Passei esses últimos dias lendo as respostas de vocês, refletindo sobre as sugestões que deram, assim como, também, pesando minhas responsabilidades enquanto moderadora (e player, claro). Muitos de vocês comentaram sobre um ponto específico, e que eu concordo plenamente. Moderar sozinha não é o ideal.
Ainda mais quando eu sei com certeza que, apesar de tirar um tempo para focar na moderação da comunidade, não tenho como estar 100% do tempo aqui. Por isso, assim como muitos sugeriram, e eu concordo novamente: fechar a comunidade é a decisão mais acertiva a se fazer, infelizmente.
Não vou prometer uma data de reabertura, ou até mesmo um prazo de retorno, posso apenas dizer que talvez venha aí, algum dia. Quem me conhece em OOC sabe que eu tenho um “período específico” que tende a ser conturbado no trabalho, então, eu não terei férias. No máximo um recesso curto, e enfim, esse é apenas um comentário aleatório e explicativo sobre o motivo pelo qual eu não posso prometer uma coisa que, talvez, eu não seja capaz de cumprir.
Sobre o reboot da comunidade, já estava sendo planejado sim, só que sozinha eu não teria como parar, focar e organizar TUDO, por isso terá de ficar para mais adiante; agradeço de coração àqueles que vieram falar comigo, para todos aqueles que tiraram um tempinho para comentar/sugerir melhorias da comunidade, e principalmente, agradeço a todos que fizeram parte da Yuheung.
Muito obrigada para todos aqueles que ficaram e resistiram comigo até o último segundo. Vocês são o motivo de eu ter insistido tanto aqui.
É com muito pesar que eu declaro o fechamento da comunidade, depois de tantos contratempos e adversidade.
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Nome completo: KI EUNAE
Data de Nascimento: 21 de fevereiro de 1995 - 25 anos
Local de Nascimento: Busan, Coréia do Sul
Faceclaim: Kim Bora, atriz
User: @YH95EN
Label: YOU CAN CALL ME QUEEN B(ULLSHIT)
Morador há quanto tempo? 15 ANOS
Ocupação: Atendente diurna na NEXT LEVEL.
Personalidade: ADAPTÁVEL - INSENSÍVEL
Gangue: Sim, Daebus.
Biografia:
[ TW: Referência a aborto, abandono, síndromes de personalidade e tortura. ]
EunAe era filha de um casal um tanto quanto rico, que faziam questão de manter um certo padrão de vida e sustentar uma aparência de família perfeita e feliz. Porém, o nascimento da menina conturbou essa aparência, uma vez que a gravidez foi indesejada e desde que descobriram nenhum de seus pais soube como lidar com a notícia. A princípio a vontade de sua mãe era de realizar o aborto, mas por insistência do pai de que uma criança poderia ser bom para sua aparência na comunidade, os dois decidiram ir em frente com a gravidez, de qualquer maneira, nenhum conseguiu desenvolver nenhum afeto verdadeiro pela menina.
Nesse ambiente, desde pequena, Eunae já mostrava sintomas de distúrbio de personalidade antissocial, porém, como esse diagnóstico só pode ser de fato realizado depois dos dezoito anos, Eunae foi diagnosticada inicialmente, assim que completou seus 8 anos, com transtorno de conduta. Desde os primeiros atos e gestos consciêntes de fato da menina, seus pais notaram que ela tinha hábito de contar mentiras, não sabia tolerar as pequenas frustações do dia a dia, realizava maldades com as crianças da escola, o que resultou em inúmeras expulsões, e a menina nem ao menos sentia culpa, remorso ou constangimento por esse tipo de atitude. Além disso, Eunae tinha o hábito de se portar de maneira desafiadora frente as seus professores e pais e parecia se importar só consigo mesma.
Somando essas atitudes "estranhas" com a falta de afeto da parte dos pais, um ano após o diagnóstico de EunAe, os dois decidiram que não aguentavam mais lidar com aquela situação, e abandonaram a menina. Em um acidente de carro forjado, pagando as pessoas necessárias, o casal fingiu a morte da menina, que foi anunciada na mídia e entre seus amigos, e a abandonaram no bairro de Yuheung.
A menina não entendeu muito bem o que aconteceu, sendo nova demais para ter a consciência de que havia sido abandonada. Um ano se passou enquanto ela lutava para sobreviver, sozinha e tão jovem nas ruas daquele bairro em que não conhecia ninguém. Sempre que via adultos vindo em sua direção acreditava que finalmente eram seus pais indo buscá-la, mas isso de fato nunca aconteceu. Durante esse ano a menina foi obrigada a roupar diversas vezes e a aprender a se esconder para sobreviver em meio àquele ambiente.
Foi quando tinha seus dez anos que a menina por coincidência e falta de informação tentou furtar de um integrante da gangue Daebu. É claro que, com sua idade, ela nem sabia direito o que era aquilo. Vez ou outra ouvia aquela palavra saindo das bocas de pessoas pelas ruas mas a única coisa que sabia é que não deveria causar problemas para esses tipos de pessoas. Mesmo assim, sem saber mais informações, era inevitável que eventualmente isso acontecesse. Para sorte de Eunae, o homem em questão se sensibilizou com a sua condição e a "adotou". Desde então, a menina voltou a frequentar a escola sob a tutela do senhor Ki, recebeu um novo nome dado por ele, já que ela não se lembrava mais do seu próprio, aprendeu tudo o que precisava saber para ser uma integrante da gangue, e foi tratada como uma filha por esse homem, que até hoje mantém essa relação.
Aos 19 anos, Eunae se tornou oficialmente uma integrante dos Daebus. Seu papel era o de cobrar dinheiro daqueles que deviam para a gangue, já que por sua personalidade antissocial a menina era muito boa em realizar pequenas torturas. Entretanto, junto com esse treinamento, o Sr. Ki também ensinou para ela como esconder perfeitamente sua verdadeira natureza, e por isso, aos olhos de todos os cidadãos comuns de Yuheung, Eunae é apenas uma jovem adorável, doce e gentil, que está sempre sorrindo e fazendo brincadeiras por ai, ela é bem conhecida principalmente por aqueles que frequentas a NEXT LEVEL, onde a jovem mantém uma relação extremamente amigável com os clientes. As únicas pessoas que sabem de sua verdadeira natureza são aqueles que convivem com ela em seu outro ambiente, a gangue Daebus.
Trívia:
A opção de ser atendente na next level como seu trabalho de "disfarce" partiu do real interesse de Eunae por jogos e animes, sendo esse universo uma das pouquíssimas coisas que consegues realmente despertar emoções na menina.
Eunae não gosta muito de animais pois não consegue entender como as pessoas tem sentimentos tão fortes por eles, por isso, finge ser alérgica a eles para que possa manter distância sem que a critiquem por isso.
Durante a escola, fazia coisas que costumavam magoar as pessoas ao seu redor e nunca conseguia entender por que as pessoas reagiam da maneira como reagiam.
Eunae estudou em várias escolas e foi expulsa da maioria até que finalmente desistiu de estudar aos 16 anos.
A menina é quase que uma expert em torturas mas consegue disfarçar muito bem sua verdadeira personalidade.
Nome completo: LEE “JINX” HEEJIN
Data de Nascimento: 20 de janeiro de 1997 - 23 anos
Local de Nascimento: Busan, Coréia do Sul.
Faceclaim: Jennie Kim, BLACKPINK.
User: @YH97JX
Label: MISS NOTHING
Morador há quanto tempo? 20 ANOS
Ocupação: Atendente de madrugada no Next Level.
Personalidade: EXTROVERTIDA - MENTIROSA
Gangue: N/A
Biografia:
Heejin cresceu praticamente nas ruas, vinda de uma família que nunca teve muito para começo de história. Seu pai, um simples trabalhador braçal de uma montadora de carros, viciado em jogos e com pouca paciência para os filhos. Já sua mãe nunca teve um emprego fixo, se ocupando com qualquer bico que conseguia encontrar e, nos olhos de Heejin, uma verdadeira guerreira por aguentar o marido.
A maior parte do salário do pai se perdia nas mesas de jogos e o resto que sobrava era usado para comprar cigarros e cervejas, e ai de alguém reclamasse dos hábitos do homem. Por esse motivo, Heejin começou desde cedo a ajudar nas finanças da família, trabalhando como babá dos vizinhos ou então ajudando na mercearia que ficava na esquina de casa.
Quando não estava ocupada com escola ou trabalho, Heejin passava seu tempo nas ruas. Para ela qualquer desculpa para ficar longe de casa era válida. Uma garota de sorrisos fáceis e uma lábia divertida, ela fez amizade com os mais diversos tipos de pessoas, fossem elas moradores, trabalhadores ou aqueles envolvidos com gangues.
erto dia, Heejin chegou em casa recebendo a notícia de que seu pai havia ido embora, notícia que a garota certamente teria comemorado se o homem não tivesse deixado para trás sua dívida. Ela sabia que seu pai pedia dinheiro emprestado para manter seus vícios, ela só não sabia que era de uma gangue e agora as consequências recaiam sobre ela e sua mãe. Heejin assumiu a responsabilidade de pagar a dívida, alegando que a mãe já tinha aguentado o suficiente vindo do homem.
Trívia:
Ela ganhou a apelido de Jinx de um amigo de escola, mas ela nunca jogou League of Legends. Aceitou o apelido porque não acha que seu nome combine com ela.
Durante sua adolescência ela cometia pequenos furtos.
Se considera uma ótima mentirosa e mentir é seu passatempo favorito.
Oi! Tenho muito interesse no rp, mas me preocupa que talvez eu não consiga cumprir a atividade mínima... A atividade que vocês contam é só responder turnos? Ou twittar alguma coisa/dar um oi no discord já conta?
Oi meu bem!
Talvez você não tenha costume ao RP no twitter? Mas eu explico! A atividade tem mais a ver com interação mesmo!
O período de inatividade é de 5 dias, porque vale sim, dar uma aparecida no twitter para postar algo/responder alguém.
Turnos, normalmente, são jogados ou respondidos na DM, ou então por algum meio de preferência para postar na TL, como Google Docs, carrd ou até mesmo o próprio tumblr!
Então, quanto à inatividade, não se preocupe tanto. Como é final de ano percebi que deu uma “aquietada” na tl, e alguns personagens estão em hiatus, então sempre pode conversar comigo na DM ou aqui pelas mensagens no tumblr mesmo! Vou ficar feliz em ajudar.
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Nome completo: FUJI ONO
Data de Nascimento: 30 de janeiro de 1995 - 25 anos
Local de Nascimento: Tóquio, Japão
Faceclaim: Hikaru Ota, modelo
User: @YH95FO
Label: MATERIAL BOY
Morador há quanto tempo? 21 ANOS
Ocupação: Segurança, Sin City
Personalidade: ESPIRITUOSO - MATERIALISTA
Gangue: N/A
Biografia:
Pouco se lembra de sua vida no Japão, aos quatros anos sua família decidiu se mudar de uma casa simples no subúrbio de Tóquio para Coreia do Sul, mais especificamente em Busan, uma cidade litorânea agradável. Tirando a dificuldade com o aprendizado de uma nova língua, o pequeno Fuji nunca teve do que reclamar, o pai era atencioso, gostava de lhe ensinar coisas e o mantinha sempre por perto, já a mãe era carinhosa e se dedicava ao máximo nos cuidados da casa e da família.
Devido à proximidade que tinham, passava muito tempo brincando na oficina que o Sr. Ono havia montado na garagem, local que usava para prestar serviços no bairro. Quando estava com seus carrinhos ou desenhando, pouco prestava atenção nas conversas dos adultos que passavam por ali ou nas malas que eram descarregadas e retiradas com frequência, sendo sempre trancadas em um quartinho por seu progenitor.
O tempo foi passando e a personalidade do rapaz se desenvolveu, começando a dar trabalho como qualquer pré-adolescente normal. Era corriqueiro aparecer com arranhões ou a roupa toda suja e seus pais já nem ligavam mais, pois sabiam que era coisa de garoto. Até que um dia, impulsionado por uma conversa que teve com os amigos, Fuji roubou o molho de chaves do pai e foi até o tal quartinho, indo bisbilhotar nas malas que já faziam parte do cotidiano daquela casa. Para a sua surpresa encontrou maços de dinheiro, armas, pacotes com comprimidos, ervas e “farinha”, entre outras coisas. Desnorteado, saiu correndo dali, devolveu as chaves para onde as havia roubado e tentou seguir sua vida como se nada tivesse acontecido, o que não fluiu muito bem. Logo os pais perceberam a mudança de comportamento do filho, que se tornou acoado e quase não saia do quarto.
Foi então que, em uma noite de verão, o Sr Ono entrou em seu quarto para conversar, e após relutar um pouco resolveu contar a ele sobre o que havia encontrado. O pai, entretanto, não ficou bravo e buscou contar da melhor forma sobre o que aquilo se tratava. E foi assim que descobriu que seu progenitor fazia parte de uma gangue chamada Kamikaze, e que não apenas ele mas a família toda era usada nesse esquema.
A gangue precisava movimentar grandes quantidades de cargas pelo bairro e que lugar melhor para escondê-la senão na garagem de uma família comum e feliz?
Ao contrário do que achou que iria sentir ao descobrir a verdade, Fuji ficou aliviado e tranquilo, afinal conhecia os homens que passavam por sua casa há anos e apesar de não terem a aparência mais amigável do mundo sempre o trataram bem, alguns chegando até a apadrinha-lo. E assim a vida seguiu, em sua normalidade anormal.
Já na adolescência o rapaz descobriu novos gostos, entre eles fumar e beber nos becos escondidos com os amigos, passar a tarde em fliperamas e namorar. Era comum ver Fuji com uma garota nova a cada mês, mesmo com a má fama que possuía na escola de ser mulherengo, o bom humor e a lábia somada a sua aparência faziam com que sempre encontrasse cartinhas de declaração em seu armário ou no meio de seus livros.
O jovem quase não parava em casa e por consequência começou a precisar cada vez de mais dinheiro, o pai por sua vez se recusava a dar e também era contra a entrada do filho na gangue, afinal ele se arriscava daquela forma justamente para que ele pudesse ter um futuro melhor. Foi então que decidiu entrar em contato com um “tio” a quem tinha muita confiança e pediu para começar a traficar escondido de sua família. Após muita insistência o homem o colocou no esquema, mas sem o ingressar na Kamikaze, assim não correria risco de sua família descobrir que estava bandeando para o mal caminho.
Alguns anos se passaram e o rapaz havia começado a tomar gosto de seu trabalho, ou melhor, dos prazeres que ele lhe proporcionava. Andava bem vestido, fazia academia, sustentava seus vícios e tinha conseguido comprar sua moto. Dizia aos pais que trabalhava em um restaurante na orla da praia de Haeundae e que havia sido promovido a gerente, dessa forma não era aborrecido com cobranças para entrar na faculdade e nem gerava maiores desconfianças. E foi justamente quando estava em seu auge que recebeu um telefonema, descobrindo que o “tio” havia sido preso e torturado brutalmente para que desse nomes à polícia. O choque e o medo de ser delatado tomaram o rapaz de tal forma que se afastou do trabalho de imediato, passando a andar na linha (pelo menos por algum tempo).
Atualmente trabalha como segurança na Sin City e está bastante satisfeito com a vida que leva, mesmo que não se compare com a vida mais abastada que levava na época do tráfico.
O ano é 2020, mas tem muita gente que ainda está preso no tempo, certo?
Por exemplo, se você abrir o seu guarda-roupas hoje, tem certeza de que não vamos encontrar uma calça boca de sino bem lá no fundo?
E aquelas camisas coloridas que ninguém gosta de admitir, mas já usou sim, e hoje em dia finge que não só para não levantar suspeitas.
Ou até mesmo, voltando um pouquinho mais, você está mais para John Travolta em Embalos de Sábado a Noite, ou Nos Tempos da Brilhantina?
Independente de qual o seu John Travolta do momento, não temos como negar que essa viagem mental no tempo foi de uma época a se recordar com um sorrisinho vez ou outra; seja o sorriso de vergonha alheia e cringe, ou genuína felicidade.
Pensando nisso a UP & DOWN, patrocinadora da vez, decidiu abrir as suas portas para um especial RETRÔ, com direito a um show da Black Stones! Quer coisa melhor do que um retrô EMO?
Se você vai desenterrar a sua boca de sino, ou a franjinha dos anos 2000, não sabemos ainda, mas pode de tudo! O importante é se juntar a nós nessa viagem no tempo!
Cá entre nós? Marty McFly could never.
NOTAS OOC:
A ideia do evento é, principalmente, dar uma agitada e uma distraída dessa época corrida que tá sendo o fim de ano.
A festa será no dia 05/12, sábado no servidor da Up&Down no Discord;
O show de abertura será às 21h com a Black Stones, enquanto a festa em si, começará às 22h;
O link do Discord será disponibilizado no dia da festa, próximo do horário de início do show!
Nome completo: JUNG MARO
Data de Nascimento: 12 de abril de 1998 - 22 anos
Local de Nascimento: Busan, Coréia do Sul
Faceclaim: Kim Hongjoong - ATEEZ
User: @YH98MR
Label: THE X
Morador há quanto tempo? 22 ANOS
Ocupação: Atendente de meio período na YES24 (sebo/livraria em busanjin-gu), estudante de direito na Busan National University.
Personalidade: INDEPENDENTE - RETICENTE
Gangue: Sim, Kamikaze.
Biografia:
[TW: Menção a suicídio e morte, negligência, atividades ilícitas, menção a armas de fogo.]
Jung Maro é o filho bastardo de um influente político sul-coreano. O pai negou totalmente aquela criança, a deixando aos cuidados da mãe, a amorosa Jung Jiyeon. Jiyeon nunca teve boas condições financeiras, mas se esforçava todos os dias para dar o necessário para o filho sem qualquer ajuda do homem que os virou as costas; seu trabalho numa fábrica de grande nome sugou completamente sua juventude e sua saúde já que, apesar da fama, tratava seus funcionários com total desdém. Isso resultou num grave acidente de trabalho que apesar de não ter gerado consequências imediatas, fez com que a mulher sofresse por vários meses com uma intoxicação por chumbo, algum tempo depois ficando tão debilitada que mal conseguia levantar da cama.
Por um bom tempo lutaram na justiça por algum posicionamento da empresa responsável ou alguma indenização, mas nada veio. Uma briga judicial incansável começou, mas Maro não podia ficar parado, começando a trabalhar em alguns empregos para arcar com o tratamento da mãe e suas próprias necessidades, não deixando também de estudar incansavelmente com a esperança de dar um futuro melhor para ambos.
Mesmo com os esforços do garoto, a quantidade de remédios e o tratamento somavam uma quantia exorbitante da qual Maro não conseguia dar conta. Fez diversas dívidas, principalmente com quem não deveria, no fim, devendo tanto dinheiro que nem ousava pensar no montante. Se via num beco sem saída, sem dinheiro e sem ter a quem pedir, viu a mãe sucumbir à própria doença e algumas semanas depois, morrer.
Seu mundo simplesmente desabou, o luto somado às dívidas e à exaustão por trabalhar sem parar o fizeram entrar em colapso, quebrado o suficiente para pensar em dar fim à própria vida, mas esse sentimento logo foi substituído pelo ódio e pelo desejo de vingança. O pai, os poderosos daquela empresa, a classe mais abastada só parecia lhe trazer problemas e Maro logo sentia a urgência de destruir cada trono liderado por cada um que fez a si e sua mãe sofrerem.
Em busca de algo que o ajudasse a pelo menos pagar o aluguel de um lugar melhor, saiu à procura de qualquer emprego que pagasse um pouco mais que os bicos que fazia por aí ao mesmo tempo em que fazia o possível para fugir dos olhos de seus cobradores. Foi nesse período que se envolveu com os Kamikaze, conseguindo alguns trabalhos pequenos que, apesar de ilegais, pagavam suas contas e, sua mãe que o perdoasse por esse desvio de conduta, mas não conseguiria se manter nesse mundo seguindo regras. Ninguém parecia muito interessado em seu passado ou sua vida e isso era ótimo já que Maro era uma incógnita e mal falava de sua vida.
No entanto, ele não queria se recostar apenas nisso e continuou estudando incansavelmente até conseguir entrar na Busan National University para o curso de direito, querendo algum embasamento para lidar com a empresa responsável pela morte de sua mãe.
Pouco tempo depois, com alguma ajuda conseguiu um emprego de meio período na YES24, um sebo em busanjin-gu que o pagava o suficiente para arcar com algumas despesas da faculdade e moradia, essa, um apartamento mediano num prédio velho em Yuheung. Era pequeno, mas era barato e confortável para uma pessoa só, sendo até bem cuidado para o preço.
Tem uma personalidade bastante tranquila, tentando ser gentil com a maioria das pessoas, mas tudo isso sem qualquer profundidade já que tem um enorme problema em criar laços intrínsecos com qualquer pessoa. As feições delicadas e até frágeis que puxou da mãe o ajudam a manter a discrição já que, aparentemente, ninguém desconfiaria que aquele garoto fazia parte da Kamikaze.
Aprendeu nas ruas, muito antes de fazer parte da gangue, que não deveria confiar em ninguém e isso só foi reforçado ao precisar trabalhar no lado obscuro de Busan. Por isso, dificilmente deixa alguém se aproximar demais e evita responder muitas perguntas sobre sua vida. Aprendeu principalmente a ser violento quando precisava, fazendo o possível para que ninguém interferisse em seu ganha-pão e nem criasse problemas.
Trívia:
Aprendeu a atirar logo que passou a se envolver com o meio ilegal, tendo dois revólveres de ""estimação"", usa apenas para a própria proteção.
É uma pessoa muito caseira, quando não está trabalhando ou estudando, está em casa passando o tempo com animes ou escrevendo, já que tem uma imaginação bem fértil e ama inventar histórias.
Não deixa ninguém entrar em seu apartamento, qualquer tipo de visita é estritamente proibida. Isso é tanto para a própria proteção quanto para não dar brechas de acharem algo que o entregue.
Odeia pessoas que resolvem as coisas com dinheiro e acham que tudo e todos podem ser etiquetados com um preço.
Apesar de sempre tentar ser gentil, não tem papas na língua e não vai hesitar em deixar claro que alguma atitude ou fala o incomodou ou ofendeu.
Sabe exatamente quem é seu pai já que a mãe nunca escondeu isso, sabendo até mesmo que tem um irmão mais velho. Usa de vantagem o fato de ambos não o conhecerem para tentar recolher o máximo de informações possíveis sobre a família.
É extremamente pontual e responsável.
É bastante vaidoso e gosta de usar roupas diferentes que podem causar algum estranhamento, mas o mesmo não liga, não é muito de dar satisfações às pessoas.
É completamente awkward para romance e acha tudo relacionado a isso completamente brega. (Tsundere af)
mod por favor não desanime!!!! o rp é ótimo, tente divulgar um pouquinho mais na tag para ver se da uma agitada maior ):
Oi meu amor!
A mod, infelizmente, também está em final de semestre e isso impactou bastante na presença dela por aqui.
Sinto muito por isso, não foi a minha intenção sumir, nem abandonar a comunidade, então, não precisa ficar com isso na cabeça porque o mal aqui não é desânimo, mas sim, a universidade.
Quanto às promos, eu fiz alguns posts que já são mais antigos, mas estou pensando em fazer novos também!!!!! Realmente a tl anda beeeeem murchinha, ainda não sei exatamente o que fazer quanto a isso, porém, entretanto e todavia, passando essa loucura de fim de semestre, quem sabe as coisas não dão uma animada?
Tanto aqui do meu lado, quanto do lado de vocês.
Lembrando que eu estou sempre aberta a ouvir de vocês, seja sobre sugestões de vocês para animar as coisas, reclamações, críticas, enfim. Qualquer coisa!
Não hesitem em falar comigo, sempre que acharem necessário!
Nome completo: KWON JAEBUM
Data de Nascimento: 16 de janeiro de 1996 - 24 anos
Local de Nascimento: Busan, Coréia do Sul
Faceclaim: Kim Jongin, EXO
User: @YH96JB
Label: YOU CAN CALL ME PRINCE B(ULLSHIT)
Morador há quanto tempo? 1 ANO
Ocupação: Modelo e influencer.
Personalidade: SIMPÁTICO - ESTRESSADO
Gangue: N/A
Biografia:
Jaebum nasceu na Coreia do Sul numa casa afastada, já no fim da cidade, próxima de vegetações e de pouco movimento. Morou naquele casebre até o pai falecer por conta do problema que tinha com álcool. Dali sua mãe arrumou as malas e levou o garoto, com cerca de 14 anos, para o Japão devido uma oferta certa de emprego.
Num país estranho e com uma mãe ausente por conta do trabalho o coreano cresceu praticamente dono do próprio nariz. Não esperava que as oportunidades surgissem, ele mesmo ia atrás. Trabalhou em vários bicos, desde carregador de caixas até entregador, e foi justamente como entregador que conheceu um olheiro de uma importante empresa sul coreana. Ele recebeu a proposta para ser trainee, mas com o foco em ser modelo - estava no auge dos seus 17 anos - e, sem olhar as linhas miúdas, assinou um contrato que o levou de volta para Coreia do Sul e que lhe tirou a liberdade.
Passou dos 17 aos 22 anos morando num dormitório estupidamente pequeno com cerca de 5 rapazes. Recebeu treinamento de todos os tipos: para ser modelo, ator, cantor e dançarino. Aquilo de longe moldou o rapaz a agir como um fantoche da empresa, justamente como eles queriam.
Quando o contrato estava acabando Jaebum recebeu a proposta de debutar como um idol e negou com todas as letras. Não era o que queria, estava cansado de não ter liberdade ou de ter treinos até onde o limite entre o que era desunamo ou não. Era um homem adulto e queria agir como tal, não como um boneco de uma empresa. Lógico que sua decisão lhe rendeu um belo de um problema: A empresa havia investido nele e agora queria o retorno. Enfim, o contrato acabou e lhe restou a dívida - estava ferrado.
Os anos se passaram e como um bom criador de oportunidades ele conseguiu se sair do problemão que tinha se metido. Trabalhou de domingo a domingo por tanto tempo que nem lembrava ao certo. Alternava entre pequenos trabalhos como modelo e recepcionista num hotel de luxo. Porém, após um desentendimento com o gerente acabou sendo despedido do emprego fixo.
No fim, quando já estava ferrado mais uma vez e próximo de ser expulso do kitnet que morava por falta de pagamento, uma fotógrafa renomada fotografou ele aleatoriamente com o olhar furioso nas margens do Rio Han e, como se o universo estivesse - finalmente - ajudando o rapaz, a foto e, consequentemente, ele fez um tremendo sucesso. Dali por diante Jaebum foi esperto para tentar tirar o máximo proveito da situação. Virou um influencer, conseguiu parcerias e, com sua beleza inquestionável, os convites para ser modelo vieram aos montes.
Atualmente mora em Yuheung por necessidade de vivenciar o que aquele bairro lhe oferece de melhor: liberdade. Durante o dia a câmera do celular grava somente o que é necessário para que suas seguidoras continuem pensando que ele é, sem dúvidas, o rapaz perfeito. Porém, quando os stories param e ele se aventura na noite agitada do bairro é que a verdadeira face de Jaebum aparece. Não existe nada de perfeito no que ele faz longe das câmeras. Assim como era na empresa, JB, como é apelidado pelas fãs, é apenas um impostor com uma imagem de bom moço.
Trívia:
JB está começando a ter problemas com álcool, assim como seu pai. Ele luta contra isso porque pode acabar influenciando na sua imagem nas redes sociais e, claro, também pode afetar na sua carreira de modelo.
Apesar de não tem pudor algum quando se trata de viver Yuheung durante a noite, ele tem um coração molenga para romances.
Ele mora sozinho e divide o local com dois gatos: Kuma e Kai.
Seu maior medo é que em algum momento vaze algum vídeo dele fazendo alguma besteira. Ele sabe como os coreanos podem ferir com palavras.
Ele sabe do passado do bairro, mas não liga para as gangues e nem mexe com elas. Ignorar é a melhor forma que ele encontrou de lidar.
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Nome completo: JUNG SUNGHWAN
Data de Nascimento: 23 de dezembro de 1993 - 26 anos
Local de Nascimento: Busan, Coreia do Sul
Faceclaim: Taemin - SHINee
User: @YH93SH
Label: THE OMBROPHILE
Morador há quanto tempo? 27 ANOS
Ocupação: Doctorate student & assistant professor.
Personalidade: SÍNICO - ATENCIOSO
Gangue: N/A
Biografia:
Até os dias de hoje, Sunghwan não entendia como sua mãe pôde se casar como um homem feito seu pai. Mas entendia muito bem por que eles se separaram. Ele ressentia ambos — o pai por ser quem ele era, e a mãe por ter se afastado, apesar das tentativas de reaproximação.
O homem, um poderoso traficante em Busan, era indubitavelmente a pior pessoa que conhecia. Sua crueldade foi ao ponto de colocar os próprios filhos nos negócios ilegais, começando com simples entregas de mercadorias e evoluindo até cobranças de pagamentos, que por diversas vezes incluíam violência extrema.
Se rebelar não era uma opção fácil, e Sunghwan sabia bem disso. Diferente de seu irmão — nos seus olhos, o favorito do pai — já havia contestado diversas vezes as ordens do pai, a maioria delas resultando em cicatrizes espalhadas por seu corpo. Ele foi deixado sem escolhas. Sunghwan por um tempo acreditava ser incapaz de fazer coisas boas.
Um dos poucos resultados de ir contra as vontades do pai foi conseguir permissão para estudar um pouco mais. No fundo, esse desejo era apenas para que, um dia, pudesse escapar daquela realidade, mas conseguiu mascarar bem sob o pretexto de "expandir o mercado". Eventualmente, ele e seu irmão precisaram desenvolver um esquema próprio, ainda que sob as ordens do homem.
Sunghwan também aproximou-se novamente de sua mãe. A mulher descobriu que seu maior medo — perder os filhos naquele caminho — se realizou. Mas as conversas com ela o fizeram redescobrir sentimentos que já pensava não existirem mais. Sunghwan sabia que algum dia teria de se livrar daquilo tudo, mas não duvidava da capacidade do pai de matar os próprios filhos. Ele precisava se manter ali por mais um tempo, precisava ser forte. E entre noites de bebedeira e espancar devedores, Sunghwan dissipava sua raiva.
Nome completo: FRIDA CABRERA DE LA SOLEDAD Y PIÑÓN
Data de Nascimento: 09 de março de 1996 - 24 anos
Local de Nascimento: Cartagena, Colômbia
Faceclaim: Cierra Ramirez, Atriz
User: @YH96FC
Label: THE WASP
Morador há quanto tempo? 6 ANOS
Ocupação: INSTAGRAMMER
Personalidade: ESPERTA - IMPULSIVA
Gangue: N/A
Biografia:
Frida nasceu na Colômbia, em uma região que se dedicou exclusivamente à mineração de ouro. Nunca conheceu seu pai, e nem sua mãe ao certo, sabia quem ele era. Guadalupe Ortega era uma prostituta da região, que deixou outros quatro filhos aos cuidados dos avós, em Bogotá, para fazer algum dinheiro no meio das pepitas de ouro. No segundo ano de trabalho, Frida aconteceu e não recebeu muito amor da mulher que lhe pôs no mundo. Moravam num quartinho nos fundos do prostíbulo e a criança cresceu em meio aos mineradores e as garotas de programa. Era comum a menina ficar sentada no quintal, no escuro e com frio enquanto a mãe trabalhava para pôr alguma comida na boca da filha e roupas para a cobrir. Teve que crescer em um ambiente perturbador para uma jovem menina, e as poucas lembranças que tem do lugar onde passou sua infância e adolescência normalmente lhe vem durante a noite, em forma de pesadelos, alguns adultos lhe dando doces e moedas em troca de favores.
Um dia um rico empresário asiático apareceu na região. Comprara os direitos de minerar a terra e em uma de suas visitas, encontrou Frida, com seus dezoito anos recém completados, sentada na beira de um rio lavando suas roupas. A jovem chorava e seu estômago roncava. O estrangeiro cuidou dela daquele dia em diante. Tiveram um relacionamento durante as semanas em que permaneceu em solo colombiano. Se sentia uma princesa perto dele. E foi levada para a Coréia com ele. Era sua esposa. Com a ajuda de um bom advogado, conseguiram a união, mesmo que a latina ainda não tivesse documentação adequada, e nessa trocaram o sobrenome Ortega por algo mais… imponente. Assim nasceu Frida Cabrera de la Soledad y Piñón. Não sabia falar bem coreano, mas contava com a ajuda do seu marido. Estava finalmente no céu.
O marido não mediu esforços ou gastos para fazer de Frida a esposa dos sonhos. Não para os padrões asiáticos, mas como uma máscara de mulher culta, estudada e global. Lhe pagou aulas de coreano, chinês e japonês, as duas últimas o suficiente para que ela conseguisse manter o mínimo de uma conversa quando a levasse em jantares de negócios. Inglês foi uma língua que aprenderam naturalmente, juntos.
Com o passar dos anos o casamento de ambos foi esfriando e decidiram que seria a melhor saída abrir a relação para que pudessem se divertir e suprir as necessidades da carne. O casal aparecia em eventos sociais durante o dia e nas madrugadas de Yuheung participava das festas alternativas e escondidos naqueles cantos, encontravam companhia para a noite, numa cama qualquer de hotel. Frida é conhecida como Wasp, a vespa, tanto pelo formato do corpo quanto por ser uma mulher que está disposta a ferroar caso ser perturbada.
Trívia:
Sabe atirar, graças a um curso pago pelo marido.
É uma mulher inteligente, apesar de não parecer.
Não sabe nada da mãe e dos irmãos e prefere se manter afastada deles.
É instagrammer porque acha divertido ter seguidores e postar fotos o tempo todo.
Nome completo: BANG AHRI
Data de Nascimento: 31 de outubro de 1995 - 25 anos
Local de Nascimento: Busan, Coreia do Sul
Faceclaim: Lee Siyeon, DREAMCATCHER
User: @YH95BA
Label: THE LONELY WOLF
Morador há quanto tempo? 25 ANOS
Ocupação: Detetive na Delegacia de Polícia de Yuheung
Personalidade: GENTIL - TEIMOSA
Gangue: Sim, Daebu
Biografia:
Ahri nasceu e viveu como uma indigente até os seus 6 anos de vida; foi abandonada pelos pais ainda bebê, encontrada por um morador de rua que, sem ter nada nem para si mesmo, acabou acolhendo a pequena, dividindo o nada que tinha, com alguém que não tinha nada a oferecer de volta.
Desde muito nova Ahri se mostrou curiosa, interessada e muito esperta, por isso não foi estranho quando ela começou a falar muito cedo, andar e perambular pelas ruas, conhecendo Busan como se fosse a palma da própria mão. Tornou-se uma mão leve de primeira, ainda tão nova, mas que não passava dos limites; roubava quantias pequenas de dinheiro, apenas o suficiente para comer. Ou então, roubava doces aos quais não tinha o luxo de poder ter; ela não queria abusar da boa vontade daqueles que lhe acolheram, então tinha de se virar com o pouco que tinha.
O tempo passou e, mesmo com seu histórico de roubos pequenos, ela não teve como passar batido. E assim Ahri foi de encontro aos Daebus. À princípio, ela temeu estar em encrenca, mas quando foi acolhida com a promessa de finalmente ter um lar, não teve do que reclamar. Muito pelo contrário.
Não era a mesma coisa, como ter um pai e uma mãe, por isso sempre que questionada ela dizia ser apadrinhada, mas órfã. Os Daebus seriam a sua família à partir daquele momento. A ideia de nunca mais precisar roubar para se alimentar era promissora, assim como a promessa de estudos; curiosa como sempre foi, o interesse de Ahri pelo conhecimento se tornou cada vez maior com o passar do tempo. Foi assim que, ainda cumprindo sua parte para a gangue, ela obteve o direito de ir além.
Ainda na adolescência ela colocou como meta em sua vida poder ajudar as pessoas. Pessoas como ela. Ou até mesmo pessoas como aqueles que a acolheram quando era nada mais, nada menos, que um bebê de colo: iria em busca de justiça por aqueles que não tinham a quem recorrer. Ahri, com o incentivo da sua nova família, focou toda a sua energia e tempo em terminar os estudos e se formou em perícia forense. Ainda na faculdade começou a participar dos testes para se tornar policial, e não foi surpresa alguma quando ela conseguiu.
Ela nunca deixou os Daebus, afinal, eles sempre seriam a sua família, no entanto, seu dever como policial se tornou mais difícil com o passar do tempo. Ahri sempre soube que em algum momento de sua vida teria de fazer uma escolha difícil, a justiça ou sua família? A única coisa que a motivava, no entanto, era justamente o fato de que essa escolha não era necessária, ainda.
Trívia:
Ahri é órfã, nunca foi posta para adoção;
É extremamente curiosa, e gentil na mesma proporção;
Apesar de curiosa ela é extremamente reservada;
Ela é conhecida por ser insistente, não gosta da ideia de desistir;
Ahri é genuinamente boa, apesar das dificuldades que teve ao longo da vida, desde o seu nascimento, ela acredita cegamente na justiça e na bondade;
Quando falamos em Natal, qual o primeiro sentimento que nos vem à cabeça? Se você for religioso, talvez a primeira coisa que tenha vindo à sua cabeça é, pura e simplesmente, o nascimento de Jesus Cristo.
No entanto, em um sentido muito mais amplo e abrangente, NATAL pode ser tão simples quanto a definição do dicionário. Ou seja:
NATAL
adjetivo de dois gêneros
Relativo a nascimento; natalício.
Onde ocorreu o nascimento (de alguém ou de algo); natalício.
Considerando a posição em que Yuheung se encontra hoje, pode-se dizer que, para muitos, o bairro se tornou um símbolo de afeto e, consequentemente, reconciliação com o passado. Foi, quase literalmente, uma união em prol de um bem maior, por assim dizer.
Pensando nisso, algumas palavras podem ser atribuídas a Yuheung, tanto quanto ao Natal em si.
Amor;
Companheirismo;
Gentileza;
Reconciliação;
Entre outras.
Existem aqueles que nasceram entre nós, ou seja, nativos de Yuheung. No entanto, existem também aqueles que não são daqui, mas encontraram e fizeram de Yuheung, um lar.
Sendo assim, quais são as palavras ou sentimentos que você consegue pensar e associar tanto à Yuheung quanto ao Natal?
NOTAS OOC:
Para a nossa primeira TASK (finalmente veio aí!!!!) pensamos em unir sentimentos.
Assim, respondendo à pergunta chave da TASK, a ideia é que seus personagens elaborem, da forma que acharem melhor, sua demonstração de afeto, ou desafeto, tanto à data comemorativa quanto ao local onde vivem atualmente.
A participação nessa primeira task NÃO é obrigatória, no entanto, em se tratando de uma época comemorativa, incentivamos que todos participem!
A hashtag usada para a task será a #YHTASK;
O período para postagem da task será de 26/11 a 15/12;
ALGUMAS DICAS:
Não necessariamente vocês precisam elaborar um selfpara extenso; mas se quiser, pode sim!!!!
Como forma alternativa, seu personagem pode postar uma CARTA ABERTA, para o eu do passado, ou eu do futuro;
Ou até mesmo, se você achar divertido, faça um pedido ao Papai Noel, nunca se sabe o que ele pode trazer de Natal!
Essa task não precisa ser individual, então, caso vejam nessa task uma oportunidade de desenvolvimento, ou conexão, não hesitem em fazê-lo!
Abaixo segue a lista de participantes, bem como as duplas e trios sorteados do nosso primeiro DICE!
TOTAL DE PARTICIPANTES: 37
TOTAL DE DUPLAS: 17
TOTAL DE TRIOS: 1
DUPLA 1:
KANG MINKI
NAKAMOTO HIKARI
DUPLA 2:
KWON YOHAN
VIOLET KIM
DUPLA 3:
GO YURI
WATANABE AKEMI
DUPLA 4:
KONEL JANG
YENNEFER HOANG
DUPLA 5:
CHA SEWON
ALESSIA KWON
DUPLA 6:
IM JAEIN
LEE YEOJIN
DUPLA 7:
RUBY ELODIE AHN
MOON HANEUL
DUPLA 8:
CHA DAWON
KANG HAERIN
DUPLA 9:
KALEL HONG
IM HAEIN
DUPLA 10:
DO HAKKUN
JIANG YINGYUE
DUPLA 11:
IAN NILS JOHANSSON
LEONARDO ALIGHIERI
DUPLA 12:
WU MAY
SEOK DOHWAN
DUPLA 13:
SONG DONGHYUN
PARK JIWOON
DUPLA 14:
RYU JAEJIN
LUCA SOHN
DUPLA 15:
GO SOE
KWON SEJUN
DUPLA 16:
HWANG JUNGMO
SEO JOON
DUPLA 17:
ALEXANDRE MOON
BANG SEOJUN
TRIO 1:
BANG YEJOON
MOON YULIAN
KI NARI
LISTA DE SUGESTÕES DE PROMPTS/PLOTS:
“Estou tentando fazer macarrão, mas queimei 3 panelas e acionei o alarme de incêndio e ouvi alguém dizer que você era um chef, por favor me ajude.”
“Eu sei que acabamos de nos conhecer, mas o proprietário está vindo e eu tenho 2 gatos quando não deveria, por favor, você pode cuidar deles por algumas horas?”
“Comprei muitos picolés na Conveniência, você quer algum?”
“Nós dois fomos expulsos porque nossos colegas de quarto estavam fazendo sexo, então agora estamos jogando pôquer e falando sobre jardinagem.”
“Estou apaixonado por você desde que você se mudou e finalmente criei coragem para bater na sua porta, mas quando você atendeu, tinha acabado de acordar e estava sem camisa, então fugi.”
“Eu me tranquei para fora do apartamento, então tenho que pular sua janela e ir para minha varanda.”
“Eu fiz muita comida, quer entrar e me ajudar? Oh, quem armou uma mesa com velas e vinho, isso é estranho...”
“Você está bêbado, entrou no apartamento errado e adormeceu no meu sofá, meu Deus, você vai ficar tão confuso pela manhã.”
"Estou no trabalho e meu filho precisa ser pego na escola, você se importa?"
“Ok, bem, acontece que você é muito bom com crianças e meu filho começou a chamá-lo de papai e insiste em que nos mudemos para que ‘possamos ser uma família de verdade’.”
“Nós nos conhecemos em um café e começamos a flertar, mas quando eu saí você começou a me seguir e eu fiquei assustado e chamei a polícia, mas acontece que você apenas mora no mesmo prédio, isso é tão estranho.”
“Sua roupa suja se misturou com a minha de alguma forma e agora estamos sentados em silêncio separando roupas íntimas.”
“Eu mal te conheço, mas meu namorado acabou de terminar comigo e você me ouviu chorar, então trouxe sorvete e filmes.”
“Nossos cães choram sempre que estão separados, então passamos quase todos os dias juntos.”
“Eu encontrei sua ex gritando com você, então você me agarrou e me beijou para que ela fosse embora e eu estou meio assustado porque literalmente te conheci na semana passada.”
Ghost hunters/investigadores paranormais.
Tem alguma atividade paranormal acontecendo na nossa casa?
Perdidos na floresta fugindo de alguém.
“Eu gostaria de nunca ter conhecido você, honestamente.”
“Você tem que manter isso em segredo. Vou descobrir se você contar a alguém."
“Tanto faz. Não é como se eu me importasse.”
“O que te faz pensar que posso confiar em você?”
“Não tenho certeza se você tem as melhores intenções.”
“Eu sei que acabamos de nos conhecer, mas você tem que confiar em mim.”
“Você vê aquela pessoa? Acho que eles estão nos seguindo. ” / “Tenho a sensação de que alguém está me observando.”
Você encontrou MUSE, caminhando na rua à noite, com a roupa rasgada, suja e nada mais. E agora?
“Pare de gritar, não fui eu que te machuquei!”
“GRAÇAS A DEUS, VOCÊ ESTÁ RESPIRANDO.” Para uma reação ao acordar, e encontrar MUSE que quase o matou.
“Sua vida saiu do jeito que você esperava?”
“Se você pudesse corrigir um erro na vida, qual seria?”
“Você quase me matou, então não, não é bom conhecê-lo.”
“Oh meu Deus, você está bem? Devo chamar uma ambulância?”
“Ei. Finja que estava esperando por mim. Você está sendo seguido.”
“Isso é sangue? É SEU sangue?"
“Shh! Esconda-se aqui e não mova um músculo.”
MUSE A tem uma lesão, e está tentando esconder a qualquer custo, mas MUSE B não vai deixar passar batido.
Tentei destrancar seu carro no estacionamento da Haven/Mitcho/Sin City.
Nos encontramos enquanto comprava preservativos na Conveniência de madrugada.
Fizemos um ritual de invocação demoníaca, mas MUSE A tem sido contra a ideia toda a noite inteira.
Abracei/beijei a pessoa errada, mas ei! Você se parece demais com uma pessoa que eu conheço...
Preguei uma pegadinha na pessoa errada, e agora tenho que lidar com a vergonha alheia.
Espero, de verdade, que vocês se divirtam!
Qualquer eventual dúvida e/ou problema, não hesite em contatar a moderação na DM da Central!
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Nome completo: KI NARI
Data de Nascimento: 10 de dezembro de 2000 - 19 anos.
Local de Nascimento: Coreia do Sul, Namwon
Faceclaim: Lee Chaeryeong, ITZY
User: @YH00KN
Label: THE GOOFBALL
Morador há quanto tempo? 1 ANO
Ocupação: Estudante de dança na Busan National University, babá.
Personalidade: Prestativa - Insegura
Gangue: N/A
Biografia:
A pequena Nari veio ao mundo numa tarde chuvosa de dezembro, no seio de uma família fortemente cristã. Os pais da garotinha eram dois professores de ensino médio, e haviam se casado apenas três anos antes - como manda o livrinho, logo que terminaram seus estudos, os dois se uniram para formar a, agora, família Ki. Nari era a peça final do sonho familiar, e ela veio sendo bastante amada e querida tanto pelo pai quanto pela mãe.
Ainda que não fossem ricos, a infância de Nari foi relativamente confortável. Por ser filha única - e, naquela época, a única criança da família -, a garotinha caiu nas graças dos avós e dos tios, sendo extremamente mimada com presentinhos, brinquedos e muito, muito amor. Dessa época, ela não tinha muito do que reclamar. Talvez a única coisa que nunca tivesse entrado na cabeça da pequena Nari fosse aquela necessidade que a família possuía de estar sempre e sempre na igreja.
A menina cresceu cercada dos ensinamentos bíblicos mas, questionadora como sempre fora, sempre que fazia alguma pergunta que contestasse as escrituras, era repreendida e às vezes até fisicamente punida com tapas e beliscões. Esse tratamento fez com que, pouco a pouco, Nari criasse uma certa aversão à igreja e à própria religião. Ela, no entanto, entendeu que se quisesse ficar num clima pacífico com os pais, precisaria fingir acreditar no que lhe era dito.
Funcionou por um tempo, até a garota entrar na adolescência e descobrir o que viria a ser sua maior paixão: a dança. É claro que seu gosto por algo ""do mundo"" foi duramente criticado pelos pais, que ficavam escandalizados com o tipo de música que a garota ouvia enquanto fazia aqueles movimentos que eles julgavam ser nada além de vulgares. Porém, pela primeira vez em sua vida, Nari decidiu não baixar a cabeça - continuou treinando, ainda que escondida, e juntava todo o dinheiro que recebia para pagar por aulas de dança. Apesar da óbvia reprovação de seus pais, ela se recusava a baixar a cabeça.
As únicas pessoas que realmente a apoiavam - que iam em apresentações, incentivavam financeiramente - eram os avós maternos. E foram eles, no final das contas, que apoiaram a agora quase adulta Nari a mudar-se para Busan quando ela conseguiu uma bolsa integral no curso de dança da Busan National University. Eles pagaram os primeiros aluguéis da pequena kitnet onde Nari agora morava, até que ela conseguisse se sustentar sozinha com os bicos como babá e cuidadora de pets. Não era muito, e é verdade que vez ou outra a garota passava algum perrengue na questão financeira, mas já fazia um ano e ela havia se virado bem até ali. Acima de tudo, ela acreditava no próprio sonho e sabia que um dia, mesmo que demorasse um pouco, tudo aquilo acabaria valendo a pena.
Nome completo: AHREUM “ALESSIA” KWON
Data de Nascimento: 20 de outubro de 1994 - 26 anos
Local de Nascimento: Roma, Itália
Faceclaim: SuA, DREAMCATCHER
User: @YH94AK
Label: THE ADRENALINE JUNKIE
Morador há quanto tempo? 1 ANO
Ocupação: Bargirl da Sin City.
Personalidade: Carismática - Inconsequente
Gangue: Sim, Kamikaze
Biografia:
Alessia nasceu na itália, a mais nova de três irmãos. os pais fugiram para a capital depois de se envolverem em inúmeros problemas na coréia do sul, e enquanto a polícia não era páreo para o bonnie e clyde moderno, as juras de morte das gangues com as quais se meteram certamente eram uma ameaça e tanto. seguindo o padrão de vida, o relacionamento era instável e incerto, nítido mesmo aos olhos infantis de alessia e dos irmãos.
Além do casamento disfuncional, a relação entre pais e filhos nunca foi exatamente estreita, tampouco entre os irmãos. alessia se criou sozinha, herdando dos progenitores apenas a lábia que eles usaram para enganar tantas pessoas na capital sul-coreana, e que agora seguiam fazendo no país europeu. desde pequena, alessia era carismática e persuasiva, e assim que atingiu a idade certa, começou a usar aquilo em benefício próprio.
Logo no início da adolescência, alessia se envolveu com pessoas que qualquer um chamaria de má influência. raros eram os momentos em que estava em casa: quase sempre estava pelas ruas, bebendo, usando drogas ou batendo alguma carteira. diante de todas as coisas que fazia, é de se surpreender que seu maior erro não tenha tido nada a ver com suas peripécias contra lei.
Com 25 anos, alessia trabalhava para uma gangue, traficando drogas para dentro de festas e eventualmente roubando uma carteira aqui ou ali; e não foi nada disso que a colocou em perigo, mas sim ter se envolvido com a mulher do líder da gangue, que acabou descobrindo o affair secreto das duas e jurando alessia de morte, uma vez que a outra mulher alegou que ela havia sido pressionada. assim que conseguiu, alessia se mandou para busan sem deixar qualquer rastro, ou sequer avisar os pais.
Trívia:
Alessia desenvolveu dependência química na adolescência. Sua situação não está nem perto de controlada, e a única razão pela qual tenta ser minimamente profissional no trabalho é para sustentar suas necessidades. Apesar disso, são poucas as pessoas cientes de que ela tem um problema sério com drogas; a maioria encara o uso frequente como recreação.
Dentre os pouquíssimos hobbies saudáveis que tem, estão a dança. Fez aulas por um curto período de tempo, visto que não tinha disciplina suficiente para atender todos os ensaios, mas no fundo seu sonho é se tornar uma professora de dança.