Eu sei exatamente quem sou. Conheço meu caráter, minhas intenções, a forma como trato as pessoas quando ninguém está olhando. Sei da minha lealdade, da minha honestidade e do peso que dou às minhas palavras. Por isso, certos joguinhos simplesmente não me impressionam mais.
Homens que vivem da necessidade de serem desejados, admirados e constantemente validados me causam mais cansaço do que encanto. Gente que transforma afeto em disputa de ego, profundidade em performance e interesse em manipulação emocional… sinceramente?
Quero distância de conversas vazias, de vínculos superficiais, de presenças mornas e dessa encenação quase convincente que tanta gente insiste em chamar de conexão. Há pessoas que decoram discursos inteiros apenas para se sentirem importantes no reflexo dos olhos de alguém. E eu não tenho vocação para plateia.
Prefiro a solitude honesta ao afeto contaminado por vaidade. Prefiro o silêncio à companhia de quem nunca teve intenção real de permanecer.
Não cedo à carência só para não ficar sozinha. E talvez seja exatamente isso que assuste tanta gente.
𓂃 ࣪˖ ִֶָ𐀔
𝒜𝓂𝒶𝓃𝒹𝒶 𝒟𝑒𝓋𝑒𝒸𝒸𝒽𝒾












