Eu amo tuas rosΓ‘ceas brandas
Teus caracΓ³is acobreados brilhando na luz de um entardecer
Eu amo o inchaΓ§o de tais lΓ‘bios afogueados
Tua aura escorpiana de veneno adocicado
Teu congelado olhar ornando com tal esbranquiΓ§ada pele
Se tal coraΓ§Γ£o fosse tΓ£o gΓ©lido como tua sina pede
Por que tu arde em brasa ardente e incandescente?
O quanto queima em fogo vivo de uma escorpiana essa tua tamanha alma veemente?



















