ËËđąÖŽà»â nota: feito de fĂŁ para fĂŁ, apenas para entretenimento. nĂŁo hĂĄ nenhuma intenção de prejudicar a imagem alheia. sinta-se livre para bloquear caso nĂŁo goste.
quero escrever sobre o endrick e o jude, mas não tem restrição de jogador (com exceção dos arrombados), pois são todos uns gostosos.
peço paciĂȘncia, por favor. sou lentinho escrevendo, talvez minha forma de escrever nĂŁo agrade a todos, pode ocorrer um errinho ou outro na gramĂĄtica.
se as aks demorarem mais do que o normal para serem respondidas, provavelmente estou muito atarefado. peço desculpas desde jå!
sempre prezo por descrever os cenĂĄrios da melhor maneira possĂvel, se for possĂvel detalhar como vocĂȘ deseja (ex: jude bellingham x leitora fisioterapeuta, fluff e smut, ele tem uma lesĂŁo e ela precisa ajudar ele a se recuperar, assim assim assado).
nem vou responder se tiver algo que eu nĂŁo goste ou nĂŁo escreva.
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đđđđđđđ. âA aposta sĂł começou a parecer crĂvel
quando đđđ±đČ fez questĂŁo de conduzir a embarcação
para o meio do mar e tornou-se đżđČđźđč quando vocĂȘ
finalmente se ajoelhou no meio das pernas dele.â
âNĂŁo. Sem usar as mĂŁos.â, a repreensĂŁo veio acompanhada de um empurrĂŁozinho leve. Jude sĂł te afastou o bastante para que seu toque teimoso largasse o pau dele. âO que foi que eu te falei, hein?â, ralhou baixinho, o timbre firme. âParece que quando essa xotinha âtĂĄ melada, vocĂȘ fica estĂșpida, amor.â, a hostilidade, que te causou certo choque no começo da dinĂąmica, agora sĂł fazia vocĂȘ se molhar mais ainda â ficou claro que esse era o jeitinho que o homem havia escolhido para brincar contigo naquela situação e talvez vocĂȘ soubesse o motivo. âNĂŁo âtĂĄ conseguindo obedecer a porra de um comando simples.â, a voz foi se abrandando, ele nunca conseguia manter a marra por muito tempo, era manso com vocĂȘ.
Reposicionou suas mĂŁos por conta prĂłpria, cada uma segurando um dos seios macios para mantĂȘ-los juntos, formando uma fenda apertadinha no meio deles. VocĂȘ repuxou um sorriso com os prĂłprios pensamentos, mesmo febril de tanta excitação ainda nĂŁo conseguia acreditar no que faziam. A aposta sĂł começou a parecer crĂvel quando Jude fez questĂŁo de conduzir a embarcação para o meio do mar e tornou-se real quando vocĂȘ finalmente se ajoelhou no meio das pernas dele. E agora que as Ășnicas testemunhas possĂveis para toda essa sacanagem eram seu namorado e o vencedor da aposta, tornava-se muito mais fĂĄcil acreditar.
âAnda. Aperta esses peitinhos, vida.â, o comando veio mais baixinho, a intenção, dessa vez, era que somente vocĂȘ ouvisse.
Fora da sua visĂŁo, o homem sentado atrĂĄs do seu corpo na parte diretamente oposta da popa jĂĄ ajustava o volume dentro da sunga, sentia-se babando no tecido desde que a cena havia começado. Encarava seu corpinho encolhido entre as pernas de Jude com cobiça e nĂŁo escondia do dono do barco o quanto vocĂȘ enchia ele de tesĂŁo.
Quando o caralho pesado encaixou-se no meio dos seus peitos outra vez, vocĂȘ sentiu suas costas arrepiando. Assistiu o homem fazer a mesma carinha que sempre fazia assim que o prazer deixava ele fraquinho, Jude era sensĂvel e expressivo demais para ser capaz de esconder a prĂłpria vontade de foder â agia como um putinho independente da ocasiĂŁo.
VocĂȘ retornou ao movimento vagaroso que fazia anteriormente, subindo e descendo em volta da piroca gostosa enquanto se certificava de deixar apertadinho o bastante. A pele do prepĂșcio acompanha o movimento, estimulando a cabecinha embebida com a porra que jĂĄ escapava.
Ă inevitĂĄvel pensar no homem que observa toda a cena, sua cabeça divaga, a bucetinha se molha â nunca tinha se exibido tanto assim e jĂĄ pensava que nĂŁo era o suficiente, Jude deveria te deixar mostrar um pouquinho mais, mostrar que sabia foder gostoso.
A sensação de tontura que ficou quando seu namorado te largou num solavanco talvez fosse justificada pela falta de ar, ele nĂŁo te deixou respirar desde o primeiro segundo no qual te fez ajoelhar ali. Agia afobado, cheio de posse. Cada toque na sua pele ardia nĂŁo sĂł por se sentir febril, mas principalmente porque ele fazia questĂŁo de te apertar. Ainda abaixado, deixou uma cuspida ruidosa cair na direção dos seus seios, o lĂquido escorrendo entre o vĂŁozinho.
âNĂŁo força a porra da barra.â, ainda que o meio sorriso permanecesse no rosto, Jude ainda sabia soar autoritĂĄrio. âJĂĄ âtĂŽ deixando vocĂȘ bater uma pro rabo dela, nĂŁo tĂŽ?â
Caralho⊠tudo nessa história não parava de soar extremamente excitante. A bucetinha babou contra o tecido e o nó no seu ventre pareceu duplicar de tamanho. Só sabe que ficou mais curiosa do que deveria com toda a situação, porque sentiu os dedos calejados de Jude no seu maxilar.
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diva eu amo teu blog demais đ estou completamente viciada na sua escrita!!
ce conhece ou ja ouviu falar no irmĂŁo do jude bellingham?? o jobe eh tĂŁo gatinho :( e ele parece ser o oposto do jude pq ele parece mais quietinho e introvertido.
vc poderia escrever com ele?? um smutzinho bem fazendo amor vibes (ouuuu algo bem putifero pois eu sou a prova de que, sim, nĂłs quietinhos somos os PIORES)
Obrigada pela ask! Ă um prazer escrever sobre esses irmĂŁos saborososđ«Šdesculpa woo, nĂŁo fiz eles de dengo mas prometo fazer com o Jude!! (ou algo putĂfero),eu gostei bastante de escrever esse (primeiro boquete literĂĄrio??).
âËâ§ Û¶à§!!avisos: smut, oral (Jobe quem recebe), cum eating, apelidos, e amorrđč
VocĂȘ apoia a bochecha em uma das coxas fortes dele, os olhos grandes e brilhantes fixados no seu namorado, tentando capturar cada uma das suas expressĂ”es quase contidas.
"VocĂȘ tem essa mania de dizer 'tanto faz', mas eu quero saber o que vocĂȘ quer", vocĂȘ dizia tranquilamente, seus braços descansando em torno do pescoço dele, ele faz que nĂŁo com a cabeça, o rosto enterrado no meio dos seus seios, como se tentasse se esconder, tĂŁo fofo.
"Vai amor... eu sei que vocĂȘ tĂĄ com vontade" levanta o queixo dele lentamente, fazendo com que te encare, "SĂł dessa vez, deixa eu cuidar de vocĂȘ um pouquinho, hm?", distribuindo beijinhos pelo rosto dele, que começava a ficar quente.
Como ele poderia dizer nĂŁo com vocĂȘ pedindo com tanto jeitinho?
VocĂȘ suspira docemente contra a sua pele quente, se sentindo tĂŁo necessitada com os sons que ele deixa escapar, as coxas se fechando com força, a umidade entre elas crescendo a cada segundo.
Suas mãos emitem barulhinhos molhados enquanto faz movimentos de vai e vem por toda a extensão do seu pau, os dedos encharcados com a sua saliva e a lubrificação dele, deixando tudo mais sujo.
"Caralho,amorâ tĂŁo boa", ele sussurra rouco, as palavras saindo sem que ele nem perceba, acariciando seu rosto, o polegar traçando cĂrculos carinhosos sob suas covinhas.
VocĂȘ o envolve mais firmemente com as mĂŁos pequenas, lenvantando o rostinho pra poder abrir a boca e recebĂȘ-lo.
PĂ”e a lĂngua pra fora, dando pequenas batidas com a glande rosada e molhadinha, sentindo seu gosto almiscarado invadir seu paladar, antes de finalmente acomodĂĄ-lo na sua boca.
"Puta merda", vocĂȘ sorri maliciosamente enquanto a cabeça dele pende pra trĂĄs, os dedos se fechando em torno no seu cabelo e os quadris indo de encontro a sua boca, tentando estabelecer um ritmo.
Seus olhos continuam nele, nĂŁo conseguindo evitar admirĂĄ-lo, o calor cresce no seu ventre, ficando mais descarada a medida que seu tesĂŁo aumenta.
VocĂȘ leva os dedinhos pro seu centro, abrindo os lĂĄbios e massageando suavemente seu clitĂłris negligenciado, indo um pouquinho mais pra baixo pra coletar seu mel e espalhĂĄ-lo por toda sua fenda.
Ele deixa escapar xigamentos desconexos e sussurrados, perdido do calor da sua boca, cada vez mais entorpecido pelo prazer que vocĂȘ proporciona.
VocĂȘ o leva mais profundamente, seus dedos te aproximando de um orgasmo desajeitado. Ele levanta a cabeça das almofadas com dificuldade, as pĂĄlpebras pesadas se esforçando pra se abrirem.
Quando seus olhos encontram os seus, completamente atentos a ele, tudo dentro de Jobe se desfaz, gemendo silenciosamente seu nome enquanto goza em jatos quentes e espessos, vocĂȘ pode jurar que tem um gosto doce.
Abre a boca pra receber tudo o que ele tem pra te dar enquanto os dedos se enterram uma Ășltima vez na sua vagina sobrecarregada.
Ele parece tĂŁo surpreso e confuso, as bochechas coradas em um tom lindo, vocĂȘ continua dando lambidinhas na ponta do seu pau que ainda pulsa,sobre o efeito das Ășltimas ondas de prazer.
Depois que ele limpa suas digitais, seu corpo pende pra trås e suas perninhas se abrem naturalmente pra ele, mostrando a bagunça que ele deixou no meio delas.
Notas finais: gatinhas que pediram do Jude, Kenan Yildiz, Olise e principalmente nossos queridos Erick Pulgar e Richard Rios.... Aguardem que a vitĂłria de vocĂȘs vai chegar!!
AMO quando a leitora chama o jude de preto ou de pretinho mt accurate isso
imagina ter aquele homem e nao chamar ele de marrom bombom, chocolate ao leite, diamante negro, meu pretĂŁo, nego doce, meu doce de leite apenas as coisas mais deliciosas pra combinar com ele
VocĂȘ sentia-se inquieta, apesar da visĂŁo ser Ășnica, formosa e seus Ășltimos trinta minutos terem decorrido naquela posição. Ademais, seu homem nadava Ă poucos metros de distĂąncia, vocĂȘ atentamente acompanhava a movimentação, aguardando pelo seu retorno.
Nenhum colateral, o sol ainda "frio", mas era verão e perto das doze horas, um mormaço desgastante apossou-se dos arredores. Estar rodeada de ågua e ventania auxiliava e atrapalhava igual, portanto, Bellingham notando seu desconforto, chamou-lhe para entrar na ågua.
Encheram as panças, deitaram de barriga pra cima no estofado revestido com lençóis macios. Uma Ăąnsia conhecida surgiu em seu estĂŽmago, o balanço do barco causava vertigem e somado com a temperatura radical, sua irritabilidade escalou instantaneamente. NĂŁo suportava ter o corpo de Jude colado ao seu, era grude e vocĂȘ queria espaço.
O jogador mexia no celular, fuçando as redes sociais, alheio Ă sua impaciĂȘncia. Sua cabeça encostava no peitoral definido e o braço malhado fechava sua barriga, assim que vocĂȘ tirou o braço de cima e sentou-se, Bellingham automaticamente estranhou, franzindo as sobrancelhas e te cutucando.
â Que foi, vida? TĂĄ bem? â VocĂȘ o olhou, ele chegou mais perto, abraçando suas costas, uma lamentação sua escapou.
â TĂŽ enjoada com esse calor, amor. â Estava cabisbaixa, analisando o prĂłprio biquĂni, este era minĂșsculo, nĂŁo faria diferença na atmosfera nem se ficasse pelada.
â Deita aqui comigo e vĂȘ se consegue dormir, princesa. â Beijou seu ombro, alisando suas costas com a palma subindo e descendo, ajudava a acalmar. â Daqui a pouco esfria, ou 'cĂȘ quer entrar na ĂĄgua?
â Ai... NĂŁo quero nada... â Fez beicinho, caindo contra o colchĂŁo de bruços, aceitando o agarro de Jude com relutĂąncia, a mĂŁo quente continuando os movimentos repetitivos.
Com paciĂȘncia, vocĂȘ adormeceu, obteve alguns lapsos de consciĂȘncia durante esse meio-tempo, contudo, acordara prĂłximo das dezessete horas, uma cĂłlica maligna no estĂŽmago e a garganta parecendo que tinha sido esfregada num ralador. William nĂŁo estava ao seu lado e isso nĂŁo era a preocupação do momento. VocĂȘ saltou do estofado, procurando o banheiro para vomitar.
O alĂvio chegou depressa apĂłs seu momento de agonia, agachada na privada, tentando nĂŁo sujar seu cabelo carĂssimo com o fluĂdo estomacal. Ergueu-se, ainda tonta, fez bochecho com ĂĄgua e escovou os dentes pra tirar o gosto do ĂĄcido, tossindo com a queimação na garganta.
Discordou com um breve aceno, fazendo biquinho, esticando os braços para ele vir ao seu encontro. Jude sentou ao seu lado, arrancando os óculos de natação, pegou seu rosto nas mãos pra reparar na sua carinha exaurida, tendo cuidado em ajeitar as mechas que o vento bagunçava.
â Vou levar a gente pra casa jĂĄ jĂĄ. â Depositou um beijinho no canto da sua boca, descontraĂdo.â Que bafinho.
â Deixa de coisa, palhaço. â VocĂȘ rolou os olhos, sorrindo. Botou sua cabeça no ombro dele, ambos admirando a paisagem. O braço forte envolveu sua cintura, selando o topo da sua cabeça. â Desculpa por nĂŁo ter aproveitado o dia com vocĂȘ, meu preto. â Resmungou, alisando a pele dourada.
Seu corpinho enjoado pouco resistiu, relaxando na posse dele, levada para o estofado de novo. William deitou vocĂȘ e esgueirou-se por cima, gotas de ĂĄgua pingando na sua barriga e pernas. Inclinou sua estatura, colando seus lĂĄbios, a mĂŁo enorme apalpou seu seio. A boca dele tomavam seus suspiros, vocĂȘ envolveu o pescoço alheio com os braços.
As beijocas alheia desceram do seu queixo ao peito, beliscando com os dentes. VocĂȘ luta contra a fadiga, mas fecha as pĂĄlpebras pra aproveitar os carinhos. As mĂŁos de Bellingham desfizeram os nĂłs do seu top. â 'CĂȘ tĂĄ toda queimadinha, amor. â Beijou seu peito, a pele com diferença de tonalidade onde o sol havia afetado. â Diz o que 'cĂȘ tĂĄ sentindo pro Dr. Jude Bellingham. â VocĂȘ franze as sobrancelhas, nĂŁo aguentando a risada.
â Virou um roleplay? â O pretinho riu, abrindo suas pernas para encaixar-se entre elas, beijava o meio dos seus seios. As palmas esquentando a pele da sua cintura. â NĂŁo tĂŽ ruim, sĂł com sensação de insolação e tonta.
VocĂȘs nĂŁo continham as risadas, William apoiava a cabeça na sua coxa, se espocando com a palhaçada. Foi deixando beijos no seu tornozelo, trazendo-lhe mais para a beiradinha, a face ficando bem posicionada, suas panturrilhas apoiadas nos ombros largos.
â Eu sei o que tĂŽ fazendo, 'bĂȘ. â Ancorava suas coxas abertas com os braços, mordendo toda a parte interna delas gradativamente, carimbava a derme com beijos e a prendia nos dentes. Abriu suas pernas mais ainda, ficando arreganhadinha pra ele. Os dedos separavam os lĂĄbios maiores pra ver a intimidade molhadinha. VocĂȘ rolou os quadris contra a cara dele e recebeu uma mordida. â Melhor ter paciĂȘncia, bonitinha.
VocĂȘ choraminga, descansando as mĂŁos nos cachinhos Ășmidos. Ele usou o indicador pra juntar seu melzinho e espalhar em cĂrculos no seu clitĂłris, te faz arquejar e morder os lĂĄbios. Jude pressionava de uma maneira tĂŁo gostosinha, sĂł ele sabia fazer sua xota formigar de tesĂŁo.
â Olha pra mim. â Afundou os dois dedos, movimentava em anzol, buscando seu ponto g. â Botei sĂł dois dedinhos e vocĂȘ jĂĄ tĂĄ pedindo arrego? â Em contrapartida, vocĂȘ lamuriou-se mais alto. Essa falta de noção irritante de Jude, os dedos longos acompanhavam a proporção do corpo mĂĄsculo, tudo era grande. â Oh, piranha, tĂĄ surda? â Tirou os dedos e estalou um tapa pesado na sua bucetinha chorona, vocĂȘ gemeu alto, num instante, voltou a olhĂĄ-lo.
â Porra, amor! â Bateu sutilmente com o joelho na tĂȘmpora alheia, o pretinho nĂŁo lhe concedeu o conforto de fechar as pernas, arreganhando-as ao nĂvel de incomodar. â NĂŁo faz assim...
O seu namorado exalava orgulho do trabalho feito, assistia vocĂȘ desmanchar dessa forma na boca dele, seu gosto natural enchia o paladar, o melzinho surgia abundante, vazando e o servindo um banquete. Era a Ășnica hora que ele se calava.
Adicionou o anelar, encaixando os trĂȘs dedos, planejando fazĂȘ-los caber, cuspindo mais na sua entradinha pra eles deslizarem. Alternava com a boca, chupou e socou a lĂngua na sua xotinha, mordiscando seus lĂĄbios menores.
Sua mĂŁo agarrou o cabelo crespo com avidez, ele grunhiu, enviando vibraçÔes nos nervos da sua buceta. Jogou sua mĂŁo para longe, os olhos tornados em desaprovação. O maior fingimento daquele homem, Jude adorava ter o cabelo puxado, sĂł nĂŁo assumia. Suas pernas tremelicavam, exaustas de tanto tempo abertas. Bellingham nĂŁo demonstrava ligar, penetrando os trĂȘs dedos no fundinho.
â Jude, Jude, Jude-
Repetindo o seu nome tal qual um mantra, a mente, ao desorganizar-se, falha em pensar sobre qualquer outra coisa senĂŁo ele. VocĂȘ arranhava o estofado, ofegando, prestes a gozar. Abruptamente, William encerrara a estimulação, passando a lĂngua pelos lĂĄbios, enxugou o cavanhaque Ășmido da sua excitação.
Um gemido decepcionado saiu de vocĂȘ, erguendo-se nos cotovelos pra protestar. Relembrando do aviso dado antes, recuou. â Amor, por favor...
â Desculpa... â VocĂȘ sussurrou, xoxinha, ganhando-o no dengo.
â Hmm? Acho que nĂŁo escutei. â Comentou pertinho da sua xotinha dolorida, assoprando seu buraquinho que apertou ao redor do nada.
â Me desculpa, amor! â Chorou, abrindo as coxas do jeito que ele gostava, oferecendo-se desesperadamente. â Por favor.
â Ă sĂł ameaçar e vocĂȘ para de ser mimada, putinha burra. â Os trĂȘs dedos entraram em ti. Dessa vez, vocĂȘ estava obediente, retribuindo o olhar. Os lĂĄbios grossos no seu pontinho, causando milagres.
Seu orgasmo exasperado se constrĂłi rĂĄpido, seu interior pede liberação. VocĂȘ morde o lĂĄbio inferior, gemidos manhosos e afoitos numa euforia pra gozar. Bellingham foi bonzinho contigo, acrescentando a lĂngua no buraquinho que os dedos penetravam. VocĂȘ encurvou as costas, incapaz de alertĂĄ-lo de seu orgasmo. Sua buceta esguichou na sua boca, o pretinho gemeu surpreso em aprovação, engolindo cada gotinha.
â Cacete. Larga de ser ingrata, sua pirralhinha. â Estapeou sua nĂĄdega, saindo do colchĂŁo para a cabine de controle numa tranquilidade. O horĂĄrio apresentava a noite sem nuvens e o brilho da lua refletia na ĂĄgua sombria. â Vai se arrumar, vamos pra casa.
đđđđđđđ. âVocĂȘ jĂĄ havia deixado đđđ±đČ derramar as
próprias frustraçÔes no seu ombro, então não teria
problema com elas đČđđ°đŒđżđżđČđ»đ±đŒ na sua lĂngua.â
âVocĂȘ âtĂĄ mais calmo?â, a indagação soou hesitante, saiu quase num sussurro. A pergunta nem era tĂŁo retĂłrica quanto parecia, apesar de estar visivelmente menos agitado, Jude sempre guardava muita coisa na cabeça â Ă s vezes deixando que elas acumulassem ao ponto de explodir. âFala comigo.â, preocupou-se mais quando tudo que ganhou como resposta foi um suspiro baixinho.
Esticou-se no abraço dele, largando um selinho morno no cantinho da boca. Estar sobre a pele quente do homem era a Ășnica coisa capaz de te fazer aguentar a madrugada gelada, as mĂŁos correndo livres por todo e qualquer pedaço de pele que encontrava pela frente.
âĂ tĂŁo ruim te ver quietinho assim.â, roçou o nariz no maxilar firme, sentindo os pelinhos repuxando sua pele. O olhar, agora meio apĂĄtico, nunca perdia seu toque de adoração â mesmo quando os olhos ainda estavam tĂŁo vermelhos pelo choro recente. Achou que essa mesma adoração estava se mostrando presente quando Jude acolheu a lateral do seu rosto com uma das mĂŁos, o carinho demorado com o polegar quase confirmou a dedução, no entanto ela foi arruinada assim que sentiu-o forçar o dĂgito para que ele adentrasse a sua boca.
âMe faz parar de pensar.â, o timbre dele era mais rouco que o usual, a voz ainda embargava na garganta. O pedido pareceu ter sido sussurrado em vĂŁo, afinal nĂŁo houve curiosidade alguma da sua parte em descobrir o que ele queria dizer com aquilo â pelo visto, quem havia parado de pensar foi vocĂȘ. Jude esfregou o polegar contra a sua lĂngua, brincando com a saliva, entretendo-se com a sua falta de resistĂȘncia ao aceitar ele experimentando como bem quisesse com a cavidade quentinha.
Embora parecesse, a sĂșplica nĂŁo havia sido ignorada. Estava disposta a muita coisa se isso significasse deixĂĄ-lo minimamente satisfeito consigo mesmo. Os dedos, que jĂĄ nĂŁo tinham pudor algum em tocĂĄ-lo, alcançaram o volume meio adormecido sem dificuldade. Correu as pontinhas das unhas por cima do tecido que cobria o local, refreando um sorriso ao notar a pulsação. Jude demonstrou perder o interesse na sua boca, o dedo repousando quieto ao que ele se concentrava em sentir o carinho safado.
âQuero encher ela de porra.â, soou impassĂvel, como se houvesse certeza da sua resposta. Se a vontade nĂŁo fosse clara, a maneira faminta de encarar sua boca fazia a intenção dele ser muito explĂcita. Sentiu o estĂŽmago se apertar em excitação. VocĂȘ jĂĄ havia deixado Jude derramar as prĂłprias frustraçÔes no seu ombro, entĂŁo nĂŁo teria problema com elas escorrendo na sua lĂngua.
Mostrou obediĂȘncia logo no inĂcio. Deixou que Jude fizesse todo o trabalho de alcançar o prĂłprio pau dentro dos shorts e pincelar contra a sua boca. NĂŁo houve muita cerimĂŽnia, impaciente como estava, ele forçou para dentro no primeiro sinal de que realmente podia fazer o que bem quisesse.
Suas prĂłprias lĂĄgrimas ainda foram generosas o suficiente para te permitir enxergar que as de Jude pareciam prestes a cair outra vez â o que era admirĂĄvel, ele jĂĄ havia se derramado tanto. Fosse impressĂŁo sua ou nĂŁo, o rostinho contorcido numa expressĂŁo chorosa te fez arrastar as pernas contra a cama num rebolado inquieto, nĂŁo conseguia achar uma posição boa o suficiente para esfregar a bucetinha no edredom e menosprezava a vontade que sentia de usar os prĂłprios dedinhos. NĂŁo, nĂŁo poderia. Mantinha as mĂŁos ocupadas com o carinho que fazia na piroca encharcada e nas bolas cheinhas de porra, negligenciava o prĂłprio prazer porque queria oferecĂȘ-lo completamente a Jude.
O barulho da sucção havia se tornado tĂŁo obscenamente intenso que jĂĄ beirava o nojento. Enchia a sua audição, te fazia prestar atenção em como a saliva corria abundante pelo seu queixo para dar espaço para a porra de Jude dentro da sua boca. NĂŁo sentia repulsa alguma ao sabor salgado, sinceramente sĂł nĂŁo havia engolido ainda porque isso significaria abrir mĂŁo de respirar. Na verdade, a privação te causava sede, sentir o lĂquido morninho descer pela sua garganta talvez fosse o mais prĂłximo que vocĂȘ passaria de um orgasmo no momento e te frustrava que Jude estivesse sendo malvado ao ponto de nĂŁo te dar um tempinho nem para engolir.
Dessa vez, nĂŁo houve discussĂŁo com o seu corpo, precisou se levantar Ă s pressas e tossir copiosamente para compensar o tempo em que esqueceu-se de respirar. O pouco do esperma que nĂŁo havia descido completamente pela sua garganta escorria no canto da boca.
A falta de ar ainda nublava os seus olhos assim que tentou olhar para o seu namorado outra vez e, mesmo desorientada, nĂŁo era difĂcil notar que ainda tinha muita frustração para vocĂȘ engolir.
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.⊠Ęâ ââ notas: enquanto o spirit tĂĄ de gracinha, resolvi fazer uma coisinha pra matar a minha fome e me consolar pelo jogo tenebroso de hoje.
.⊠Ęâ ââ avisos: smut, conteĂșdo adulto (+18), dirty talk, oral masc, size kink, dupla penetração oral, spit kink, diminutivos, sexo desprotegido, creampie e um pouquinho de degradação. (Jobe & Jude Bellingham x leitora)
â Calminha ai, garota, quer se sufocar de novo? â O riso nasal esbanjado por Jobe, soa quase escarnecedor perante o corpinho prostrado diante dele. VocĂȘ insistia naquele joguinho inĂștil de âabocanhada duplaâ hĂĄ o quĂȘ? Dois? TrĂȘs minutos? E, nada!
Aparentemente, nĂŁo importava o quanto se esforçasse, nĂŁo importava o quanto teimasse, os irmĂŁos Bellingham eram dotados demais para caberem em tĂŁo pouco espaço oferecido por vocĂȘ. Sabia disso, mas era ridiculamente teimosa.
â Aqui, lindinha, aqui⊠â Cuidadoso, recolhe parte do lĂquido viscoso com o dedo, levando diretamente para sua boquinha que o engole com um desejo emaranhado no estĂŽmago. Isso vocĂȘ sabia diferenciar bem. Jobe tinha a porra mais docinha, grossa e espessa. Jude era salgado, quase impossĂvel de engolir. Mas, queria sentir-se cheia, devidamente esturricada de seus Bellinghamâs, entĂŁo tratou de engolir tudo e sem birra.
Com um sorriso satisfeito nos lĂĄbios, o mais novo a recolhe do chĂŁo da lancha, toda sujinha e degradada de porra e saliva, no entanto, de barriguinha completamente cheia. Coloca-a sobre o sofĂĄ confortĂĄvel e sela a sua tĂȘmpora Ășmida de suor.