Defiance AU: Stahma and Kenya are both are part of rival vampire bloodlines, after they both come to a drawl in a fight they begin to fall in love.
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Defiance AU: Stahma and Kenya are both are part of rival vampire bloodlines, after they both come to a drawl in a fight they begin to fall in love.
NÃO CREIO, QUE COINCIDÊNCIA

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Eu vi os olhos vermelhos antes de sentir o sangue escorrer...
Como rubis, resplandeceram em minha visão. Mas eu caí antes mesmo de chegar ao chão; senti braços duros como mármore me segurarem perto de seu rosto, e fios avermelhados cobriam parte de suas feições.
Mas os olhos vermelhos eram gélidos. Nem um pouco quentes como a cor sugere.
A dor não veio, demorou para que eu gritasse. O ar frio da respiração batia em meu ouvido que tentava não se concentrar no som de sucção. Ela bebe meu sangue, gole por gole.
Não penso muito; agarro seu ombro coberto por pêlos de um casaco espesso e penso em gritar, mas o sono chega... Chega devagar. Meu aperto se pendura nos pêlos grossos do casaco e minha mão perde a força, a ausência do quente se alastra pelos meus próprios ossos e fecho os olhos, apagando o verde da floresta de minha visão.
Agora somos só nós, no breu em meu olhar. Ela me solta sobre a relva, sem delicadeza e ouço um assobio grave, profundo vindo da mulher que me atacou. Se é que posso chamar esta criatura de mulher.
Abro meus olhos o suficiente para vê-la lambendo os lábios, os dedos, as palmas das mãos e os pulsos. Quanto sangue... Ela me encara, espera, me analisa. Como se me conhecesse. Estreita os olhos e funga o ar, perto de mim. Os grandes cachos ruivos cobrem suas costas, caem em cascatas pela brancura de seu ser e pela sujeira de suas roupas.
É selvagem. Antiga e selvagem. Vejo em seu olhar um desdém ancestral, com nome próprio e identidade. Em meus últimos momentos, arrisco me arrastar pela terra, tento alcançar uma raiz exposta. Ela segura meus dedos finos e os leva aos lábios; ternamente beija as pontas como uma mãe faria ao ver a filha machucada. Um último conforto. Um último gesto.
Apago com uma sensação permanente na pele e não a vejo ir embora. Apenas adormeço.
Mesmo que o dia eleve
Mesmo que clareie
Mesmo que brilhe
A brisa leve e fresca não transfere sua alma a mim
Os dias calmos, bons e tranquilos, em minha mente parecem não existir. Não cabem. Não encaixam.
Sangue; uma análise.
Não, não terá nada científico aqui. Não discutirei sobre hemoglobinas porque sou uma médica ou algo nesse sentido.
Minha discussão é: Qual o sabor do sangue para os vampiros? Metálico? Saboroso como vinho? Mais leve como suco e doce? Consistente? Enérgico como café?
Victória; uma análise.
Não é de hoje que vilões são humanizados, analisados e sentidos. É curiosamente bom, prazeroso, adicionar camadas mais aprofundadas em pessoas que, geralmente, desprezamos por serem os antagonistas de nossos queridinhos protagonistas. Entretanto, a "onda de compreensão", que tem resgatado vilões do ódio do público, tem motivos para ter se popularizado: A maioria das pessoas se consideram vilões ou, no mínimo, anti-heróis incompreendidos e injustiçados.
E sejamos honestos, pessoal, vocês só são chatos mesmo. Mas enfim...
Esta postagem não é uma análise sobre esse fenômeno do cotidiano humano, não, é uma análise sobre a personagem Victória, de Crepúsculo.
Os fãs ou entusiastas, curiosos, sejam o que forem, sabem que quando um vampiro em Crepúsculo perde seu companheiro, é o equivalente a morrer para o que sobrou. E se esse companheiro foi morto por outro ser, não é surpresa que a vingança aconteça. E sabemos qual o destino de Victória e o que ela tentou fazer com Bella e Edward, justamente porque Edward deu um fim a James.
Entretanto, tenho pensado sobre a solidão de Victória. Sua habilidade de sumir dos lugares sem ser percebida, de escapar, se esconder. E não exatamente a habilidade que a torna solitária, mas como o presente se originou. É dito na história, que ela fugia muito, se esgueirava pelas sombras em sua vida humana e isso se intensificou após a transformação. E logo depois da perda de James, fico me perguntando se a solidão a assolou. Um sentimento antigo, que a acompanha há séculos, que não se iniciou com a morte de seu companheiro, mas sim de um passado conturbado e perturbador. Eu gostaria muito de entender melhor a psicologia dos vampiros de crepúsculo, no caso, de vampiros em si. Pois em muitas obras, é mostrado que a transformação os muda em muitos aspectos, e a longevidade e certeza da eternidade, também. A necessidade por beber sangue humano, já entendi que adormece parte de sua empatia pela espécie humana, e quanto mais atendem a esse impulso, menor é sua preocupação acerca de suas ações contra a humanidade. No máximo, se educam para que não sejam descobertos para que possam continuar existindo sem conflitos maiores.
Porém, é nítido que em Crepúsculo, eles possuem uma "escolha". Com consequências, mas uma escolha. E também é entendido, que se se abstêm de sangue humano, se tornam mais civilizados, capazes de trabalhar em grupo como se fossem famílias e acabam por desenvolver uma empatia maior pelos humanos. O que significa que os que consomem sangue humano, são mais selvagens e "cruéis". Sendo assim, Victória e outros, têm uma psicologia que ainda pode ser descrita e reconhecida como humana. Capaz de nutrir sentimentos, fazer escolhas e genuinamente criar laços com outros que não sejam seu companheiro; o que impede, é se submeter ao vício por sangue humano.
Considerando isso, a personagem se torna ainda mais intrigante. Ela não estava desesperada ao criar um exército de neófitos, não, ela foi estrategista, como um humano seria. Trabalho em grupo, lembram? Ela manipulou, jogou e driblou por muito tempo os Cullen's, e acho que não somente pela vingança, pelo vínculo dos vampiros, mas também... Por solidão. No guia de Crepúsculo, temos o saber de que ela já foi feliz por um tempo, verdadeiramente feliz, depois de séculos apenas existindo em uma realidade trágica e infinita. E a eternidade é especialmente acompanhada pelo sentimento de vazio, de falta de propósito. Acredito e arrisco afirmar, que o que deixa tudo menos pior, ao menos no contexto do universo de Crepúsculo, é justamente a existência de alguém que é impossível de você enjoar. Isso ameniza, dá um objetivo, uma alegria, um comichão na barriga. O que foi bruscamente tirado de Victória, e todas as vezes que olho nos olhos dela (interpretada por Rachelle Lefèvre), eu consigo compreender esse vazio morno.
A solidão impulsiona a raiva. Poucos sabem disso. Mas quanto mais solitário, com mais raiva você fica. Não nos consideramos merecedores de um dos piores sentimentos para uma espécie tão social quanto a nossa; suponho, que o mesmo para os vampiros. Pior ainda para Victória, que perdeu tudo e mais ainda numa busca irrefreável por vingança, por um... Objetivo, de novo. Talvez, para ela, consumir a vida de Bella, transformaria seus dias numa conquista, o princípio para recuperar James; quem sabe, em seu inconsciente, superar o desafio — capturar a humana protegida por um clã inteiro — fosse, inclusive, uma maneira de se sentir próxima de James. Victória era cautelosa, James por outro lado queria desafios, superar obstáculos. Talvez, a vingança não tenha sido a única coisa a movê-la.
Ouso concluir, que ela sentiu também esperança. Além da solidão já supracitada, ela se muniu de expectativas sobre conseguir superar o que fizeram a James, superar o próprio James em seu desafio que ele se propôs e superar até mesmo os Volturi, que tiveram uma parte em um dos capítulos horripilantes de sua vida. São muitas camadas e eu preciso dormir agora...
Estava pensando nisso há dias. Pensando na Victória... Enfim, pretendo analisar mais personagens. Lembrando que são meras suposições minhas, nada certo ou absoluto.

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we’re sorry your wife died but hey! doesn’t this woman look a lot like the male love interest you wrote in your romance novels? we know you’re gay as fuck and you originally intended for his character to be a woman btw ;) anyways we just thought this was a funny coincidence haha! have fun ladies ;)
Eu não gosto de beber
Eu não gosto do sabor amargo almiscarado do álcool
Mas sinto vontade de molhar os lábios pra senti-los queimando. sentir o azedume seco visceral descendo pela garganta, rasgando a carne que toca.
E por que? Pra sentir. Sentir alguma coisa além do tentar esquecer pra tentar crescer
A manhã ajuda, mas o vinho também. Inebria a ébria que sou.
A ardência que pinica a pele
A ardência que fere o lábio
A ardência fruto dos dentes perolados que se afundam nos meus lábios
A ardência
Uma homenagem à dor que mereço ou não
Água fervente arde minha pele
De rosada pra vermelho intenso, penso que a saliva de fogo é boa o suficiente
Mas não
A ardência da pimenta
Ardência das unhas
Ardência dos tapas
Ardência dos dedos em meu cerne molhado e irritado
Vai e vem
A ardência vai e vem
A ardência cura
A ardência cura?
Morda-me
Cuspa-me
Bata-me
Enforque-me
Coma-me
Com tesão ou raiva, não tenho preferência
Desde que haja ardência.
Coração Silencioso
não há mais a batida rítmica que acelera quando cruzo um olhar que aquece
agora não existe mais o calor dos olhos apaixonados
porque não existe mais um olhar
apenas o profundo silêncio que mora em cada nota, torcendo artérias e aortas já que não se importa
não vivemos o muito que queríamos, sendo o pouco mais que suficiente para cavar uma cova funda, surda de vermes e cega de fungos
só a terra que me cobre durante noite e dia, confiança suada simplesmente minada e transformada
transformada em areia
descreve bem, não é? grãos finos de areia que se empilharam entre nossos abraços e escaparam pelos dedos, um sopro de realidade limpando o dourado de nossos olhos
acordamos do sonho. era um sonho para mim, mas tornou-se um pesadelo para você e não sei como
não entender é o que me mata,
não obter a resposta mas sofrer a punição de não ter acertado nessa prova como os demais que não estudaram
até ler eu li. acordei em manhãs frias fungando para falar a você, o quanto você é você, e o tanto de você que mais amei
e você, você, não gostou. me devorou no escuro na frente de todos e gemi contra seu pescoço; o prazer tomando a sanidade que restava e coxas abertas para sua mão que domava.
então, o fim. provou da carne gelada e molhada, lambeu os dedos e avaliou. o preço elevado demais assustou e a carne voltou para a vitrine.
nem todas as palavras se dizem sozinhas
não sem um empurrãozinho
às vezes o silêncio é a primeira nota que se afina a cada refrão
e quando ditas, dançam afluentes acima de nossas cabeças estreladas
sim, tenho pensado mais no céu
no escuro pontilhado de azul, vermelho e um tanto amarelado
agora as estrelas me lembram muito você
pequenas grandes luzes hipnotizantes, tão distantes
tão belíssimas, tão quentes e massivas
eu adoraria beijar uma estrela
mesmo sendo sugada por sua gravidade descomunal
não seria uma novidade, na realidade
porque já existe uma força de atração insuperável que me espera, da qual me aproximo em alta velocidade
é você.

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às vezes é difícil escrever sobre a paixão. sentimento de fogo puro, as labaredas queimam minhas mãos.
de dentro de mim, a fumaça sai branca. meu coração é uma chaminé bonita, onde você deixa seus retratos e penduras meias de natal. sente-se de frente pra mim, se esquente e beba chá.
quero ser uma paixão de domingo à noite, uma fogueira acesa no meio do seu acampamento. você recorda de memórias de infância e as conta para as chamas que crepitam. você aponta as estrelas; constelações que lembram as suas próprias abaixo do olho. e depois você canta. e eu escuto. eu queimo e ilumino sua noite, sou a companhia que desperta cedo pra saber se sua barraca ainda te protege.
pode chover, gear, ventar. um fogo que não apaga facilmente, a chama eterna que ri da de Héstia.
eu não apago. não apago. não cesso. vivo no escuro clareando seu olhar se preciso for. não morro. eu vivo. porque apagar é muito fácil.
consumir sem machucar é que é um desafio.
Little one
So cute
~ Dizeres no frio ~
Em meus seios, o gelado se abriga. Sem compaixão, ele se encolhe mesmo que queime a carne em que se deita — minha carne.
Sinto os arrepios entre o vale, sinto o vento que bate e a sonolência que bale. O frio é cruel, mas presente. Ele está, com sua megera presença, acima de mim cobrindo a consciência.
Egoísta. Muito egoísta.
O abraço. O agarro. Arranho e perco o fôlego. Mesmo isso, o frio me tirou sorrindo. O ar quente que sobrava esvaiu, abalado, no nevoeiro umbrático.
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