as a proud owner of 6 week old kittens after not having cats at my mom's since i was 13 years old and had the oldest cat ever Myah, i now have the whimsy of looking at my wrist and going "what the fuck is that. probably the cat"

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our perfect disease: meu muse dizer coisas ruins para seu muse em um momento de raiva, ou vice versa
Local: Restaurante Kim.Time: 13:10 p.m.With: @tci-kimjihyeWarning: Agressão verbal.
Todostinham direito há um dia ruim. Não era diferente com Shiori naquele dia e muitomenos com a mulher. Problemas distintos que se cruzaram quando o garoto tomouuma das mesas no restaurante e desabou sobre ela após fazer seu pedido. Estavacansado, exausto e esgotado emocionalmente. Qualquer coisinha virava umproblema enorme em sua mente e tudo aquilo gerava um desgaste sem precedentes.Precisava desligar. Precisava comer uma boa comida e descansar. Aquilo nãotinha como dar errado, mas deu.
Umcliente que se levantou mais alvoroçado. Jihye tinha um prato na bandeja.Shizukana acabou coberto de comida. Os fatos aconteceram naquela ordem e o burburinhose calou quando o som da bandeja ecoou no estabelecimento ao cair no chão.Ninguém parecia saber o que fazer, o susto misturado com expectativa rondava orestaurante quando o japonês se levantou. Não estava apenas coberto com comida,estava coberto de raiva.
–OLHA O QUE VOCÊ FEZ!
Gritou;em geral era bem-educado com aquela mulher que por vezes o servia quando ia aolocal, mas sequer pensou em medir suas palavras.
–É por isso que isso aqui é uma espelunca, que essa merda fica cada vez pior!Você é uma inútil, não serve nem para servir uma mesa direito! É por pessoascomo você que Changshi não deu certo, sua incompetente! Você é uma vergonha!
take me to church: nossos muses serem flagrados tendo atos sexuais íntimos em uma igreja ou lugar sagrado
Local: Cathedral Sacred Heart.Time: 13:22 p.m.With: @tci-taeyongWarning: Post +18.
Um pequeno riso escapava dos lábios de Shiori. Eles perderam o juízo. Só tinha aquela explicação para o que acontecia naquele momento. O garoto sabia que provavelmente aquela era uma das coisas mais erradas que fazia em sua vida, afinal era japonês e respeitava as crenças religiosas, ainda que não fosse católico. Mas se não fizessem muito barulho, ninguém os pegaria naquela catedral. E tinha certeza que nenhuma emoção artificial seria melhor do que a adrenalina que corria seu corpo naquele momento.
Aquele era um lugar de paz e silêncio. Onde as pessoas costumavam ir atrás de um conforto que infelizmente a ilha era incapaz de dar. Não era o lugar para Taeyong empurrar o corpo do menor contra uma das pilastras da construção e assaltar os lábios constantemente pintados de vermelho que Shizu tinha. Muito menos um lugar para o garoto se deixar levar pelo maior pecado capital que a Igreja condenava: a luxúria. Talvez fosse um herege ou se Buda ou Deus fosse misericordioso o suficiente, perdoaria o garoto por seus atos que pretendiam ir muito além do que um ou dois beijos trocados sob o teto do Senhor.
E se tinha certeza de uma coisa, era como o beijo daquele ruivo era bom. Viciante. O calor que lhes subia certamente não era por nenhum fator externo. Logo o menor o empurrava em direção ao confessionário, achando uma idéia maravilhosa ter um pouco de privacidade na casa de Deus. Os lábios antes grudados aos de Taeyong agora desciam pelo pescoço, experimentando o perfume e a pele que não ganhava marcas, mas sim pequenas e fracas manchas vermelhas do batom. Mas quando Shiori ficou de joelhos, não foi para rezar.
Estavam ocupados demais para notarem o padre entrando do outro lado da cabine. E se ele esperava ouvir uma confissão, certamente só ouvia pequenos gemidos e barulhos molhados dos garotos. Respirações pesadas e um clima quente no ar que terminava de denunciar o que faziam. Deus podia até perdoar os dois, mas não o padre. Ele não era obrigado a passar por isso dentro da sua Igreja.
A porta se abriu com uma brutalidade sem tamanho, assustando os garotos e os fazendo se afastar. Não, Shizu não estava em uma posição muito favorável naquele momento, mas não era como se Taeyong também não estivesse. Foram expulsos sob os sermões religiosos e moralistas do padre. O ruivo subindo as calças e o menor limpando a boca enquanto praticamente corriam para fora daquela nave.
terrible things: meu muse dizer uma verdade muito dolorosa (ou cruel) para seu muse, ou vice versa
Local: Praia de Gijeong.Time: 4:57 p.m.With: @tci-taeyong
Nãoqueria ouvir aquilo. Taeyong não podia simplesmente calar a boca? Nada daquilopodia ser verdade, não fazia o menor sentido na cabeça do japonês. Não, eratudo coisa do outro, ele estava tentando lhe pregar uma peça, aquilo não erapossível. Não havia bebido nada e a cabeça doía como a pior das ressacas. A mãoa segurava numa tentativa de conter a dor constante enquanto as palavrasecoavam em sua mente. O rapaz podia até ter ficado quieto, mas a voz em suamente reproduzia exatamente o tom como o mais velho falava.
– Cala a boca…
PrimeiroShiori pediu baixinho, se recusando a ouvir aquelas verdades. Não sabia lidarcom suas ilusões caindo por terra tão drasticamente. Ele não precisava ser tãocruel daquela maneira, não ganharia nada com isso, mas Taeyong não mediapalavras. Nenhuma delas.
– CALA A BOCA!!
Ogrito não veio em tom agressivo, mas em desespero. Não aguentava mais. Taeyongmexia com a ferida aberta do japonês, destruindo um pouco mais daquela mente tãoperturbada. Poderia morrer naquele momento.
bedroom hymns: meu muse dar um beijo agressivo no seu muse, ou vice versa
Local: Algum lugar do futuro, será?Time: 7:40 p.m.With: @tci-dongil
– Eu não acredito! Você não…
Era palpável a raiva de Shiori. E não podia serdiferente, depois de tudo que haviam passado, tudo que haviam conversado.Dongil realmente tinha muita cara de pau. A mão buscou a coisa mais próxima desi, alguns papéis e revistas velhas, mas parecia o suficiente para atirar emcima de outro. Precisava descontar aquela raiva, precisava entender o motivodaquela briga que começou horas antes e não parecia ter fim.
– Por que é sempre assim,Dongil?! Você só faz o que quer também!
Shiori tinha a opção de virar as costas e ir embora,não precisava ficar ali. Não precisava ficar horas e mais horas discutindo como mais velho, com muitos gritos quando um tentava sobressair o outro. Masnão conseguia. A briga começou com um comentário de desgosto do mais velho emver Shizukana constantemente nas lives e naquele momento descobria que Dongilhavia beijado seu melhor amigo. Justo o seu melhor amigo?!
As respostas que recebia de volta era que não tinhamnada sério. E realmente, não tinham. E cada vez que afirmava isso na própriamente, Shiori parecia ficar ainda mais irado, não contente de ter atirado asrevistas no rapaz, passou a empurrar o peito dele, até ser preso por seuspunhos.
A gritaria acabou, dando voz apenas à respiraçãopesada do japonês enquanto os olhos subiam ao outro. Ainda transpirava raiva.Ainda queria se soltar e matar Dongil dos modos mais dolorosos possíveis. Mas aarmadilha daquela atração que sentia pelo mais velho o pegou e se Shizukanatentou se soltar, foi ao mesmo tempo em que os lábios colaram aos dele, naquelebeijo sem pedir licença, desesperado e agressivo. O odiava! Tinha certeza que oodiava depois daquilo tudo. Mas não conseguia resistir. Que Dongil notasse oquanto era odiado por Shiori enquanto o garoto o beijava e, inevitavelmente, acabava se rendendo.

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daddy issues: meu muse dar um soco no pai do seu muse em um momento de raiva
Local: Território da Higanbana.Time: 2 p.m.With: @tci-dongil
Raramenteencontrava seu pai em casa. E mesmo quando ele estava, trocavam apenas poucaspalavras, sem muita intimidade. O homem que Shiori chamava de pai era umcompleto estranho para si, mesmo vivendo sob o mesmo teto. O shateigashira eracompletamente alheio ao filho, ainda que prestasse mais atenção que a mãe desteno adolescente. Não por se importar de fato, mas porque as atitudes do garotopodiam refletir em seu trabalho. Shiori podia dizer o que fosse, bater no peitoem revolta e se dizer um no-mark, mas morava, comia e bebia da Higanbana. Entãoque ele andasse na linha em não se meter em problemas maiores.
Masnaquele dia em especial, Shiori fez toda uma preparação psicológica para procuraro pai em seu trabalho. Quando era seu avô o shateigashira, era fácil ver ogaroto entrando e saindo daquele lugar. No entanto, ver o pai no lugar da únicapessoa que amou na vida era difícil, mas necessário quando precisava da digitaldele para liberar sua entrada no colégio. Afinal, precisavam desse controle paraque os responsáveis ficassem cientes do rendimento do aluno. A idéia era entrare sair o mais rápido possível e foi exatamente isso que fez. Porém, alguém usoude má fé a ida do garoto àquele lugar e aproveitou da distração doshateigashira para roubar alguns documentos.
Amá fama do menino era conhecida e por mais que seu sobrenome fosse o mesmo dohomem em comando, seu pai precisou tomar uma atitude. Shiori nem soube dizer deonde veio a mão que agarrou seu braço no meio da rua com uma força descomunal.O susto o fez dar um pequeno pulo, enquanto tentava se soltar e ouvia seu pai bradarcomo ele teve coragem de fazer aquilo, exigindo respostas que o menino nãotinha.
Sefosse qualquer outra pessoa ou situação, Shiori provavelmente teria encarado. Eraum garoto magro e sem músculos, mas nunca corria de uma briga. Mesmo queapanhasse, ele também batia. Mas era seu pai. O homem da qual buscavaaprovação, mesmo que não admitisse, lhe acusando de algo que não fez. Faltavapalavras para o menor se defender, repetindo mais de uma vez que não haviafeito nada, se defendendo com a outra mão quando o pai tentou acertá-lo com umtapa. Shiori estava assustado com tudo aquilo. O pai não era um homem violento,pelo menos não parecia ser dentro de casa e de repente, na única atenção quedava ao filho, era daquela forma.
–Otou-san, onegai …Me solta… Eu não peguei nada…
Choramingava.Shiori tentava se afastar, mas acabava se encolhendo. O homem não pensou duasvezes antes de puxar a bolsa que carregava, revirando a mesma e jogando algumascoisas no chão em sua raiva exagerada. Ele não podia aliviar apenas porque erao filho dele ali. E para o menino parecia uma tortura. As primeiras lágrimascomeçaram a rolar quando ele ainda tentava se defender e seu pai insistia em acusa-lo.E não conseguia mais reagir diante das palavras brutas que ouvia. “Você só faz merda!”ou “Você está me envergonhando.”, pareciam as menos piores. Shizu já não conseguiafocar muito bem em nada quando o pai o soltou tão repentinamente quanto osegurou. E no mesmo passo que o menino desabava no chão, o homem mais velho serecuperava do soco forte que recebeu. O japonês reconheceu aquela voz, era amesma pessoa que encontrou na sauna dias atrás.
💄- your muse covers mine in lipstick kisses
Local: Daejin Medical Center.Time: 4 p.m.With: @tci-kohei
Suasidas ao hospital nunca eram motivadas por doença alguma ou para ver sua mãe,esta última opção nem passava por sua cabeça e o garoto fazia de tudo para seesgueirar e não tropeçar com ela por ali. Era uma relação complicada, afinal.Mas o motivo de suas fugidas furtivas até aquele local excessivamente brancotinha nome e sobrenome: Kurosawa Kohei. O médico que o atendeu anos antes,responsável por sua internação e quem prescrevia remédios que nunca tomava.
Shiorinão tentava entender como aquela relação médico-paciente mudou tãodrasticamente durante os anos. Não era mais apenas o paciente de Kohei, era oamante dele também; o que explicava viver se escondendo para encontrar o outro.Afinal, como se não bastasse a mãe trabalhar no mesmo lugar que o mais velho,ele ainda casado.
Masquando finalmente conseguiu chegar à sala dele, largou suas coisas na cadeira e esperou apenas dois ou três minutos no máximo para o médico finalmente entrar naquele ambiente. Um sorriso se curvou nocanto dos lábios do menor, logo que se aproximou do outro.
— Você demorou…!
Reclamou de forma manhosa;havia mandado uma mensagem para o bip dele avisando que havia chego ao hospital. Mas assim que abraçou o mais alto,deixou um beijo sobre os lábios do mesmo, descendo algumas vezes para opescoço. Shiori adorava usar batom e ainda que fosse cuidadoso com essedetalhe, o susto de alguém batendo à porta da sala o fez esfregar os lábiosjusto no colarinho branco do jaleco. O jovem japonês deu um salto quase para ooutro lado da sala, fingindo mexer em suas coisas quando o médico atendia nadamenos que sua esposa. Shizu a cumprimentou com rapidez, sentindo o coraçãoacelerar por quase ser pego do flagra e saiu com pressa da sala, alegando estaratrasado e agradecendo a ajuda do médico. Qualquer coisa, Shizu era umaspirante à estudante de medicina.
❤ - our muses stay up all night talking
Local: Siloam Sauna.Time: 11 p.m.With: @tci-dongil
Shiorisempre pensava se era uma boa idéia ir para a sauna. Não por vergonha do corpoou qualquer coisa do gênero, mas tinha seus próprios medos em se expor nafrente de muitas pessoas, apesar de saber que ali seria mais um entre muitos.Os lábios se torceram assim que entrou no lugar, comprando um combo com direitoà massagem, banheira e sauna. Deixou a banheira por último, tomando os doisserviços primeiro e só depois mergulhando o corpo naquela área quentinha. Eratão boa que Shizu sorria atoa quando cobria os olhos com uma toalha.
Poderiaadormecer ali, apesar de sentir que outra pessoa entrava na água consigo, nãotinha problema, não havia pago nada privativo. Mas assim que seu nome foichamado por uma das funcionárias, lhe entregando um drink qualquer que haviapedido, se deixou “despertar” para pegar a bebida e agradecer, tomando umgolinho da mesma antes de olhar seu companheiro de banho. Shizukana sorriumeio tímido, antes de puxar papo. Era impossível estar próximo de outro ser semfalar nada, o japonês adorava falar! E logo descobriu que o desconhecido nãoparecia se incomodar com isso. De todo modo, Shiori passou boas horas entreconversas filosóficas, divertidas e banais. Só quando já estava indo embora quese lembrou de perguntar o nome dele. Mas quando voltou à banheira ele tambémnão estava mais lá. Suspirou frustrado. Quem sabe o encontrasse outras vezes por ali.