mas já havia acontecido antes. "Não foi a ideia mais inteligente furar a cabeça de um leão da nemeia." Suspirou, censurando a si mesma. "Mas eu estava meio desesperada. De qualquer forma, quando você acha que fica pronto e quanto vai me cobrar?" Indagou, um pouco mais suave, não querendo soar como alguém que apenas cuspia cobranças. "Ah, eu entendo. Tem muita coisa do lado de fora que eu quero também." Poderia fazer uma lista de cem itens e ainda seriam insuficientes.