AMOS DIGGORY é um estudante da LUFA-LUFA de 20 anos que fez o seu NONO ANO em 1976. ele também retorna a hogwarts em 1999 como PROFESSOR DE LINGUAGENS MÁGICAS. só cuidado para não confundir com JOSHA STRADOWSKI ou MAX IRONS porque eles são parecidos!
ALUNOS
nome completo: Amos Diggory.
idade: 20 anos.
casa: Lufa-lufa.
linha do tempo: era dos marotos (1976).
ano escolar: 9° ano.
status sanguíneo: puro-sangue.
atividades extracurriculares: sociedade de estudo de criaturas mágicas, sociedade de história mágica, clube de artes mágicas.
PROFESSOR/FUNCIONÁRIO
cargo: Professor de Linguagens Mágicas.
antiga casa/escola: Lufa-lufa.
idade: 43 anos.
FC: Max Irons.
Algumas almas morrem, mas seus corpos continuam vivos. Amos Diggory existia antes de tudo acontecer em um futuro distante - antes de perder um filho e se tornar pouco mais que a sombra de um homem. Ele não foi o Diggory que entrou para a história - embora tivesse grandes planos em relação a isso: queria ser o primeiro bruxo a visitar todas as sociedades mágicas do mundo com nada além de uma mochila nas costas e muita disposição para andar - mas não era tão diferente assim do que o que fora eternizado pelos motivos errados.
Todos o conheciam em Hogwarts. Como não? Amos falava com todo mundo e devolvia desaforos com tanto humor que ficava difícil manter uma briga com ele. Era energético, incapaz de passar um mês sem propor festas, noites de jogos ou simplesmente rodas de histórias de frente para a lareira nas acomodações lufanas. Pincelava cenários de tirar o fôlego em telas vazias e esculpia sorrisos em rostos endurecidos pela vida. Não tirava as notas mais altas, bem longe disso, mas isso não era um problema; sua arma era o carisma.
Não tivesse, em seu tempo, enfrentado as desgraças da guerra junto de tantos outros, Amos teria saído de Hogwarts direto para o seu mochilão mágico. Mas ele era um rapaz de princípios e ficara para lutar ao lado da Ordem da Fênix. Com o fim da guerra, conheceu Wilhelmina, a bela Willie que não era tão aventureira quanto ele, mas se divertia com o jeito de Amos, então se casou com ela e tepve dois filhos; deixando de lado o sonho de se aventurar só com uma mochila nas costas para ganhar a vida com as pinturas e esculturas.
Não passavam dificuldade, pelo contrário. O trabalho sensível de Amos alcançava bruxos de todos os lugares do globo e ele nunca ficava sem demanda. Nunca deixou faltar nada para os filhos e nem para Willie, muito menos amor.
Então o acaso cruel colocou Cedrico, seu filho mais novo, no lugar errado na hora errada. E o homem cheio de vida que era Amos Diggory se perdeu, como se tivesse morrido junto de Cedrico naquele labirinto.
A sensação de segurar nos braços, de tocar o corpo frio e inerte do seu garoto nunca o deixou. Amos, que usava as mãos para criar vida nas telas, passou a usar luvas. Não conseguia segurar um pincel - segurar qualquer coisa o fazia lembrar do cadáver do filho sob seus dedos - e tremia ao tocar na argila gelada como o corpo de Cedrico. O olhar que brilhava com facilidade para as coisas mais simples da vida se tornou opaco, distante, e nenhuma conversa com ele começava ou terminava sem o nome de Cedrico.
Wilhelmina e o filho mais velho fizeram o que puderam, mas a perda não fora só dele. Amos não era o único que sentia falta de Cedrico, que implorava aos céus por uma segunda chance que nunca viria, que se perguntava por que ele. Era, porém, o único que se recusava a seguir em frente.
Com o tempo, o luto de Amos se tornou insustentável para Wilhelmina. Ela era mãe, Cedrico era tão seu quanto era de Amos. Precisava continuar a viver - não só por ela, mas pelo filho que os dois ainda tinham. Vivo. Com eles.
Deixou Amos em uma manhã de verão. Ele não insistiu para que ficasse.
O filho mais velho o visitava apesar de tudo. A dor que sentia pela perda do irmão não era mais tão sufocante quanto a dor de perder também o pai. Tentou ajudar Amos a voltar a pintar, mas apesar de rabiscar uma coisa ou outra, ele ainda se recusava a tirar as luvas.
Conseguiu então um novo emprego para o pai, convencendo-o de que talvez ajudasse se voltasse para Hogwarts e ficasse mais perto das últimas memórias boas de Cedrico. Poderia pintar a memória dele em todos os lugares do castelo.
Amos precisava de dinheiro, não recusou. Mas acabaria pagando um preço por isso: a presença constante de Harry Potter, o garoto que sobrevivera não uma, mas duas vezes - e às custas de seu filho - alimentava um monstro muito mais agressivo do que o luto dentro dele.
personalidade: Em 1999, Amos é distante; realmente a sombra de um homem. Guarda um rancor muito grande por Harry Potter e os amigos dele. Fala pouco e prefere a solidão das salas vazias onde tenta pintar alguma coisa ou outra de novo. O total oposto do Amos de 1976, que acendia uma luz por onde passava.












