* ✧ TÃO DOCE QUANTO UMA XÍCARA DE CHÁ DA TARDE... Sabe, eu não deveria estar falando com estranhos, mas sinto que já te conheço! Foi você o sonho bonito que eu sonhei, certo? Você costumava ser conhecida como RAINHA BRANCA, do conto ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS antes da maldição atingir o seu mundo WONDERLAND e o seu reino WHITE KINGDOM. Agora, em Storybrooke, você é conhecida como GINEVRA “GINA” WHITE, uma CONFEITEIRA E PROPRIETÁRIA DA MAD BATTER CAKES de 27 anos de idade. Você me lembra um pouco HAFSANUR SANCAKTUTAN, mas deve ser só a névoa da maldição me confundindo…
em storybrooke:
Está muito acordada. Ainda que sem seus poderes, ela se lembra de quem era antes da maldição e de seu objetivo de trazer de volta a paz aos seus súditos e Wonderland. Reconhece a irmã, todos os outros antigos residentes de Wonderland e lembra-se do momento em que ela anunciara a maldição como mais uma forma de vingança.
Passou um período na ala psiquiátrica do Hospital de Storybrooke. Sabia que não tinha doença mental alguma, mas as fofocas de que era louca a prenderam ali e dificultaram que acreditassem em suas palavras. Naquela época entendera que ali não teria força alguma e que precisaria de mais do que palavras para conseguir sair daquele mundo terrível. Com paciência, aguardou até que a liberassem. Precisou da ajuda de antigos súditos de Wonderland que se lembravam dela e de seu carisma um tanto mágico para conquistar a confiança e conseguir uma liberação da ala psiquiátrica.
Naquela cidade estranha e que ainda não entende como funciona, ela tinha o nome de Ginevra, com o significado de “a justa”. Algo adequado para uma rainha. Ainda tinha Iracebeth, como sua meia-irmã mais velha e descobrira ser ela a responsável pelas fofocas envolvendo seu nome. Felizmente, Mirana seguia com a habilidade em contornar os problemas causados pela mais velha e capacidade de liderança intacta.
Aprendeu como sobreviver a partir do carisma e com sua confeitaria, onde aos fundos ela ainda trabalha com suas poções. Ela está sempre tentando encontrar ingredientes para poder criar poções que possam ajudar seus amigos, até que possa acordá-los.
Seu principal objetivo é recuperar e reconstruir Wonderland, levando seus súditos juntos e que todos possam acordar para poderem controlarem suas próprias vidas. O bem deve vencer.
headcanons
Segundo as lembranças, ela e Iracebeth são nascidas em Storybrooke e filhas de mesmo pai, mas mães diferentes. Iracebeth é filha do primeiro casamento do pai, motivo para que tenham sobrenome diferentes.
Além de ter habilidade com poções, divide poderes mágicos com a irmã e eles se completam. No entanto, os de Mirana são ligados à magia da luz e suas ações possuem impactos sempre positivos. Por exemplo: pode curar as feridas de alguém. Para usá-los, no entanto, precisa ter sua coroa de volta.
A Rainha Branca tem um lado orgulhoso escondido atrás de seu gestos delicados e promessas de nunca maltratar uma criatura viva. É extremamente corajosa, teimosa e não mede esforços para conseguir o que quer e seguirá dessa forma até o final de seus dias.
Sua personalidade é gentil, educada e esperançosa de forma que até pode estranhar. Nunca será vista destratando ninguém e costuma sempre olhar o lado bom de todas as coisas e todas as pessoas.
Ah, ela joga xadrez como ninguém e adora uma boa aposta, porque sabe que vai ganhar!
mad batter cakes
Conhecida por ser o sonho da proprietária e head chef que desde criança gosta de cozinhar, a Mad Batter é referência em confeitaria em Storybrooke. Com o cardápio flexível, permitem desenvolver doces para cada paladar, personalizá-los, torná-los únicos e diferenciados. Basta fazer a encomenda! Para pronta entrega, vendem cupcakes, naked cakes, bolos, doces tradicionais, doces finos, doces de luxo, gourmets e especiais. Sobremesas e chocolataria. Também trabalham com bem-casados e lembrancinhas. (cliquem no nome para mais detalhes).
token
Objeto: Coroa de Wonderland
Importância do objeto para o seu personagem: No momento que fora coroada, Mirana entrou em posse de todos os seus poderes. Nela está depositada toda sua responsabilidade como governante, representando o motivo para que esteja viva e lutando. Um mundo inteiro. Sabe que no momento que encontrá-la novamente, terá condições suficientes para lutar de igual para igual com a irmã, outros vilões e até mesmo Dark One.
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“Se veio até aqui para conversar comigo sobre algo importante, vá em frente! Não me importo com o quão estranho o assunto possa ser, my dear. Esses são meus favoritos! Até mesmo porque... Somos todos malucos por aqui.” Piscou de forma cúmplice para o rapaz que parecia nervoso com algum assunto particular. “Além disso, eu estava ansiosa para conhecer você. Tenho um amigo que sorri só de pensar no seu belo nome. Fiquei imaginando em quando seria a oportunidade para poder me apresentar.” Lembrava-se muito bem do momento que North comentara sobre Miso com ela e o fato dele ter sido a pessoa que o manteve são nos dias que esteve angustiado com o possível Natal arruinado. “Me diga, gosta de biscoitos amanteigados? Eu acho que são ideais para conversas importantes! Essa semana cozinhei alguns em formatos de insetos peçonhentos, dedos de bruxa e flores silvestres. Qual prefere?”
Abraçou Victor de lado enquanto choramingava com a dor de cabeça que apenas aumentava. “Ah Vic, quase inundei minha confeitaria e agora me sinto doente! Eu gostaria de não ter chorado tanto!” Colocou sua cabeça apoiada no peito alheio. Não era seu objetivo incomodar seus amigos com bobagens como aquela, mas precisava de alguém para ajudá-la ali. Precisou fechar a confeitaria pelo dia, pois não estava em condições de conduzi-la. “Mas me bateu tanta saudades de casa. Estive pensando se um dia vou mesmo conseguir voltar para lá. Tem tantas pessoas contando comigo e com minha esperança infinita. Eu sou uma decepção?” Ergueu os olhos para o amigo, esperando por sua resposta sincera.
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“Aqui, querido. Pegue um pouco mais de chá.” Gina caminhou até Miller e despejou o conteúdo na xícara vazia do rapaz. “É por conta da casa. Vai te fazer bem.” Apertou levemente o ombro alheio e em seguida, afastou-se novamente para trás do balcão. O esteve observando de longe e ele parecia pensativo demais, o que fez com que Ginevra sentisse que precisava fazer alguma coisa para agradá-lo. “Gostaria de conversar sobre alguma coisa, pumpkin?” Perguntou, enquanto o encarava com um sorriso gentil e acolhedor nos lábios. “Se preferir, eu posso falar sobre alguma coisa para você também. Tenho muitas coisas rondando minha mente o tempo inteiro.”
2. “What an idea. A crazy, mad, wonderful idea!” com @notcrazyalice
Precisava de sugestões de como redecorar sua confeitaria e nada melhor do que contar com seus amigos de Wonderland para a ajudarem nisso, afinal eram os únicos com criatividade suficiente para tanto. Os outros moradores de Storybrooke por mais adoráveis que pudessem ser, não tinham a mente muito aberta. “Oh, mas que ideia!” Juntou as duas mãos e desviou um olhar animado para Alice. “Que ideia maluca, insana e maravilhosa! Eu adorei. Faremos isso mesmo, querida!” Bateu palmas e rodopiou de forma empolgada. “Estou tão animada. Quero começar o quanto antes!”
“Nothing is impossible, only if you believe it is.” com @alcddiin
“Sabe, querido. Eu costumo acreditar que nada é impossível, a não ser que você acredite que seja.” Gina aconselhou o rapaz, enquanto seguia decorando um dos bolos que colocaria para vender em sua confeitaria mais tarde. “Se quer tomar uma atitude que pareça maluca aos olhos dos outros, não deve se importar com o que pensam sobre, pois a partir de nossas intenções, podemos fazer com que tudo seja possível.” Colocou o saco de confeiteiro de lado e direcionou um olhar carinhoso para quem sabia ser Aladdin. “Por exemplo, uma vez eu vi uma garotinha pequena vencer um monstro enorme que tinha a força de cinco dragões juntos.”
Não tinha nada de modesto da sua parte em afirmar que sua habilidade em atuação, deixava até o seu xará ônix Joseph Russo, o nosso queridinho Leonardo Dicaprio de Storybroke orgulhoso. Seu próprio estudo de caráter ressaltava entender seus inimigos de dentro para fora. Refletir uma imagem era simples de mais, espelhos faziam isso. Kage ultrapassava o limite do emocional extremamente dramático, fazendo gesticulações grandiosos e falando de tom e timbre de voz igual o MUSE parado na sua frente. - Semelhança? Entre você e eu? - riu suave. - Então… Seus olhos são mais juntos do que os meus, suas orelhas são enormes, seus dentes são bem tortinhos e meu deus, esse nariz! Mas não se desespere, existe cirurgia plásticas para essas coisas.
Mirana soltou uma risadinha diante dos comentários do rapaz, divertindo-se com a forma com que ele usava sua magia, pois sim, ela conseguia sentir de longe quando alguém estava acordado. Quando ele terminou de falar, começou a bater palmas. “Muito bom, muito bom! Você tem se superado, my love. Suas imitações ficam melhores a cada dia. Me divirto muito. Dessa vez, você até conseguiu andar como eu faço e se movimentar com a mão assim...” Balançou suas mãos de forma delicada como costumava fazer quando andava em passos flutuantes pela confeitaria. “Só deve tomar cuidado de com quem vai fazer essas imitações, hm? Algumas pessoas podem não entender ou levar como brincadeira.”
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O abraço acabou apagando parte da culpa que havia sentido desde que resolvera que ainda não estava pronta para se aproximar da rainha. Suas palavras gentis lhe pareciam não merecedoras, mas Indigo logo viu que não havia probabilidade nenhuma delas serem mentirosas. — A Majestade já havia me acolhido em Wonderland, eu achei que deveria seguir esse caminho nesse novo mundo sozinha — confessou se afastando do abraço. Esses haviam sido seus pensamentos ao se perceber ali, naquele mundo quase sem magia alguma. — gesticulou para uma das mesas desocupadas. — Podemos conversar? Eu tenho alguns assuntos para informá-la, tanto como minha mestra, como minha rainha, e… como uma das sobreviventes dessa situação em que nos colocaram. Essas memórias adicionais, toda essa narrativa, é algo bem confuso de se navegar, até para mim, uma figura absoluta.
“Entendo sua escolha, mas tente não deixar que esses pensamentos tomem sua mente outra vez, sim? Te acolheria mil vezes mais, my cupcake. Nada seria suficiente para pagar tudo que também já fez por mim e nosso mundo.” Acompanhou a moça até uma das mesas e sentou-se em frente a ela com as mãos juntas sobre o mármore branco. Ouvia com atenção as palavras alheias, querendo se mostrar o mais útil possível para ajudá-la naquela realidade que Mirana sabia ser tão diferente do que haviam vivido. “Sei o que quer dizer. Ainda estou tentando me acostumar com essa realidade terrível e todas as vezes que penso ter aprendido o suficiente, me envolvo em alguma situação completamente inusitada... Mas minhas vivências não são importantes!” Gesticulou para que deixassem aquilo de lado. “Pode me falar o que quiser e vou tentar ajudá-la com tudo que eu puder fazer.”
Queenley mantinha-se bastante ocupada em Storybrooke: entre, por exemplo, as obrigações com o Spades Club, o blog, importunar alguns inimigos e gastar suas energias com Nate (fosse de modo positivo ou negativo). Inclusive, ainda, procurando pelo Token do rapaz, pois Iracebeth precisava de seu Valete acordado. Claro que Nathaniel lhe era útil ainda sim, mas queria-o por completo. Estava, inclusive, saindo da casa exatamente na intenção de procurar pistas sobre o paradeiro do objeto quando deu de cara com sua irmã ao abrir a porta. “Ah. Gina” Considerou mesmo fechar a estrutura pesada de madeira na face da mais nova, mas aguardou para saber como ela iria lhe irritar primeiro. Com os olhos semicerrados, ouviu o monte de baboseira que ela dizia. Saudades? Tudo bem, Mirana era mesmo idiota a ponto de sentir sua falta, mas não sabia se acreditava inteiramente naquilo. “Estou bem.” E deveria ter perguntado como ela estava, mas se a resposta fosse positiva, acabaria aborrecida. “Bem, já me viu. Já pode ir embora, estou cheia de coisas para fazer” Falou, tão grosseira quanto de costume, mas uma voz se fez ouvir de dentro da mansão. Que Cyrene havia feito a maior parte dos súditos de Wonderland trabalharem para si era um fato, mas o fato de estarem desacordados em sua maioria as vezes dificultava as coisas. Como, por exemplo, o homem que cuidava de todo o quadro de funcionários, e que naquela realidade havia supostamente trabalhado para os pais fantasmas das duas irmãs. Inferno, pensou, assim que o homem pareceu insistir para que Mirana adentrasse a casa.
“Fico muito feliz em saber disso, minha irmã. Eu também estou ótima!” Mesmo que Queenley não tivesse perguntado, Gina achou que seria agradável continuar a conversa. Já estava acostumada com a personalidade de sua irmã, afinal. Também já deveria esperar que teria dificuldades de adentrar a casa alheia com a mulher por ali, mas fora salva por um dos funcionários que a reconheceu. “Oh querido, que saudades!” Acenou na direção do homem e aproveitou da oportunidade para passar pela porta da casa alheia. Aproximou-se do funcionário e o abraçou com vontade, pois lembrava-se bem de como havia cuidado de seu castelo antes de ser tomado pela Rainha de Copas. “Você está ótimo, hm? Como está sua família? Diga para elas que minha loja está sempre aberta para recebê-los, sim? Estamos vendendo aqueles doces que gostam tanto.” Com um sorriso gentil nos lábios, voltou-se para a irmã. Precisava conseguir ficar o máximo de tempo possível por ali, para pelo menos dar uma passada em todos os cômodos da casa e entender a logística do lugar. Talvez tivesse ali algum cofre onde sua coroa poderia estar. “Não vou demorar, Queenie. Quero apenas conversar um pouco mais com você. Não é justo que nos encontremos uma vez por ano quando moramos tão perto assim! O que acha de fazermos um chá?! Podemos tomar com os doces que eu trouxe.” Ergueu a sacola que tinha em mãos. Também usaria da oportunidade para tentar se aproximar da irmã. Fato era que Mirana nunca desistiu de Iracebeth. Deveria ter alguma parte ali que ainda era igual a sua irmã pequena. “Seu sabor favorito de chá continua o mesmo?”
Ouvia sobre as poções, não que tivesse algum conhecimento, North tinha a sua magia diferente dos outros e regia objetos de uma forma distinta, mas entendia muito bem o que era não ter ingredientes corretos, o que acontecia com suas invenções e fabricações de brinquedos, algumas vezes simplesmente falhava. “É um pouco difícil de tirar urina de varejeira, eu até entendo que não venda em mercados convencionais” Não se fosse algo natural de se vender, mas se fosse, também entenderia se tivesse em falta. E conversar com naturalidade sobre um assunto que desconhecia tanto, ainda era uma novidade para o guardião, nunca precisou lidar com esse tipo de problemática, mas com a presença de amigos que viviam disso, fazia com que ele entendesse um pouco mais sobre o assunto. “Em algum momento foi, não vou mentir, ainda mais quando o natal parecia correr tanto risco” Suspirou em desânimo, os ombros caindo um pouco com o ato. “Eu só não desisti porque tive pessoas importantes comigo, você foi uma delas… e o Miso também” Sorriu de canto, não conseguindo esconder os sentimentos que transbordaram nas palavras ditas por ele.
Enquanto ouvia as palavras da mulher, tentava acompanhar seus movimentos sem acabar se distraindo, coisa que estava acontecendo com uma certa frequência. “Eu acredito que possa ter encontrado um gatilho em um, mas não sei como fazer isso, não sou muito bom em levar uma conversa” Ao dizer isso, se aproximou do local indicado por ela, chegou a erguer alguns centímetros do corpo com a ponta dos pés, mas conseguiu pegar o frasco que ela havia solicitado, lhe entregando logo em seguida. “Isso, ainda me confundo com as informações misturadas, mas o Breu está com o Jack Frost, nesse mundo estranho, ele o adotou como filho” Fez uma careta ao falar sobre isso, já que na visão dele, Jack era nada mais e nada menos que um refém. “Mas no nosso último encontro, o Jack me chamou de North e despertou um pouco dos poderes dele, é um bom sinal, mas ainda sinto que alguma coisa muito errada pode acontecer e o Breu tem muita influência sobre ele” Suspirou ao falar aquilo e encostou-se em algum lugar seguro, já que o ambiente tinha diversos elementos que poderiam causar problemas se fossem manipulados de maneira errada. “O Breu busca os tokens, ele já conseguiu o meu e provavelmente tem o do Jack… isso pode ajudar no que ele está tentando fazer e, pelo o que eu entendi, ele tem o Jafar como aliado”
“Em Wonderland não temos dificuldade com isso, já que as varejeiras são gigantes e muito simpáticas. Inclusive, eu usei da urina delas para fazer a poção que diminuiu o tamanho de Alice na primeira vez que foi me visitar.” Comentou de forma tranquila, como se fosse algo que poderia ser facilmente entendido por seu amigo. As vezes esquecia da diferença entre os mundos que viviam e que aqueles que nunca estiveram em Wonderland, dificilmente entenderiam os costumes daquele mundo tão diferente. “Esqueça isso sim, querido? O Natal passou por um grande risco, mas agora está tudo bem. Conseguimos vencer essa primeira batalha e essa pequena vitória é de grande valia.” Sorriu de forma gentil para North, esperando que ele pudesse deixar de lado seus sentimentos negativos para focar no que era realmente importante ali. O sorriso aumentou em seus lábios quando o ouviu comentar sobre Miso, alguém que Mirana não conhecia, mas que claramente era importante para Nico. “Está apaixonado, my cupcake?” A resposta parecia óbvia, mas seria agradável para a rainha ouvir a confirmação da boca de seu amigo. “I wish you all the happiness.” Disse de forma sincera e estalou um beijo na bochecha alheia para em seguida, afastar-se até o caldeirão novamente.
“Não é difícil, precisa apenas mostrar que se interessa pelo que a pessoa está dizendo e seja sincero nisso. Ninguém aqui aguenta mais ser tachado como louco ou ter suas preocupações consideradas banais. Todas as vezes que eu demonstro levar a sério o que me contam, eles começam a buscar mais e mais informações e abrindo novos caminhos, sabe?” Agradeceu pela ajuda e pegou os ingredientes, jogando dentro do caldeirão com delicadeza e depois mexeu o conteúdo vagarosamente. A mistura começava a borbulhar e tomar uma coloração azulada, o que significava que estava dando certo. “Jafar não me intimida. Já tive uma conversa com ele e não me pareceu mais do que um invejoso.” Negou com a cabeça. “O que vocês precisam fazer é encontrar uma forma de mostrar para Jack que Breu não é confiável, mesmo que ele o considere um pai. Com certeza, há alguma coisa nessa relação que não é certa e a partir do momento que ele começar a desconfiar das intenções dele, vocês vão conseguir alcançá-lo. Como ele conseguiu seu token? Eu estou em uma busca infinita pelo meu. Preciso encontrar para ser mais útil.”
D. “I must admit it, I would marry you in an instant.” @whitequcen
Suas runas de sabedoria não lhe conferiam somente habilidades intelectuais: facilitavam, por exemplo, o fato de que Sayid julgasse uma situação com mais prudência do que o habitual, para além de se excluir alguns de seus sentimentos mais impulsivos. Todavia, com as falhas da maldição, o Jawaad sentia algumas coisas começando a ficar fora do lugar dentro de sua mente e de seu coração, sentindo que aquilo havia se intensificado naquela manhã também, a ponto de, indo ao mercado para atualizar a nova lista de compras pedida por Alvah, optar por passar no estabelecimento de Mirana primeiro. Sobretudo porque havia um incômodo gigantesco em seu peito que o fazia sofrer com a sensação de que havia algo a ser dito para a Rainha Branca. Ainda não sabia especificar bem o que poderia ser, mas acabou por aceitar o convite de provar algum dos quitutes da mulher, inevitavelmente apreciando o paladar deles. Poções podiam ser o forte dela, mas os preparos gastronômicos não ficavam muito atrás. “Depois desse pão doce, eu acho que realmente poderia me casar com você nesse exato momento.” Comentou, abrindo um novo sorriso, ainda aprovando o que lhe fora oferecido, afinal, a fama da confeitaria fazia jus ao que era produzido ali. “Mas sou apenas um plebeu e servo qualquer, de modo que isso aconteceria apenas nos meus sonhos, certamente.”
Sayid era um doce e bom, de doces Mirana entendia bem. Desde a primeira conversa que tiveram, ela havia se encantado pela forma como fora tratada pelo rapaz e também por sua personalidade tão intrigante. Havia compreendido o que ele dissera sobre a maldição e apesar de não enxergar da mesma forma, ela não gostaria de vê-lo sozinho novamente e por isso, o convidara para visitá-la quando quisesse. Parecia obra do destino que acontecesse no dia mais romântico de todos. O assunto romance vinha sendo sensível para a Rainha Branca, já que ela se pegou preocupada com o fato de não ter um amor verdadeiro e que isso poderia vir a ser usado contra ela pelos seus inimigos, mas agora enquanto encarava Sayid provando de seus doces ponderava se talvez ele não fosse seu amor verdadeiro. Certamente estava sendo atingida pela magia, mas não a incomodava nem um pouco, principalmente quando o ouviu dizer que se casaria com ela naquele momento. Que coisa mais linda! “Oh pumpkin, não diga uma coisa dessas! Eu também me casaria com você nesse exato momento!” Exclamou de forma emocionada, juntando as mãos em frente ao seu corpo. Como nunca tivera um relacionamento antes, não sabia como as coisas aconteciam naquele mundo, mas já ouvira falar que bastava um olhar para terem a certeza que seriam felizes para sempre. Correu para o outro lado do balcão e ficou em frente a Sayid com um sorriso gentil nos lábios. “Não me importo se é um plebeu ou um governante de infinitos reinos, se é meu amor verdadeiro não há nada que pode nos impedir.” Segurou o rosto alheio com suas mãos delicadas. “Sayid, querido, você me ama?”
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Largou um riso curto sem nenhum humor contido nele ao escutá-la sobre North, notoriamente contrariado com a declaração da mesma. Parecia que todos os seres desse mundo e até dos outros tendiam a amenizar a responsabilidade do grandioso Papai Noel só porque era um querido; aquilo certamente carregava outra denominação na cabeça de Bunnymund, uma que com certeza não agradaria à rainha e muito menos o próprio companheiro de equipe. ━━ Vocês colocam muita expectativa em alguém que está com a cabeça nas nuvens. ━━ Negou com a cabeça visivelmente insatisfeito com a devoção que todos tinham para com o outro. Bunnymund não desgostava de Nicholas como poderia parecer de vez em quando, apenas acreditava piamente que não era o mais indicado para encabeçar missões tão importantes como aquela ou para liderar os Guardiões; por que ninguém enxergava aquilo? ━━ Situações extremas exigem medidas extremas, e é por isso que estou aqui. Breu ainda é o nosso maior inimigo. ━━ Elucidou o principal motivo por aceitar o compromisso em Storybrooke. ━━ E, agora, parece que ganhamos mais uma meia dúzia de inimigos, como se um só não fosse o suficiente. ━━ Seria engraçado se não fosse tão trágico e preocupante. Todos aqueles vilões trabalhando para desgraçar a vida de todos os seres daquela cidade. Então, um suspiro longo e pesado escapou por entre os lábios. Bunnymund estava apreensivo, amuado e mais irritadiço do que o normal, porém, não estava desesperançoso. Não cairia nada bem o próprio guardião da esperança encontrar-se nesse limbo. ━━ Gosto da maneira como observa as coisas, Vossa Majestade, mas, não podemos contar com a sorte novamente. Eu não vou permitir. ━━ Os olhos encontraram os dela para transmitir toda determinação contida dentro dele para enfrentar os próximos contratempos que teriam. ━━ E é bom poder contar com você. ━━ A destra pousou sobre a dela para apertá-la gentilmente, uma pequena demonstração da consideração que tinha com ela. ━━ Jack e Tooth. ━━ Repetiu os dois nomes com certa tensão ao comprimir os próprios lábios com força ao ponderar melhor sobre o assunto. ━━ Tooth continua em seu sono profundo. Parece que está inalcançável. E o garoto… ━━ Revirou os olhos com impaciência. Outro membro dos Guardiões que causava mais problemas do que o esperado desde o dia que se juntaram aos outros. Bunnymund facilmente o substituiria por uma foca ou um pinguim. Falaria aquilo em voz alta? Jamais. ━━ Bom, o garoto parece que teve algumas experiências com os poderes dele e, agora, está confuso demais para compreender quem ele é ou quem somos. Parece que North simplesmente meteu com a língua nos dentes e confessou que era um guardião para o menino depois dele ter manifestado os poderes. Resultado: Frost não despertou, mas, agora, tem uma grande possibilidade de ficar louco.
“Não se preocupe, Bunny, my dear. Eu também acho que você é um querido.” A rainha sorriu de forma gentil para o loiro e completou com uma piscadela cúmplice. Não que realmente pensasse que ele estava com ciúmes da forma como tratava Nico, mas era bom que soubesse que Gina tinha apreço pelos dois da mesma forma. “Só acho que ele tem sua forma de lidar com os problemas, enquanto você tem a sua. North é mais sentimental, mas não quer dizer que esteja com a cabeça nas nuvens o tempo inteiro, sim? Não estou dizendo que faça isso com seu amigo, mas também sou constantemente subestimada.” Ginevra era sempre tachada como alguém que não tinha condições de governar, por talvez ser gentil demais, mas mesmo com sua personalidade maluquinha, vinha provando o contrário. Ela tinha pulso firme quando necessário. “Nem me fale.” Mirana soltou um suspiro triste e desviou os olhos do loiro para que pudesse encarar o ambiente ao redor enquanto falava. “E pensar que uma vez pensei que a fúria de minha irmã seria o único problema que teria que lidar...” Levantou-se do sofá e abraçou a si mesma, passando as mãos pelos braços. “Eu tenho me aproximado deles... Dos vilões. Estou tentando entender o que tem por trás dessa maldição para saber como posso agir, mas... Não consigo compreender o que de tão bom veem em estarem presos aqui, em um mundo que não conhecem, sendo que sequer são os verdadeiros governantes. Dark One tem todos na mão de qualquer forma. Apenas gostam de saber que estamos infelizes... Eu poderia sentir pena deles por isso.” Voltou a encarar o homem no momento que o ouviu dizer que não contaria com a sorte novamente. Era bonita a determinação no semblante alheio e aquilo deixava a Rainha Branca também com muita esperança de que conseguiriam dar a volta por cima. Ouviu atentamente o relato sobre Jack e Tooth, assentindo vez ou outra com a cabeça, enquanto pensava formas de poder se aproximar deles para ajudar os Guardiões. “Posso tentar fazer com que ele alcance seus poderes novamente e também mostrar um pouco do que eu posso fazer. Dessa forma, ele não pensará que é o único a ser assim... Além disso, ser louco não é algo tão ruim assim.” Voltou a aproximar-se do homem e encará-lo de perto para que reconhecesse a veracidade de suas intenções. “Devemos encontrar uma solução em todas as barreiras que são colocadas contra nós.” Apertou o braço alheio. “O que acha de ir comigo falar com algum deles? Pode me apresentar e seguimos a conversa juntos.”
Em sua vida na Floresta Encantada, Robin Hood tinha encontrado várias pessoas, ele não fazia distinção entre quem roubar, desde que tivessem posse o suficiente para isso, portanto, ele havia percorrido mais do que apenas aquele seu mundo, sempre regressando para as conhecidas florestas de Sherwood. Em Storybrooke, ele não tinha memória nenhuma daquela época, mesmo que uma sensação estranha lhe percorresse o corpo sempre que deparava-se com alguém que possivelmente havia conhecido antes de maldição e isso ocorria com mais frequência desde que havia encontrado aquela flecha. Parecia estranho que ele se mantivesse observando com tanta atenção a mulher, mas não conseguia tirar a sensação de já tê-la conhecido de dentro de si, por isso, respirou fundo e criou coragem para aproximar-se, abrindo um leve sorriso em seus lábios antes de indagar. “I’m sorry, have we met before?”
Cantarolava alguma música aleatória enquanto decorava o bolo de aniversário que haviam encomendado quando fora surpreendida pela aproximação do cliente. Colocou o saco de confeiteiro de lado e desviou um olhar gentil para o homem, para poder dar-lhe atenção. “Oh sim! Com certeza, querido.” Respondeu prontamente, sem nenhuma dúvida que já havia se encontrado com Robin Hood antes. “Mas você não se lembraria do momento.” Completou a frase, como se fosse nada demais e não houvesse necessidade de explicações. “Então acredito que seja melhor que nos apresentemos novamente. Eu sou Ginevra White e você é...?” Estendeu a mão para o rapaz, enquanto esperava que ele a respondesse. O conhecia apenas por seu nome real e não pelo qual usava naquela cidade.