Oi, tag! Somos mais um talker surgindo, mas não só isso! Queremos ajudar outros players a incrementar o desenvolvimento dos seus personagens, montar seus blogs e ouvir todo tipo de opiniões e quem sabe aconselhar também?
Somos um casal que gosta de jogar e ainda conseguem ver uma certa diversão nesse universo!
Aqui é para ser um local onde todos possam expressar suas opiniões e também saberem respeitar e aceitar que todos pensamos coisas diferentes referente a um mesmo assunto! Sintam-se livres para expressar o que querem, tendo todo o respeito! Não vamos admitir grosserias por aqui, ok?
Então sejam bem viados, digo, bem vindos! Nossa ask já está aberta para vocês!
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estamos a todo vapor por aqui, nony, então eu arrisco dizer que no próximo final de semana já devemos estar prontinhas pra compartilhar a central com vocês e começar tudinho! fica de olho aqui pra não perder nada!
Acho que posso dar um pequeno spoiler para você, meu caro acinzentado.
No nosso universo, por milênios, duas raças protegeram a humanidade nas sombras: Os El (Sangue Vermelho) — conjuradores que tecem a realidade com magia, mas cujo poder é limitado e exaustivo. E os Owen (Sangue Azul) — usinas vivas de energia bruta, capazes de alimentar feitiços devastadores, mas incapazes de controlá-los sozinhos. Juntos, através do Pacto, eles se tornam imbatíveis e alguns até mesmo inspiraram lendas que são conhecidas até hoje, como a de um certo mago e um rei com sua espada indestrutível. Mas há um problema: por séculos na federação de Atlantis, os El escravizaram os Owen através de Runas de Vinculação — selos gravados na carne que transformaram parceiros em propriedade. E a apenas vinte anos atrás, os Owen se rebelaram. A nossa história será contada vinte anos após essa revolução, com a reabertura da Academia de Atlantis e a paz tênue entre a população de Elowen.
Atletas, chegou o momento de preparar seus currículos escolares e se matricular na Daehan Sports University. A espera chegou ao fim!
Finalmente nossa central está disponível para vocês, agradecemos muito todo o interesse e empolgação! Agora vocês podem vasculhar todas as páginas e tirar suas dúvidas conosco por lá enviando asks, ou nos chamando pela DM do tumblr ou do bluesky. Não vamos mais ficar aqui no blog da pesquisa, então direcionem suas questão para a central!
Vocês podem acessar a mesma clicando em qualquer lugar dessa frase ou no link do source. As datas e horários do nosso cronograma vão estar no fixado para que vocês ainda possam checar tudo com facilidade.
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❝ 𝐑𝐄𝐀𝐃𝐘 , 𝐀𝐈𝐌 , 𝐋𝐎𝐕𝐄 . . .
hello , we are 𝐋𝐎𝐕𝐄 𝐆𝐔𝐍 ! 🧸 ❞
o LOVE GUN nasceu como uma ideia improvável dentro da indústria: um grupo de homens mais velhos, de aura enigmática e visual poderoso, pensado quase como um experimento que poderia facilmente não durar, mas que acabou se tornando um sucesso inesperado, com álbuns esgotados e fãs histéricas. [ . . . ] apesar do crescimento acelerado, o fandom trouxe problemas sérios logo no início, incluindo um episódio traumático envolvendo sasaengs que marcou a trajetória do grupo e levou a agência a reforçar a segurança. ainda assim, o carisma dos integrantes permaneceu intacto, alimentado por uma forte presença online e por uma imagem de artistas acessíveis, constantemente atentos ao que se fala sobre eles — seja nas redes, em aplicativos de relacionamento ou nas noites agitadas de hongdae.
O frio de Seul anda cortante nesses últimos dias, mas a Molly’s Pet Shop preparou um evento perfeito para esse momento e para aquecer nossos corações! Todos estão convidados para o Winter Paws, uma feira de adoção e que também vai ser um encontro de pets totalmente adaptada para que ninguém passe frio nesse dia, tudo muito bem montado no Yongsan Family Park!
Data: 07/02 | Local: Yongsan Family Park | Horário: Das 10 às 18h!
Tendas e mini-eventos que vamos ter na feirinha:
Tenda de Adoção:
A tenda vai ser o coração de todo esse evento, com uma estrutura muito ampla e bem equipada para proteger todos os bichinhos que vão estar disponíveis para adoção! Segue abaixo a lista de pets que vão estar ali para vocês:
Cachorros.
Gatos.
Coelhos.
Hamster.
Porquinhos da Índia.
Ouriços.
Todos vão estar bem aquecidos, os que permitem, até de roupinha vão estar ali, prontos para serem adotados!
Check-up e Vacina:
Como costumam falar por ai: A saúde vem em primeiro lugar e nesse momento, isso não seria diferente! Vamos ter um espaço esterilizado e muito bem organizado onde a equipe do Molly's Pet Shop vão trabalhar com carinho e agilidade! Além da aplicação da vacina antirrábica (que vai ser gratuita, viu?), eles vão oferecer uma triagem rápida para checar a imunidade dos bichinhos!
Foodtrucks:
Durante todo esse evento, vamos ter também foodtrucks parceiros servindo o melhor do street food coreano, que são:
Caldo de Oden.
Bungeoppyang.
Hotteok.
Obvio que também vamos ter café torrado quentinho e chocolate quente para ficarmos bem aquecidos nesse frio!
Pet Fashion Week:
Quem disse que o frio não pode ser estiloso, está mentindo! Vamos contar com um pequeno palco com tapete vermelho que vai servir de passarela para os pets e deixar o momento ainda mais divertido, preparem os melhores looks deles!
Photo Booth:
Vamos ter um espaço temático com pinheiros decorativos, luzes e bancos de madeiras para que vocês possam tirar as melhores fotos com os bichinhos de vocês! O local conta com vários adereços para que vocês possam usar!
Ponto de solidariedade:
Fazer o bem aquece muito a nossa alma, não é? Quando entrarem no evento, vão ver um espaço dedica a receber os itens essenciais para abrigos parceiros que sofrem com a superlotação nessa época do ano e em outras também! Estamos arrecadando:
Ração selada.
Cobertores usados (limpos) ou novos.
Caminhas.
Brinquedos.
Remédios dentro da validade.
Sua doação vai ajudar a salvar vidas que ainda esperam por um resgate!
NOTAS OOC:
Oi, anjinhos! Finalmente veio ai algo mais levinho pra vocês, não é? O evento não tem obrigatoriedade de movimentação no discord, mas adoraríamos que vocês fossem! Vamos criar um tópico dentro da ambientação da Yongsan Family Park no sábado e quem quiser participar, sintam-se a vontade!
Se o seu personagem resolver adotar um dos bichinhos, postem a foto com a tag: #yspwinterpaws para que possamos ver de pertinho como foi a interação no evento, ela também serve para caso você e seu pet tenham participado do Pet Fashion Week!
Lembrem-se que estamos no inverno! Então procurem ter coerência com o clima entre as postagens!
Para os funcionários do Molly's, eles vão estar trabalhando em turno de trabalho durante o evento! Usem isso pra interagir bastante!
No mais espero que aproveitem esse descanso no meio do caos e qualquer coisa chamem a gente!
Abaixo do corte você vai encontrar 150 adjetivos positivos, as famosas qualidades, para você se inspirar na hora de montar seu personagem. Além das qualidades, tem também dois sinônimos para cada um, caso não queira se repetir!
a lista de defeitos você vai encontrar aqui! (logo mais)
Oi tags, tudo bom? Pedimos um minutinho da atenção de vocês aqui na nossa pesquisa de interesse, se liga na proposta:
Nossa comunidade se passaria em uma renomada universidade com foco em esportes, onde os alunos teriam que se dividir entre seus estudos e os treinos exaustivos, pensando em alto rendimento. Os estudantes teriam que competir em torneios regionais, nacionais e até mesmo internacionais. O lema da universidade é ambição e garra, sendo conhecida por pressionar muito seus graduandos para que sejam os melhores no que fazem, mesmo que alguns deles acabem se desviando do caminho vez ou outra por se empolgarem demais com a vida nas fraternidades/sororidades do campus que são responsáveis por festas até altas horas... e até mesmo se escutam rumores sobre estas ajudarem seus integrantes a destruírem a reputação daquele rival que os tira do sério.
O nosso plano é desenvolver essa rotina dos estudantes da universidade, teríamos torneios rolando com certa frequência para movimentar suas semanas, além das famosas festas, outros eventos acadêmicos e as consequências do caos que pode acontecer quando um atleta quer passar por cima do outro e se tornar o melhor. Nossas vagas seriam limitadas de acordo com a quantidade de times/esportes que deixarmos disponíveis, já que seria obrigatório todos participarem de um! Agora, temos uma pergunta pra vocês, o que acham de abrirmos vagas também para não-atletas, aqueles estudantes que estejam se graduando em áreas que tem foco esportivo e possam fazer parte de uma equipe multidisciplinar? Como psicólogos, fisioterapeutas, nutricionistas e etc. Por favor, respondam nossa enquete apenas se existir real interesse! A plataforma seria bluesky + discord. ⚽️ Conversem com a gente caso curtam a ideia!
Ficou alguma dúvida? Querem saber um pouco mais? Tem sugestões? Nossa ask está aberta e disponível para vocês!
Gostariam também de vagas para não-atletas?
Sim, eu gosto da ideia!
Não, prefiro que as vagas sejam limitadas só para atletas!
Olá, morceguinhos! Ficamos por muito tempo inativos, mas nunca sem ficar de olho nas discussões que surgem por aí. Iríamos voltar sem aviso algum, apenas responder as asks que estão na nossa inbox e esperar por mais algumas, mas o assunto em alta ficou martelando na nossa cabeça desde o ano passado e passamos horas numa ligação falando apenas sobre isso.
Mas antes queríamos desejar (cof cof muito atrasados cof cof) um feliz ano novo para todos os players da tag, que nós possamos superar as dificuldades e discussões de 2025, que 2026 seja bastante frutífero para todos nós! 🥂
Nós já demos nossa opinião sobre o uso de CHAT GPT em asks antigas, desde que as pessoas saibam usar, a ferramenta pode ajudar a florescer com novas ideias, mas o copia e cola fica óbvio demais em alguns textos.
Quem usa com frequência sabe identificar, percebe os vícios de linguagem que o bot apresenta nos textos e até mesmo a separação de parágrafos, tópicos, negritos, comparações, ênfase em certas palavras e a construção de frases… Acusações infundadas existem e nunca vão deixar de existir, mas se elas foram levantadas, é porque a desconfiança está presente.
No entanto, é de bom senso geral não sair apontando defeitos dessa forma sem oferecer uma ajuda real e que seja positiva.
Existem detectores de IA que já são amplamente usados por professores e universitários, porém alguns deles acabam dando um resultado falso, acusando um texto sem IA como se tivesse partes copiadas de um já feito, como nós já percebemos do lado de cá ao avaliar os trabalhos que fazemos para faculdade/trabalho, por isso é preciso testar os artigos e textos mais de uma vez e em mais de um detector para ter a certeza de que dissertações não acusem o uso indevido de Inteligência Artificial.
Não vamos apontar o dedo para comunidade A, B ou C, porque estamos vendo esse problema há meses: imagens feitas por IA, plots feito por IA, eventos feitos por IA… Está em todo lugar.
"Então, Rosie, como escapar disso?"
Bem, vamos usar o Chat GPT para ver como funciona?
O prompt que eu mandei: Chat, me dê um plot de comunidade que é ambientada em uma ilha fictícia perto da Coreia do Sul.
O que ele me deu: Claro! Aqui vai um plot de comunidade ambientado em uma ilha fictícia próxima à Coreia do Sul:
Ilha de Haedam
A Ilha de Haedam fica isolada no Mar do Leste, a algumas horas de barco da costa sul-coreana. Oficialmente, é conhecida por sua pesca artesanal e por um antigo farol construído durante o período da ocupação japonesa. Na prática, Haedam é uma comunidade fechada, onde cerca de 300 habitantes vivem seguindo tradições próprias, quase intocadas pelo continente.
A vida na ilha gira em torno de três pilares: o mar, os rituais sazonais e a memória coletiva. Cada família tem uma função herdada — pescadores, guardiões do farol, curandeiras que utilizam algas e ervas marinhas, e os “registradores”, responsáveis por manter um arquivo oral da história da ilha. Nada importante é escrito; tudo é transmitido em cerimônias noturnas, onde histórias são repetidas palavra por palavra para não se perderem.
O conflito central começa quando o governo sul-coreano anuncia um projeto de pesquisa ambiental e militar na região, alegando atividade sísmica incomum. Com a chegada de jovens pesquisadores e soldados, antigas tensões emergem: Haedam guarda um segredo ligado a desaparecimentos ocorridos décadas atrás, possivelmente relacionados a experimentos feitos durante a Guerra da Coreia.
Enquanto os mais velhos lutam para manter o isolamento e os rituais, os jovens da ilha se dividem entre proteger a identidade de Haedam ou aceitar a modernização e a chance de deixar o local. Estranhos fenômenos — bússolas que falham, sonhos compartilhados e sons vindos do mar à noite — sugerem que a ilha não é apenas um espaço geográfico, mas algo vivo, reagindo à ameaça externa.No centro da trama está uma jovem moradora que descobre que sua família tem ligação direta com a origem da ilha e que a sobrevivência da comunidade pode exigir um sacrifício: revelar a verdade ao mundo ou deixar Haedam desaparecer para sempre.
Se quiser, posso adaptar o tom (mais realista, místico, político ou até terror), desenvolver personagens específicos ou transformar isso em sinopse de livro, série ou RPG.
Eu, pessoalmente, não achei ruim, é uma boa premissa, mas ainda dá pra identificar o uso de IA se esse plot estivesse numa página de comunidade.
Vou editar esse texto e re-apresentar a ideia:
Localizada no Mar do Leste, a ilha de Haedam é conhecida por sua pesca artesanal e por um farol construído antes mesmo da população se estabelecer ali. Dizem que refugiados de todos os lugares encontravam paz em Haedam, que eram guiados até aquele lugar como uma salvação para seus problemas.
É uma comunidade fechada, unida, com feriados próprios e um sistema político único, onde os mais velhos ditavam as leis e tradições. Todos ali trabalhavam e tinham uma função específica, os pescadores, lojistas — que precisavam de uma certa permissão para sair da ilha e trazer coisas de fora — fazendeiros, curandeiros… Todos se cuidavam, os nativos de lá já cresciam dentro do negócio familiar, e quem vinha de fora sentia que o peso da vida na cidade era pesado demais para carregar de novo.
Mas nem todos os moradores de lá aceitam muito bem a ideia de novatos no local, com seus celulares, tecnologia, e todas as perguntas que eles faziam. Se todos ali tem um segredo e problemas que o seguem, o que garante a segurança dos que já estavam no local antes de Haedam se tornar um refúgio?
Com certeza não é o meu melhor trabalho, mas é algo que consegui pensar com ajuda do Chat ao mesmo tempo que li o plot gerado. Claro que existem séries/filmes com uma premissa parecida, um lugarzinho com uma comunidade pequena, reclusa e que tem seus mistérios, mas não foi uma cópia descarada.
Vamos mais uma vez.
Meu prompt: Chat, me dê um plot de comunidade sobrenatural.
O que recebi: Claro! Aqui vai um plot de comunidade sobrenatural, com foco em mistério e tensão coletiva:
A Vila de Véu-Baixo
A Vila de Véu-Baixo fica escondida em um vale onde a neblina nunca se dissipa por completo. Mapas antigos a mostram, mas aplicativos modernos simplesmente “pulam” o lugar. Quem nasce ali raramente vai embora — e quem chega por acaso quase nunca lembra exatamente como encontrou o caminho.
A comunidade é pequena, cerca de 200 moradores, e vive sob uma regra absoluta: ninguém pode sair de casa após o terceiro sino da noite. Não há consenso sobre quem toca o sino; ele apenas soa, profundo e distante, mesmo quando a torre está vazia.
Os habitantes convivem com o sobrenatural como parte da rotina. Algumas crianças nascem sem reflexo nos espelhos. Certas casas trocam de lugar durante a madrugada. Os mortos não descansam de imediato: permanecem por três dias circulando pela vila, ajudando em tarefas simples, despedindo-se, até que a neblina finalmente os leve.
O equilíbrio da vila depende de pactos antigos com aquilo que vive sob o vale — entidades chamadas apenas de Os Silenciosos. Eles não são adorados, mas respeitados. Em troca de proteção e colheitas fartas, a vila oferece memórias: a cada ano, um morador é escolhido para esquecer alguém que amou profundamente. O esquecimento mantém o Véu intacto.O conflito surge quando uma jovem perde alguém importante e percebe que suas memórias não desapareceram como deveriam.
Pior: os Silenciosos começam a aparecer durante o dia, sombras longas demais, vozes que chamam nomes esquecidos. A neblina recua, revelando ruínas ao redor da vila — sinais de que Véu-Baixo já foi muito maior, antes de falhar em seu pacto.
Dividida entre manter o acordo ou romper com ele, a comunidade entra em colapso. Alguns moradores querem oferecer algo maior que memórias: sangue, crianças, ou a própria vila. Outros acreditam que os Silenciosos não protegem — apenas adiam algo muito pior que está tentando atravessar o vale.
No fim, a pergunta que define a história não é “como derrotar o sobrenatural”, mas “o que uma comunidade está disposta a esquecer para continuar existindo?”
Se quiser, posso:
* Tornar o plot mais terror, melancólico ou folclórico
* Adaptar para RPG, série, romance ou jogo
* Desenvolver regras sobrenaturais mais rígidas ou personagens centrais
Gostei do que foi dado, mas ainda podemos deixar mais adaptada para uma comunidade de Bluesky. Eu poderia continuar moldando e corrigindo até que o Chat GPT acertasse, mas escrever é divertido, criar universos é algo que qualquer mente humana consegue fazer melhor do que uma IA.
E isso sem pontuar as inspirações mais do que óbvias que o bot incorporou de obras já existentes.
A ideia que tive ao ler todo o prompt foi essa:
Seres sobrenaturais nunca foram novidade para os moradores da Vila do Véu, as criaturas nunca se esconderam pelas sombras, e os poucos humanos existentes já nasciam inseridos naquela realidade onde todos eram iguais, mesmo sendo de espécies diferentes.
Mas a realidade dolorida por trás dos rostos sorridentes dos seres era que estavam sendo esquecidos, extintos… Fadas estavam cada vez mais raras, novos vampiros não sobreviviam mais as transformações e os que já existiam estavam se poupando de criar recém nascidos, e os híbridos? Se escondiam entre os humanos, com medo daquela maré de azar que os rondavam.
O que ninguém consegue explicar é: por que tantas criaturas — que sempre existiram aos montes na Vila do Véu — estão sumindo?
As bruxas tentavam ajudar ao máximo, as humanas que aprenderam a usar a natureza ao seu favor e as que nasceram com a magia correndo pelas veias, tentavam descobrir e dar uma resposta a população daquela vila que aos poucos se escondia do mundo.
Estavam sendo caçados? Ou a magia daquele lugar estava se esvaindo e indo embora com junto com o vento?
Ou…
A Vila do Véu fica escondida logo atrás de uma montanha com o formato de um homem de cócoras, era fácil localizá-la com aquela referência tão peculiar, por isso o lugar atrai turistas… coisa que não deixa os governantes e nativos muito felizes.
As novas faces pela vila deixavam os moradores assustados, possível dizer que ficavam mais preocupados.
Quem pisava ali e tentava contar tudo que viu através do Véu nunca mais era visto. Os voos sumiam pelo céu e se perdiam no vasto oceano, se juntando com os barcos no fundo do mar.
Fantasmas pareciam história para criança perto dos relatos e acontecimentos que ocorriam naquela cidadezinha tão escondida.
Não foram grandes criações, confesso que eu poderia fazer melhor com mais tempo, mas ainda assim o Chat GPT me deu uma boa base para criar algo novo em cima do que foi me dado.
E aí nós pensamos nos detalhes básicos. Uma comunidade slice of life em um lugar já existente não cobra tanta atenção para criação da ambientação e estabelecimentos, já um lugar fictício é necessário pensar em: transporte, política local, estabelecimentos próprios, ambientação própria, moeda, NPCs, fauna e flora… Tudo isso aumenta a possibilidade de interpretação de qualquer player.
Se sentir dentro do universo da comunidade é um grande incentivo, principalmente para aqueles que têm preguiça de escrever as próprias biografias.
Sim, chegamos ao ponto de ver players >num hobby de escrita< ter preguiça de escrever. Mas não vou julgar tanto essas pessoas, também podemos usar o Chat GPT para isso e melhorar!
Meu pedido foi: Chat, me faça uma biografia de um jovem nascido em Haedam.
O que recebi: Aqui vai uma biografia narrativa de um jovem nascido em Haedam, alinhada ao clima da comunidade:
Kim Seo-Jun nasceu em Haedam numa madrugada de mar agitado, quando o farol permaneceu aceso além do horário habitual — um mau presságio para alguns, um sinal de proteção para outros. Filho de um pescador silencioso e de uma mulher da linhagem dos registradores, Seo-Jun cresceu dividido entre o peso das histórias e o chamado do oceano.
Desde pequeno, demonstrou uma característica incomum: lembrava-se de detalhes que ninguém mais parecia recordar. Nomes de pessoas já mortas, variações antigas dos rituais sazonais, mudanças sutis na disposição das casas antes mesmo de elas “se moverem” durante a noite. Os anciãos diziam que ele tinha “ouvidos longos”, alguém que escutava o que a ilha murmurava quando todos dormiam.
Aos doze anos, Seo-Jun recusou-se a participar de um ritual de esquecimento coletivo — algo raro e profundamente malvisto. Não gritou nem fugiu; simplesmente ficou em silêncio, olhando para o mar, até que o ritual terminou sem ele. Desde então, passou a ser observado com cautela. Não era tratado como um pária, mas como alguém perigoso demais para ser ignorado.
Na adolescência, tornou-se ajudante no farol, mesmo sem pertencer oficialmente à família responsável por ele. Lá, passava horas anotando em cadernos escondidos aquilo que Haedam insistia em não escrever: sonhos recorrentes dos moradores, falhas nas bússolas, o som ritmado que vinha do fundo do mar em noites sem lua. Ele sabia que, se descobrissem esses registros, seria punido — talvez expulso, talvez algo pior.
Seo-Jun sonhava em deixar a ilha, mas não por ódio ou curiosidade pelo continente. Ele queria sair para ver se Haedam ainda existia quando não estava olhando. Temia que a ilha dependesse da memória de seus habitantes para continuar real — e que o esquecimento coletivo fosse, na verdade, um processo de apagamento lento.
Quando pesquisadores do continente começaram a se aproximar de Haedam, Seo-Jun foi o primeiro a perceber que a ilha estava reagindo: o mar recuava demais, o farol acendia sozinho, e as histórias contadas à noite começaram a mudar de ordem. Ele entendeu, antes de todos, que Haedam estava com medo.Hoje, Kim Seo-Jun é visto como um jovem calado, educado demais para sua idade, sempre olhando para o horizonte. Mas alguns moradores juram que, quando ele passa, a ilha parece segurar a respiração — como se soubesse que ele pode ser tanto sua salvação quanto sua ruína.
Se quiser, posso:
* Envelhecer o personagem e mostrar seu destino
* Escrever a biografia em tom mais documental, poético ou sombrio
* Criar biografias cruzadas (família, rival, ancião que o teme)
* Adaptar para ficha de RPG ou protagonista de romance/série
Dá pra perceber a intensidade do Chat, não dá? KKKKKK, mas ainda acho que ele deu boas ideias de origem e desenvolvimento para continuar a história. E se lermos com atenção, dá pra perceber como ele mesclou o plot da ilha com o sobrenatural, coisa que não pedi.
Vamos trabalhar com o que ele nos deu e dar mais humanidade para esse personagem. Aqui vai minha versão dessa biografia de acordo com o plot que acabei modificando:
Era uma noite tempestuosa quando Kim Hyerim entrou em trabalho de parto. Foi uma surpresa para a família inteira já que Seojun, o nome escolhido pelo seu pai, Seokjin, estava vindo antes do tempo que o médico da região previu. Sua bolsa estourou e em minutos já estava na banheira da casa, rodeada por quem amava, dando a luz ao seu primeiro filho.
Seojun cresceu crendo em todas as histórias mirabolantes que seus avós contavam sobre Haedam, acreditava cegamente que aquele lugar era mágico, e assim como o patriarca da família, que não gostava tanto de quem visitava o lugar sem dar a devida importância que a ilha merecia, tratando o local como se fosse um zoológico.
Daqui podemos partir para um desenvolvimento na vida pessoal do personagem, temos esse post aqui com algumas sugestões, onde podemos buscar qualquer aspecto do plot modificado para aumentar e evoluir com suas batalhas internas, sem ser carregado pelo local onde o personagem está.
Vemos muitos personagens com problemas familiares, vícios, doenças, sofrimento mental… E, mesmo assim, poucos são os que realmente escrevem e nos fazem assistir a vida do personagem como uma série.
Agora, a falta de desenvolvimento em algumas comunidades, por parte dos players, vem de plots rasos sem tanto trabalho por trás feito pela moderação, e felizmente é uma minoria na tag.
Quando entrei nesse tipo de RPG pela primeira vez era comum que toda comunidade tivesse um subplot, um Lado B, que o ambiente e seus jogadores estavam de mãos dadas com os desenvolvimentos, a cada plot drop, evento… mas cada vez que aparece uma nova comunidade, sem um desenvolvimento certo e/ou secundário, vemos que isso é muito influenciado pelos players cansados.
O capitalismo tem seus tentáculos nos agarrando até mesmo nos hobbies, cada vez mais vem aumentando o número de pedidos por comunidades tranquilas onde o subplot não é mais questionado e procurado, apenas um slice, sem mais nada a ser aprimorado. Isso ajudou muito no sentimento de preguiça geral que tomou as moderações e players, preguiça de pensar, de desenvolver, de construir um personagem ou um lugar que realmente conte uma história.
Me pergunto o quão interessante é apenas interpretar e fingir ser um ídolo que não tem substância e profundidade. Entendo que alguns não saibam dosar o sofrimento que o personagem pode suportar e isso já aconteceu com personagens meus, onde percebi que o meu char estava perdendo sua essência, sua energia vital e precisei encerrar sua história antes que se perdesse ainda mais. Porém, algumas histórias tristes, o famoso ANGST, é uma ótima forma de desenvolver e contar novas histórias.
“Mas Rosie, o RPG é minha válvula de escape, não quero sofrer nele também” e tudo bem!
Ainda é possível criar uma boa história sem que seja algo mais triste, todos nós acompanhamos histórias e vemos conteúdo todos os dias na internet, é possível criar sobre tudo que nós experienciamos.
Ainda existem players dispostos a desenvolver temas fora do shipping/smut na tag, são raros, mas estão jogando! Aos que apontam os erros diretamente para a moderação, ótimo, muitos dos que estão presentes nas comunidades não têm coragem, ou tem vergonha, mas eu falo como ex-mod que agradecemos muito aos que vêm e dão um feedback sincero.
Por enquanto é isso, uma discussão que ainda vale a pena se ter. Espero trazer mais textos e reflexões por aqui. Se cuidem. 💌
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O véu da realidade é rasgado em um ponto da terra, uma ilha sem nome cercada por floresta e eternamente isolada no tempo. Semideuses gregos e romanos e até deuses começam a desaparecer misteriosamente.
Aqueles que ousam ser corajosos e saem em busca dos desaparecidos, nunca retornam. Os deuses, enfraquecidos por séculos de descrença e o surgimento de um novo tipo de magia sombria, são forçados a contar com os heróis para descobrir a verdade.
Mas algo antigo, mais antigo que os próprios deuses, observa. Está pronto para controlar a todos.
Não é um deus, não é humano.
É algo pior.
Você, semideus, acordou na Ilha Esquecida e está destinado a lutar para sobreviver.
Depois que passou o fim de ano e sua correria, fiquei com saudade de ter uma casinha pra explorar os plots que quero, o que me fez pensar em chegar aqui com essa promo na intenção de ver como tá a aceitação geral pra esse tipo de slice.
A ideia geral é uma cidade pequena, bem pequena mesmo, coisa de que a vizinhança inteira se conhece, troca favores, tem família fofoqueira, gente intrometida, aqueles que ajudam os outros e uns pagamentos bem "toma aqui esse saco de laranja fresquinha" em troca do serviço. Enfim, cidade pequena! Coisinha boba, quase um bairro grande de capital, localizada na Coreia do Sul.
Mas não só isso... A cidade fica escondida, ali numa entrada pela estrada principal que ninguém repara se não tiver ouvido falar sobre o lugar antes ou se estiver a procurando. Parece que ela chama aqueles que quer que entre ali, como se as árvores pudessem fechar o caminho se o visitante for indesejado, mas se abrem para alguns curiosos que merecem sua passagem.
O lugar é pra ser misterioso, com aparições, fantasmas, entidades, crenças, coisas estranhas acontecendo e algumas sem solução alguma. Massss, é claro, nem todo mundo acredita. No meio dos burburinhos, fofocas e diz-que-me-disse, algumas pessoas só gostam de morar ali pela vida mais calma, pela pescaria farta, pelo conforto de conhecer os vizinhos ou então somente desejam ir embora para a capital, buscar por mais oportunidades e sair da mesmice.
No começo buscamos Silent Hill como base, alguma coisa nessa vibe, uma cidade meio assustadora, névoa e cheia história pra contar, mas também queremos deixar claro que é uma cidadezinha como qualquer outra e também tem suas tramas rolando normalmente que não precisam se envolver nesse lado mais sombrio.
Dito isso, como estão os ânimos para um slice of life com um subplot sobrenaturalzinho rolando de fundo? Também estamos abertos à sugestões e podem sempre vir tirar dúvidas na inbox.
boooom dia e feliz 2026, moradores do solaris homes! se você ainda não conheceu esse novo empreendimento imobiliário na cidade de bradford, flórida, essa é a sua chance. estamos com vagas abertas para essa comunidade no discord, que se passa no condomínio solaris homes, onde temos espaço para desenvolvimento de personagens, amizades, relações familiares e romance!!! nossos players são ativos e engajados, e adoraríamos ter mais vizinhos por aqui. venha conferir a central!
A história do Hospital Dongbang começou de um jeito bem comum: por causa de dinheiro. O dono, um empresário chamado Diretor Lee, encontrou um terreno localizado em Yongsan super barato e não pensou duas vezes antes de comprar. O problema é que o lugar era barato por um motivo óbvio: ficava grudado no cemitério mais antigo e mal-assombrado da cidade. Ainda dizia, com seu humor duvidoso, que aquilo era uma coisa boa, porque os médicos teriam mais "foco" pra não deixar ninguém atravessar o muro e parar no lado em que ficam as lápides.
Hoje em dia, o Dongbang é um caos engraçado. De um lado, você tem os médicos "científicos" que acham que tudo tem explicação. Do outro lado, tem a "turma do sal grosso". São as enfermeiras, os seguranças e os estagiários que já viram de tudo. O Dongbang é um hospital de ponta, mas com um "puxadinho" espiritual que ninguém consegue explicar, apenas aceitar.
A SEGUIR NOSSO CRONOGRAMA:
12/01 às 12h: Abertura da central.
13/01 às 20h: Reservas.
14/01 às 12h: Abertura do formulário de cadastro.
15/01 às 19:30h: Primeiras aceitações.
16/01 às 19:30h: Segunda aceitação, OOC hour.
17/01: Abertura IC. (Horário a decidir com os players)
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Olá de novo meus pitchulinhes! Tô vindo aqui pra falar que atingimos a meta de 7 votos na enquete passada. Sabem o que isso significa? Que o rp vai sair e eu vim liberar o cronograma pra vocês aeeeeee!!!!
Bom, pra quem pegou o ônibus andando, essa é uma pesquisa de rp (MAS VC JURA, JAY?????) de um rp sobre uma pequena cidade de Minas Gerais, perdida na divisa entre Rio de Janeiro, São Paulo e Minas, que há uma fábrica muito misteriosa da grande empresa Vanguarda S.A., na qual os funcionários da fábrica não lembram de nada sobre o que fazem lá. Se você perguntar a um dos funcionários o que elu faz lá, o pobi vai ficar com cara de paisagem, tentando a todo custo se lembrar, mas fica só o branco passando na cabeça. Além disso, Todo mundo que tenta investigar o que está acontecendo na Vanguarda S.A. misteriosamente desparece da cidade ou sofrem mortes trágicas que parecem fatalidades. As inspirações são Yellowstone, Severance e Ordem Paranormal: Quarentena, Sinais do Outro Lado, além do finado Thornhillhq. Vocês podem ler um pouco mais sobre clicando em qualquer lugar dessa sentença
Mas eu já falei pra caramba, então é hora do Cronograma:
Dia 19/01, ás 19h - Lançamento da Central
Dia 19/01, às 20h - Reservas
Dia 20/01, às 18h - Recebimento de fichas
Quando atingir 7 fichas, o aceite será feito e marcado a abertura.
Nesse meio tempo eu vou ficar soltando pequenos Spoilers pra vcs irem se animando e começarem a visualizar o mundo que vai vir com a central.
Fala galera, tudo bem? Aparecendo na tag com uma ideia que não vemos há algum tempo: uma comunidade focada na rivalidade e realidade de times de e-sports. Com playoffs, campeonatos, eventos públicos, fan meetings, patrocinadores, tretas da fama e tudinho que esse pacote pode incluir. Além das vagas de jogadores, seriam oferecidas outras como coach, manager e staff.
Cada time viria de uma cidade diferente, mas o cenário principal seria Seul. Pessoas de várias nacionalidades seriam mais do que bem-vindas, nós sabemos que ter reforço internacional nos times de qualquer modalidade é algo bastante comum.
Queremos uma comunidade nas plataformas BlueSky + Discord, com média de 50~70 personagens, dependendo do interesse demonstrado. Se gostou da ideia, deixe um like, vem conversar na DM e pode votar na enquete sobre qual jogo seria mais interessante de ter como foco dos times!