Depois de alguns dias, parei naquela tarde admirando o leve das árvores e as neblinas das montanhas.
Até esperava a chuva leve, só para poder usar meu casaco do inverno passado e, sem anseios, deixar a chuvinha cair no meu rosto.
Fazia dias que eu não lia meu livro preferido, que eu falava dele pra alguém, sem ter o medo de emprestar.
É que ele guarda palavras tão doces, momentos tão especiais e pequenas cartas que fizeram bem ao meu coração.
Eu nunca sei ao certo qual seria meu capÃtulo preferido, nem qual eu te indicaria. É que talvez eu tenha medo das palavras doces chegarem no seu coração como chegaram no meu.
E que de capÃtulo em capÃtulo, você consiga decifrar o que eu sinto agora.
-Girassol














