Trabalhar como recepcionista numa academia tinha seus prĂłs e contras. Os prĂłs eram simples: um bĂceps exposto depois de uma nota ruim jĂĄ era suficiente para melhorar o seu humor; as interaçÔes com clientes e funcionĂĄrios eram leves, quase sempre agradĂĄveis. Ăs vezes, te chamavam de ârisadinhaâ â nĂŁo sĂł porque vocĂȘ era naturalmente sorridente, mas porque, vez ou outra, deixava escapar um risinho meio porquinha, sem perceber.
Os contras, por outro lado, eram inevitĂĄveis: se comparar com mulheres de corpos impecĂĄveis que passavam por vocĂȘ o tempo todo⊠e desenvolver uma nova paixonite a cada semana.
Na Ășltima, tinha sido Kihyun.
â O Kihyun nĂŁo vem? â vocĂȘ perguntou a Johnny, os olhos inquietos varrendo a porta de entrada, como se ele pudesse surgir a qualquer segundo.
Johnny negou com a cabeça, e foi o bastante para vocĂȘ murchar.
Jaehyun jĂĄ nĂŁo era novidade. Na verdade, tinha sido um marco: duas semanas inteiras indo ao bebedouro da academia com a desculpa esfarrapada de encher a garrafinha dâĂĄgua, sĂł para observĂĄ-lo entre um aparelho e outro. Em uma dessas vezes, vocĂȘ quase deu de cara com a parede â a de verdade, infelizmente, e nĂŁo o peitoral de algum cara gostoso. Uma pena.
VocĂȘ nĂŁo gostava de fofoca, mas Johnny era a exceção. Era o personal trainer em quem vocĂȘ mais confiava, aquele que te protegia como se vocĂȘ fosse, de fato, sua irmĂŁ mais nova.
Tinha cogitado contar ao Changbin, mas entre vocĂȘs sĂł existiam histĂłrias engraçadas â e vocĂȘ nĂŁo queria manchar aquilo com algo que se aproximava demais de um incĂŽmodo real.
Porque era isso que vocĂȘ sentia: incĂŽmodo.
â De novo?
â Sim, euâŠ
Foi entĂŁo que vocĂȘ o viu.
E, de repente, tudo fez sentido.
VocĂȘ esperava, sinceramente, que ele começasse a frequentar a academia na semana seguinte â nĂŁo por qualquer motivo nobre, mas porque precisava de um novo alvo para os seus olhares descarados. Ele parecia uma boneca de tĂŁo perfeito.
VocĂȘ ajeitou o cabelo quase por reflexo â e Johnny percebeu na hora.
VocĂȘ sorriu, um pouco envergonhada por ter falado tanto antes mesmo de se apresentar. Haechan retribuiu com o mesmo tipo de timidez doce e, naquele instante, vocĂȘ teve vontade de simplesmente⊠voar nele.
Nos dias seguintes, ele passou a frequentar a academia com uma regularidade quase religiosa. Ăs vezes, ficava parado ao lado de algum aparelho, claramente perdido, encarando o prĂłprio celular enquanto fingia entender o que estava fazendo. Os QR codes estavam ali para ajudar, mas ele parecia mais interessado em disfarçar a confusĂŁo do que em resolvĂȘ-la.
Qual era o problema desses homens? De onde vinha essa convicção irritante de que podiam tudo? Ele realmente achava que vocĂȘ se impressionaria com dois carros na garagem â sendo que um nem era dele?
Ou com a cadeirinha infantil no banco de trĂĄs?
Que ridĂculo.
â Amor!
VocĂȘ se virou imediatamente.
Reconheceria aquela voz em qualquer lugar.
Por um segundo â um Ășnico segundo â, o pior passou pela sua cabeça: ele tinha namorada. Era claro. Era Ăłbvio. Homens eram assim, nĂŁo eram?
Mas nĂŁo.
Ele estava olhando para vocĂȘ.
â Amor, vocĂȘ tĂĄ bem?
VocĂȘ ficou imĂłvel, surpresa demais para reagir. Estar fora do balcĂŁo facilitou quando ele se aproximou e deixou um beijo leve na sua bochecha, murmurando baixinho:
â Confia em mim.
â TĂŽ bem, amor â vocĂȘ respondeu, entrando no jogo, ainda que o coração estivesse completamente descompassado.
Don LotĂĄrio finalmente perdeu aquela expressĂŁo nojenta. Haechan nem sequer olhou para ele â toda a atenção dele estava em vocĂȘ.
E, de alguma forma, aquilo bastava.
â Te levo pra faculdade hoje?
VocĂȘ assentiu.
Nem percebeu quando o outro homem foi embora, derrotado, levando consigo as caixas de bombom e o ego ferido.
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Sua parte racional dizia que vocĂȘ estava sendo muito ingĂȘnua.
â Tempo â ele fez o gesto com a mĂŁo, indicando o sofĂĄ com um meneio de cabeça pra que vocĂȘ se sentasse. VocĂȘ o fez, obediente e disposta a ouvi-lo, quer qual fosse a resposta, se ele responderia. No momento em que ele se ajoelhou na sua frente, beijando as suas coxas e esfregando o rosto ali, pele com pele, considerando que vocĂȘ exibia apenas um conjunto fofo de lingerie, vocĂȘ suspeitou que Mingyu te enrolaria e, por vocĂȘ, tudo bem. Gostava dele, talvez um pouquinho mais do que deveria, do que queria, e aproveitaria quando a vida o colocasse de joelhos diante de vocĂȘ.
â SĂł com vocĂȘ.
â Para de mentir.
â SĂł tĂŽ transando contigo â Mingyu te olhou, todo dengozinho, as pupilas aumentadas, roubando o espaço das Ăris. Ele pegou sua mĂŁo, beijou a palma e o dorso, gostando do barulhinho intensificado da sua respiração, os dedos da mĂŁo livre acariciando por entre os fios de cabelo dele. Nem tinham bebido tanto, mas as bochechas de Mingyu exibiam um tom rosado sexy em contraste com a pele dourada.
Mingyu sorriu, de uma forma que deveria ser proibida em pelo menos uns 5 paĂses diferentes. Te beijou devagarinho, as mĂŁos emoldurando o seu rosto, que era uma verdadeira obra-prima pra ele, a lĂngua te devorando com excelĂȘncia.
â NĂŁo brinco com a minha dona.
VocĂȘ sorriu, as mĂŁos puxando-o pra perto, envolvendo-o com as pernas.
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VocĂȘ queria todas aquelas coisas, mas, sĂł de pensar em cada uma delas â juntas ou separadamente â, seu coração começava a pesar dentro do peito, e seus olhos ficavam Ășmidos de novo.
Ela te abraçou, e vocĂȘ quis chorar. Na verdade, vocĂȘ chorava na roupa cheirosa dela. Celine tinha um cheirinho doce que vocĂȘ adorava mais do que qualquer outra coisa no mundo â nĂŁo mais do que Seungcheol.
E isso fez vocĂȘ chorar ainda mais, escandalosa, como uma criança que segura o choro por tanto tempo que, em certo momento, nĂŁo consegue mais controlar e desaba de uma vez.
Celine te fez sentar na cadeira dela e te ofereceu uma caixinha de lencinhos umedecidos. VocĂȘ amava como ela estava preparada para qualquer terremoto, maremoto, tsunami e derivados â provavelmente tinha um bote inflĂĄvel naquela bolsa enorme de trabalho.
â O Seungcheol me contou algumas coisasâŠ
Celine falou isso encostada na mesa, enquanto vocĂȘ â a catarrenta do departamento â assoava o nariz como seu pai fazia toda manhĂŁ, te acordando uma hora antes do despertador da escola tocar. VocĂȘ odiava aquilo.
â Ele falou contigo? â vocĂȘ perguntou, inclinando-se para mais perto da sua melhor amiga. Celine assentiu. â E o que ele te disse? Celine, ele tĂĄ bem? Me fala que sim, por favor.
VocĂȘ sorriu, e Celine sorriu de volta, pegando sua mĂŁo para segurar â a mesma mĂŁo na qual Seungcheol enxergou uma aliança, que vocĂȘ devolveu para Haechan pelo correio, mesmo sabendo que poderia ter feito isso no trabalho. VocĂȘ nĂŁo queria olhar para ele, pelo menos nĂŁo ainda, e dane-se se aquilo te tornava uma criancinha.
â Ele vai se mudar. Conseguiu uma oferta de trabalho numa cidade vizinha.
VocĂȘ engoliu em seco. Como o mundo era uma merda. Tinha conseguido uma promoção que seria Ăłtima para vocĂȘ, e nĂŁo se sentia nem um pouco satisfeita. Nada daquilo importava. Os nĂșmeros costumavam ser seu repouso â por isso optou pela contabilidade na faculdade. Gostava de coisas racionais, que tinham certa lĂłgica. Mas o jeito que vocĂȘ estava inquieta com toda aquela situação nĂŁo tinha explicação. Tinha solução: Seungcheol.
O celular de Celine vibrou na mesa. E vocĂȘ nĂŁo era exatamente o tipo de pessoa que bisbilhota o celular dos outros â sĂł quando estavam no aplicativo de delivery â, mas sua amiga olhou tĂŁo rĂĄpido para a tela que vocĂȘ nĂŁo conseguiu se conter.
âSua amiga tĂĄ bem? Espero que sim, o Cheol nĂŁo para de chorar.â
âTe vejo hoje? Sds de vc, vc sabe do que tĂŽ falando.â
Emoji de lua safada.
âBjo, gata. Pensa em mim enquanto estiver fazendo coisas de uma gostosa da contabilidade.â
â Mingyu.
â Celine! â vocĂȘ exclamou, com os olhos arregalados. NĂŁo acreditava que ela nĂŁo tinha te contado que estava com Mingyu esse tempo todo. Quer dizer, nem vocĂȘ sabia exatamente hĂĄ quanto tempo eles estavam juntos. Sentiu-se mal consigo mesma â estava passando tanto tempo com Seungcheol que se esqueceu de prestar atenção na felicidade da sua amiga, que comprava donuts de framboesa todos os dias para vocĂȘ. â Por que vocĂȘ nĂŁo me contou, sua vadia?!
Celine tentava se esquivar dos seus murrinhos fracos, mas nĂŁo conseguia. Em algum momento, vocĂȘ começou a cutucĂĄ-la, o que provocava cĂłcegas e a fazia rir como um porquinho fofo.
â Eu ia te contar. Mingyu queria marcar alguma coisa, um encontro duplo com vocĂȘ e o Cheol, mas aĂ esse embucetado do Haechan jogou merda no ventilador, e a gente desistiu da ideia.
VocĂȘ respirou fundo e sĂł entĂŁo percebeu que Vernon prestava atenção em toda a conversa. Ele, como todo mundo do departamento, nĂŁo sabia da sua relação com Seungcheol â nem deveria saber â, mas provavelmente todo mundo sabia agora, considerando o volume com que vocĂȘ conversava com Celine.
â Hansol, me desculpa por nĂŁo contar.
â Ah, valeu pela confiança.
VocĂȘ riu, e Celine fez questĂŁo de puxĂĄ-lo de volta para o meio de vocĂȘs duas quando ele virou as costas.
â SĂł faço as pazes contigo se vocĂȘ comprar aquele pĂŁozinho da esquina.
â Sim, senhor! â vocĂȘ exclamou.
De repente, uma luzinha se acendeu na sua cabeça â e foi louco, porque Celine sentiu o mesmo. Ela balançou Vernon como se ele fosse um daqueles bonecos desengonçados de posto.
â Vernon, vocĂȘ toca essa semana? Algum showzinho naquela casa de shows em que vocĂȘ se apresentou no sĂĄbado?
Ele anuiu lentamente, com a cabeça, com medo.
â Consegue conceder uns dez minutinhos para a minha amiga? Para a nossa amiga? Ela canta bem, imitava o Calum Hood o tempo todo na adolescĂȘncia.
[...]
â Acho que eu nĂŁo vou conseguir, acho que eu vou vomitar, na real â vocĂȘ respirou fundo, olhando pro palco. NĂŁo era exatamente uma casa de show â na verdade era, mas pequenininha, pra bandas boas e desconhecidas como a de Vernon. Mas vocĂȘ sabia que, futuramente, eles lotariam estĂĄdios, teriam fĂŁs obcecadas de todas as idades, como vocĂȘ foi aos 13 anos.
â Vai dar tudo certo. Toma isso â ela te deu um shot de alguma bebida desconhecida, mas que desceu queimando. Estavam pertinho do palco. Vernon estava tomando um gole de ĂĄgua quando te chamou com o olhar, e Celine te incentivou, te empurrando em direção Ă escadinha lateral. O microfone fez um barulho de explodir os tĂmpanos quando vocĂȘ o pegou, e todo mundo te encarou com cara de tacho.
Que porcaria, hein.
â Eu sei que vocĂȘs vieram pela banda e tudo mais. Eu entendo, eu adoro carinhas de banda bonitinhos, e eu acho que eu nĂŁo sou exatamente a garota mais bonita do mundo. Pelo menos eu nĂŁo me sinto confiante agora â vocĂȘ começou, olhando para as mĂŁos. Mingyu mandou uma mensagem mais cedo para Celine, dizendo que ele e Seungcheol tinham chegado, entĂŁo eles deveriam estar em algum lugar observando vocĂȘ se humilhando em cima de um palco.
O pĂșblico riu, mesmo nĂŁo entendendo exatamente onde vocĂȘ queria chegar, e isso te incentivou a continuar.
â O Cheol tava presente no casamento da minha irmĂŁ. Ele deu um buquĂȘ enorme pra ela quando teve o meu sobrinho. Naquele dia, a gente se esbarrou no elevador do hospital, e eu achei que ele nutria algum sentimento nĂŁo correspondido pela minha irmã⊠mas nĂŁo era isso. Ele queria me ver. Naquele dia, ele me perguntou se eu queria ir na cafeteria do hospital, e aĂ o meu ex-namorado apareceu, e eu me lembro do jeito despojado que ele disse: âdeixa pra prĂłximaâ.
â NĂŁo precisava falar que me ama na frente de todas essas pessoas â ele sussurrou pra vocĂȘ, lindo como sempre, mas com o rosto levemente cansado. Esperava que ele nĂŁo tivesse depositado toda sua frustração em bolinhos de chuva e muita academia, mas vocĂȘ sabia que era exatamente essa a resposta.
â Acho que vocĂȘ devia fazer o mesmo pra gente ficar quites.
â SĂł queria deixar registrado que eu falei âeu te amoâ primeiro.
VocĂȘ anuiu com uma careta. NĂŁo gostava de ser a segunda a fazer ou ganhar as coisas, mas teria que se acostumar â aquele homem tinha um espĂrito competitivo pior que o seu. Seungcheol entregou o microfone pra Vernon, segurando sua mĂŁo. Deu vĂĄrios beijinhos no seu rosto enquanto se acomodavam na mesa de Celine e Mingyu, incapaz de te soltar nem que fosse por alguns segundos.
VocĂȘs dois riram, e Seungcheol deixou um beijinho na pontinha do seu nariz, te olhando com devoção. Caralho, ele nem conseguia esconder o quanto te amava, o quanto te venerava, o quanto queria casar e ter filhos com vocĂȘ, o quanto queria envelhecer ao seu lado â mesmo sabendo que vocĂȘ sempre pareceria mais nova, porque vocĂȘ realmente era. Cinco anos. Graças a Deus ele tinha genes asiĂĄticos que o impediam de envelhecer tanto.
Seungcheol te beijou, acariciando seu rosto com a palma livre, te observando com ternura. Os lĂĄbios vermelhinhos, assim como as bochechas, fosse pelo calor do lugar ou pelo simples fato de vocĂȘ deixĂĄ-lo envergonhadamente apaixonado.
Os primeiros acordes do seu ĂĄlbum favorito ocuparam a sala de estar, saĂdos da TV, de polegadas exageradas o suficiente para vocĂȘ se imaginar dentro de um show.
â NĂŁo te encontrei lĂĄ... â Fez bico. Um bico dramĂĄtico que vocĂȘ nĂŁo poderia julgar como outra coisa, senĂŁo exageradamente fofo.
â Eu nĂŁo quis te acordar, meu bem. â VocĂȘ se defendeu. Afinal, ele dormia tĂŁo bonito.
Taeyong levantou a cabeça do seu colo para se ajeitar um pouquinho e virar para o lado da televisão, onde o seu show jazia esquecido.
â Que cĂȘ' tĂĄ assistindo? â A mĂŁo de Taeyong subiu e desceu perto do seu joelho, fazendo carinho.
E vocĂȘ retribuiu, penteando os fios de cabelos ainda espetados pelo atrito com o travesseiro.
â Um show de uma banda que eu gostava quando era adolescente.
VocĂȘ teve certeza de que uma das sobrancelhas estava levemente arqueada, mesmo que nĂŁo conseguisse ver. VocĂȘ sentiu Taeyong se mexer sobre seu colo mais algumas vezes, mas nem ligou. Seus olhos estavam vidrados demais no vocalista e sua performance. Seu coração se agitou, em todos os sentidos. Um sentimento bom te inundou novamente: a memĂłria, a mĂșsica boa, estar com seu amor compartilhando aquele momento...
â Ei! â Ele chamou sua atenção. â CĂȘ tĂĄ olhando demais pra esse carinha... O seu namorado tĂĄ bem aqui na sua frente! Namorado nĂŁo! Noi-vo! â Ele deu ĂȘnfase, levantando o dedo indicador na sua direção, num tom que vocĂȘ sĂł o havia ouvido usar quando estava de birra com a irmĂŁ mais velha.
â Seu rockstar sou eu... â Manhou, ainda sem coragem de desfazer o bico, sĂł para te irritar, ele amava fazer isso. â Sou eu! â Ele cruzou os braços e balançou a cabeça em negativa, pigarreando.
â Hm. Talvez sĂł um pouco. â Ele sorriu, malicioso.
â Ah, Bubu!!! â VocĂȘ se inclinou na direção dele, agarrando seu rosto e o enchendo de beijinhos estalados nas bochechas.
â VocĂȘ promete que vai gritar por mim, no meu show?
â E quando eu nĂŁo faço isso?! Bobo!
Taeyong se ajeitou no sofĂĄ, de modo que vocĂȘ pode se sentar entre suas pernas e ser acalentada pelo seu abraço. Ele repousou o queixo no topo da sua cabeça.
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perv!jaemin que quer muito conversar com os amigos dele, mas nĂŁo consegue porque seus gemidos nĂŁo param enquanto ele soca dos dedos na sua buceta entĂŁo ele tira a sua calcinha e bota na sua boca pra abafar os sons um pouquinho.
perv!jaemin que para os movimentos dele quando percebe que jeon e donghyuck estĂŁo prestando mais atenção em vocĂȘ do que no assunto.
perv!jaemin que vĂȘ a sua frustração e sorri.
perv!jaemin que te puxa pro colo dele e acaricia seu cabelo inocentemente depois de te fazer sentar no pau dele.
perv!jaemin que fica extremamente tentado em te virar de frente pros dois amigos, mas decide guardar sua carinha de cadela burra dessa vez.
perv!jaemin que brinca com seus peitos e nem tenta mais segurar uma conversa com os outros.
perv!jaemin que segura a sua cintura com força pra vocĂȘ nĂŁo se mexer.
perv!jaemin que fica com pena dos seus olhinhos molhados e deixa vocĂȘ quicar no pau dele.
perv!jaemin que retoma a conversa como se nada tivesse acontecendo.
perv!jaemin que não consegue segurar o sorriso de cafajeste enquanto uma mão aperta seu pescoço.
perv!jaemin que espera vocĂȘ gozar e esporra dentro de vocĂȘ na frente dos melhores amigos.
casal!boogyu + leitora âĄÂ smut [18+ menores nĂŁo interajam] #avisos: threesome/menage, sexo desprotegido, humilhação leve! fingering (f & m), oral (f. & m.), vaginal & anal. menção a anal na pp. gyu!top-softdom, boo!vers. w.c: 2,7k
contexto da putaria: onde seu casal de melhores amigos querem se divertir com uma terceira pessoa...
n.a: era meu sonho!!!!!! primeira vez que tĂŽ escrevendo com travessĂŁo, espero que gostem. nĂŁo custa avisar que menor e mais novo - boo e mais velho e maior - gyu :)
ser a âamiga de estimaçãoâ de um casal tem lĂĄ suas vantagens (e desvantagens), como agora estar sentada no sofĂĄ dos seus amigos enquanto dividem uma tĂĄbua de frios e vinho.Â
vocĂȘ viu mingyu e seungkwan começarem a flertar timidamente, viu mingyu ficar inseguro se o flerte realmente significava algo ou era apenas provocação de seungkwan, estava presente quando eles deram o primeiro beijo, e felizmente mesmo se tornando um casal oficial, os dois nunca te âabandonaramâ.
tenta nĂŁo reagir, porque sim, eles sĂŁo seus amigos, vocĂȘ torce muito pelo relacionamento dos dois, entretanto seria mentira dizer que nunca se imaginou com eles. e de uns meses pra cĂĄ isso acontecia com frequĂȘncia, antes de dormir, quando acordava, quando saia para almoçar com o casal. imaginava como seria os dois na cama, se imaginava assistindo, participandoâŠÂ Â
â se vocĂȘs estĂŁo confortĂĄveis com isso, nĂŁo vejo motivo pra nĂŁo fazer â responde simplista, tentando nĂŁo demonstrar o quanto aquilo te afetou.Â
e vocĂȘ pode jurar que os olhos dele caem pelo seu corpo. por todo seu corpo. provavelmente a bebida te fazendo imaginar coisas, o suficiente pra te fazer arrepiar, te umedecer.Â
â espero que ela aceite. â leva sua prĂłpria taça Ă boca, sentindo o vinho esquentar ainda mais seu corpo.
a mão grande de mingyu agarrando o pescoço de seungkwan, ele parecendo tão pequeno contra o corpo do kim, gemendo manhosinho na boca do namorado, suspirando baixo.
e vocĂȘ sequer tem tempo para negar. ajoelhando ao lado de seungkwan, obedecendo sem nem pestanejar.Â
â linda â ele diz, te vendo se juntar ao outro, o receio ainda evidente no seu olhar. â a terceira pessoa sempre foi vocĂȘ. desde o inĂcio o seungkwan sĂł fala em vocĂȘ, do quanto ele quer te comer, te provar.Â
o encara, assistindo o mais novo morder os lĂĄbios, te olhando de cima a baixo.Â
vocĂȘ sente o teto da sala girar, o olhar te queimando, o cheiro do vinho vindo direto da boca dele. e entĂŁo assente, assistindo um sorriso crescer nos lĂĄbios do boo.Â
e te beija, um pouco suave, mas firme, a mĂŁo na sua nuca te puxando pra ele, o gosto do ĂĄlcool sendo compartilhado pela lĂngua.Â
sente uma mĂŁo no seu cabelo, um pouco mais firme, apertado, sente seungkwan manhar contra seus lĂĄbios e abre os olhos sĂł um pouquinho pra entender: mingyu estĂĄ controlando vocĂȘs, pressionando o rosto com um pouco mais de força.
â g-gostosa
pragueja um pouco o frio, porque infelizmente ele te fez vestir roupa demais, mas sente os braços de seungkwan puxando seu moletom pra cima, deixando apenas a blusa fina no corpo.Â
â kwannie tava delirando sĂł de pensar na sua buceta â escuta mingyu falar. â choramingando o tempo todo que ela deve ser apertadinha e quente.
e ainda de joelhos, quando mingyu assente, seungkwan se inclina para mamar os biquinhos rĂgidos, te fazendo engasgar com a sensação da lĂngua molhada. engasgos silenciados quando mingyu te beija, firme, bruto, te mantendo no lugar.Â
a boca sugando o mamilo enrijecido, completamente faminta, seungkwan movido pela prĂłpria necessidade em te tocar.
a mĂŁo do menor volta a brincar com seu mamilo, os dedos rodeando o biquinho enquanto vocĂȘs ainda dividem o cacete de mingyu.Â
â delicia, porra. isso, mamem assim!
e quando vocĂȘ afunda a garganta de uma vez, sentindo a cabecinha inchada pulsando dentro da sua goela, boo se aproveita para chupar as bolas pesadas do namorado, fazendo o mais velho delirar.
mingyu nĂŁo dura muito tempo assim, logo esporrando na boquinha de vocĂȘs, que compartilham tudo num beijo babado, sentindo a mistura de porra e saliva escorrendo pelo queixo.Â
â senta ali! â boo te pede pra sentar no sofĂĄ, mesmo lugar onde mingyu estava.Â
obedece, sentando ali e abrindo as pernas, e no mesmo segundo seungkwan choraminga sem nem ao menos te tocar.Â
â bucetinha linda â manha, admirando cada detalhe da dobrinha molhada, toda melada pra ele. â queria que vocĂȘ sentasse na minha cara â admite.
antes que ele pudesse tocar, mingyu abre bem sua bucetinha com os dedos, cuspindo ali, um filete grosso de saliva escorrendo pela buceta jå bagunçada.
â pode usar agora â debocha.
e entĂŁo seungkwan chupa, pouco se importando com a quantidade grotesca de cuspe do namorado, gemendo e agradecendo enquanto prova seu gostinho, tudo com o que ele sonhou nas Ășltimas semanas.
â perfeita. linda. tĂŁo linda.Â
vocĂȘ se agarra ao sofĂĄ, sentindo as pernas fraquejarem. mingyu assistindo o namorado delirando na buceta aberta na frente dele, enquanto estimula o prĂłprio pau com a cena dele te chupando.Â
e entĂŁo se junta a vocĂȘ no sofĂĄ, beijando babadinho seus lĂĄbios, brincando com os peitinhos que antes o namorado brincava, se aproveitando de ambos manhosos.
o mais novo insere dois dedos, afrouxando vocĂȘ, se deliciando no buraquinho apertado sugando os dedos dele, sentindo o pau endurecer a cada gemidinho de puta que vocĂȘ soltava.
â putinhas lindas. â mingyu deixa um tapinha leve no seu rosto antes de olhar o namorado.
â preciso meter. porra, me deixa meter â seungkwan implora, o pau duro batendo contra o abdĂŽmen.
seungkwan assente, disposto a qualquer coisa pela sua bucetinha.
mingyu some por alguns minutos, deixando o namorado se deleitando ali, literalmente esfregando a cara, sujando todo o rosto de vocĂȘ, disposto a ficar com seu cheiro nele.Â
o orgasmo começa a te atingir, e vocĂȘ se esfrega contra ele, procurando o prĂłprio prazer, querendo gozar sabendo que ele vai engolir tudinho e agradecer por isso.Â
e quando o maior retorna a sala, com um tubo de lubrificante na mĂŁo, apenas assiste vocĂȘ gozando na boca do namorado dele. feliz demais com a cena pecaminosa a frente.Â
vocĂȘ chupa, sentindo o gostinho do buraquinho de seungkwan ali, se culpando pelas unhas grandes te impedirem de ajudar a deixar ele bem abertinho pro kim. lambe cada centĂmetro da joia de metal, saboreando como pode o gostinho do cu do mais novo.Â
depois de espalhar lubrificante, mingyu cospe no namorado, inserindo dois dedos ali dentro com facilidade, vocĂȘ assiste, percebe seungkwan agarrando o tapete e levando tĂŁo bem os dedos grossos, pedindo mais um.Â
â tĂŁo lindo â vocĂȘ sussura pra ele antes de bater novamente com força na bunda empinada.Â
â p-porra â engasga.Â
e quando percebe, a rola gorda de mingyu estĂĄ afundando dentro do cuzinho, que aceita tĂŁo bem.
â v-vem cĂĄ â seungkwan geme, ainda se acostumando com a piroca grossa o abrindo.
mingyu levanta o corpo do namorado um pouco, sĂł pra vocĂȘ se encaixar em baixo, deitando no tapete felpudo com o corpo totalmente de frente para eles.Â
o kim dĂĄ um tapinha fraco no seu rosto, rindo enquanto seungkwan esfrega a cabecinha do pau contra vocĂȘ.Â
â m-mete â quase implora ao mais novo, o estopim de qualquer sanidade.Â
seungkwan encaixa a cabecinha do pau em vocĂȘ, te fazendo engasgar, o corpo magro totalmente oposto da piroca grossa.
â gostosa â choraminga, se enterrando fundo, se enfiando sem delicadeza na bucetinha, o cacete grosso latejando. a vozinha manhosa no seu ouvido te fazendo pulsar.
e quando ele finalmente entra por completo, te encarando firme, mingyu estoca bruto dentro dele, fazendo ele gemer contra vocĂȘ, empurrando o corpo magro contra o seu.Â
nem nos seus sonhos mais sujos vocĂȘ pensou isso, seungkwan por cima de vocĂȘ, gemendo como uma putinha no pau de mingyu, enquanto usa o prĂłprio caralho grosso pra descontar o tesĂŁo na sua buceta.
â vadiazinha gostosa â vocĂȘ nĂŁo sabe se mingyu estĂĄ falando de vocĂȘ ou do namorado, mas sente quando ele empurra com ainda mais força.Â
â porra de buceta apertada â choraminga â d-delicia.Â
seungkwan quer gritar, o cacete grosso abrindo o cuzinho dele sem dĂł, as bolas cheias de esperma do namorado batendo contra a bunda como um animal. e por outro lado, sua buceta quentinha sugando ainda mais o pau dele pra dentro, apertando toda molhada enquanto vocĂȘ geme alto.Â
ele te beija, sem ritmo definido sem saber direito o que estĂĄ fazendo mas beija tentando relaxar no prĂłprio tesĂŁo.
â quero comer essa buceta depois â mingyu rosna, mordendo a orelha do mais novo â gozar dentro dessa xotinha arrombada.Â
suas unhas agarram os braços de mingyu, o corpo grande pressionando o boo contra vocĂȘ te faz sentir ele, os corpos balançando junto como se fosse um sĂł, disposto a arruinar vocĂȘs dois.
â gostou do pau dele? â brinca. â tenho certeza que vocĂȘ aguenta os dois na prĂłxima, a gente vai te treinar pra isso.
âte treinarâ porra sua buceta treme sĂł em pensar em transar com eles de novo.Â
â t-tĂŁo gostoso â seungkwan choraminga alto, vocĂȘ sentindo as pernas dele tremendo.Â
â buceta apertada â ele choraminga uma Ășltima vez antes de gozar dentro.
o jato espesso e grudento se espalhando dentro de vocĂȘ, e por mais que nesse momento seungkwan tenha parado de estocar, o corpo massivo do kim ainda move o pau dele dentro de vocĂȘ.Â
o boo choraminga, uma bagunça de gemido e lĂĄgrimas, sem forças para qualquer coisa, sua bucetinha ainda sendo maltratada somente pela pressĂŁo dos corpos.Â
â goza pra gente, biscate â mingyu rosna.
â g-goza, gostosa â boo incentiva.
e vocĂȘ goza, melando o pau de seungkwan, tremendo as pernas e ficando sem ar, sem nem perceber que seungkwan gozou de novo.Â
a porra escorrendo enquanto as lagrimas do mais novo caem na sua bochecha, ele te beijando falhado querendo abafar os prĂłprios gemidos.Â
e mingyu se retira, ainda sem gozar.Â
â porra, me segurei pra caralho, ta?! â ri se justificando.
mingyu nao te deixa respirar, atolando o cacete no fundinho da sua garganta, metendo fundo como se fosse um buraco qualquer, sem deixar de maltratar sua buceta suja, sugando cada gota da porra espessa ali, engolindo e sentindo o gostinho do sexo gostoso que fizeram.Â
e quando ele goza, enchendo sua garganta sem qualquer piedade, vocĂȘ engasga, vendo o lĂquido vazar pro lado.Â
mingyu sai de cima e vocĂȘ nĂŁo pensa duas vezes antes de beijar seungkwan. compartilhando mais uma vez o esperma de mingyu.Â
â lindos â diz orgulhoso. se juntando ao beijo logo em seguida, o ritmo caĂłtico evidenciando a bagunça de vocĂȘs.
â na prĂłxima quero vocĂȘ sentada na minha cara â seungkwan diz firme. â vou chupar bem gostoso antes de vocĂȘ levar nĂłs dois.Â
Por trĂĄs do corpo forte, da pose de marrento e da forma exagerada de expressar os sentimentos, existia um coração sensĂvel e uma cabeça voltada para o cuidado - e isso foi o que te motivou a dizer o definitivo e infinito âsimâ. Sabia que estava se casando e assumindo as responsabilidades da vida adulta ao lado de um homem, nĂŁo de um menino.
Scoups deixou isso bem claro pois sabia muito bem onde estava se enfiando e que, se fosse por vocĂȘ, o apartamento viraria um gatil ou um canil de um dia para outro sĂł porque o animalzinho tinha te olhado de uma âmaneira fofaâ ou vocĂȘ ânĂŁo tinha daquela corâ.
Ou, bem, ele pensou que tinha deixado a regra clara.
A resposta para isso vocĂȘ nĂŁo tinha certeza, mas era certo de que agora tinha um gatinho no chĂŁo do box do banheiro dormindo bem tranquilamente depois de ter passado pelo TĂĄrtaro (banho para tirar as pulgas) e ter comido um frango cozido.
Era tĂŁo pequeno. TĂŁo franzino. Deveria pesar menos que um pacote de macarrĂŁo. Mas tinha lindos e grandes olhos azuis - que foram tĂŁo penetrantes que te fez esquecer das regras e de um Scoups que chegaria do trabalho logo mais.
Ele tinha acabado de tirar os sapatos, sorriu e disse: âPassei na padaria e comprei aquele bolo de fubĂĄ com goiaba junin-...tĂĄ tudo bem? VocĂȘ tĂĄ um pouco coradaâŠâ
No momento que Scoups o viu, sentiu um calor no estĂŽmago e os olhos brilharem. Era realmente muito pequeno, mas era adorĂĄvel - tinha olhos azuis que ocupavam o centro do rosto, o narizinho rosa e as patas grandes.
âĂ, ele realmente tava precisando de ajuda mesmoâŠâ - disse em um tom baixinho.
Deixou o gatinho em cima da mesa para não incomodå-lo tanto, mas, ele tinha outras prioridades. Se desenrolou da toalha, foi andando a passos largos na direção do seu marido e pulou no peito dele.
Scoups segurou o felino - que ficou ainda menor entre as mĂŁo deles, e suspirou fundo - nesse momento, vocĂȘ teve a certeza que tinha ganhado o jogo. Seu marido podia bancar o responsĂĄvel e chatĂŁo que fosse, mas o coração dele era mole para esse tipo de coisa.
âAcho que quando crescer, vai ficar igual o Mingau, sabe? O gatinho da MagaliâŠâ disse Scoups.
Entregou o gatinho, pegou o celular do bolso e saiu para resolver as âpendĂȘnciasâ
Gatinho dormindo no banheiro, de barriga cheia e com sua caixinha de areia provisória ao lado. A louça limpa. As luzes apagadas. As portas trancadas.
notas: mais um curtinho sĂł para aprofundar o enredo do dery!!! amgs eu devia identificar essa histĂłria pra vcs saberem que fazem parte do mesmo universo ner? vou pensar em algo..........
O quarto estĂĄ iluminado apenas pela lĂąmpada sobre a escrivaninha enquanto vocĂȘ desliza e empurra o dedo sobre a tela do celular. Especificamente no aplicativo do Correio, lugar que te oferece anĂșncios, festas, notĂcias de alunos ganhando prĂȘmios, eventos... um verdadeiro banquete para uma mente ansiosa como a sua, que demora a pegar no sono por causa de pensamentos acelerados. A atividade te deixa mais entediada do que distraĂda, no entanto. Ainda ajuda a alimentar suas teorias da conspiração, que nascem apĂłs ver e rever todos os acontecimentos do dia e micro analisar todas as falas e reaçÔes possĂveis.
Aquela moça que te olhou por meio segundo: talvez tenha me achado estranha. O professor: nĂŁo foi com a minha cara, com certeza. Hendery: passei vergonha na frente dele. Na frente da turma inteira. Agora todos irĂŁo pensar que eu sou uma completa sem noção⊠Neste exato instante, o quarto se torna pequeno e apertado, como se vocĂȘ nĂŁo coubesse nele, como se te sufocasse.
Estå prestes a desistir de encontrar o que preencha sua noite vazia e finalmente tentar dormir, quando uma notificação de novo correio chega pelo aplicativo:
Hendery deseja te enviar uma mensagem.
O polegar encontra a tela mais rĂĄpido do que consegue articular um pensamento.
Hendery: tĂĄ acordada? (foto)
Hendery: o que vocĂȘ faz online nessa hora?
VocĂȘ: provavelmente o mesmo que vocĂȘ.
Hendery: aposto que nĂŁo. Aposto um milhĂŁo que vocĂȘ nĂŁo faz ideia de onde eu tava. Mas nĂŁo tenta adivinhar, tĂĄ? Eu nĂŁo tenho todo esse dinheiro.
VocĂȘ: kkkkk aposto que tem.
Hendery: apostou errado.
VocĂȘ engole em seco. O ponto final sĂł pode indicar que disse besteira. O tom da mensagem nĂŁo soa amigĂĄvel. Ou talvez seja coisa da sua cabeça. LĂȘ a mensagem mais umas dez vezes sĂł para se certificar.
Hendery: hahaha (foto)
Hendery: o que acha da gente tentar fazer esse trabalho essa semana ainda? tipo, lĂĄ pela quinta-feira? ou sexta-feira? quando fica melhor pra vocĂȘ?
mark lee te fez perceber que o amor que sentia por ele aparecia nos pequenos gestos do dia a dia, no caminho pro trabalho comprava uns docinhos diferentes pra vocĂȘs experimentarem no final de semana, ele nunca renovava o estoque de meias porque se esquecia, entĂŁo meio que essa tarefa se tornou sua, mark te enviava uma foto dele mesmo praticamente todos os dias e quando nĂŁo enviava vocĂȘ sentia falta, gostava especialmente daquelas em que ele exibia um biquinho e parecia cansado, isso antecipava um final de semana inteirinho no seu quarto, enquanto filmes ou vĂdeos aleatĂłrios passavam na tv, ou ele preferia marcar cada pintinha, cada marquinha escondidinha sua com a boca.
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Sicheng admira o cetim desgastado pelo tempo das prĂłprias sapatilhas. O tom, antes rosa bebĂȘ, agora assume uma coloração acinzentada. O tecido outrora macio tĂȘm partes puĂdas perto da ponta. Ă seu primeiro par adquirido. NĂŁo foi como ele imaginou, quando sonhou que seria presentado por sua mĂŁe, cheia de orgulho. Na verdade, ele as surrupiou de uma caixa de madeira que ela usava para se desfazer de pares usados. Ele decide levĂĄ-las. Por isso, estĂŁo separadas. Ele as levarĂĄ dentro da sua bolsa de carteiro que usa a tiracolo. O Ășltimo item que resta.
â Sr. Dong? O carro estĂĄ lhe esperando com as malas e tudo. â Diz a gentil senhora DĂĄlia, irrompendo no ĂĄtrio, apressada como sempre. Ă o chamado que esperava. â JĂĄ se despediu dos seus pais? â Confirma ela.
Sicheng aperta os låbios e faz que não com a cabeça.
Sicheng abre os braços. Um sorriso tĂmido surge. A senhora DĂĄlia o abraça e deixa um beijo estalado em sua bochecha como seu sincero desejo de despedida e boa sorte dali para frente. Sente como se estivesse soltando um passarinho.
Papai: sua mĂŁe e eu estamos extremamente decepcionados com vocĂȘ, espero que saiba e que desista dessa bobagem o quanto antes.
Papai: conversamos na sua volta.
Papai: passar bem.
A VĂȘnus em AquĂĄrio dele faz com que seja um pouco morde e assopra - em um dia, ele tĂĄ super presente e no outro, some (posicionamentos em AquĂĄrio sĂŁo conhecidos por dar ghosting - nĂŁo por maldade em si, mas porque precisam de um tempo maior sozinhos e nĂŁo gostam de ficar em cima das pessoas).
Falta de responsabilidade ou maturidade: quer fazer o Joshua ter um piripaque? Se comprometa a fazer algo e nĂŁo cumpra, ou nĂŁo tenha o mĂnimo de preparo para alguma situação. EntĂŁo, imagine um cenĂĄrio em que vocĂȘ vai viajar e perdeu o passaporte, ou diz que vai preparar o jantar e nĂŁo faz [esse tipo de situação], e o veja querer explodir.
DeixĂĄ-lo com seus momentos de independĂȘncia: novamente, o Joshua precisa ter tempo sĂł para ele. Ă importante fazer um esforço para nĂŁo ser TĂO grudenta por aqui.
Criar tradiçÔes: a Lua em Touro + Marte em CapricĂłrnio AMAM isso aqui! Pode ser qualquer coisa, desde que façam juntos. Um jantar toda sexta-feira, uma viagem internacional anual, uma noite do filme. Criar um momento constante para vocĂȘs dois.
No geral, eu diria que conviver com Joshua seria ter dias calmos com um pouco de caos controlado.
Ă do tipo que gosta de manhĂŁs mais lentas, previsĂveis [por conta da Lua em Touro que precisa de algo mais calmo e devagar mesmo] e de fazer perguntas mais bĂĄsicas como: "vocĂȘ dormiu bem?". Nada de profundo ou complicado por aqui.
contexto da putaria:Â quando seu namorado surta mais uma vez de ciĂșmes de changbin, vocĂȘ decide que talvez seja melhor ele realmente ter motivos para falar OU leia aqui a parte 1
n.a: nĂŁo esperem mais skz aqui nĂŁo!!!!!!! isso foi apenas um surto
o problema se deu quando um mini projeto de puta (a filha de um dos acionistas da empresa) sentou no colo do seu homem, sabia pouco da aprendiz de biscate, somente que ela havia colocado silicone como presente pelos tĂŁo sonhados 18 aninhos, embora mesmo se nĂŁo soubesse, estaria evidente pelo decote da blusa minĂșscula que ela usava.
veja bem, vocĂȘ nunca foi nem serĂĄ nenhuma conservadora, apenas entende que estavam em um almoço de negĂłcios e que o seu homem tem dona.Â
seungcheol fica em silĂȘncio por alguns segundos, a adrenalina na raiva ainda no corpo de vocĂȘs, impedindo ambos de conversarem como um casal decente.Â
âclaro que vai, tĂĄ acostumada com isso jĂĄ.â
vocĂȘ revira os olhos. batendo firme a porta antes de pegar um dos carros na garagem para ir pra casa.Â
as palavras deveriam fazer vocĂȘ se sentir mal, afinal, changbin realmente estava sendo usado para fazer ciĂșmes em seungcheol, mas sinceramente, o prĂłprio personal se colocou nessa situação.Â
âa gente brigou, ele me acusou de ter trepado contigo. entĂŁo se ele acha que rolou algoâŠâ seu vestido cai no chĂŁo.
âdepois dele ter te comido no banheiro da academia e me feito ouvir tudo?â ri. âespero que ele fique bem quando souber que eu meti na sua buceta.â a frase suja te arrepiando.
a boca desce pro mamilo, sugando faminto. vocĂȘ ri, assistindo changbin todo burrinho se aproveitando do corpo com qual sonhou por meses, porra, ele parece estar diante de uma miragem.Â
changbin cheira o fundinho do tecido, esfregando no prĂłprio nariz sentindo o aroma da sua bucetinha, e vocĂȘ pode jurar ver a lĂngua dele passando pela renda.
a frase encerra com dois dedos te abrindo firme, sem qualquer aviso, usando apenas da sua própria lubrificação.
âabre tĂŁo fĂĄcil.â soca forte os dedos na bucetinha, encaixando a palma da mĂŁo no seu clitĂłris, pressionando leve ali. os dedos se movendo dentro, brincando com a carninha esponjosa que te faz gemer.
âc-chupaâ pede.
âchupar vocĂȘ? serĂĄ que cĂȘ merece, putinha?â
âpor favorâŠâ
âhm?â finge nĂŁo escutar, ainda brincando com a bucetinha na mĂŁo dele.
âbinnieâ manha. ânĂŁo faz assim comigo.â
ele ri do seu desespero. tirando os dedos da entradinha melada, voltando a usar eles pra abrir todo o buraquinho, agora um pouquinho mais laceado pelos dedos grossos.Â
changbin ataca sua buceta sem qualquer aviso. te fazendo engasgar enquanto a lĂngua ĂĄspera lambe te lambe e suga inteira, seu pontinho sensĂvel sendo maltratado pelos dentes do moreno. os braços firmes te proibindo de sequer cogitar fechar as pernas.Â
âp-porra.â a voz falha quando a palma da mĂŁo se esfrega novamente no seu clĂtoris.
e quando vocĂȘ sente que vai gozar, ele para, rindo, se divertindo com a situação.
changbin parece nĂŁo ter dĂł alguma da sua bucetinha, descontando todos os meses de frustação onde queria meter fundo em vocĂȘ. o cacete grosso sai e entra com facilidade, te acertando tĂŁo bem que vocĂȘ sĂł consegue urrar a cada estocada violenta.
âputa nojenta. gostosa do caralho.â a piroca te bate cada vez mais, a perna cruzada na cintura do personal te impedindo de fecha-las, te fazendo choramingar no cacete grosso que te abre na marra.Â
as unhas que estavam no bĂceps agora agarram as costas de changbin, arranhando ali sem qualquer pudor enquanto ele te come.
âvou gozar dentro de vocĂȘ. deixar essa xotinha vazando minha porra.â te beija meio descontrolado, tentando silabar xingamentos. âvadia. gostosa. imunda. safada.â
e assim que abre as mensagens, deixando a confirmação da visualização logo depois, vocĂȘ assiste seungcheol voltar a digitar, engasgando com a mensagem que vem em seguida.
vida <3
[19h10]: quero te comer com a porra dele escorrendo... vem pra casa por favor
mas mingyu nĂŁo dava o braço ou qualquer outra parte do corpo lindo, a torcer quando o assunto era comida. toda sexta era assim, quando a demanda do dia finalmente chegava ao fim e vocĂȘ podia vestir uma meia ridĂcula e uma camiseta mais ridĂcula ainda de uma banda que vocĂȘ nem escutava mais, vocĂȘs dois tinham que entrar em consenso sobre o banquete da noite, e vocĂȘ queria, gostaria bastante de poder viver de ĂĄgua e pau, mas se mingyu ganhasse novamente naquela semana, viveria sĂł de ĂĄgua pelo restante do mĂȘs.
â porra, sim! â toda felicidade que jĂĄ nĂŁo existia na sua expressĂŁo se esvaiu de uma vez do seu rosto quando olhou pra tela do celular, o âfranguinho do gyuâ era o vencedor como sempre nas Ășltimas seis semanas, nem devia mais nutrir esperanças, aparentemente o mundo era mesmo dos homens, com âhâ minĂșsculo. vocĂȘ fez menção de se levantar, mas mingyu te interrompeu, te abrigando no colo dele como se vocĂȘ fosse um bebĂȘ pronto pra hora de ninar.
â mĂŽ, vou te deixar escolher qualquer coisa â ele disse, deixando um beijinho barulhento na sua boca, vocĂȘ olhou pra ele, fez aquela carinha tĂpica que dizia âadivinhaâ e mingyu prontamente pensou um pouco, como se nĂŁo te conhecesse melhor do que vocĂȘ mesma â vou pedir aqueles molhinhos que vocĂȘ curte, pink lemonade e aquela sobremesa de brownie.
â hm, melhorou â vocĂȘ fez beicinho, esperando mais um beijo de consolo, mingyu atendeu ao pedido, a mĂŁo subindo pela lateral do seu corpo, fazendo cĂłcegas e provocando arrepios pela diferença de temperatura entre as peles. vocĂȘ se sentou, ainda no colo dele, abraçando-o tal qual um coala enquanto ele fazia o pedido no aplicativo, ficava puta da vida quando nĂŁo ganhava uma coisa, no entanto o que gostava mesmo era de ficar quietinha, no colo do seu namorado gostoso, acomodada tĂŁo confortĂĄvel que podia ouvir as batidas cadenciadas do coração que era sĂł seu.
â o que vocĂȘ vai fazer quando eu tiver desejo de comer algo que vocĂȘ nĂŁo quer?
â o meu filho jamais me trairia desse jeito.
vocĂȘ riu, espremendo as bochechas dele pra boca formar o biquinho de peixinho, o selinho se transformou num beijo, o beijo levou vocĂȘs dois para o sofĂĄ e de repente mingyu tirava as suas meias coloridas como se fizessem parte de uma cinta-liga.
A aula se estende indeterminadamente em meio ao monĂłlogo do professor Ă sua frente. DistraĂda, rabisca na pĂĄgina aberta do seu caderno de anotaçÔes. Deixa alguns olhares furtivos na direção de Hendery te escaparem.Â
Hendery faz um gesto que vocĂȘ entende como uma deixa para ele pegar seu celular e digitar o endereço do perfil dele. Deixa-se concentrar no perfil: uma coletĂąnea de fotografias caĂłticas, de gatos a retratos em frente ao espelho⊠pouco curada perto de outros perfis que teve tempo de analisar (o seu incluso).Â
Mas assim que volta a erguer a cabeça, ele não estå mais lå.
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âolha quem deu o ar da graça!â seu personal brinca ao te ver.
ânĂŁo fode changbin, vim semana passada.â
âsim, veio na terça e faltou o resto da semana.â ele nĂŁo mente, mas em sua defesa vocĂȘ ao menos repetia os exercĂcios que ele te passava pra fazer em casa sempre que recebia um âei, bin, vou ter que faltar hojeâ
mas respira fundo e vai em direção ao banheiro feminino.
quando o treino finalmente acaba, vocĂȘ sĂł pensa no quanto precisa tomar um banho, ajeita a bolsa na pia e começa a se despir, mas antes de entrar em qualquer cabine, sente uma mĂŁo te agarrando por trĂĄs.Â
âPORRA, SEUNGCHEOL! me assustou caralho.â
ele nĂŁo te responde, sĂł te vira de frente, encostando seu corpo na parede fria e te beija com raiva, um beijo molhado, bagunçado, cheio de ciĂșmes. e quando ele se afasta, vocĂȘ percebe nitidamente o olhar dele, possessivo, raivoso.
âele encarando sua bunda igual um cachorro no cio e vocĂȘ nĂŁo fez nada, porra.â justifica antes mesmo que vocĂȘ questione.
ânĂŁo se faz, porra. tĂŽ falando do changbin.â nĂŁo grita, seungcheol nunca foi o tipo de cara que grita com vocĂȘ, mas ele claramente tĂĄ puto.âo cara sĂł faltou enfiar a cara na sua bunda.â
"desencana, cheol, ele sĂł tava vendo se o exercicio tava sendo bem executado." provoca.
âvai, amor? como?â o cinismo na sua voz fazendo o mais velho travar o maxilar.Â
seungcheol rosna, pressionando o pau duro contra a sua bunda, ainda vestido. sua calcinha vai parar no chĂŁo, junto com o shortinho minĂșsculo, e vocĂȘ escuta o farfalhar de roupas do seu namorado.
âcala a boca!â sequer te deixa terminar, sabendo que vocĂȘ vai pedir pra ele te socar fundo, arrombar seu buraquinho, e ele se conhece o suficiente pra saber que nĂŁo vai conseguir negar.
a mão pesada vai pra dentro da sua blusa, apertando o biquinho do seu peito, dando beliscÔes, enquanto ele faz questão de deixar chupÔes e mordidas pelo seu pescoço.
âp-por favorâ vocĂȘ resmunga, o tesĂŁo chega a causar dor fĂsica, ter cheol se esfregando nas suas pernas dessa forma pode ser considerado tortura.
ele solta uma risada de escĂĄrnio contra o seu pescoço, o cacete grosso latejando no meio das suas coxas. no fundo, seungcheol quer o mesmo que vocĂȘ, mas ele nĂŁo vai te dar isso assim.Â
âc-cheolâ choraminga de novo, a ponta dos dedos dele tocando sua virilha, o pau dele nas suas coxas, nem ao menos perto de onde vocĂȘ realmente precisa.Â
vocĂȘ morde os lĂĄbios, tentando nĂŁo gemer, tentando nĂŁo se humilhar mais ainda, mas sente que se ele nĂŁo te comer ali vocĂȘ pode literalmente explodir de tesĂŁo, a respiração pesada da raiva fazendo sua buceta aguar cada vez mais.
ele ri, levando o dedo pro meio das suas pernas, brincando com o lĂquido pegajoso ali, fazendo suas penas cederem. âtoda babada, putinha carenteâ
nem vocĂȘ percebe que estĂĄ se esfregando sozinha no pau no meio das suas pernas, mas sente quando seu namorado abre elas de forma bruta.
e ele encaixa a cabecinha do cacete em vocĂȘ, te fazendo manhar de novo, pedindo por favor, implorando pra receber pica. âsĂł vou meter porque eu preciso gozar. vocĂȘ tĂĄ proibida, entendeu?â mordisca sua orelha pra silabar firme. âproibida.â
vocĂȘ assente, burrinha demais pra discordar, nĂŁo se importando em ser usada para o prazer do seu homem.Â
seungcheol te come sem pena, vocĂȘ sabe que isso vai te deixar mais dolorida do que qualquer treino. sabe que as marcas do sexo bruto vĂŁo ficar na sua pele, e isso sĂł te excita cada segundo mais, a ideia do seu homem te usando como depĂłsito te fazendo delirar.
âvou gozar em vocĂȘ. meu buraquinho favorito.â a fala transbordando posse.Â
o orgasmo atinge seungcheol com força, ele te fodendo completamente descontrolado, esporrando dentro de uma forma meio animal, o lĂquido branco e espesso sujando vocĂȘ por inteira enquanto ele diminui a velocidade.
vocĂȘ segue sem gozar, obedecendo a ordem que ele te deu minutos atrĂĄs. e quando ele finalmente se recupera, o pau lambuzado do prĂłprio esperma faz um âplocâ se retirando de dentro.Â
âimagina sĂł, enfiar uma porcaria dessas em vocĂȘ e meter bem fundo, te proibindo de me sentir.â
ele liga a torneira, jogando uma ĂĄgua no rosto, enquanto vocĂȘ segue ali, encharcada, com tesĂŁo, disposta a fazer qualquer coisa pra poder gozar. as mĂŁos grandes dele puxam seu shortinho pra cima, te vestindo meio desajeitado, ambos cientes que em breve o esperma dele vai vazar dentro de vocĂȘ.
âagora vocĂȘ vai fazer tua melhor cara de cĂnica, e vai lĂĄ no changbin dizer que vocĂȘ se viu no espelho e esse foi o melhor treino que teveâ vocĂȘ ameaça abrir a boca para dizer que seu personal vai saber o que aconteceu, mas seungcheol te corta. âe se fizer isso bem direitinho, em casa penso se te deixo gozar.â
e vocĂȘ assente. indo em direção a changbin enquanto pensa na rola do seu namorado empalando vocĂȘ de novo mais tarde.
ââ .âŠchoi seungcheol Ă fem!reader // sugestivo // br!au // w.c: 0.7k | notinha da sun: eu nĂŁo sei o que eu escrevi aqui KKKKKK
â TĂĄ de boas mesmo, amiga? â vocĂȘ assentiu sorridente, seu passatempo preferido era juntar suas amigas com seus amigos. Sentia-se uma deusa dos relacionamentos. O Ășltimo casal que formou tinha noivado no Ășltimo mĂȘs, era um superpoder, como se vocĂȘ fosse a fada madrinha da Cinderela. SĂł nĂŁo funcionava com vocĂȘ mesma, infelizmente.
â Ă claro que tĂĄ! Me fala quem vocĂȘ tĂĄ afim? Consigo te descolar o Gyu, mas nĂŁo acho que ele vai querer algo...
Nenhum de vocĂȘs dois esperava aquilo, sĂł aconteceu. Seungcheol tava tĂŁo lindo, com um presente especialmente pra vocĂȘ, que nĂŁo se conteve. Isso fazia 3 dias. Desde entĂŁo, vocĂȘ fica evitando encontrĂĄ-lo. Era verdade o que as pessoas diziam de estragar a amizade com romance, paixĂŁo, tesĂŁo ou seja lĂĄ o que te fez beijĂĄ-lo no seu apartamento e depois no elevador. Agora realmente nĂŁo sabia mais o que fazer, nem como cumprimentĂĄ-lo.
Porra, descobriu uma fraqueza sua quando ele descansou a mĂŁo na sua cintura, se inclinando pra vocĂȘ falar no ouvido dele por causa da mĂșsica alta. O perfume masculino te deixando com tanto tesĂŁo que queria chorar. Meu Deus, ele era delicioso e definitivamente nada gay.
â VocĂȘ nĂŁo tĂĄ bravo? â vocĂȘ questionou, e ele negou com a cabeça, aproveitando pra esfregar o nariz no seu â mas pode me castigar se vocĂȘ quiser...
Os olhos de Seungcheol brilharam com a possibilidade, o polegar acariciando sua bochecha quente, o olhar inocente como se nĂŁo tivesse feito uma proposta indecente.