YEOREUM ♡ CHEEKY ♡ 230921

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YEOREUM ♡ CHEEKY ♡ 230921

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“if you wear crocs there’s no help for you i’m sorry”
MISC SOCIAL MEDIA SENTENCE STARTERS.
“if you wear crocs there’s no help for you i’m sorry”
❛ may i know what do you have against crocs? ❜ questiona assim que levanta o olhar da bermuda que trajava. não era uma bermuda feia. de fato, era um estilo um pouco peculiar, mas deokhwan gostava. fazia parte da coleção de roupas favoritas que guardara da época que foi expulso de casa. o ruivo se enchera de malas apenas com as peças que mais gostava, infelizmente teve que se desfazer de algumas, mas outras ficariam ali até não servirem mais. essa era uma delas. ❛ bom, você vai ficar aí com essa cara olhando minha bermuda ou vamos sair? a sorveteria não fica aberta até de madrugada you know. ❜ projeta um falso sorriso ao que enlaça o pulso fino da mais baixa, a arrastando para fora do cômodo. seria uma longa noite para aguentar yeoreum julgando sua bermuda, mas o coreano não se importava. ele até achava divertido ir contra as implicâncias dela. afinal, o que era uma amizade sem esses cutuques?
☮ - friendship headcanon
HEADCANON MEME.
☮ ( friendship headcanon. )
❛ você vai demorar mais quanto tempo? é só uma pipoca! ❜ implica risonho da sala, o corpo jogado no sofá. deokhwan sentira saudade de passar tempo com yeoreum e por isso convidara a mais baixa para passar a noite ali. o problema era que a menina parecia estar faz meia hora na cozinha, fazendo sabe-se lá o quê já que pipoca nenhuma demora tanto tempo. com um suspiro ele coloca nano de lado e levanta-se do sofá, observando ao longe ela de costas mexendo em algo no balcão da pia. ❛ você já perdeu mais da metade do filme. ❜ resmunga manhoso, o corpo aproximando-se do dela enquanto tenta espiar no que esta mexia. os olhos do coreano arregalam-se levemente, notando que a morena organizava em um prato seus biscoitos favoritos da época da infância. eles só eram vendidos em suwon, e por esse motivo ele mostra-se surpreso . ❛c-como você conseguiu isso? ❜ a questiona, mas não mede esforços ao enlaçar os braços ao redor do corpo menor, abraçando-a com ternura mesmo que esta agora reclamasse que ele estragou a surpresa por ser impaciente. ❛ obrigado por isso. ❜ murmura, um sorriso gentil nos lábios. era muito sortudo de ter alguém como a mais nova em sua vida.
— until you were gone.
Vinte e um dias. Coincidentemente, a idade de Moon SeungJin. Na realidade, ele não estava muito longe de seu vigésimo segundo aniversário. Coincidentemente, faziam vinte e um dias que ele não encontrava Kim YeoReum em lugar nenhum. Vinte um dias que ele desistiu de procurar Kim YeoReum em todos os lugares. A última vez que tinha visto o moreno - o hyung - tinha sido na festa de Halloween - o ruivo fantasiado de abóbora (não era uma tangerina!) e o moreno em uma fantasia (que não era muito bem uma fantasia...) improvisada de bombeiro. SeungJin não se lembrava claramente de tudo que havia acontecido naquele dia, além de ter se encontrado com alguém que não queria ter visto nunca mais. Lembrou de ter se despedido do amigo às pressas - de ter fugido do local às pressas. E tudo tinha estagnado desde então. O ruivo continuou indo para a faculdade, atolado em trabalhos e livros com palavras difíceis; sua avó permanecia na luta contra o câncer e Theodore continuava o mesmo sol radiante de sempre. Nada tinha mudado e, mesmo assim, parecia que algo estava errado. O mais velho fazia falta. E SeungJin não entendia o porquê - afinal, eles não era nem sequer próximos. Lembrou-se claramente do dia em que tomou coragem para perguntar o que estava acontecendo, deixar um ma mensagem, tentar se comunicar com o mais velho, qualquer coisa. Assou um bolo - de cenoura, qual mais seria? - e escolheu uma roupa um pouco mais apresentável - típica de um garoto da cidade, ou, pelo menos, é o que ele imaginava que seria - e rumou ao bloco B, apartamento 601. Tinham se passado vinte um dias desde que ele começou a ter esses pensamentos estranhos e perceber que sentia falta do mais velho até que ele decidiu fazer alguma coisa. E nesses vinte e um dias, Moon não podia imaginar que encontraria a porta semi-aberta e um apartamento vazio - um garoto, provavelmente do apartamento do lado, passando por ali, explicando que ‘o cara se mudou faz um tempo’ e perguntando se poderia comer um pedaço de bolo, porque parecia delicioso. Piscou os olhos. Então, YeoReum tinha ido embora. Tinha se mudado. Entregou o bolo para o rapaz, que sorriu, contente, murmurando um “valeu, cara!”, enquanto SeungJin encarava a porta branca do 601. Será que, vinte um dias atrás, ele ainda estaria ali? Será que ele teria dito alguma coisa caso o ruivo tivesse ido visitá-lo antes? Moon não sabia. Sabia muito menos, o porquê de tanta tristeza - que parecia ter enchido seu coração de uma só vez. Faziam vinte e um dias.
Vinte e um dias que, mais uma vez, ele tinha ficado para trás.
A fantasia de SeungJin era um pouco pesada e parecia escorregar dos ombros do rapaz a cada movimento que fazia; o vai-e-vem do nervosismo de quem não sabe realmente o que fazer. Já devia ter dado dez voltas pelo corredor do sexto andar do bloco B - os vizinhos de YeoReum não deviam estar contentes com os barulhentos passos do ruivo pelo corredor. Depois de uns bons dez minutos ponderando se devia ou não bater na porta do não-tão-vizinho assim, resolveu que não “custava nada tentar”.
“Hm... Yeoreum-sshi?”, bateu suavemente na porta - o mais estranho de tudo, era a sensação de déjà-vu de uma situação que tinha ocorrido, quase que exatamente do mesmo jeito, meses atrás. A diferença, é que agora ele não carregava uma bandeja pesada com pedaços de bolo por cima.
@kmyeoreum

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of carrot cakes and carton boxes. @yeojin
Não tinha sido exatamente fácil para alguém naturalmente desastrado como Moon SeungJin carregar uma bandeja - aquilo poderia ser chamado de bandeja, afinal? - entre um bloco e outro. Dificultara a própria vida por resolver descer do sexto andar pelas escadas, ao invés de usar o elevador. Mas ele ainda não tinha se acostumado com aquela caixa de metal barulhenta. Entre equilíbrios e desequilíbrios, tinha conseguido chegar no sexto andar do bloco B. Kim YeoReum não havia lhe dito exatamente onde morava, mas, depois do ruivo importurar o porteiro para saber o número do apartamento do suposto amigo, Moon só podia esperar que ele não estivesse batendo na porta de um completo estranho. Segurando a bandeja com uma das mãos e se esforçando para equilibrar todos os cubinhos do bolo de cenoura recém-preparados - afinal, SeungJin não era de quebrar promessas, não é mesmo? - deu leves batidas na porta. “YeoReum-sshi?”, perguntou, sua voz soava um tanto insegura, já que essa talvez fosse a primeira vez que ele fazia algo do tipo.
@kmyeoreum