Is Briansa of Starth a thing?? I feel like it needs to be a thing. Like a really big official thing. A thing thatâs as big as Brienne. Of. Tarth.
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Is Briansa of Starth a thing?? I feel like it needs to be a thing. Like a really big official thing. A thing thatâs as big as Brienne. Of. Tarth.

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Oh! Darling | Starth | Flashback.
(...)
Barth estava deitado na cama de Steve â que era umas cinco vezes maior que a sua â com este deitado em seu peito. O investigador tinha um braço envolvendo os ombros dele e o companheiro tinha o braço envolvendo a cintura do namorado. O investigador sabia ser carinhoso e fofo quando ele queria, mas a grande maioria das vezes ele preferiria nĂŁo se apegar a ninguĂ©m, nĂŁo demonstrar nada. JĂĄ havia perdido tudo o que ele tinha uma vez e nĂŁo ia dar esse prazer aos seus inimigos novamente.
âAtĂ© quando vĂŁo suas fĂ©rias, hm?â Steve perguntou baixinho, apoiando o queixo no peito do outro. Se impulsionou, o suficiente para ficar por cima do namorado, nivelar o rosto ao dele; Steve John sabia muito bem que quando seu namorado voltasse a trabalhar, o mĂĄximo que conseguiria dele seria alguns beijos rĂĄpidos e o pessimismo que Steve John demorava meses para diminuir, voltaria em cheio. Era a primeira vez em muitos e muitos anos que Steve achava que uma pessoa seria incapaz de mudar seus conceitos. Barth era o amor de sua vida, mas sua personalidade sempre estragava tudo.
Bartholomeu McDonald era um homem muito peculiar. NĂŁo existiria igual a ele em lugar nenhum do mundo. O ar de mistĂ©rio sempre atraĂa pessoas ao seu redor, mas o maldito humor de quem nĂŁo consegue se decidir, afastava essas mesmas pessoas. NĂŁo era a toa que Barth era um homem sozinho desde a morte de sua esposa, Karita, hĂĄ quase dois anos. Havia muitos perĂodos encobertos na vida daquele investigador. Ele preferia morrer ao se abrir. Esse tipo de coisa era demais para Steve John Air â que mais parecia uma adolescente acreditando que seria especial para um badboy â suportar. Claro, havia amor, mas Steve se questionava se Barth o amava o suficiente para superar esse jeito volĂĄtil.
âSe tudo der certo, mĂȘs que vem.â Disse Barth, roubando um selinho do namorado. âPor quĂȘ?â
âComo assim se tudo der certo?â Steve torceu os lĂĄbios. âPoxa! SĂŁo suas fĂ©rias, nĂŁo deveria ter isso de âse tudo der certoâ. Eu queria meu namorado mais um tempo pra mim.â
âEu nĂŁo controlo os assassinatos, mon amour.â Barth sorriu com doçura, roubando outro beijo. âMas eu estou compensando minha ausĂȘncia nos Ășltimos meses?â
EntĂŁo, começou um beijo devagar, mas intenso. Barth e Steve era um casal intenso. Que tinham momentos fofos e, tambĂ©m, tinha momentos de pura intensidade. Eles começaram a se envolver, Barth rolou na cama, o suficiente para ficar por cima do namorado e ser abraçado completamente por ele. Nos beijos de Steve, Barth se sentia completo de uma forma que nunca mais pensou que seria. Talvez aquela ladainha de alma gĂȘmea fosse mesmo uma balela, porque nĂŁo dava tempo de Karita ter se reencarnado pra que o completasse novamente. Steve e Karita eram bem diferentes um do outro, mas os dois completavam ao Barth e o fizeram sentir o gosto de amar. Mas entĂŁo o telefone tocou e o que tocava era um rock clĂĄssico dos Stones.
Bartholomeu era um homem de vinte e quatro anos, cabelos castanhos e olhos da mesma cor. Um moreno de um metro e oitenta e cinco de altura, escocĂȘs com o sotaque mais carregado de toda a Ocean Ridge. Ele tinha orgulho de ser britĂąnico e exibia isso nas mĂșsicas que ouvia, no sotaque, no vestir. Bartholomew era, simplesmente, o policial mais workaholic de toda a cidade e isso era pĂ©ssimo pro seu namoro. Sabia que aquele telefonema terminaria em briga. Atendeu o celular com mĂĄ vontade e rispidez.
âMcDonald.â A expressĂŁo de Steve mudou na hora quando Barth atendeu o maldito celular. Ele quase pegou o aparelho e o quebrou, mas, mesmo que soubesse que o namorado teria que sair correndo, continuou a acariciar as costas nuas dele, tentando distraĂ-lo e dar a ele motivos pra ficar em sua casa. Ele quase nĂŁo prestou atenção no que falavam.âTudo bem. Eu chego aĂ em algumas horas.â
âHoras?â Disse Harley, a parceira de Barth nas investigaçÔes. âFicou maluco, preciso de vocĂȘ aqui o mais rĂĄpido possĂvel.â
âEstou de fĂ©rias, esqueceu?â Barth girou os olhos, fazendo Steve sorrir e concordar com a cabeça. âNĂŁo vou sair de onde estou pra ir correndo pra um homicĂdio.â
âPor favorâŠâ Pediu. âEu preciso de ajuda, poxa.â
âEu chego aĂ em uma hora, entĂŁo.â Girou os olhos. âEu tenho que resolver algo sĂ©rio por aqui, antes de ir.â E desligou.
âOs Johnson?â Ergueu a sobrancelha e Barth negou com a cabeça. âTrabalho?â
âSim.â Assentiu. âEu me desliguei dos Johnson, vocĂȘ sabe disso.â Mentira, nĂŁo tinha se desligado dos Johnson.
âMas seria mais fĂĄcil de aceitar que vocĂȘ ia viajar pra Chicago nas fĂ©rias.â Steve sorriu. âFarĂamos a viagem juntos, vocĂȘ me mostraria sua antiga casa e ia lĂĄ fazer o trabalho sujo deles. Mas o que o governo faz por vocĂȘ? SĂ©rio que nĂŁo tem outro policial na cidade.â
âHarley pegou o caso. TĂŽ envolvido, de qualquer forma.â Explicou, fazendo o outro girar os olhos. Steve nĂŁo gostava, nada, que o namorado passasse tanto tempo ao lado da loira estonteante que Harley era.
âMaldita, Harley!â Praguejou. âQue morra e vĂĄ direto pro inferno!â
âHey!â Barth falou, segurando o queixo de Steve. âAinda sou seu namorado, hm?â
âClaro.â Girou os olhos. âEsqueceram de ensinar o significado de fĂ©rias para sua parceira.â
âSteveâŠâ Chamou, acariciando o rosto dele.  âEu nĂŁo quero brigar. Facilita as coisas. TĂĄ agindo feito uma criança mimada.â
 Steve empurrou Barth pro lado, saiu debaixo dele, irritado. Barth, por sua vez, contou atĂ© dez para nĂŁo perder a cabeça. Impulsionou seu corpo para fora da cama e começou a pegar suas roupas em silĂȘncio. Barth sabia que seria uma longa noite de trabalho com Steve no coração, apertando-o forte por estar fazendo o que Ă© racional. Assim funciona o trabalho mĂłrbido de um policial.
âBom trabalho, Bartholomeu.â Disse Steve. âPegue o bandido e volte inteiro pra mim.â
With regards to Stiles/Garth.
Boyfriend: Baby I understand that it's an aquired taste - I understand that. But once it's there, you can't escape it. There's just nothing else.
Me:
Me:
Me:
Me: *uncontrolled laughter*