Era pra ser uma simples viagem de formatura, mas quando se está ao lado de pessoas que fazem alguns momentos únicos e inesquecíveis, isso é impossível.
Nada nunca vai se comparar à felicidade que se sente ao passar por uma simples porteira e à tristeza e saudade de quando chega a hora do “adeus”.
É tão impressionante como que, em questão de horas, pessoas totalmente desconhecidas (carinhosamente chamados de “tios” ou “tias”) tornam-se nossos exemplos ali dentro.
Tão linda a felicidade estampada no rosto de centenas de adolescentes por simplesmente jogar um pó para o alto e ficarem todos coloridos com ele.
Tudo lá é diferente. Não importa o quão cansado esteja, o quão mal dança ou o quão ruim em esportes é; a única coisa que deve e vai fazer é se divertir, curtir e aproveitar ao máximo. Com certeza, foi “a melhor viagem do mundo” e a que ficará eternamente guardada não na minha memória, mas no meu coração.
Uma mísera fogueira consegue tocar no ponto fraco de cada um (da maioria, pelo menos). Nos deixa com uma vontade enorme de morar na linda cidade Felicidade e poder dar e receber carinhos. História a qual te faz pensar sobre absolutamente tudo.
No final de tudo isso, na tão odiada “hora da despedida”, que se percebe o tamanho do laço criado ali, o quão difícil é dizer um “tchau” para alguém que tem a plena consciência de que nunca mais vai ver ou um “até logo” pra alguém que não quer se separar.
Tudo o que um dia foi vivido no Nosso Recanto, jamais voltará. O que nos resta é a saudade que não cabe no peito. Amizades nascidas lá são para a vida toda. E, quando tudo volta à normalidade, percebe-se que estava literalmente numa terra mágica (como diria um dos melhores monitores – amo você, Holly!) que tem a magia de fazer você se apaixonar.