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No, she has to protect me!
hahaha.
"I was a child, this monster thst adults produce with their grievances" The Words, Sartre. Photo: Yasmim Gusmão, school.

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Capítulo (faço cartas para ninguém)
O dia tinha acordado cinza, eu pensei que fosse por causa que eu estava em casa e o dia parecia não estar fazendo sentido para mim. Hoje era o dia de ir para o médico, fazer exames e quimioterapia, a única questão seria ter de ficar internada 5 dias naquele hospital. Era um tédio. Fui com uma coisa ruim dentro de mim, parecia até que uma serra elétrica estava entrando com força em meu estômago, era até um pouco sufocante. Parei em uma banca, adorava gibis, passava meu tempo no hospital lendo, era a melhor coisa a se fazer quando eu não tinha nada com o que me ocupar. Odeio cheiro de hospital, mas o que mais me incomodava era o cheiro da lanchonete do lado do hospital, URGH! Era horrível o cheiro, me dava muita ânsia, na verdade tudo me enjoava. Sempre me achei um pouco frescurenta em certas coisas. Na ala amarela, onde havia me internado para a quimioterapia, senti como se estivesse tudo coberto de cinza naquele lugar, pois então entrei no meu quarto e no quarto ao lado ouvi Jéssica falando com sua mãe, uma amiga minha que arrumei há um bom tempo. Ela tinha tumor e seu quadro havia piorado um pouco, estava fraca e abatida quando a vi. Pois então fui cumprimentá-la e perguntar se estava tudo bem. Ela me disse que estava sim, e que bom que eu estava do lado do quarto onde ela estava, e que era legal a gente ficar trocando cartinhas. Eu achei uma boa ideia, pois não tinha nada mesmo para fazer e minha única opção era conversar com Jéssica. Ela me mandou várias cartas na semana, e uma delas eu sei de cor:
"Oi, como vai você? Porque está internada? Não digo que é bom te ver aqui, mas é que eu gosto da sua companhia. Estou internada porque fiz uma cirurgia para retirar o meu tumor, acho que daqui a 5 dias eu estarei indo para casa, espero que você também vá. Bjs. Ass: Jéssica."
Fiquei feliz, ela parecia feliz, pensei, que bom que está tudo correndo bem com Jéssica, pois não é fácil ter de fazer quimioterapia e ainda ter que fazer cirurgia, deve ser complicado.
Os dias se passaram. Era uma noite, estava jantando no hospital, vários médicos entraram no quarto dela, até perguntei para minha mãe o que havia acontecido, fiquei com medo e nervosa, pois quando entram vários médicos em um só quarto coisa boa é que não é. Pois então deitei-me na maca e esperei ouvir algo, quando de repente ouvi um choro, um choro que doía a alma, no corredor do hospital. Não durou nem 1 dia, e minha mãe disse que Jéssica não estava nada bem e que o câncer havia subido para a cabeça. Eu fiquei muito mal, não queria fazer cartas, e nem chorar. Poxa, Jéssica só tinha 17 anos, era muito jovem, gostava de brincar e correr. Não havia mais chances, o quadro dela piorou durante a internação, já estava inchada a sua cabeça, ela chorava de dor, nem remédios resolviam. Penso eu que era bom ela ir descansar em um lugar melhor, pois aqui só tem sofrimento. Eu orei naquela noite, e no dia seguinte fui de cadeira de rodas tentar encontrá-la, os enfermeiros resolverem tirá-la da ala onde eu estava, mas mesmo assim eu e minha mãe fomos até aonde ela estava. E lá estava ela, com um lençol brancos em cima, um olhar pálido e até cinza, ela disse que não queria isso para ela, a mãe dela chorava, e disse que era melhor ela descansar, os olhos cheios de lágrimas. Essa foi a última vez que vi Jéssica, não fui ao enterro, não era tão próxima, mas eu senti falta dela, e escrevi uma carta para ela quando ela partiu...
"Jéssica, eu sei que é tarde e também essa carta irei guardar no fundo de meu coração. Estou escrevendo isso pois já estou recuperada, estou indo para casa hoje, está um dia de sol, acho que você deve estar aliviada né, você não merecia nada do que você passou, hoje faço essa carta para lembrar que você nunca vai sair da minha memória, é um fato ruim você ter partido, eu espero que você esteja brincando por aí também. Adoro você. Ass: Sua querida amiga, para sempre em meu coração você estará."
Pois quando alguém especial se vai o que mais afeta é o sentimento, você não acredita, você não crê, mas sinceramente, você está sendo egoísta, deixa-a, deixe-o, eles estão em lugar em que não haverá sofrimento e nem riscos de abatimento, simplesmente estarão livres, com a alma limpa e tranquila, com a coluna ereta e o coração tranquilo, enquanto nós vivemos a cada dia nessa batalha de encontrar uma solução para viver em paz. Nada é perfeito, nada é seguro, aqui tudo vem e vai, você é um ser humano, é batalhador mas também é perdedor, viva o hoje sem reclamar do amanhã. O amanhã você vai ver o que faz, mas todos nós iremos partir, nada sobrará de você, nem algumas pessoas depois de anos se lembrarão de você. Faça o bem, você existe, você é de carne e osso, você tem família, amigos e nenhuma doença. Você é lindo do jeito que é, nada vai te impedir de ter felicidade, você que coloca coisas em sua mente, você próprio se destrói. Viva intensamente, viva loucamente, mas viva! E o que for te fazer bem, guarde para você, isso te fará bem, mas não fará outras pessoas sentirem-se bem. Você é capaz de muita coisa, talvez morrer é uma das poucas coisas, por isso, não gaste seu tempo. A vida é muito curta para se lamentar. Foi isso que eu aprendi durante algum tempo, e sou feliz, mesmo tendo uma doença, eu sou feliz, você também pode ser. Viva, viva e viva. Você é capaz, só basta querer.
O que eu penso sobre Bulimia
Todos acham que a bulimia é uma doença grave, exato, ela, além de prejudicar seus pensamentos, prejudica a você próprio. Acho que ainda não encontraram a solução para a bulimia, penso eu que as mulheres que já foram gordinhas na adolescência ou na infância na maioria das vezes passam por isso, por palavras verbalmente ruins que afetam um pouco a estrutura psicológica da maioria das mulheres. Nenhuma mulher que eu conheço gosta que homens as chamem de gordas ou feias, é normal, mulher quer se achar bonita em primeiro lugar, mesmo que ela seja relativamente feia, ela vai querer se olhar no espelho e mesmo assim ver alguma beleza por cima daquilo. Não digo que acontece isso especificamente só com ‘’mulheres’’, homens também, mas na maioria das vezes são as mulheres que sofrem mais em termos de beleza. Eu digo isso por experiência própria, já sofri por me achar gordinha demais e já até cometi alguns atos de bulimia. Como eu estava dizendo, também já vi alguns casos de homens que sofreram por bulimia, também a lógica é a de que eles foram gordinhos, as pessoas zoavam eles. Tudo tem um porquê nas pessoas bulímicas. Eu não vou dizer que tenho pena, as pessoas têm liberdade de pensar o que quiserem, você não sabe o que elas sofreram para estar com esses pensamentos. Eu tenho amigas que tiveram e estão vivendo ainda com essa doença, e vi que elas não se importam se você as acha ‘’magra, linda e meiga’’, mas se importam se alguém falar que elas são ‘’feias, horrorosas e gordas’’. Não vou julgá-las, isso vem porque elas já se importaram muito com essas palavras maldosas, tanto é que agora não acreditam nas palavras que são definitivamente verdadeiras. Algumas pessoas que têm bulimia tem um processo de emagrecimento mais rápido, os cabelos vão caindo, as olheiras aparecem, os dentes vão apodrecendo e assim por diante, não é algo fácil de se lidar, mas também é algo fácil de se matar. Se não procurar médicos específicos no assunto, você acabará extremamente magro ou magra, sem movimentar-se. Não é verdadeiramente comprovado, não estou dizendo que têm pessoas que morrem com a doença, às vezes aguenta, dependendo, estou dizendo mais das anoréxicas. A bulimia está envolvida em vários processos de abatimento de algo que você já sofreu, é constrangedor para uma bulímica estar nesse processo, mas a única solução para elas se enxergarem bem é comer e vomitar ou não comer e se olharem no espelho e verem o quanto estão magras, o quanto são lindas assim. E mesmo se você dizer que elas estão ridiculamente magras, elas não vão acreditar. Atualmente, os gordinhos são encarados na população como os ‘’estranhos’’, tem gente que não acha isso, mas a maioria sim. Eu já vi gente rindo de obesos que não passam na catraca do ônibus, coisas desse tipo. Já as magrinhas são encaradas como bonitas e gostosas. Como eu já disse, a bulimia vem de vários casos, se você é feio ou gordo, se tiver um pensamento um pouco fraco, não digo que todos têm, isso vai te deprimir e não vai fazer você ir para a academia ou sair pra correr, você simplesmente comerá algo e se sentirá culpado (não estou dizendo que isso afeta à todos, mas principalmente as pessoas que sofrem de bulimia). Você correrá pro banheiro e se sentirá aliviado, é isso. No caso disso, eu só irei dar minha opinião, pessoas que sofrem disso eu me importo muito, pois não é fácil viver em um mundo em que o preconceito está em primeiro lugar.
Capítulo (coágulos)
Era uma noite muito ruim, havia acordado com muita tosse e falta de ar. Fui ao hospital e a médica pediu exames para ver como estava minha defesa, hemoglobina e plaquetas. Estava fraca, não minto, pálida e sem ânimo. Os exames demoravam pra ficar prontos, eu ficava angustiada, queria ao menos ir embora para casa, me deitar, assistir um desenho que gostava e brincar, mas não estava com ânimo de nada, era a minha vida no momento, eu tinha que passar por aquilo, mas também sabia que sofreria muito naquelas circunstâncias. Os exames chegaram, a médica disse que estava com as plaquetas abaixo de 10mil (sendo que um ser humano que não faz quimioterapia o normal é 140 mil plaquetas), e é normal pra quem faz quimioterapia ter plaquetas baixas, mas as minhas estavam em uma situação crítica, e por descuido da médica eu fui para casa no mesmo dia, ela disse para eu ficar de repouso. Eu fiquei sim de repouso, mas a tosse não passava, meu pulmão doía e eu sinceramente não estava aguentando, estava até um pouco febril, mas não queria dizer isso pra minha mãe, então colocava água gelada em meu meu corpo para fingir que estava com temperatura normal, isso não era bom eu sei, eu me prejudicava assim, mas voltar para o hospital e ficar internada, eu não desejava isso, era uma sensação horrível que ninguém deveria sentir. Era 10 horas da noite, minha temperatura aumentava cada vez mais, e eu não queria que minha mãe soubesse, mas ela soube assim que viu meus olhos vermelhos e meu estado trêmulo, deu pra perceber. Ela colocou o termômetro em mim e eu estava com 38,6 de febre. Gritava, chorava e fiquei um bom tempo emburrada dentro do carro, queria sair voando. Chegamos ao hospital, lágrimas caíam pelo meu rosto, estava tão mal e tão fraca, parecia que um tornado estava sobrecaindo em meu corpo, mal podia sorrir em um momento daqueles. A médica pediu para fazer outros exames, e eu fiz. Minhas plaquetas tinham caído mais, queda de plaquetas era a pior coisa para mim. Tudo ficava estável, menos as minhas plaquetas, era ruim ter plaquetas baixas, eu me sentia sempre mal. Internada, tudo baixo. Então, fui dormir no quarto onde estava e meu pulmão doía demais, estava com começo de pneumonia. Acordei 6 horas da manhã, minha vista estava embaçada, não conseguia enxergar nada, nem um vulto, acordei minha mãe e disse: ‘’Mãe, acorda! Estou com medo, não consigo enxergar nada, minha visão está embaçada’’. Ela acordou no susto, eu sempre tinha dó de acordá-la, mas naquele momento foi necessário. Então ela disse calmamente: ‘’Filha, ás vezes é porque você está muito cansada de ontem, tente dormir mais um pouco’’. Dormi, pensei que era porque também tinha dormido muito tarde, mas quando acordei ás 10 horas da manhã continuava embaçada minha visão. Eu fiquei desesperada e falei para minha mãe, ela também ficou, nunca vi ela tão mal. As enfermeiras chamaram a oftalmologista, que cuida da retina. Fiquei com medo, ela veio ver como estava meu olho, e comentou algo horrível com o médico que estava ao lado, e depois veio dar notícia do porque estava embaçada a visão do meu olho. Com calma ela disse para minha mãe: ‘’Mãe, sua filha… Está com hemorragia na retina, e eu sou sincera, ninguém que teve isso sobreviveu por muito tempo, pois, se não ficar de repouso, pode dar hemorragia cerebral por conta da proximidade da retina com o cérebro’’. Naquele momento eu só vi os olhos da minha mãe lacrimejando, nada mais, eu mal sabia o que havia acontecido, estava nervosa. Queria ao menos assistir ‘’caminho das Índias’’ que passava na TV, e nada mais, não conseguia nem ver os rostos das minhas barbies, foi triste pra mim. Resumidamente, fiquei 17 dias tendo que dormir quase sentada, por causa dos coágulos, e foi melhorando, mas não voltou tudo, me disseram que foi um milagre, talvez tenha sido mesmo. As pessoas que me visitaram naquele dia, eu mal pude ver quem elas eram, só ouvi vozes de gente que conhecia. Enfim, no último dia, recebi alta, mas fiquei em repouso em casa, queria tanto enxergar, as plaquetas às vezes não colaboram com o meu organismo, mas tudo bem, é só uma fase, talvez eu tenha o que contar para meus netos e bisnetos, talvez eu pare por aqui, eu não sei dizer o que vai acontecer, eu ainda tenho dúvidas. Sou muito forte eu sei, uma menina de 10 anos que vive no hospital, que não frequenta mais a escola, essa sou eu. Vivo na leitura, na amargura e no sofrimento de cada dia, mas isso não quer dizer que não tenho momentos felizes, todos tem, alguns evitam contar por medo, mas já eu, eu conto, porque pelo menos tenho um momentos felizes por dias. Você pode ter vários, é saudável, tem uma vida tranquila, tem um cachorro, um gato ou um namorado, eu só tenho a mim, vivo na esperança de encontrar uma saída, para viver como vocês, sem precisar ir ao mercado com uma máscara para me proteger, sem precisar usar uma boina para ninguém ver que não tenho cabelo. As pessoas são muito preconceituosas, eu olho e até sinto medo delas, eu não machuco ninguém, vocês me machucam, nós que passamos pelo tratamento de quimioterapia apenas somos crianças ou adolescentes que estamos passando por um momento difícil, apenas isso, não vamos te passar doença alguma, pois câncer qualquer um pode ter. Eu só queria dizer o que aprendi nessa minha internação, é bom ficar internada ás vezes, o tempo passa, as coisas fluem, e eu paro pra pensar que às vezes nem tudo é ilusão.
Capítulo (O Reconhecimento)
Às vezes acho estranho dizer que estava acordada o tempo inteiro vendo aquela borboleta no hospital. Não havia dormido à noite e de manhã me levantei da maca e fui até a janela do quarto. Estava no 2° andar, um pouco acima do térreo, a enfermeira vinha medir minha temperatura e a pressão de 3 em 3 horas, estava angustiada, já prestes a completar 16 dias que eu estava internada, mas estava com tanta pneumonia que seria melhor ficar lá o tempo que fosse. Estava na janela, olhando as pessoas passarem lá embaixo, elas pareciam felizes, no momento desejaria ser elas para pelo menos sentir o ar lá fora, aqui dentro parece tudo cinza, eu sinto ás vezes até tédio, tenho minhas barbies, meus jogos e meu computador, mas me sinto presa até em coisas materiais. Está passando programa na TV e minha mãe está assistindo. Não gosto de programas de TV, prefiro ficar olhando pela janela o que as pessoas fazem lá debaixo, eu vi uma borboleta pousando em uma janela do lado do meu quarto, ela é roxa e azul e grande, me trouxe até um pouco de felicidade, queria ter um câmera ou algo pra fotografar. Fiquei encantada com aquela linda borboleta, era meio surreal, talvez um anjo vindo visitar crianças, mas como não tenho muita crença, desacredito, imagino que é algo como uma paz e tranquilidade para aquelas crianças. Eu ouço gritos e choros no quarto ao lado, é um menininho que perdeu a veia, o enfermeiro foi pegar outra veia, e dói muito, sinto a dor dele daqui, queria chorar, mas não consigo, ontem foi um dia muito difícil para mim, estou tossindo muito, a febre não passa, a dor no pulmão não passa, estou triste, sentada perto da janela com uma veia furada e um soro no braço, analisando a mais bela borboleta que brilha em meu olhar, queria ser igual a ela, sair por aí sem destino e viver aberta e levemente, liberdade ao extremo. Se eu fosse um pouco mais esperta eu diria que essa borboleta é uma metáfora, pois ela me parece surreal, queria poder ser assim, queria ter o poder de se sentir-me extremamente bem, estou por água abaixo, estou me reconhecendo aos poucos, e essa sou eu, uma pessoa complicada e sem nenhum entendimento da vida, talvez a doença tenha me tornado uma pessoa melhor. Penso eu.
Lembre-se.
Alguns dias atrás, pensei em escrever isso, no meu livro novo, pois acho que isso é melhor escolha, e eu devo dizer o por quê.
Bom tudo começo quando eu comecei a ter um relacionamento com uma pessoa (que até hoje estou), ela me faz muito bem sabe, mas eu ás vezes não sei dar valor. Não por falta de não amar a pessoa, mas por falta de ás vezes só pensa no ''EU'' e não no ''NÓS''. Eu não quero perde-lo, ás vezes me soa dificil ser assim, e eu concordo com ele, que não é fácil carregar-me na vida dele por eu ser desse jeito. Ás vezes me pergunto o quanto sou errada em tantas coisas e em tantas coisas acabo que eu mesmo afastando de mim. Mas isso tem tudo um toque do passado, que acaba destruindo uma parte do ''eu'', e isso acaba que falhando e eu acabo descontando essas falhas em meu relacionamento. Toda mulher não deve ser fácil pra um homem só, talvez algumas coisas sejam relevantes no pensamento deles, mas, eu acabo que fazendo tudo pra acabar mal. O ciúmes de uma mulher é uma coisa insuportável de sentir, quando eu tenho ciúmes não consigo controlar e me jogo na cama e choro e depois acabo que espalhando o meu sentimento ruim para o meu parceiro, e ele também sofre junto comigo. Isso não é nada saudável pra um relacionamento que estou há mais de 7 meses, poxa, eu queria tanto mais tanto entende-lo melhor, é horrível isso, sério. Ele fala que me ama, ele fala que eu sou linda, ele fala que me adora do jeito que eu sou, no mesmo momento eu acho LINDO isso tudo, mas, depois acabo nem vendo isso e qualquer erro dele, já viro um monstro e começo a perceber que eu estou arrependida, e que o fiz mal, mas, peço desculpas e mesmo assim, já fiz besteira, não tem voltas. Mas, ele acaba esquecendo e outra coisa vem e ele fica mal novamente e novamente. Eu o amo. Mas, eu não me amo, essa é a verdade. No momento estamos no mesmo quarto, um está tão diferente do outro, parecemos desconhecidos, eu não queria isso que acontece-se, mas, é pra se lembrar que tudo isso é um momento, mas eu queria muito que esse momento durasse á eternidade, e dificilmente se eu ter esse sentimento de querer estragar tudo sempre vai acontecer, ás vezes não faço por intensão, ás vezes faço naturalmente e acabo arrependida. Me desculpa. Eu sou errada, eu sou errante, mas eu o amo muito. Queria derramar todas ás lágrimas no ombro dele e dizer que eu sinto muito por ás vezes o fazer mal, por tudo, e por ás vezes faze-lo bem demais.
Me desculpe, eu sou mulher e não sou perfeita

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