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Le boycott d’Israël ne doit pas devenir le boycott des Juif·ves ! Texte co-signé par le CLARA, le RAAR et l’UJRE. Le boycott est une tacti
Le boycott d’Israël ne doit pas devenir le boycott des Juif·ves !
Texte co-signé par le CLARA, le RAAR et l’UJRE. (Juin 24, 2026)
Le boycott est une tactique d’action politique qui vise, par le refus d’achat de biens ou de services, à atteindre des objectifs politiques par l’organisation d’une pression économique. Le boycott n’est ni progressiste, ni réactionnaire par essence. C’est une forme d’action qui a pu être utilisé en soutien d’offensives racistes comme antiracistes. D’un côté Il fait partie de l’arsenal du mouvement ouvrier et du mouvement antiraciste depuis leurs origines : les organisations juives y ont historiquement eu recours contre des régimes antisémites, les organisations afro-américaines contre la ségrégation, le mouvement anti-apartheid y a eu recours. Mais de l’autre, l’histoire a également connu des campagnes de boycott raciste telles que celle des magasins juifs dans l’Allemagne hitlérienne. [ . . .] https://www.facebook.com/FeujRevolution/posts/pfbid0uFwC7TCSgNpnDpsFanmJ7BPZiaLH247bFRv8WJT7TiD9ochdR9Jp6suMoNPekuHtl
Politique : La jeunesse de l’UNDR face aux défis de l’alternance démocratique
Politique : La jeunesse de l’UNDR face aux défis de l’alternance démocratique
La jeunesse de l’union nationale pour le développement et le renouveau (UJR) a tenu son 5ème congrès ordinaire du 15 au 16 février dernier à N’Djamena au siège du parti à Chagoua dans le 7ème arrondissement. Un congrès au cours duquel plusieurs points touchants la vie politique, sociale, scolaire et estudiantine ont été abordés.
Placé sous le thème : « Les jeunes de l’UNDR, face aux défis de…
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#ujr #unionjackrecords
Thought I'd share this- after the photo they posted went a bit viral (the burm eating the live ball python) I reported the photo. Apparently part of reporting the photo is sending a message to the poster? Well I did, and received this as a message in return. Way to go UJR, you're making some bad decisions. Even reading their responses to the comments on the picture is making me sick.

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Serviço Público Federal: o futuro é sombrio, mas há uma saída.
Os próximos anos serão muito difíceis para os Servidores Públicos Federais, principalmente a luz das candidaturas a presidente da república colocadas até o momento. O governo Dilma apostando no superávit primário e no favorecimento aos grandes grupos financeiros transnacionais praticou um perverso achatamento salarial, jogando por terra as pequenas conquistas que tivemos nos governos Lula.
Para piorar ainda mais as nossas perspectivas, os outros nomes postos como possíveis candidatos, consideram o atual governo “tímido” em sua tunga, defendendo que mais recursos públicos deveriam ser destinados aos bancos e especuladores, através da ampliação do superávit primário (recursos orçamentários para o pagamento de juros) que já alcança quase 45% da arrecadação federal.
Aécio Neves do PSDB já declarou diversas vezes (assim como já fez José Serra, seu colega de partido) que a máquina pública está inchada e que o governo precisa ficar mais “leve”. Como sempre o “peso” do Estado não é atribuído aos cargos comissionados que são presenteados aos apadrinhados políticos, mas sim a nós servidores de carreira.
A dupla Eduardo Campos e Marina Silva (ou será o contrário) do PSB, também desfiam um rosário de maledicências voltadas aos servidores, defendendo o arrocho salarial como forma de liberar recursos para, como sempre, privilegiar o sistema financeiro, nem que para isso tenham que demitir aonde for possível.
Assim, o futuro é tenebroso para os trabalhadores do setor público, seja com o governo atual ou com seus principais concorrentes, pois nenhum deles nos enxerga como cidadãos, mas apenas como simples ferramentas que podem ser usadas e descartadas a seu bel prazer.
Qual a solução?
Podemos nos ajoelhar e torcer pelo melhor, mas não creio que isso não bastará…
A única saída realista é a organização dos servidores, fortalecendo as entidades representativas e a construção de greves, operações-padrão e passeatas, pois são os mecanismos de luta que estão nas mãos dos trabalhadores, para fazer com que o reclame coletivo se faça ouvir, pois se permanecermos inertes correremos o risco de enfrentar mais anos de congelamento salarial, demissões e todo o tipo de abuso.
E você, o que prefere? Sofrer sozinho e calado ou se organizar e lutar por seus direitos?
Photos of Uli Jon Roth at Hard Rock Hell VII
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