down by the creek, I couldn't sleep so I followed a feeling...
YO HO, UMA VIDA DE PIRATA PARA TODOS! A nossa nova habitante costumava se chamar BEIDOU, do conto PETER PAN, e antes da névoa da maldição arrastá-la até Storybrooke, ela estava no SKULL ROCK, lá na NEVERLAND. Aqui na cidade você talvez a encontre se procurar por uma tal de EDALYN WU, que é TATUADORA E BALCONISTA.
O PERSONAGEM ESTÁ ACORDADO? Não.
HEADCANONS:
✞ Edalyn não conheceu seus pais, e a única figura de autoridade que teve na vida era uma tatuadora que trabalhava num estúdio próximo ao orfanato em que viveu. Nunca foi alguém apegado demais a regras, e costumava escapar do orfanato com algumas crianças com certa frequência, até que um dia a viu trabalhando através da vitrine do local. A tatuadora permitiu que assistisse o processo, e respondeu com muita paciência a todas as suas perguntas, até que fugir do orfanato para visitar o estúdio se tornou um hábito para a garota.
✞ Devido ao seu comportamento insubmisso e imprevisível, Eda nunca foi adotada. Ela se convencia de que não precisava daquilo, que podia se virar sozinha, mas no fundo foi algo que sempre lhe incomodou. Saiu do orfanato aos 18, e começou a trabalhar como balconista no cinema local para que conseguisse se manter. Ainda visitava a tatuadora nas horas vagas, e lhe pedia para que ensinasse como manipular o equipamento e treinar todo o processo.
✞ Viveu dessa forma até os 21, quando começou a tatuar efetivamente. Planejava continuar trabalhando no estúdio, até que sua mentora precisou viajar para uma convenção do outro lado do país. Por mais que quisesse ir junto, nenhuma das duas podia bancar sua estadia lá, para a tristeza de Edalyn, que queria muito ver o trabalho de outros tatuadores de perto. Aquela foi a última vez, no entanto, que viu a mulher. Não soube ao certo o que tinha acontecido, mas não conhecia nenhum parente dela, e os outros tatuadores do estúdio não faziam ideia de onde tinha ido parar.
✞ Num misto de raiva, frustração e tristeza, Eda não quis continuar trabalhando no local que lhe lembrava tanto dela, e resolveu se mudar para uma cidade próxima: Storybrooke, também em Maine. O preço do aluguel parecia bem barato, e poderia arrumar uma clientela nova por lá. Com o dinheiro que arrecadou, conseguiu montar um estúdio improvisado no próprio apartamento, onde começou a juntar dinheiro para que abrisse um estúdio apropriado no futuro. Por ironia do destino, também conseguiu um emprego no cinema do local, já que o freelancing tendia a ser um pouco imprevisível.
INFORMAÇÕES ADICIONAIS DA BACKSTORY:
✞ Do contrário do que muitos dos que lhe conheceram ao longo da vida pensam, Beidou não nasceu em Neverland, e sim na Floresta Encantada. Não sabe ao certo de onde veio, já que foi criada pelos habitantes do porto onde nasceu desde que seus pais a abandonaram lá, sem nenhuma dica sobre o seu passado além de um bracelete com seu nome: Beidou, como as sete estrelas mais brilhantes da Ursa Maior. Sempre foi uma criança muito curiosa e animada, não deixando que alguns dias sem comida disponível lhe abalassem.
✞ Conheceu uma caçadora de recompensas quando ainda era muito nova, quando esta estava fazendo uma parada no porto onde vivia. Atraída pela espada enorme da jovem – e por todo o seu aspecto misterioso –, Beidou não saiu do seu pé até que respondesse todos os seus questionamentos. O que ela caçava? Os monstros eram perigosos? Qual tinha sido o maior monstro que já havia derrotado?
✞ De certa forma, a jovem adquiriu um afeto pela garotinha, que lhe seguia para absolutamente todos os lugares. Antes que partisse para a próxima jornada, presenteou Beidou com sua primeira espada, garantindo que, se treinasse bastante, lhe levaria na próxima aventura da próxima vez que voltasse ali. Cheia de determinação, a garota treinou dia e noite, da melhor forma que pôde. E durante todas as vezes que voltava ao porto, Beidou lhe cobrava sobre a promessa que havia feito, mas sempre recebia um não como resposta – ela ainda não estava pronta.
✞ Só foi levada na primeira viagem aos treze anos, quando sua mentora lhe julgou digna de acompanhá-la. Ela não mencionou a Beidou, é claro, que aquele se tratava de um monstro marinho de menor porte, que não aparentava nenhum perigo real. O seu plano acabou dando errado, no entanto, com a aparição inusitada de uma serpente marinha milenar, Haishan. A renomada caçadora não conseguiu derrotar a serpente e proteger a garota ao mesmo tempo, mas foi morta tentando. A tripulação do navio resolveu que escapar era a melhor opção, apesar dos protestos de Beidou.
✞ Tendo perdido sua única esperança em mudar a própria vida e a única figura afetiva que teve em anos, o incidente lhe afetou da pior forma possível. A partir daí, o único objetivo na vida de Beidou era derrotar Haishan, e vingar a única pessoa com quem verdadeiramente tinha se importado. A tripulação do navio que havia transportado as duas, o Crux, demonstrou muita compaixão pela perda da garota, oferecendo um lugar a bordo para que treinasse em troca de trabalho. Ela aceitou sem pensar duas vezes.
✞ Apesar da perda recente, os anos que passou navegando com o Crux foram os melhores de sua vida. Toda a tripulação lhe tratava como parte da família, e lhe apoiava fortemente na missão de derrotar Haishan. Por se tratar de uma serpente mágica com o poder de viajar entre diferentes mundos, Beidou visitou vários ao longo da vida em sua busca, já que o capitão do Crux tinha obtido uma magia semelhante anos atrás. Descobriu, depois, que grande parte da tripulação não era, de fato, da Floresta Encantada. Quando Beidou estava prestes a completar 18 anos, o capitão adoeceu. Estavam em alto mar há meses, sem muitos suprimentos, e a doença lhe acometeu. Foi um momento muito difícil para toda a tripulação, mas precisavam escolher uma nova pessoa para liderá-los. Apesar de ser uma das mais novas a bordo, Beidou era de longe a com maior experiência e habilidade de combate e possuía um dom inato para liderança, sendo assim eleita capitã.
✞ Alguns dos tripulantes mais antigos questionaram sua liderança no começo, mas não durou muito: quando finalmente esteve cara a cara com Haishan, Beidou conseguiu derrotar a serpente de uma vez por todas. O dinheiro que ganharam com a caça serviu para manter o Crux por vários anos. Sempre se lembrando dos primeiros anos de sua vida, Beidou também se certificava que uma parcela de todo o dinheiro que ganhavam – através de recompensas ou apenas saques a nobres ricos – fosse para os mais pobres.
✞ Quando já tinha relaxado devido à ausência da ameaça da serpente, a tripulação do Crux foi surpreendida com um monstro três vezes maior que Haishan, nas águas próximas a Neverland. Se tratava de Osial, uma entidade marinha consciente que havia jurado vingança aos humanos responsáveis pela morte de sua prole. Ela despedaçou o navio por inteiro, separando Beidou de sua tripulação e quase lhe tirando a vida. Foi salva por uma sereia, mas nunca mais recuperou o próprio navio nem viu sua tripulação outra vez.
✞ Completamente perdida, foi abordada em Skull Rock pela tripulação do Jolly Roger. Apesar de não compartilhar da mesma ideologia do capitão, James Hook, se ofereceu para acompanhá-los em suas viagens, já que sua experiência em derrotar monstros marinhos oferecia algo a mais ao restante dos piratas. Além disso, não tinha como procurar Osial e o resto de sua tripulação sem um navio. Se encontrava constantemente em conflito com a maior parte da tripulação, já que, além de estar acostumada com a liderança, não concordava com os ideais que mantinham. Sempre bateu de frente, em especial, com o próprio capitão, não entendendo muito bem como nunca fora expulsa do lá.

















