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Your plan, which makes it our plan. Whatever it is, I need to know.
@dwxter
( @ mary ): @wildmelisx!!! ( @ mary ): Eu vi que tu bateu o carro ( @ mary ): Como que foi isso? ( @ mary ): Está tudo bem? ( @ mary ): Esse tempo não ajuda muito…
( mel ) ooi mary ( mel ) eu acabei com o carro na frente ( mel ) não lembro nem como isso aconteceu, só lembro do barulho e to impacto ( mel ) mas eu estou bem, obrigada por perguntar ( mel ) não só o tempo kkk ( mel ) tá fazendo o que agora?
xavosin:
O rapaz, ao ver que alguém tinha batido com o carro num poste, correu até o lugar amparando a menina “Você tá bem?” perguntou preocupado tentando afastar do carro, coisa que não conseguiu “Primeiro de tudo, esquece isso. Tenho certeza que seu pai realmente quer você bem antes do carro. Segundo, tu sabe se tem seguro?”
Melisandre tenta segurar o choro, mas aquilo estava impossível. Não chorava só pelo carro batido, sua vida estava completamente do avesso e não estava mais aguentando tanto a pressão sobre seus ombros e bater o caror fora a gota d’água para tudo transbordar. A voz do menino estava distante e só conseguiu voltar para o presente depois de fechar os olhos e resírar fundo algumas vezes. - eu... eu estou bem. - falou tentando passar tranquilidade. - e eu acho que sim, meu pai não seria burro o suficiente para não colocar seguro. será que pode chamar o guincho para mim? - falou finalmente o olhando - eu estou sem condições de falar no telefone.
Jin ainda estava perdido no novo colégio. Não sabia para que lado ir, e nem como achar as coisas direito. Agora, tentava encontrar onde o clube de robótica se reunia, e por mais que já houvesse ido uma vez para a sala em questão, ainda não havia decorado os corredores. Parou para pedir ajuda, e comprimiu os lábios ao ver que se tratava de @wildmelisx; por mais simpática que a garota fosse, Jin se sentia um pouco hesitante de conversar com ela, por sempre se considerar um incômodo. — Hm… licença? Oi Melisadre… queria te pedir uma ajuda.”
Chegara a conclusão que aquele era um mês ruim, era isso, sua vida estava uma loucura e a vida academica não estava muito diferente. Se pudesse ficaria fora daquele colégio o máximo de tempo que conseguisse, porém era obrigada pelos pais, os mesmos que mentiam para ela o tempo todo. Estava praticamente com a cabeça dentro de seu armário quando ouviu a voz conhecida de Jin, virando-se para o garoto. - oi Jin. - sorriu gentilmente para ele, talvez fosse um sinal do universo para se distrair. - eu estou a disposição, pode falar.

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setevans:
( ✉️ ) » foi só um desentendimento… ( ✉️ ) » preciso falar com ela só n sei quando ( ✉️ ) » ah se não for problema, vem sim! ( ✉️ ) » to sem fazer nada aqui kkkk
( mel ) então eu vou ai ( mel ) quero fugir desse inferno que chamo de casa ( mel ) separa o filme que eu vou levar umas porcarias ( mel ) e algumas bebidas também
babysharkbr:
“Quando tiver uma ideia me mostra, vou amar ver“ falou contente pela menina ter embarcado na sua ideia. Contudo a pergunta seguinte fez Mary Alice dar um suspiro um tanto cansado. “Sinceramente? Dando é graças para as férias de inverno e olha que tenho coisa para deixar ajeitado até as voltas as aulas, mas até que é bom sabe? Pro curriculo, para vida…”
Acho que vou fazer alguma coisa relacionado ao renascentismo, não sei. - deu de ombros dando uma leve risada com a reação seguinte da garota. - eu imagino que deva ser difícil, eu nem me atrevo a entrar nesses negócios, apesar de que o curriculo fica bem recheado com isso.
ali em armstrong, lisbeth continuava a seguir à risca a regra de não se apegar, mas nada a impedia de, vez ou outra, dar uma mínima abertura a uma quantidade seleta de pessoas, o que era o caso de @wildmelisx. naqueles primeiros dias na nova escola, simpatizaram quase que automaticamente e, não podia negar, a companhia da atleta em muito a agradava. “good morning, sunshine!” cumprimentou-a enquanto mexiam nos respectivos armários, um praticamente ao lado do outro, com certeza o motivo para terem iniciado um diálogo em sua chegada — e estarem na mesma grade, claro. “olha, é difícil manter o bom-humor pela manhã, já pode reconhecer o meu esforço em fazer isso por você.”
Melisandre queria fugir da escola naquele dia, estava revoltada com sua mãe e seu novo noivado e claramente a nova família não lhe agradava de maneira alguma. Mas ouvir a voz de Lisbeth a trouxe de volta ao presente, a garota era como um raio de luz em seus dias escuros e agradecia internamente por ela estar ali . -good morning, baby girl. - sorriu enquanto olhava milimetricamente cada parte de seu corpo deixando uma certa tensão no ar. - eu agradeço, pois estou precisando do seu bom humor hoje. Foi difícil dormir essa noite sem mim?
peternotparker:
FLASHBACK
Apesar de muitos sempre afirmarem aquilo, Peter e Meli não eram um casal perfeito. Geralmente, as pedras em seu caminho se davam por ciúmes ou por fofocas, mas dessa vez, a única pessoa a ser culpada era ele mesmo. Entretanto, não era exatamente como se ele tivesse escolha, ou se tocado do que estava fazendo, e de que isso afetaria negativamente aquele relacionamento. Sem querer contar à namorada que estava com câncer, não vira outra alternativa se não inventar desculpas para todas as vezes que tinha que ir à quimioterapia, ou então, quando estava passando mal demais para poder vê-la e fazerem algo legal. Não, ele não queria que Melisandre o visse naquele estado tão deplorável. Tanto porque não era justo que a garota tivesse que lidar com aquilo, como também por, no fundo, Peter ter medo de que ela iria largá-lo. No fundo, Peter ainda gostava muito da garota, mesmo que talvez não pudesse afirmar com certeza que o que sentia era amor. Normalmente, era bastante romântico e até um pouco clichê - com a fama de casal de filme provavelmente vindo dai -, entretanto, ultimamente não vinha tendo muito tempo ou cabeça para tais feitos. “Está falando sério? Wow, acho que nunca acertei tão bem em um palpite.” ele riu para a fala dela, claramente animado para o que estava por vir, ao que seu sorrisinho safado foi escondido durante o beijo recebido e correspondido. Em seguida, o olhar seguiu para o relógio, agora em seu pulso, mas sua atenção foi facilmente roubada pelas palavras da namorada. “God, woman… You’ll be the death of me.” brincou, passando a mão pelos cabelos e mordendo o próprio lábio, tendo muito bem captado o duplo sentido. Talvez até pelo tom da conversa, ele sentiu-se influenciado a aceitar o convite então feito pela namorada. Peter não era do tipo que faltava muito às aulas, ou que não se importava com os estudos. Bem, o antigo Peter não era, mas ao passo que ele tornava-se um novo ‘eu’, sem a promessa de um futuro que pudesse incentivá-lo a correr atrás, o garoto cada vez mais reposicionava suas prioridades. Se já não poderia entrar em Yale mesmo, de que adiantava perder os dias de vida que ainda tinha enfurnado em uma sala de aula? Tinha mais o que fazer. Inclusive, ceder à proposta da namorada, com um sorriso malicioso na face. “Acho uma ótima ideia, minha linda. Não preciso pensar duas vezes pra escolher passar mais tempo contigo, ao invés de assistir a aulas chatas.” sorriu lateralmente, envolvendo a mão da garota na sua. “Eu não poderia concordar mais com você, babe. Somos jovens, temos que aproveitar pra fazer coisas que não poderemos fazer no futuro, coisas que vão nos fazer sentirmos vivos…” sua fala era muito mais profunda, ao menos, para si, o que justificava tamanha animação. “Fuck school, babe. Let’s go live a little bit!” incentivou. “O que quer fazer primeiro? Tem algo em mente?” quis saber, ao que sua cabeça já resgatava algumas ideias, visto que estava tendo muito tempo para pensar sobre pequenas coisas na vida que queria fazer antes de… Bem, não poder mais. “Porque eu acho que está um dia perfeito pra gente fazer um pique-nique de café da manhã naquele parque aqui perto, sabe? Que fica florido nessa época do ano, e eu sei que você adora.” sugeriu com uma piscadela e um sorriso galanteador.
Depois que começara a namorar Melisandre largou sua terapia achando que todos os seus problemas tinham se resolvido após começar a relação com o garoto, porém claro que era tudo mentira, nada estava resolvido e estava longe de achar uma solução. A atleta sempre fora muito desconfiada com o namorado, claro que ser o astro da escola e ter várias garotas o querendo a influenciava a tal desconfiança, mas ela sempre tivera medo dele a trair igual seu pai fazia com sua mãe. Apesar de muito pequena para saber diferenciar as coisas, Melisandre se lembrava de diversas brigas e no fim, descobriu tais traições. Seu pai não mudara nem um pouco, apesar de continuar solteiro ele agora traia diariamente a confiança da filha, e isso lhe assustava, não queria que Peter fizesse a mesma coisa que seu pai, por isso sempre brigava com o garoto por culpa das fofocas que chegavam a seus ouvidos. A verdade era que não o amava, não o suficiente para largar toda a sua vida e ficar atrás dele, mas gostava muito dele e de sua companhia e tinha medo de perdê-lo, perdê-lo e depois ficar sozinha. - as vezes você consegue ler as entrelinhas, love. - brincou dando uma leve risada e o olhando de canto de olho enquanto dirigia. Amava quando Peter a acompanhava em suas loucuras, eles poderiam facilmente ser o casal perfeito dos filmes romanticos. - mas claro, se você quiser podemos adiantar essa surpresa ao invés de deixá-la para a noite. - sorriu mordendo o lábio inferior, seus pensamentos eram impuros naquele momento, ele conseguia deixá-la louca sem precisar de muita coisa, talvez que com ele tudo era tão novo e entusiasmante. - você me conhece tão bem. - sorriu estacionando o carro no wallmart para que pudessem comprar as coisas para o pique-nique. Soltou seu cinto e se aproximou do namorado, colocando a mão dentro da coxa do mesmo e roubando um beijo lento e profundo do mesmo, com a intensão de provocá-lo. Assim que terminou o beijo ficou o olhando por um tempo enquanto mordia seu lábio. - vamos que o dia hoje será longo. Eu estava pensando, podíamos dar uma passada na praia, assim, como quem não quer nada.
jzsper:
“Prazer Melisandre, Jasper.” Apresentou-se meio sem graça pela aproximação, ajustando também o outro aparelho pra que conseguisse escutar direito. “…tipo, aquela coisa do comitê de boas vindas?” Levou a mão até a nuca, coçando-a. A forma como a garota falou sobre a tour e sobre não fazer bullying, não confiava muito no pessoal do Armstrong ainda, ainda mais sendo alguém que cresceu escutando certas gracinhas por seus aparelhos, então mantinha-se desconfiado. “É, eu também não sou dos garotos que particam bullying, ainda bem que temos isso em comum.” Olhou dela pra os arredores, depois pra ela de novo. “Podemos explorar se quiser, mas se a gente for atacado por ratos eu vou ser um completo inútil.”
tipo aquela coisa do comitê - repetiu confirmando com a cabeça e dando uma leve risada. Apesar de não fazer parte do comitê ela amava fazer tours pela escola com os alunos novos, era uma parte dos atletas que gostava de mostrar, para que ficasse claro que nem todos eram idiotas. - bom, se aparecer alguns ratos a gente sai correndo e gritando. - deu de ombros enfiando suas mãos dentro da jaqueta do time de futebol e o chamando com a cabeça para começarem a andar. - você veio de qual escola?

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@peternotparker
NOMEDIOCRE
@listbh
@peternotparker
FLASHBACK
peternotparker:
Fora difícil para Peter levantar na manhã seguinte. Os últimos dias já vinham sendo muito mais cansativos do que o normal, e sentia-se consumido pela leucemia e pela ineficiência dos tratamentos que o deixavam tão mal. Antes mesmo de entrar em campo no jogo da noite anterior, já havia decidido: aquele seria seu último jogo. Talvez não para sempre, mas até melhorar. Assim, para mascarar o quanto não estava mais dando conta de correr e trombar com os outros caras, e não querendo fazer feio nos próximos jogos enquanto ainda tinha uma fama respeitável dentro dos campos, resolveu que simularia uma lesão. Assim, pouco antes do jogo acabar, ele aproveitara-se de um trombo com o jogador do outro time para simular a terrível dor no joelho, de uma lesão que o afastaria do campo por algum tempo. Já havia informado os pais de sua decisão, os quais apesar de não concordarem, aceitaram e o ajudaram com a história. Havia ido para casa, mas fizera parecer que passara bastante tempo no hospital, e até com curativos falsos ele amanhecera. Não sentia orgulho, mas era o único jeito. Felizmente, agora poderia dar uma desculpa para sua aparência cansada quando chegasse ao colégio. Com a desculpa da lesão, também combinara com a namorada dela dar-lhe carona para a escola, e assim que ouviu a buzina, Peter despediu-se dos pais e saiu de casa mancando, apoiado em uma lateral de muleta. Ia ser um desafio não esquecer de simular dor. Com um sorriso, acenou para a morena ao que abria a porta de trás para ali colocar a mochila e a muleta, e então abriu a porta do passageiro, sentando-se ali e retribuindo o beijo. “Good morning, babe. Dormiu bem?” questionou ao que acariciava o rosto alheio, então ficando com uma expressão intrigada diante do anúncio do presente. “Sério? Obrigado, amor… Não precisava ter se incomodado…” ele riu baixo, abrindo o compartimento. “Afinal, eu nem fui muito útil pra vitória.” riu baixo nasalmente, fazendo menção a ter deixado o campo antes do final. “O que é? Uma lingerie nova pra você usar pra mim?” ele provocou num sorrisinho safado, antes de finalmente abrir a caixinha. “Uau… É lindo, Meli.” ele sorriu ao que via o relógio esportivo de aparência cara. “Obrigado! Eu amei! Não precisava mesmo ter se preocupado, só de ter te visto ontem torcendo, já fez valer qualquer jogo…” ele riu baixo, novamente em um tom flertante. “Mas, obrigado, de verdade.” ele finalizou, roubando mais um beijo dela antes de colocar a peça no pulso.
A noite anterior tinha sido uma verdadeira loucura, o jogo estava acirrado e claro que ela estava lá com toda a sua equipe da torcida, tinha que estar lá pelo time e pelo seu namorado. Namorado, ela e Peter eram o casal perfeito do colégio, era como se tivessem saido diretamente de um filme de romance adolescente da Netflix, dois populares que se apaixonaram perdidamente. Bom, talvez no começo tivesse sido assim, porém agora a garota sentia o namorado um tanto quanto afastado, sempre tentava o reaproximá-lo mas falhava em cada tentativa. Claro que ainda gostava dele, nutria um carinho enorme, porém não estava mais aguentando tal distanciamento, então pensara em resgatar um pouco do romantismo que possuiam. Tinha planejado um piquenique durante o almoço e uma noite especial, queria um tempo só com ele, sem todo o time de futebol e as líderes de torcida os rondando. Não pode conter o sorriso malicioso quando ele falou da lingerie, era como se ele lesse seus pensamentos. - a lingerie nova eu vou deixar para mais tarde, já que estarei sozinha em casa. - falou enquanto mexia no cabelo do mesmo, se aproximou depositando um beijo em seus lábios, nunca se cansaria de beijá-lo. Deu partida no carro colocando sua banda favorita arctic monkeys para tocar. O olhou de canto de olho, sabia que tinha escolhido bem o presente. - não precisa agradecer, você sabe que gosto de te dar presentes. - o tom era carregado de malícia enquanto flertava com Peter, deixando escapar uma risada baixa. Assim que parou em um farol voltou o seu olhar para ele - amor, eu estava pensando, e se a gente fugisse das aulas hoje? Pode ser agora ou na hora do almoço - sorriu esperando que a resposta fosse positiva a sua ideia - eu 'to meio cansada dessa rotina sem graça e acho que tínhamos que criar memórias da nossa juventude, amor.

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