pairing: han jisung x leitora | gĂȘnero: fake texts + smut | avisos: sexo semi pĂșblico (na casa da ĂĄrvore), switch jisung e switch leitora (?), jisung com medo do sogro, sexo oral (em ambos), penetração, um pouquinho de degradação (se vocĂȘ desejar muito), 90% putaria, jisung xinga bastante, sexo sem proteção (mas ele nĂŁo goza dentro) | apelidos: jagi, mĂŽ, sungie | parte escrita depois dos fake texts!!!
moon notes: acho que sou pĂ©ssima nos avisos, entĂŁo se eu esqueci algo importante, nĂŁo deixem de me falar!!! ainda nĂŁo fiquei 100% satisfeita com a minha escrita, mas essa jĂĄ tava nos meus rascunhos a um tempinho e eu fiquei ansiosa pra compartilhar com vocĂȘs. (e essas fotos do jisung tambĂ©m me deram um empurrĂŁozinho). era pra ter ficado menor, mas me empolguei um pouco hihi boa leitura!!!
observa o garoto andar em passos cuidadosos demais pela grama do quintal, os dedos ansiosos brincando entre si e o lĂĄbio inferior entre os dentinhos avantajados. estava ansioso. a casa inteira em silĂȘncio devido Ă madrugada tranquila entregando que todos ali estavam dormindo a bastante tempo e vocĂȘ agradece mentalmente por todos da sua famĂlia terem um sono pesado. vocĂȘ usaria isso ao seu favor.
jisung nĂŁo costumava xingar no dia a dia, seus pais sempre elogiavam o bom comportamento do garoto, era um futuro genro exemplar. mas o que eles nĂŁo sabiam era que ele tinha uma boquinha bem suja quando estava com o pau enterrado na sua garganta.
âporra porra, ahââ as mĂŁos trĂȘmulas de seu namorado apertam seus fios bagunçados como uma forma de se ancorarem e de ter certeza de que ele nĂŁo estava sonhando, ficaria extremamente envergonhado se tivesse um sonho erĂłtico com vocĂȘ e acordar duro enquanto dormia no mesmo quarto que o seu irmĂŁozinho. bem, considerando o tempo em que estava sem te tocar, as ereçÔes matinais estavam ainda mais difĂceis de esconder, de qualquer forma.
sabia que ele estava dando o mĂĄximo de si para nĂŁo fazer muito barulho, mas os olhinhos fechados com força, as sobrancelhas franzidas e os choramingos manhosos que saĂam dos lĂĄbios carnudinhos de seu namorado entregavam o quĂŁo perto ele estava de gozar. vocĂȘ lia as reaçÔes dele como seu livro favorito.
âjagi, caceteâŠâ as palavras saĂam como sussurros quebrados entre os arfares, os fios castanhos jĂĄ colados na testa bronzeada do garoto. âporra, eu vou gozar. n-nĂŁo para, por favorâŠâ
vocĂȘ seria completamente maluca de parar naquele momento e perder a expressĂŁo do maior se retorcendo em completo prazer enquanto forçava o quadril contra o seu rosto e resmungava um âporra, porra, porraâŠâ em um fio de voz, esporrando diretamente na sua garganta e quase te fazendo engasgar com o quĂŁo profundo ele estava. as pernas torneadas traindo o equilĂbrio do moreno e o obrigando a soltar seu rosto para apoiar as mĂŁos no mĂłvel atrĂĄs de si, o caralho levemente flĂĄcido escorregando para fora de sua boca em um âpop!â quase pornogrĂĄfico, soluçando entre a respiração ofegante enquanto vocĂȘ tambĂ©m recuperava o ar.
âporra, jagi⊠vocĂȘ tĂĄ tĂŁo molhadaâŠâ as palavras escorregam dos lĂĄbios rosados de jisung como se ele admirasse a pintura mais bela de um museu, os dedos espalhando seu melzinho por seus lĂĄbios Ăntimos e fazendo uma pequena bagunça de fluidos, que ele limpa com a lĂngua quente logo em seguida. ou suja mais ainda.
aquele garoto era alucinado com o seu gosto. da sua boca, da sua pele. mas o preferido era da sua buceta molhada, poderia se deliciar por horas afinco sem se cansar. como um garoto esfomeado deliciando seu prato favorito. vocĂȘ.
ânĂŁo sei como consegui passar todos esses dias sem tocar essa bucetinha lindaâŠâ ele lambia seu pontinho de nervos como um gatinho tomando leite, a lĂngua vermelhinha brilhando com a saliva e sua lubrificação. âpensava em vocĂȘ todos os segundos de todos os dias, jagi⊠mas seu pai nĂŁo largava do meu pĂ©âŠâ
seus gemidos manhosos se misturavam aos barulhinhos molhados da boquinha quente e habilidosa de seu namorado, seus dedinhos entrelaçados nos fios castanhos dele provocando arrepios deliciosos no couro cabeludo sensĂvel.
âe aquele cacete de biquininho minĂșsculo que vocĂȘ usou ontem na piscina⊠puta merda, amorâŠâ ele resmunga contra sua buceta, esfregando dois dedos naquela bagunça de fluidos para penetrĂĄ-los devagarinho em seu buraquinho melado. o lĂĄbio inferior vermelhinho preso entre os dentinhos avantajados, assim como as orbes grandes de jabuticaba admirando cada reação sua, entregavam como o garoto te adorava. como uma deusa. em sua exibição particular.
âsungieâŠâ vocĂȘ choraminga, absurdamente afetada pelos devaneios interminĂĄveis do garoto, rebolando desesperada contra os dedos compridos. esse jeitinho dele sempre te tirava do eixo. âusa a porra.. ah!- da sua bocaâ e ele sabia que vocĂȘ o calaria com a buceta, se pudesse, o que o faz soltar uma risadinha antes de mordiscar levemente seu clĂtoris, voltando a se lambuzar com o seu melzinho depois. estava no paraĂso.
seu orgasmo chega sem aviso, os dias seguidos na casa de seus pais, privada de qualquer toque mais Ăntimo, a deixa ainda mais sensĂvel que o de costume. seu corpo inteiro treme em cima da poltrona de couro, as pernas que antes descansavam nos ombros de jisung agora o abraçavam e o puxavam para mais perto, em um pedido silencioso para prolongar o seu ĂĄpice, agarrando os braços da poltrona com as mĂŁozinhas suadas e trĂȘmulas e revirando os olhinhos em completo ĂȘxtase.
âshhh! s-seu pai vai me matar se descobrir a gente aqui!â a palma grande pressionando em seus lĂĄbios te arranca uma risadinha sapeca, seu corpo saltando para frente a cada estocada de jisung em sua buceta encharcada te fazendo choramingar em prazer.
vocĂȘ tira a mĂŁo grande de sua boca para descĂȘ-la atĂ© seu pescoço, gostava de quando seu namorado apertava ali enquanto te fodia como uma puta e sorri quando o seu pedido Ă© correspondido.
âeles estĂŁo bĂȘbados demais pra- ah!- acordarem por nossa c-causa, relaxaâ conseguiam observar a casa pela janela: as luzes totalmente apagadas e o silĂȘncio absoluto enfatizavam o que vocĂȘ havia dito. nĂŁo tinham com o que se preocupar.
suas mãos voltam a apertar o batente da janela à sua frente para te dar mais apoio, os nós dos seus dedos branquinhos devido à força aplicada.
jisung nĂŁo estava diferente. escondia o rosto em seu pescoço quando os gemidos rouquinhos se faziam difĂceis de conter, os dedos compridos apertando a carne da sua cintura a ponto de deixar marcas. sabia que a tarefa de nĂŁo serem notados era arriscada. e isso deixava tudo ainda melhor.
vocĂȘ sente o coração errar uma batida assim que a luz da cozinha Ă© acesa, nĂŁo precisava fitar seu namorado para saber que os olhos castanhos estavam arregalados, pela forma como o quadril alheio perdeu o ritmo devido ao susto. sente a palma grande contra sua boca instintivamente, em uma tentativa de abafar seus gemidos mais uma vez, porĂ©m havia esquecido que seu namorado era um filho da puta o suficiente para aproveitar a situação e socar o caralho grosso em sua bucetinha com mais rapidez, te fazendo choramingar abafado e se empinar mais pra ele.
âninfeta safada do caralhoâ a voz masculina soava ainda mais rouquinha dessa vez, sabia que os olhos alheios brilhavam com tanta luxĂșria quanto os seus e a adrenalina de possivelmente serem pegos no flagra fazia seu melzinho escorrer pelas bolas carregadas de jisung. âseu pai quase descobrir que a princesinha dele tĂĄ pedindo por pau na casa da ĂĄrvore que ele construiu te deixa mais excitada, Ă©?â os olhos atentos se mantinham fixos no sogro a vĂĄrios metros de distĂąncia, a aparĂȘncia sonolenta e os fios desgrenhados enquanto enchia um copo com ĂĄgua entregava que ele estava completamente alheio ao que estava acontecendo em cima da ĂĄrvore do quintal.
âs-sungie, eu vou gozarâŠâ vocĂȘ choraminga cheia de manha contra a palma grande, rebolando desesperada contra a pica melada. a luz acesa da cozinha jĂĄ sendo esquecida por vocĂȘ, devido ao orgasmo tĂŁo prĂłximo.
âvocĂȘ Ă© inacreditĂĄvel, puta merdaâ ele ri baixinho, mordendo o prĂłprio lĂĄbio com os dentinhos avantajados e mete certeiro em seu pontinho mĂĄgico vĂĄrias e vĂĄrias vezes, fazendo seus olhinhos revirarem. âpode gozar, mĂŽ. ele jĂĄ foi emboraâ
foi o suficiente para vocĂȘ finalmente deixar o orgasmo tomar conta do seu corpo, estremecendo contra o peitoral de jisung e segurando firme no batente da janela. sentiu o quadril errĂĄdico prolongar seu orgasmo com mais algumas estocadas, mas sabia que ele nĂŁo estava longe de gozar tambĂ©m.
âjagi⊠o-onde?â ele pergunta sĂŽfrego, tentando ao mĂĄximo durar por mais alguns segundinhos, jĂĄ que estavam sem camisinha. vocĂȘ nĂŁo perdeu tempo em se abaixar, descendo as mĂŁos pelo abdĂŽmen durinho de seu namorado e o respondendo silenciosamente.
âputa que pariu, ___â as palavras de jisung saĂram carregadas quando ele te viu abrir a boca e colocar a lĂngua rosada para fora, pedindo para levar porra de uma forma tĂŁo descarada. o gozo quentinho encheu sua boca da melhor forma possĂvel, jisung sempre fazia a melhor carinha de prazer quando estava gozando e vocĂȘ assistia devota. hipnotizada.
ele desperta do orgasmo forte ao sentir seus lĂĄbios no pedacinho da tatuagem da costela que escapava por baixo da camisa, vocĂȘ nunca perdia a oportunidade de beijar cada uma delas com adoração, roçando as pontinhas dos dedos no abdĂŽmen do namorado.
âlevanta, vemâŠâ ele te ajuda a se colocar de pĂ©, erguendo seu rostinho na direção do dele e sela seus lĂĄbios algumas vezes, com calma dessa vez âdeixa eu te encher de beijos pra aguentar mais alguns dias na mira do teu paiâ resmunga contra seus lĂĄbios, jĂĄ prevendo os olhares desconfiados do sogro a cada segundo.
vocĂȘ nĂŁo conteve uma risadinha com o jeitinho manhoso pĂłs-orgasmo de jisung, sempre ficava ainda mais caidinha por ele nesses momentos.
âtĂĄ tudo bem, sungie⊠qualquer coisa a gente foge de novo pro nosso cantinhoâ
tcharammm! âč àŁȘ Ë espero que tenham gostado! nĂŁo esqueçam de interagir com o post!!! lembrando que minha ask tĂĄ aberta pra qualquer surto/ideia ᄫᥠbeijosssssss đà§