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Ela
Ela é como um sonho; Um sonho bom que você se decepciona ao acordar. Ela é como o universo; Tão complexo que não sabe onde vai dar. Ela é como um iceberg; Você só consegue ver o inÃcio. Ela é como matemática; Pode ser fácil ou também muito difÃcil. Ela é como água pura; Totalmente transparente. Mas jamais saberá; O que passa em sua mente. Gosta de afeto e atenção; Gosta de palavras bonitas e emojis de coração. Gosta de coisas simples; Como um carinho na mão. Da valor pra quem está do seu lado; É tão intensa como um beijo de apaixonados. Pode explodir e acabar com tudo; Igual a um vulcão. Ela pode ser uma simples garoa; Ou também um furacão. Conquistar ela; Pode demorar anos. Eu diria que ela; É mais profunda do que o oceano. Tem o poder; De despertar sua curiosidade. Chega até bater uma dúvida; Será que ela é de verdade?!. Ninguém sabe ao certo; O que ela pode fazer ou falar. Mas de uma coisa eu tenho certeza; Estou disposto a arriscar...
•Preto011
Não amo ninguémÂ
Vou te contar.
Mas vê se não vai se assustar,
É de se indignar, talvez alguém queira me matar,
Mas nada vai afligir o ego de quem não há de se importar,
Eu não amo ninguém, nada me comove,
Desde o deitar ao levantar, consequente respirar.
Eu não amo ninguém, parece incrÃvel, pois é só amor que eu respiro.
Confortável nas dores, quem eram os amores? Já não tem lugar.
Eu não amo ninguém, vou te contar.
Nada vai me abalar, eu não vou subjulgar, eu não tenho com quem contar.
Eu não amo ninguém, é de suplicar.
A minha alma vai guiar a energia que se instalar.
Eu não amo ninguém, vou te machucar, vou te magoar.
Saia por ali, sem para trás olhar.
Eu não amo ninguém, você vai me detonar,
Mas não vai me atingir, não pode me sangrar.
Eu não amo ninguém, é vago, você vai lembrar.
Eu não amo ninguém, sorte a minha ao matutar.
mas ninguém pode me amar.
Vem tomé
Não pra João
Não por José
Não pra todo aquele que vié
Não pelo meu pão
Não pela maré
Digo não, não
Tiro daqui o meu pé
Som vão, som pra quem quisé
Faço com som a minha fé
Tambor de dois
De marcha ré
De ré de marcha
Marchinha e samba no pé
Acorda aà Joaninha que vem já Tomé
Leva nois pro mundo
D'onde toma mé
Nem lé nem cré.
Gratidão Inversa
Obrigado meu Deus
pelo sopro da vida,
que vou carregar
como cruz,
até que tu me chame
para a luz,
apenas esclareço que tenho pressa
e apeteço que me leve logo,
um bom morto não pede colo.

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O tal do mapa astral
A vida é diferente para cada um;
De cada qual,
recanto moral,
história feudal,
poema banal,
de um ser de tal,
de amar no mal,
em esfera global,
uma magia cordial,
de consequência fatal,
para todo o mortal,
em escala mundial,
fiz hoje o tal do mapa astral,
nem foi tão legal,
me sinto um barco á nau,
em Dezembro tem natal,
perdi meu um real,
minha bike quebrou o pedal,
caiu minha roupa, do varal.
René Descartes
Singelo conjunto de palavras, mortas,
quero morrer pois já não tenho respostas.
Nuance de vidas evasivas, negativas,
tenho de partir, pois me vejo á deriva.
Meus perdões aos belos que me tocam,
meu amor aos fortes que me enforcam.
Inconsciência minha ciência.
abalante do pecado, escasso de doce a amargo.
Pura vaidade e malemolência.
Tenho de ir, me deixe ir agora,
Pois aqui não vejo mais aurora.
Me dói a fundo o peito,
que agoniza o teu respeito.
Descartes, René, Descartes-me.
Uma infelicidade própria na amargura da penúria.
Tão feia e degradada,
que em mim te agrada?
Que vos faz me querer
se nada tenho a oferecer?
Das rosas mais belas,
mandou Deus a plebeia,
afim de sofrer como aquela
que botou o primeiro pé na terra.
Não tenho padrão, não tenho refrão,
nem gosto de fazer a tal reflexão,
não penso no meu coração,
não quero ouvir tua canção,
já acomodada na decepção.
Mas se a morte me torna absorvida,
prefiro dar fim a esta vida.
Me deixe sonhar, me deixe pensar,
que do outro lado há como voar;
há como navegar,
há como se entregar,
há como não se magoar.
Me deixe dizer adeus, fique bem com os seus.
Anos no aguardar, já me basta de esperar, René há de me matar.
Ficou papo de otario
Me disse aos lenes prantos que me amava,
falsa diamantina outra vez atacava?
Enrusticou-se a mera.
Androginou-se o tolo em caso de oito,
chama-o a ver o coito,
te perdes em atos foito,
quem dera fosse morto,
meu caso é pra tolo,
meu poema é pra bobo,
minha face é pra gozo,
que dirás a meu respeito.
É decreto é reeleito,
não fazes caso nem dança,
me vê bailando na minha angustia,
e ri da minha modéstia.
Há dez mulheres para cada um,
uma mulher é sempre uma mulher,
etc e tal.
Como em novos lençóis,
novos verbetes,
amanhã eu faço dezessete.
Deus e outras filosofias de ser existir
Primeiramente surge a primeira mente, a primeira ideia sob qualquer circunstancia, do vago, do oco, a primeira consciência, o primeiro nascimento da ideia natural, deu origem ao mundo e oque ele é, e isso é Deus, Deus é a consciência primeira, Deus não é justo, não é misericordioso, não é bondoso e nem te ama, mas ele foi a primeira filosofia universal.
Deus não é homem e nem tem nome, não é espÃrito nem é alma, Deus é consciência, sopro da vida. Quando tens algo em mente, acredita, mentaliza e torna real, você é Deus. Todo o tipo de consciência energética que consegue tornar o pensamento em energia e depois em matéria viva natural, este é Deus, todos nós somos Deus, todos temos o poder de dar vida, de tirar vida, e de tornar real aquilo que nós acreditamos que possa vir a existir.
O nosso Deus criou a natureza, e nela vieram animais que morrem logo depois de acasalar, ou são mortos por seus parceiros, vieram animais que praticam necrofilia e até infanticÃdio, animais onde as espécies de machos engravidam, vieram animais que são homossexuais, tudo isso e muitas outras coisas que para nós soam estranhas  e estão espalhadas pela natureza, são estes repteis, mamÃferos, carnÃvoros, todos os tipos, mas foi Deus quem criou tudo isso.
O nosso conceito de certo ou errado é baseado em bem ou em mal, mas quem disse primeiro oque era certo ou errado? Quem definiu que matar o filho é errado se no reino animal existe isso, eu poderia citar a bÃblia mas eu não consigo dar tanta credibilidade para escrituras feitas a milhares de anos por diversas pessoas e que foi modificada sem nenhuma duvida pela papa da época, um livro muito perseguido e com muitas partes perdidas ou roubadas, de tradução duvidosa.
Não estou dizendo para vocês matarem seus filhos (risos), estou contando a vocês, amigos que na origem de tudo não existia certo ou errado, seu Deus não é bom ou mal, ele criou ambos quando teve a primeira consciência universal. Tudo aquilo que é de instinto natural e te faz feliz é correto, é bom porque é da natureza. Isso pode soar um tanto ridÃculo, mas é a real verdade a qual muitos fecham os olhos.
O nosso sentir, o nosso sentimentalismo nos torna fracos, a nossa dor que nos permitimos sentir nos torna inferiores. Não permita que as más energias se tornem matéria na sua existência de ser vivo, filosofie a sua consciência-mente, para viver de forma plena e completa, não te abales por injurias, cresça-te em energias celestiais.

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Extra-ordinária
O extremo do ser ódio,
que corriqueiro adianta o pódio.
Como lava da causa da imensa aflição,
engasga as vitórias coração.
Do simples morto errado,
ao mais complexo complicado.
Vos conto hoje algo que vai além de ordinário,
algo que agoniza meu calvário.
Mas tão belo que me encanta,
Porem tão podre que me espanta,
Já foras doce mas hoje desanda.
De bom cheiro é a Amália e essa escritora é
Extraordinária.
Este é o poema de uma doente
La no reino de Afrodite,
o amor passa dos limites.
De todo o caos externo,
me salvo em amor materno.
No mais sincero altar,
um amor pra recordar.
Em duvidas infinitas,
por causas já esquecidas.
É grande a sua beleza,
relances de plena esperteza,
mas não me venha de destreza,
não me compras com tua riqueza,
não chores atras da mesa,
não tenha toda a certeza,
que eu sou bela mãe natureza.
Sempre fui levada-da-breca,
brincar de médico,
é melhor que boneca.
Te conto da doença,
revogo tua crença,
mas peça minha bença,
pois tenho amor de correspondência,
não me nega essa decência,
assim, não perco minha essência,
de solta nas arte da malemolência.
No male-mole tirando o mocassim,
aà de mim que sou assim.
Sei disso pela minha vidência mântica,
aà de mim que sou romântica.
Toa relance continua a mascar o chiclete,
nada mais furado do que papo de tiete,
se me ajoelhar pra ti vai ser pra pagar      .
Arte de fato de cada era,
arte fato na nossa esfera.
De graciosa poetisa a perturbada  adolescente,
este é o poema de uma doente.
Art
Meninos
Os meninos que cresceram e viram seus companheiros os traindo, os meninos que viram suas famÃlias os rejeitando, os meninos que abriram os olhos para ver as tristezas reais do mundo, os meninos novos que cresceram. Eles olham para os novos meninos com piedade, eles entendem e sabem de suas longas futuras guerras, eles conseguem finalmente perceber a importância da suas meninas, eles sabem então, que sua marra e jeito malandro de nada adiantam se eles não tiverem apoio de alguém que os ama sinceramente, os meninos crescidos choram.
Os meninos vão errar, os meninos são tolos mas não o tempo todo, por isso as meninas os amam, os meninos amam suas meninas, as vezes os meninos amam seus meninos, e tudo bem, as dores acabam sendo as mesmas, e a pressão pra ser um homem os persegue, mas supostamente os deixaram mais fortes, os meninos também são fracos, eles não sabem demonstrar o afeto e tem vergonha de assumir suas fraquezas perante os outros meninos, são bobos e tudo bem, os meninos crescidos também engravidam.

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Meu Gênero
Meu gênero é generosa,
É ser jeitosa é ser bondosa,
Formosa, caprichosa, as vezes escandalosa.
Minha esperança é a vitória, é fazer historia.
Meu medo é durável, é implacável, talvez curável.
Sua voz é doce mas arde, dói como fogo.
São 5h da manhã e estou aqui de novo,
É forte e amassado o teu estrago, teu desagrado.
Perceba como esfolas no chão meu pobre coração.
Tão sereno, tão tosco, tão reminiscente,
Oque é descente, oque nos faz crescente.
Já não cabe-se mais tanta abobrinha, dessa lene historinha,
Da amarga Gertrudes de um doce poeminha.
O chão é o lar dos madrugueiros, a arte é nosso altar,
Tem muitas chances de dar certo, eu posso voltar,
Não é pra rimar,
Não é pra encantar,
Não rir nem pra chorar,
É pra ler é pra esperar,
Esperar o meu voltar.
Da generosa Gertrudes,
Da Gabi de algum lugar,
Da moça que se faz vulgar,
Num blog de se respeitar,
Na completa amargura do rejeitar,
O doce que quer almejar.
Já não é azedo nem doce, já não quer mais gostar.
Poemas sobre jejum.
6:01.
Fui
Zonas isoladas,
Ilhas inundadas,
Atlantas intensificadas,
Inúmeras falsificadas,
Na manhas das façanhas.
Autores d’outrasdores fiéis,
Laços enrutidos nos céis e méis.
De sua tão livre manta,
Fiz casa na varanda,
Dancei ciranda com Miranda.
Do que vê o rio descer faz,
Solto, arrueiro, tardino,
No ato faz ser,
O ser,
Nascer,
Crescer,
Morrer.