Ambiguidade. Triangulação sibilada. Disposto a esquecer seu rosto, Desconjuro seu rastro, dissipo meu sonho — essa porta você não há de cruzar. Vou revelar segredos — o nosso contrato, um laço a queimar.
Ao seu encosto, dedico uma rosa seca, um poema escrito a sangue — à sua sombra menstruar.
O conforto venoso de quem você era — agora um corpo a desaguar — desagua em ruína, sua luz a se profanar.
Um dia de caça, outro é de caçar. sua voz distante — ençosso — não ouço de mim a caçoar.
Não brinco, não testo, não escancaro todo seu sexo — boca de verme, súcuba maldita, Calúnia! No quarto ou na encruzilhada, seu punhal não ouse me marcar. Juro, te desconjuro e trago o meu eu soturno. Escárnio, te retorno — sua desvirtude eu devoro.













