𝓗. 𝕮𝖆𝖗𝖗𝖔𝖜; gêmea da Flora; seventeen; slytherin; 7th; irish; chaotic neutral It's right there in your eyes of apple green It should be easy, but it's hard to leave.
🟉 ¦ 「 Classificação de feitiços. Estava ciente que se tratava de um livro do quarto ano, a verdade é que não se recordava de absolutamente nada dos últimos anos, nem ao menos sabia como tinha atingido a nota necessária para continuar cursando feitiços. A pena rabiscava fervorosamente tudo o que julgava ser útil para revisar numa próxima vez. Suas feições tão acostumadas a exibir uma bela tela em branco, passaram a demonstrar um ar de preocupação, sobrancelhas unidas e lábios apertados, obvio que não constantemente afinal quem nascera para procrastinar nunca se tornaria a representante da turma.
Deixara que o ar escapasse de seus pulmões em uma bufada de puro cansaço segundos antes de retirar do bolso interno da capa um cantil de prata com o brasão da família, o objeto poderia sugerir alguma bebida alcoólica, principalmente o Whisky irlandês que sempre estava presente em suas mãos em qualquer evento social, porém não era nada além de poção revigorante feita na véspera, passara tanto tempo vendendo aquilo para alunos da casa de Rowena e nunca havia experimentado. Ao notar o olhar alheio, colocara algo sobre o livro com ensinos que ela teoricamente deveria saber, ao invés de esconder o que bebia. —— Não, eu não estav...
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-O Quadribol não é, ainda. Sabe que quero fazer disso a minha profissão. Então, é… Pode ser sovrevivência, dinheiro, trabalho, bla bla bla, bla bla bla…. Goyle revirou os olhos e sentou-se ao lado dela, espreguiçando-se.
🟉 ¦ 「 Os orbes de um verde que rivalizava com esmeraldas foram guiados da face alheia e então para o professor a frente da sala que falava de modo monótono. —— Tenho que confessar que estou feliz dessas aulas logo mais não fazerem parte do meu dia dia. Deixou a pena descansar dentro do tinteiro enquanto voltava sua atenção ao rapaz, graças ao sobrenome que carregava sua mãe nunca a reprimiu de conversar com ele. —— Talvez algum dia eu apareça nos seus treinos.
Millicent desatou a rir quando ouviu a indignação na voz de Hestia. “Coitados! Eles precisam de algum tipo de entretenimento!” Protestou. “Bem, você sabe que eu fui meio que criada pelos elfos. Não consigo não me preocupar. Mas vou parar de te perturbar comigo…” fez suspense antes de continuar, “se você ficar acordada comigo vendo se mais algum elfo vai surgir pra nos espionar hoje.”
🟉 ¦ 「 Os lábios se curvaram em um sorriso apertado, era um dos verdadeiros, não aqueles que mostravam fileiras de dentes alvos, mas que não possuía qualquer emoção. Empurrou de leve a slytherin enquanto a mesma ria, era algo simples e bobo para os olhos alheio, porém cena rara de acontecer com Hestia Carrow. —— Gosto do seu entusiasmo, eu não consigo ser assim nem mesmo quando meu caldeirão está fervendo algo interessante. Não queria se perder em desvaneio, mas por alguma razão se recordou da conversa que tivera com Lily Potter a respeito de carreira. —— Acha que um pode aparecer essa noite de novo? Devem fofocar sobre o que a gente faz, será que alguém me viu com o Shafiq? Não estavam em um encontro romântico, mesmo que fosse soar assim.
“Oh, shiut…” sibilou. Não era do feitio de Aurora fazer uso de palavras de baixo calão, tampouco externalizar seus pensamentos de qualquer forma, mas aquele tinha sido um dia longo e cansativo. E agora acabara de piorar.
Talvez alguém tivesse deixado ali sem querer, mas era muito mais provável que a intenção era pregar uma peça em algum desavisado que não estivesse prestando atenção para onde ia. O desavisado em questão era a menina Prewett que, subindo rapidamente uma escada que estava prestes a se mover, acabara pisando em algum dispositivo que liberara uma substância negra que Aurora identificou como Pó Escurecer Instantâneo do Peru em quantidade suficiente para escurecer toda a escada deixando a garota imersa no mais completo breu e relativamente perdida agora que a escada girava para outro lado.
🟉 ¦ 「 Indiferença. Hestia Carrow podia ser a personificação de tal sentimento - ou da falta de sentimentos. Subia as escadas com os olhos nas unhas, em uma analise minuciosa quanto ao quanto elas estavam dentro dos padrões que sua mãe empunhava. Seus passos lentos se mostraram uteis durante os anos enfrentando a morte certa naqueles degraus, fora por isso que se encontrava alguns metros a hufflepuff. A escuridão instantânea a sua frente começava a chegar cada vez mais próxima, somente quando era tarde demais a setimanista erguera a vista para a nuvem negra que se instalara envolta de si. O estojo de violino que carregava consigo encontrara descanso no degrau acima do que a dona dos fios amendoados se encontrava. Sua reação era tão pouco empolgante, quem quer que tenha feito a pegadinha devia estar muito decepcionado de ter perdido seu tempo com a irmã menos engraçada, talvez nem tanto já que conseguira arrancar um palavrão da ruiva.
—— Gostei, mais criativo que a bomba de bosta de outro dia. Abanava a mão a frente do rosto tentando dissipar a fumaça, uma vez que não era ela o foco da brincadeira não era tão intensa assim, as mãos se fecharam na alça do estojo e começara a subir os degrais, uma vez que a escada aparentemente havia encontrado sua parada, mesmo que não soubesse onde iria parar, seu objetivo era não ficar ali parada até a escola toda perceber o que estava acontecendo. Passou pela dona da voz que ouvira a poucos momentos e entoou baixo, apenas para ela. —— Vamos? É melhor arriscar. Parecia uma atitude muito corajosa para uma slyterin
Biblioteca. Foi uma palavra que ouviu regularmente da boca de uma das suas melhores amigas, e também com muita frequência de sua mãe, mas nunca fora um lugar que visitasse naqueles últimos sete anos. Mesmo assim, ali estava Harry, sentindo como se não pertencesse ao local e recebendo olhares de estranheza. O seu foco na carreira de Auror agora havia aumentado desde o ano passado, simplesmente porque não havia mais a desculpa de que aquele era um futuro distante. A própria Madame Pince lançou-lhe um olhar de interesse e atenção, provavelmente se perguntando o que Potter fazia ali sem estar apenas acompanhando Hermione Granger e que tipo de confusão ele estava prestes a arranjar em sua biblioteca. Apressou-se para a primeira estante que encontrou, sem checar o tema desta, apenas para fugir dos olhares. Na sua pressa, acabou colidindo com alguém que procurava livros por ali. “Mil desculpas!” disse de maneira exaltada, e recebeu um shhh coletivo em resposta das pessoas ao redor. Com a voz mais baixa, continuou: “Desculpa. Não foi minha intenção te incomodar, só estava fugindo dos olhares de julgamento”.
🟉 ¦ 「 Precisava melhorar em feitiços se quisesse entrar para ramo das poções. Os orbes de esmeralda fitavam o teto todas as vezes em que ouvia algo parecido, em absoluto porque sabia que era uma verdade e em segundo lugar porque não podia dizer aos professores que estava naquele ramo faziam anos. A realidade era que não se via muito ligada a matéria, era de fato muito ruim com feitiços simples e era necessário uma dose extra de concentração para entoar corretamente os feitiços necessários nos preparos de elixir e poções, até mesmo o mover da varinha precisava ser decorado. Até aquele ano não houve qualquer preocupação em aprimorar suas habilidades, mas com o termino de seus dias em Hogwarts batendo a porta viu-se obrigada a pensar com mais cuidado. O livro com feitiços inferiores aos ensinados no sétimo ano encontrara seu destino no chão aos pés de ambos. —— Junte-se ao clube, Potter. Tentara falar em um tom mais casual, pois não queria chamar atenção para o fato de estar estudando algo aparentemente sem necessidade, esperava que o fato de ser ela também julgada mais interessante, enquanto se abaixava para pegar o livro em questão. —— É difícil de livrar da fama, não é?
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“Olhe, eu sei que pode parecer difícil, e muitas vezes temos que abdicar de momentos de diversão em prol do trabalho, mas confie em mim quando digo que vale a pena seguir uma carreira na ciência bruxa!” Lily tentava não ser tão entusiasmada quando o assunto era trabalho, mas era extremamente difícil, principalmente porque o amor que sentia pela profissão era quase tão intenso quanto o que tinha por sua família. “Parece complicado, mas você tem a chance de fazer história! Há tanto no universo bruxo a ser explorado. Não te anima a possibilidade de ser você a pessoa a trazer luz a algo que até então ninguém sabia que existia?”
🟉 ¦ 「 Se recordava perfeitamente da primeira vez em que mencionou o nome de Harry em uma carta para sua mãe, pois a resposta viera curta e direta: Família de traidores do sangue. Ainda que criada dentro dessa ideologia - falida - Conhecia pessoas que não possuiam o status de sangue correto, mas ainda assim eram mais dignas de magia do que as que frequentavam sua mansão na irlanda, uma delas era a professora de poções (sua matéria favorita), quando trocara de professor Hestia sentia-se perdida, uma vez que Slug era um professor que a favorecia por simplesmente ser uma Carrow, porém no decorrer do tempo vira que ela podia mostrar poções de um modo novo e abrira diversos novos horizontes. —— Não poderia concorda mais, sra Potter. Eu não pretendo entrar para o ministério depois que terminar, não nasci para passar o dia atrás de uma mesa revirando papeis, não quando combinar elementos e testar resultados soa muito melhor. Falara de modo contido diante do entusiasmo da mais velha, a jovem bruxa não era dada a exageros, seu modos nunca demonstraram qualquer extravagancia de qualquer modo. —— Eu estava tentando fazer a poção do mordo vivo sozinha em nome da ciência.
Theodore desviou os olhos castanhos escuros do exemplar de As Brumas de Avalon em suas mãos assim que escutou a voz de Hestia. Não que fosse este um fator que o levasse a distinguir as gêmeas, tampouco a aparência física. Mas soube não se tratar de de Flora pelo teor implícito da mensagem, certamente escolhido pela slytherin com o intuito de o deixar em uma saia justa frente aos outros alunos que acompanharam a breve, quase inexistente, interação entre os dois. Comprimiu os lábios enquanto que com os olhos fixos nas costas de Hestia que tão repentinamente havia chegado, voltara para seu lugar. Isso mesmo que vocês ouviram. Foi o que o Nott respondeu sem demais explicações ao ser questionado sobre a natureza daquele encontro. Felizmente, Theo havia adotado uma postura mais séria durante todos aqueles anos que faziam com que outras pessoas tivessem medo de testar sua paciência. Por isto, pelo menos na sua frente, aquele assunto havia morrido ali, com sua confirmação.
Aquela era a primeira oportunidade de Theodore colocar em prática, dentro dos muros de Hogwarts, sua recém adquirida habilidade: a animagia. Em um vão escuro das masmorras tomou a forma do gato preto sorrateiro de olhos amarelos e fendados que caminhava graciosos, sobre quatro patas, pelos corredores do castelo. Despreocupado com a possibilidade inexistente de ser pego enquanto em sua forma animaga, chegou ao terceiro andar. Apenas retomando à sua forma humana antes de dobrar a esquina do corredor sinalizado por Hestia. Apesar de serem amigos, aquele era um dos muitos segredos que Theo preferia que fosse apenas seu. “Ficou com medo de eu não aparecer, mon cheri?” Perguntou com o sotaque francês adquirido durante quase toda a sua infância passada no vilarejo de Èze ao mesmo tempo em que os dígitos da destra corriam pelos fios macios, graças à própria Carrow, de seu cabelo.
“Agora que todo mundo da comunal pensa que temos um caso, não poderia me dar o luxo de ser um escroto com Hestia Carrow. Na verdade não poderia me importar menos com esse novo contexto porque, convenhamos, sua beleza compensa por todos os desvios de caráter. Não sei se era essa a intenção…” Uma brincadeira, é claro, ainda que no característico tom de seriedade enquanto a acompanhava na travessia pelo portal. “O que você tem aí?” Perguntou mais interessado no motivo do encontro do que nas peças reluzentes que os cercavam.
🟉 ¦ 「 Passara muito tempo de sua vida escolar naquela sala, limpando troféus sem o uso de magia, afinal detenções não eram feitas para serem divertidas. Fora em uma delas que descobrira a passagem secreta e desde então o local passou a ser frequentado pela Carrow sempre que realizava algo que precisasse de uma saída de emergência. Havia bancos não tão confortáveis como gostaria, deixara que o corpo encontrasse descanso sobre um deles, e indicou o local vago ao seu lado enquanto sorria para o mais alto. A amizade com o Nott também crescera durante esses anos, ao ponto em que lhe era permitido fazer certas brincadeiras, nunca identificara uma repreensão clara - talvez não fosse capaz de percebe-la -, sabia que era pouco provável o rapaz se dar ao trabalho de se desgastar em algo do tipo. Gostava de Theodore exatamente por isso, por vezes julgava se ver diante de um espelho, não como com Flora, não via sua imagem espelhada, mas sim seus comportamentos e claro, adorava quando ele usava palavras francesas.
O olhar de neutralidade habitual da mais jovem dentre as gêmeas fora abandonado tão já vira os fios negros do rapaz deslizarem por entre seus dedos, poderia até mesmo jurar que não ouvira nenhuma palavra do que lhe fora dito, mas estaria mentindo tão descaradamente quanto todas as outras vezes que mentira durante aquele único dia. Motivo para que os orbes de esmeralda ficassem hipnotizados era bem simples de encontrar para quem a conhecia: orgulho. Todas as vezes que se deparava com um cliente que esbanjava satisfação com suas poções Hestia tinha que controlar o curvar dos lábios, porém ali quando apenas na presença do outro não existia qualquer razão para que a emoção genuína não viesse a tona. —— Você tem que concordar que foi uma estrategia perfeita, não é? Você teria que vir, já não tinha nada a perder e agora você precisa me tratar com todo o respeito na frente de todos. Com dígitos habilidosos capturou dois cigarros inteiramente negros do bolso interno de sua capa, esta que fora depositada em um banco do lado oposto ao que havia indicado. Erguera a mão destra num movimento delicado estendendo um dele para o setimanista com a expressão mais doce que sua fase era capaz de expor.
Munida da calma que somente alguém que era capaz de passar horas em silencio esperando que a correnteza trouxesse para si o que desejava ao invés de ir atrás dos mesmo, com a canhota encontrou sua piteira de onix no outro bolso apenas para acoplar o cilindro negro em uma das pontas. —— Todo mundo usa gillyweed nessa escola. Pensei que a gente podia tentar mandragora, adicionei umas ervas que tem menta também, sabe eu odeio ficar com cheiro de cigarro. Sendo a Carrow uma chaminé ambulante as palavras soavam cômicas aos ouvidos de qualquer um. A varinha fora a responsável por acender a ponta do cigarro enquanto a pedra escura tocava seus lábios, adorava aquele instrumento trouxa, tornava seu habito pouco recomendável em algo bonito e fino, nem mesmo sua mãe poderia negar isso. —— Seu cabelo está bonito. Ainda mais bonito. Disse entre uma pequena nuvem de fumaça.
🟉 ¦ 「 Ser uma aluna exemplar fugia do alcance de quem vivia por pequenos e escondidos atos de rebeldia, quando esta não estava evitando a fadiga de lutar por si mesma. Hestia era uma procrastinadora de primeira linha, quiçá uma das mais bem sucedida no domínio da habilidade de manter-se neutra pela simples falta de interesse em discussões, fora por isso que não retrucara os demais alunos quando deixou subentendido o encontro que teria com @nottshell com os simples dizeres: Hoje. Mesmo horário. No lugar de sempre. Ouvira o borborinho depois que saíra de perto do colega de casa, era divertido como a mente alheia podia criar teorias e ideias com tão pouca informação, imaginava que o slytherin saberia lidar muito bem com a situação, por isso dera as costas e retornara para seu lugar, sendo ambos tão parecidos não achava que ele dispensaria muita energia com aquilo, a verdade era que não podia perder a oportunidade de vê-lo sem jeito, ainda que soubesse que provavelmente fosse ser questionada sobre aquilo quando, por fim, se encontrassem.
O tal local era as portas da sala de troféus no terceiro andar, pois atrás de um dos quadros em seu interior havia uma passagem secreta para o quarto andar, dando tempo de ambos fugirem antes de serem apanhados, claro que não esperava mesmo que tal medida fosse necessária. Enquanto o horário não poderia ser outro; momentos depois do toque de recolher começar a vigorar, com menos movimento nos corredores a dupla podia se sentir mais à vontade. A Carrow não era uma monitora, mas realizava suas próprias rondas noturnas a muito tempo, graças a seu trabalho extra na ilegalidade. —— Para ser honesta, estava começando a achar que tinha pegado pesado hoje mais cedo. As costas apoiadas a parede de pedra enquanto os dígitos se encontravam órfãos de seus cigarros, sem poder se arriscar de que a ponta luminosa denunciasse que havia alguém ali. No bolso interno das vestes estavam canudos de papel de seda preenchidos com gillyweed e outros com ervas finas e empesarias, além de mandragora, sendo o ultimo apenas uma experiencia que não podia dividir com outra pessoa se não com quem vinha sendo seu companheiro a tanto tempo.
—— Me arrisco tanto por você, mo ghrá. Deixara que as palavras se perdessem no ar enquanto atravessava o portal que separava a sala do corredor, o sotaque irlandês nunca fora completamente perdido.
“Seja quem for que soltou os nifflers no trem, espero que receba uma advertência do Ministério,” Millicent suspirou. “Eles devem ter sido muito maltratados. Não que o Ministério se importe, mas é bom sonhar. Sinceramente, se algo for ser feito, precisará ser por parte dos alunos. Aliás, você teria interesse em uma organização de proteção aos direitos dos elfos domésticos? Se você tiver um momento, posso te explicar mais sobre a ideia.”
🟉 ¦ 「 Adorava Millicent, gostava mesmo da companhia da amiga de infância, mas as vezes se via obrigada a sorrir para certos assuntos, ainda que não tivesse qualquer interesse nos mesmo. Ao contrario de outras relações, não estava ao lado da Selwyn apenas por conveniência, mas sim em nome de tudo o que já viveram juntas, mas quando o assunto tomava o curso de causas sociais Hestia se esforçava para não cair no sono. —— Acho uma graça você se importar com isso, mas não sei se eles querem que alguém cuide disso, os elfos aqui em Hogwarts parecem satisfeitos em se meter nos nossos assuntos e nos espionar, ontem mesmo peguei um no meio da comunal durante a madrugada sem fazer nada, foi no minimo bem esquisito
“ -Você fala de comida… Nifflers… Provas… Mas ninguém fala de Quadribol. Me explica porque ninguém está falando do que realmente interessa: como a Sonserina nem vai dar tempo para os outros times respirarem entre um gol e outro. Isso sim é importante! “
🟉 ¦ 「 Era do conhecimento de todos - ao menos imaginava assim - que não via qualquer graça em quadribol, seu trauma com vassoura sempre a mantivera longe do campo destinado aos jogos. —— Correção, estou falando de sobrevivência, dinheiro e trabalho, coisas que quadribol não é, meu caro Goyle. Falara despreocupadamente, ainda que um sorriso debochado insistisse para se formar em um dos cantos dos lábios carmim da jovem bruxa. Conhecia o rapaz a tempo o suficiente para julgar que a brincadeira seria recebida como tal, claro que estava ignorando que para alguns o esporte se tornaria seu trabalho sendo assim envolvendo todas as categoria que ela mesma dissera.
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“sério, olha pro Júpiter, ele não seria nada capaz de fazer algo do gênero, só estava no lugar errado, na hora errada.” disse em um tom calmo que não era nada habitual seu, rolando os olhos para cima antes de tomar o grande gato branco no colo. “pelo o amor de Morgana, você precisa parar de comer a comida dos outros!” murmurou para o gato de maneira inaudível para a pessoa a sua frente, acariciando o seu pelo e sorrindo cinicamente para elx. “e de qualquer maneria, eram só tortinhas de abobora, vai conseguir sobreviver muito bem sem elas.”
🟉 ¦ 「 Assim como boa parte do mundo, odiava ser contrariada, se ela estava dizendo que tinha sido aquele gato que comera sua comida, então era a realidade, não perderia tempo levantando falsas acusações, porém também não insistiria no assunto, a fadiga de provar que estava correta não compensava o esforço para tal. Apenas revirou os olhos enquanto com a varinha de magno roubava a torta do prato mais próximo, fazendo-a flutuar até sua mão. —— Júpiter é um bom nome, para um gato tão grande. E por grande ela não queria dizer gordo, mas talvez fosse assim que a outra entenderia.
“Tantas coisas para se preocupar e os problemas são meros nifflers?” rolou os olhos. Teriam tantas coisas pra se preocupar ao longo do ano letivo. “Você não acha que deveria começar a se preocupar mais com suas matérias, os NOM’s ou NIEM’s? É óbvio que vamos recuperar boa parte do que os nifflers roubaram.”
🟉 ¦ 「 O livro aberto sobre a mesa não significava mais do que nada para Hestia, estava em seu ultimo ano e conseguia compreender a mensagem que a outra tentava passar, mas se você conhecesse a dona dos orbes esmeraldas saberia que ela não estava na parcela que se preocupava com as matéria, ainda que fizesse esforços para passar nas necessárias. —— Os bens materiais são um problema do agora, as provas e notas não, então acho justificável a preocupação. Teria colocado o par de pernas cruzados sobre a mesa também se a bibliotecária não estivesse próxima. Eles me roubaram um anel que é herança de família e eu precisava devolve-lo, maaaas...
A ponta dos saltos de Margot faziam um leve barulho enquanto andava com leveza sobre o piso de madeira. O batom estava no exato contorno dos lábios pintados de vermelho, a mesma cor que suas unhas, é claro. O uniforme perfeitamente passado e se adequando a seu corpo. Tudo, na verdade, parecia impecável sobre a aparência dela e era exatamente aí que morava o problema. Uma princesinha era o que ela aparentava ser. Fútil, tola, burra, sem conteúdo algum… oh, mas era exatamente ali que as pessoas se enganavam. Poucos sabiam quem era Margot LeRoux de verdade, esses mesmos poucos que ela sempre buscava para espalhar o completo caos pelos corredores daquela escola. ❛ ── Missed me? Questionou com um largo e malicioso sorriso para @xhestiacarrow assim que adentrou os aposentos da morena. Sentou-se numa das camas ali, encarando a morena. ❛ ── No need to answer. I know you did. Jogou os fios alaranjados para suas costas. ❛ ── Sabe do que eu senti falta? Caos, honey. E você foi a pessoa escolhida para me ajudar a espalhá-lo hoje.
🟉 ¦ 「 Boa parte dos alunos voltava das férias renovados, todavia este não era o casso da Carrow. Ainda que não considerasse Hogwarts seu lar, este era muito melhor que a mansão a qual passava o verão. Guardava a varinha em suas vestes assim que colocara seu malão no devido lugar, recordou-se de como era sua vida quando ainda era proibida de realizar magia em casa, talvez fosse esse o fato que tornara aquelas ferias um pouco menos piores. Assim que o som dos saltos alheios chegaram a seus ouvidos Hestia se deixou que os lábios se curvassem no sorriso gentil bem treinado, claro que gostava da companhia de Margot, apenas era dificil demais expressar qualquer sentimento espontaneamente. —— Gosto quando você me poupa o trabalho de responder. Poderia soar um pouco errado, mas sabia que a slytherin o compreenderia exatamente como a dona dos fios amendoados gostaria. —— Me diga o que você precisa e eu arranjo pra você, quer colocar poções nos sucos de abobora dos outros? A proposta remetia as brincadeiras que ambas faziam quando mais novas, o inicio de seu ultimo ano naquela escola despertara sentimentos nostálgicos.
Clube de Poções. Muse e Hestia são dupla em uma poção complicada, a despeito de todo o talento para a matéria ambos estão apanhando feio pra realizar tal poção.
Floresta Proibida. Hestia precisa de uma planta que só pode ser colhida durante a noite, está se encontra bem no coração da floresta proibida, p problema é que Hestia não é assim tão corajosa e muito menos boa o suficiente em herbologia. Para tal tarefa pede ajuda de Muse, porém nada é de graça.
Passagem secreta. Muse e Hestia estão fumando na sala de troféus, pois em um dos quadros há uma passagem secreta, casa precisem fugir de alguém, o que não esperavam era encontrar problemas ao reaparecerem na outra ponta da passagem. @nottshell
Elixir da Euforia. Hestia havia preparado uma encomenda, mas sem querer deixou um pouco do tal elixir entrar em contato com a própria pele, agora está completamente em êxtase soltando cantadas baratas para todos os lados.
Estufa nº4. Existe uma das estufas em que certos tipos de plantas medicinais são cultivadas, Muse e Hestia estão em uma missão de busca, mas sem aviso abrem o armário errado e se veem em uma luta com visgo do diabo.
Flashback nas férias. Muse e Hestia em um jantar chatíssimo, jogando poções em bebidas aleatórias e apreciando a confusão que criam. @grxxgrasss
Apresentação: Hestia Carrow, filha de Eros falecido e Gwineth Carrow, é uma escorpiana com ascendente em Libra, o que faz com que busque uma aceitação alheia apenas a mérito de média mesmo, pois prefere ser bem vista aos olhos de todos. Sua irmã gêmea é - possivelmente - a única pessoa por quem ela nutre a forma mais sincera de amor. A procrastinação é um traço forte de sua personalidade, sendo assim muitas vezes prefere ficar em silencio ao invés de retrucar quando não concorda, evitar a fadiga é uma arte, talvez sua apatia seja confundida com falta de interesse, mas em geral é apenas silenciosa e discreta, buscando observar mais do que ser vista.
Escola que estuda: Hogwarts, ainda que tenha sido considerado Durmstrang.
Casa que foi selecionado: Slytherin
Status sanguíneo: Puro.
Varinha: 25,5cm, Semi-flexivel, Mogno, núcleo de Escama de Serpente Marinha.
Patrono e memória feliz dele: É importante dizer que não é capaz de produzir um patrono corpóreo, mas sim apenas um pequeno escudo. Isso é o suficiente? Nem sempre. Sua a memoria utilizada não podia ser outra se não uma partilhada com Flora, pensa em uma noite em Hogwarts enquanto dividiam a cama e planejavam seu futuro.
Bicho papão (maior medo): O corpo sem vida da gêmea, alguns desatentos diriam que é o próprio corpo, mas na realidade não poderia viver em um mundo em que Flora não estivesse mais ao seu lado.
Espelho ojesed (maior desejo): Se vê recebendo uma Ordem de Merlin primeira classe das mão do ministro da magia por serviços prestado graças a uma poções poderosa inventada por ela.
Objeto trouxa favorito: Esqueiro e piteira, possui os dois em pedra onix.
Doce favorito da Dedos-de-Mel: Penas de açúcar.
Banda/cantor bruxx favoritx:
Feitiço favorito:
Poção favorita:
Matéria favorita: Poções, para ela estudaria somente essa matéria, mas reconhece a importância da herbologia e feitiços para a criação de poções, sendo assim se dedica as demais, porém não tem tanto talento para ela de modo individual. O que mais gosta em poções é que seus resultados são apenas questão de perspectiva, uma vez que pode ser usada para qualquer segmento.
Matéria que menos gosta e o motivo: Vôo, não consegue entender o fascineo que voar gera nas pessoas, no seu primeiro ano passou longe de tais aulas e hoje em dia não vê qualquer graça em jogos de quadribol. Voar é aterrorizante, os riscos de cair, principalmente para um bruxo menor de idade - consequentemente proibido de realizar feitiços fora de casa - são enormes, existem formas mais seguras de viajar.
Animal fantástico mais interessante: Na realidade tem medo de quase todos os animais fantasticos, mesmo os considerados fofos, mas não pode negar que se interessa por aqueles que podem gerar ingredientes para poções.
Famoso bruxo favorito:
Time de quadribol que torce: Nenhum.
Profissão que quer exercer: Inventora de poções.
Maior vício do personagem: Cigarros, não importa muito a procedência.
Passatempo favorito na escola ou no mundo bruxo em geral: Tocar violino é mais um hobbie do que algo que pretenda exercer no futuro, sua forma de deixar o stress sair e fazer com que o tempo corra ao invés de se arrastar.
Animal de estimação: Uma coruja negra, não tem muito jeito para cuidar de um animal mais dependente. Com uma criatividade quase nula para nomear o animal, uniu uma tradição de família e a coruja passou a se chamar Mércurio, o mensageiro dos deuses.
Primeiro lembrol: Encontrou em meio as coisas de seu pai, ainda jovem demais para frequentar a escola a curiosidade por aprender era grande, por essa razão vasculhava as coisas de ambos os pais, quando tinha a oportunidade sempre tomando o cuidado de colar cada coisa em seu lugar, já que sua mãe de certo não encararia com bons olhos a intromissão da filha. Assim que tocou no objeto magico uma fumaça vermelha preencheu seu interior, Hestia não sabia bem o que aquilo significava, mas o guardou o mais depressa possível enquanto ouvia passos no corredor. Mais tarde entendeu que estava esquecendo de verificar o horário já que sua mãe retornaria as 17hs para o chá.
Berrador: OOC: Juro que vou escrever um logo.
Primeira carta que enviou: Foi para o pai, enquanto estava sentada nos jardins de Hogwarts em seu primeiro dia de aula.
Primeira carta que recebeu: De sua mãe questionando sobre qual fora a casa para a qual fora selecionada, na mesma noite em que chegara na escola.
O que pensa de lobisomens, centauros e outras criaturas antropomórficas? Ainda que tenha sido exposta a opniões contrarias a eles, Hest não vê nada de inferior na existência desses series, sendo eles capazes de controlar seus instintos.
Já entrou em contato com algum objeto das trevas? Sendo uma Carrow, é difícil dizer quando fora a primeira vez, mas se recorda de quando passou a entender que aqueles objetos eram na realidade algo das trevas.
Afiliação política que se identifica: (Ordem da Fênix, Comensais da Morte, neutro, ou outra pessoa): True Neutral, embora sua personalidade não ajude a se impor o suficiente e acabaria indo para o mesmo lado que a maioria do seu ciclo social. Sendo absurdamente difícil ir de encontro a opinião de alguém por quem tenha estima.
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Resumo: Hestia é o tipo de pessoa que trata os outros bem, visto que nunca se sabe quando vai precisar de ajuda. Com o alinhamento chaotic neutral é daquelas que quer ver o circo pegando fogo, mas que não é quem vai colocar fogo na lona. Junto com a irmã administra a Skull&Bones; vendas ilegais de poções e elixires, não importa para quem venda - nascidos trouxas, gryffindor ou mestiços - afinal dinheiro é dinheiro, é de responsabilidade dela a parte de relações publicas do pequeno negocio, uma vez que é a menos intimidadora das gêmeas. Frequentou escolinha preparatórias para jovens damas e sabe como se portar em qualquer situação, seja em bailes/jantares da alta classe ou na no dia-dia. Cresceu dentro da ideologia de que sangue puro é superior aos demais, mas sempre que possível ela tá lá fazendo tudo “errado”, pois, presa demais pela própria liberdade, ainda que não vá lutar pela dos outros. Tem uma relação doentia com a mãe, desde que perdera o pai, busca a aceitação da mulher cumprindo tudo que lhe é solicitado sem nunca conquista-la. Dificilmente você a verá se metendo em assuntos que não são do interesse dela, já que é dona de uma enorme preguiça de se desgastar em discussões. Sua mente funciona de forma muito lógica, pois pra ela tudo é uma negociação ou uma transação, você dá algo pra ganhar algo como um círculo vicioso. Por outro lado quando ela gosta de alguém essa pessoa vê seu melhor lado, mas não dá pra contar com a sorte, não é mesmo?
A personalidade que a dona dos fios amendoados reserva dos demais é em demasia semelhante a personagem Abril Ludgate, seria difícil para ela sorrir gentilmente para os demais enquanto na verdade considera observar uma parede branca mais interessante, se não tivesse treinado e controlasse com maestria seus impulsos.