Reconquistando - CapĂtulo 52.
Semanas haviam passado e o clima de dentro de casa estava muito melhor, Lua jĂĄ havia se recuperado da pequena anemia que a mesmo havia pegado por causa dos dias que a mesmo ficou sem comer. Era sĂĄbado, e Lua levantou cedo como nos dias anteriores. A loira limpou a casa e quando era por volta das dez horas escutou resmungos de Gaby que jĂĄ devia estar acordada.
â Hey, meu amorzinho. JĂĄ acordada hĂĄ essa hora? â Lua entrou no quarto e viu que a menina estava em pĂ© segurando nas laterais do berço. A lora sorriu vedo a filha sorrir de volta.
â Mama. Mama. â A pequena chamou estendo os bracinhos pedindo para que a mĂŁe a pagasse e foi isso que Lua vez, pegou a menina dando um beijo em sua bochecha e logo colocando a no chĂŁo.
Gaby não perdeu tempo saiu se apoderando nos moveis e andando pela casa toda, de vez em quando ela levava uns tombos, fazendo Lua rir, mais logo a pequena jå estava de pé andando de novo. E foi assim que as duas passaram a manhã no meio de risadas e brincadeiras. Mãe e Filha, do jeito que Lua sempre sonharå.
à tarde, logo depois das duas terem almoçado também no meio de muitas brincadeiras, Lua decidiu dar um banho na pequena para as duas passearem um pouquinho. Vestiu a menina em um conjutinho que ela havia comprado alguns dias atrås, e logo depois ela também ter se arrumado as duas partiram
 â E vocĂȘ hein meu amor? Que sorriso mais lindo Ă© esse? â As duas estavam em um parquinho que tinha ali perto do condomĂnio. E Gaby brincava na terra fazendo a maior bagunça. â Oh, nĂŁo meu amor. â Lua gargalhou vendo a menina colocar a mĂŁo suja de areia na boca. Vendo a mĂŁe rir a pequena logo repetiu o ato achando aquilo engraçado.
â Boa tarde, a senhora Ă© mĂŁe dela? â Um rapaz que aparentava nĂŁo ter mais de 25 anos se aproximou interrompendo a brincadeira das duas. Lua pegou a filha no colo que resmungou um pouquinho mais a mesma nĂŁo se importou. Olhou para o rapaz e deu o seu melhor sorriso falso confirmando a pergunta que ele havia feito. â Mantenha a calma â Ele riu â Eu sou Bruno, trabalho em uma agĂȘncia de crianças e bom, sua filha Ă© linda... E eu queria fazer um teste com ela, umas fotos, nada de compromisso. Ela Ă© o tipo perfeito que estamos procurando pra nova campanha do criança esperança.
â Mas eu nĂŁo decido sozinha, Bruno nĂ©? â Ele assentiu. â Minha famĂlia esta passando por um momento muito difĂcil, quer dizer... Alguns problemas, enfim.
â Tudo bem, fica com um cartĂŁo meu e me liga se caso decidir. â A loira pegou cartĂŁo e logo viu o rapaz se afastar. Olhou para filha e viu que a mesma ainda estava emburrada por ter a tirado da areia. Lua riu voltando a colocar a filha no chĂŁo e brincar com a mesma.
 A tarde no parquinho havia passado rĂĄpido e logo as duas voltaram para casa. Lua deu um banho na menina e logo em seguida a colocou sentada no chĂŁo da sala espalhando alguns brinquedos ali para que ela se entretece. Na TV passava algum desenho. A loira tomou um banho rĂĄpido jĂĄ que nĂŁo podia deixar a filha sozinha por muito tempo. Vesti-se em uma camisola de seda braça e logo voltou para sala sentando-se ali com a filha.Â











