
#dc#dc comics#batman#bruce wayne#dc universe#batfam#batfamily#dc fanart#dick grayson#tim drake


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Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
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Made a ref sheet for @samfishers‘s OC Tralia (:
outubro/2020
[...]
sou tão espalhafatosa, mesmo dentro desse meu meio silêncio. água demais... eu me espalho, lentamente, sem saber pra onde vou. tomando forma das coisas, arrastando tudo, suavemente. mesmo que nem sempre. como um rio, que mesmo depois de seco, deixa por algum tempo as marcas das águas que o compuseram pelo chão. rio alto, estrondoso, parece que vai explodir salão quando acontece. tenho vergonha, fico tÃmida. te olho meio de lado achando que tu vai sentir o mesmo. e surpresa: nem sempre. à s vezes um pedido pra ser mais baixo, outras pessoas na casa, prédio, um incômodo que aparentemente não é teu, mas acaba sendo. dói. vejo nos teus olhos. ora tristes, ora sorridentes. infantis, de bandido. Veloso com Bethânia. essa mistura entre semelhantes distantes e distâncias familiares. esse reconhecimento refratado: mesmo feixe de luz, ângulos diferentes. têm tantas camadas nisso que me perco, me deixo levar. quando paro e olho, vejo tanto. e quero tanto. e te amo tanto.
que me deixo.
janeiro/2021.

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te observar em água e perceber as cachoeiras que correm o teu corpo, por entre os seios, coxas, barriga... notar tuas marcas como quem mapeia um lugar ainda desconhecido, como sempre será. coração é terra onde se cria morada, mas o solo oscila com o tempo. permanece, no entanto. tudo isso, enquanto no meu corpo se formam pequenos lagos. acumulativos. nos espaços que me formam, nos vazios quase fenestrais que me habitam.
sentir o calor da tua pele causado pelo sol que se esgueira pela janela depois de sentir teu gozo misturado com o meu, em minha pele. mesmo quando tu prefere a noite. na luz, perceber o jeito que tu me olha enquanto a gente transa - como quem diz "estou aqui". me encontrar, na tua presença, com algo terrivelmente nosso: essa coisa que insisto em chamar de amor.
quando dito assim me parece vago, pequeno... pra algo tão amplo e particular. algo que percorre tanto caminhos... desde de onde a gente se enfeita uma pra outra, passando pela estranheza e medo nossos, até chegar num amor tranquilo, com sabor de fruta mordida que parece esquentar minhas pernas enquanto elas ainda seguem meio bambas depois de ter gozado ao te ouvir gemer... tão palpável, humano, profano. e mesmo assim tão abstrato, beirando o divino.
uma mistura que eu gosto de ver. de sentir.
crescendo.
aqui.
janeiro/2021
dezembro, 2020.
colagem manual.