[GTA V que não me deixas turnar]


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[GTA V que não me deixas turnar]

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[Bom dia. Dei uma sumida porque Final Fantasy XIII e Saints Row IV]
Deadly White.
Ok, o que o Logan estava fazendo em Deadly White? Suicídio seria a melhor palavra para definir. Qual é o babaca que controla fogo, iria se meter no meio de uma nevasca nas montanhas?
Tá, ele precisava ir pro deserto que ficava do outro lado, tinha que pegar uma coisa pra levar pra a aula que iria dar na semana que vem, e ok, ele tentou voar por cima da montanha, só que tudo que conseguiu foi ser soprado pra longe por causa dos ventos gelados.
Resultado? O Logan colocou o casaco preto mais quente que conseguiu, e se meteu no meio da montanha. Ele levou os chakrans, é ÓBVIO, sabia que uma hora ia se meter em confusão. E acertou em cheio.
Estava andando na montanha só tinha 30 minutos, quando ouviu o grito de um monstro gigante. Ele se preparou pra lutar contra o Colossus, só que quando tentou criar fogo, só saiu uma fumaça. Burro, não ia criar fogo em uma tempestade de neve.
Então… Pernas pra que te quero. Ele começou a correr, ignorando o terreno horrível e sabendo que se caísse, ia se machucar feio. No meio da sua corrida louca, ele escutou a voz de uma pessoa normal.
— Ooooooooooooi?! — Isso, grita na montanha de neve, babaca. Quer uma avalanche?
Ok, ele reconheceu a voz. Não tinha pessoa mais normal para aparecer agora? Tinha que ser ele? O japonês se recordava vagamente do ruivo por conta de um incidente com pratos no refeitório. Falara com ele por pouco mais de cinco minutos e percebera quase de imediato que ele tinha um parafuso a menos. Tudo bem que Tseng não é lá muito normal também, mas ao menos sabia que gritar em uma montanha de neve era uma ideia de girino.
Se arrastou para a parede com esforço, porque do jeito que aquele cara aparentava ser perturbado, não era necessário muito esforço para pisotear o japonês ali. Pegou sua espada que estava fincada no gelo e a embainhou. Nunca se sabe o que pode acontecer.
— Quem é o imbecil que está gritando? — perguntou Tseng, mesmo que já soubesse a resposta.
[Eu tenho que estudar... Depois eu voltarei para responder pendentes.]
Eu sinto que agora que tem pessoas online eu devia tentar me socializar e tal.. mas to com vergonha.
Porém vou tentar antes que um certo alguém me bata e tal. melhor não citar nomes e… então, eu fiz uma open um tempinho atras.. alguma alma boa pode responder?
E… eu sou o Naoi, pra quem não sabe. Na verdade sou uma menina, mas to acostumada de falar “o Naoi” porque “a Naoi” fica estranho e… prazer?
É, é isso. Fim.
[Eu ainda não saquei se você é um garoto ou garota. É que esse lance do "a Naoi" e "o Naoi" vai causar uns putas mindfucks em mim, pode ter certeza. Se eu falar contigo como se fosse homem e você sendo mulher, já sabe. O mesmo vale caso você seja homem e eu fale como se você fosse mulher]
[Mas todavia, seja bem vinda. Meu nome é Paulo, mas pode chamar de Paulinho caso queira. E eu me acho irritante, então, tenha paciência comigo.]
[Boa sorte.]

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— Sério?! Você faria isso pra me ajudar, senhor?! — Parabéns, você acabou de fazer ela esquecer de todo o mau humor com apenas algumas frases sobre uma pesquisa. Porque obviamente aquilo seria de muita ajuda para Irina. Resumos eram bem melhores do que uns livros inteiros, não que a loira tivesse preguiça de ler.
— Claro que eu quero, por favor! Mesmo se não for a mesma, vou estudar ela do mesmo jeito. É melhor estar adiantada do que atrasada. — Quando estava atrasada em alguma matéria escolar, sempre dava o seu melhor para alcançar o resto e até adiantar-se um pouco, se for possível. Nesses casos agia como uma nerd, sempre.
— Tá, tá. Qualquer dia eu te arrumo, porque infelizmente eu não carrego aquela tralha para todos os lados. — disse um tanto quanto ignorante, porque crianças animadas assim o irrita. Ele já tava sendo legal em oferecer sua pesquisa para ajudá-la futuramente. Seria muito bom se ela fosse legal e controlasse sua agitação.
Empurrou o livro de volta para ela e pegou os seus, botando estes debaixo do braço. Já não tinha mais o que falar com ela e também não ia ficar dando corda. Até porque ele poderia perder sua paciência facilmente, como sempre acontece.
— Amanhã me procure na Peregrinação que lhe entregarei. Com sua licença, estou me retirando.
X open
Estava nervosa. Certamente muito nervosa, como sempre ficava antes de um Exorcismo. Tinha alguns para realizar naquele dia, mas o nervosismo sempre vinha antes da segurança e lhe deixava receosa se iria fazer algo de errado ou não, se iria acabar de machucando ou algo saísse do controle…! Eram muitos pensamentos naquele momento.
Sentada em sua respectiva mesa no setor de Conversões, rodeada de papéis para relatórios, anotações e pesquisas, abraçava as próprias pernas tentando se acalmar. O próximo Exorcismo começaria daqui a poucos minutos, era uma sensação assustadora de estar com a vida de um ser na palma da mão e ali decidir se voltaria a ter uma vida normal ou se sofreria as consequências.
— Ahn…
Provavelmente ela o único formado que não se importava nenhum pouco com o seu trabalho. Formado em Peregrinação, só trabalhava porque era obrigado. Poderia se tornar um professor, mas não, muito obrigado. Estava em seu horário de almoço e andava com uma pequena tigela comendo pudim pelos corredores. Não tinha destino certo e também não pretendia voltar depois que acabasse o almoço, então, caso ele se perdesse, tudo estaria bem.
Acabou entrando em uma sala aleatória, apenas viu uma garota de cabelos curtos sentada com cara de poucos amigos. Nada muito diferente de Tseng, que nunca estava com uma cara amigável. Apenas encarou a garota e levou uma colherada de pudim até a boca.
— Que carã é essã? — perguntou Tseng de boca cheia.
Kobato é sua Paulinho? HAHAHAHHAHAAHAHHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHA
No.
[Sim, ela é]
[Ah, eu tenho a maioria desses! E eu gosto muito de a Batalha do Apocalipse~]
[Eu já li quase todos, tipo HP, A Culpa é das Estrelas. Comprei porque amo e queria ter os meus. A Batalha do Apocalipse parece ser muito bom]
— Everybody lembra, jovem rapaz! E ai? Fazendo o que?
[Então tá então. Nada, nada. E a senhorita?]

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[Que inveja. Ninguém nunca me dá desconto em nada.]
[Nunca ganho desconto. Minha irmã ganha]
Deadly White.
Há muito Tseng não saia da Matriz. Nem mesmo forçando sua mente ele conseguia lembrar quando fora a última vez. Pegou uma jaqueta grossa no seu armário com um destino já em mente. Era bom andar com aquela jaqueta, pois sabia que precisaria, ainda mais por conta das baixíssimas temperaturas que lá faziam.
E esse lugar se chamava Deadly White.
Não demorou até lá chegar, uma vez que tal lugar ficava relativamente próximo à Matriz. Quando já estava se aproximando, já começava a sentir as rajadas de vento frio e alguns flocos de neve em seu rosto, por isso, não tardou a vestir sua jaqueta. Também não ousaria andar por aquelas bandas sem tal vestimenta.
Tudo ia bem, enquanto Tseng se espremia com o intuito de não perder calor. Mas quando se trata do japonês, nada que está bem, continua bem. Andava fincando sua espada no gelo, achando que aquilo lhe forneceria um apoio, impedindo que escorregasse. Mas claro que as coisas não sairiam bem assim. Deu um jeito de escorregar e cair, cortando um pouco a sua mão na lâmina da espada — não, ele não a segurava pela lâmina.
E ficou ali, caído, urrando de dor na coluna.
Ele iria ignorar as palavras dela, é? Bem, agora a única coisa que poderia fazer era esquecer da raiva e agir normalmente, não segurar essa raiva e parecer mais infantil. Soltou um suspiro, encarando o livro e depois passou a encará-lo.
— É um livro sobre a história dos exorcistas, estou estudando um pouco. — Só pelo título dele já dava para perceber-se isto, mas aparentemente ele preferia que Irina falasse ao invés de lê-lo. — Sou Irina, prazer… — Disse a última parte de má vontade. Não estava de bom humor, ainda que preferisse ser educada. Não custava nada.
— Oh. — balbuciou Tseng fingindo que estava impressionado. Na verdade ele já havia lido um livro sobre, uma vez que tivera de fazer uma pesquisa e um resumo manuscrito sobre isso. Não foram noites boas, já que não era um tema que lhe agradava. Livros só são legais quando são escolhidos por ele, não pelo professor.
— Bem, caso você queira, eu posso arrumar uns resumos sobre isso que eu tenho em meu quarto. Fiz tem uns dois anos, uma pesquisa que me passaram. Se for a mesma, pode te ajudar.
Deadly White.
O demônio nunca gostou de deixar seus aposentos nas masmorras. Nos poucos meses em que estava ali, lembrava-se de ter deixado seu quarto umas raras sete ou oito vezes. Nada lhe atraía a atenção em meio aos exorcistas ou anjos. Talvez pudesse se divertir com os habitantes dali, porém vinha pensando e sentindo novas sensações em níveis extremos nos últimos tempos. Queria apenas permanecer no silêncio de seus pensamentos por dias, mas não podia. Um demorado suspiro tomou quebrou sua concentração. Levantou-se de sua cama e fitou o teto do quarto, indagando que hora do dia poderia ser. Não havia qualquer contato com o exterior em seu quarto, exceto pela resistente porta de madeira, qual observava fixamente.
Vestiu sua conhecida capa vermelha rubi e deixou o local. Vasculhou os corredores escuros e frios a procura de alguém, mas simplesmente sorriu. Poderia muito bem encontrá-lo depois e caminhou com mais rapidez até o Pátio Aberto. O céu artificial brilhava e o moreno simplesmente enfiou a mão livre do enorme aparelho dourado, que lhe permitia melhor movimento com a mão esquerda, dentro do bolso. Por não querer encontrar ninguém, foi em direção a um dos poucos lugares qual não encontraria alguém. E que também era seu favorito.
A queda brusca da temperatura e também a mudança do ambiente já eram totalmente conhecidos por ele, que caminhava com calma, equilibrando-se entre o chão coberto pelo escorregadio gelo. Não demorou até perceber a presença de mais alguém, seus sentidos aguçados não falhavam mesmo naquela área onde a atenção poderia ser facilmente perdida. Alguns passos rápidos e ele surgiu diante do outro, observando-o. Os olhos vermelhos correram rapidamente pelo corpo de Tseng e então bufou. Alguns segundos depois, os passos continuaram. Ele poderia muito bem livrar-se de tal situação sozinho.
A verdade é que o japonês tinha em mente que não poderia contar com a ajuda daquele ser sombrio que passara por ali. Não só pelo fato de ser um demônio, mas também pela sua cara de poucos amigos. Sentou-se com a mão na coluna, alisando o local onde mais doía. Com sorte a dor logo pararia, mas vale lembrar que Tseng definitivamente não é um cara de sorte.
Custou um pouco, mas logo estava de pé. Andava mancando, com uma expressão sofrida, mas nada que o impedisse de seguir em frente. Quando alcançou o cara da capa, ele teve se controlar para não atacá-lo. Demônios sempre despertavam tais vontades em Tseng, mas há muito ele já havia aprendido a controlar isso. Um exemplo é que ele nunca saiu nos tapas com um demônio, apenas com uma garota de 14 anos.
Olhou para o lado e xingou baixo a mãe do outro, baixo o suficiente para que talvez apenas Tseng escute.

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I will fight for one last breath I will fight until the end