áč  .  este Ă© um đšđ©đđ§đ©đđ§ para @thecdcreâ áč  .  đ„đ§đ€đąđ„đ© : sender invites receiver to slow danceÂ
As comemoraçÔes de fim de ano jĂĄ haviam começado a todo vapor e para Melisa nunca faltava disposição para aproveitar uma boa festa, mesmo com sua rotina cansativa. Felizmente, desfrutava o recesso de suas aulas, o que dava a ela um pouco mais de tempo para festejar entre os preparativos para as ocasiĂ”es. O trabalho dava a ela a chance de conhecer muitas pessoas, consequentemente recebendo diversos convites diferentes. A maioria deles era aceito, quando possĂvel, sendo este o exato caso ali. NĂŁo tinha muita intimidade com o anfitriĂŁo, mas muitos eram os rostos conhecidos pelo local, o que a fazia se sentir menos deslocada, mesmo que a situação nĂŁo fosse um verdadeiro empecilho para alguĂ©m com tamanha facilidade para socializar. No canto do salĂŁo, degustava uma deliciosa taça de champagne, quando escutou o rapaz prĂłximo a ela lhe dirigir a palavra. âDesculpeâŠâ Balançando a cabeça, afastava qualquer distração, entĂŁo voltando sua plena atenção a ele. âVocĂȘ me convidou para dançar?â Sequer havia recebido uma confirmação, mas jĂĄ apresentava um enorme sorriso nos lĂĄbios corados pelo batom. Que constrangedor seria descobrir que havia se equivocado.
o tempo que estava levando pra conhecer novas pessoas na cidade parecia longo demais pra um lugar tĂŁo pequeno. pelo menos, era o suficiente para que nas festividades nĂŁo estivesse completamente sĂł, embora estivesse começando a suspeitar que o convite feito pelo colega de trabalho tivesse uma origem duvidosa, jĂĄ que toda pergunta tinha sido desviada de maneira desleixada. cogitou em ir embora, talvez ir pra algum outro lugar, mas se estava ali, o mĂnimo que poderia fazer era tentar. e tentar ele fez. conversar nunca tinha sido um empecilho, e se meter em conversas alheias era menos difĂcil ainda, assim como abandonĂĄ-las quando outras coisas despertavam seu interesse. aproximou-se da mulher, a pergunta nĂŁo tinha saĂdo dele. mas se o rapaz do lado nĂŁo parecia ter a coragem pra ser mais assertivo, thĂ©o nĂŁo tinha ninguĂ©m pra culpar alĂ©m dele. âclaro.â estendeu a mĂŁo, ao assentir a pergunta. âse vocĂȘ quiser.â













