Me preocupa o vácuo. É parte dessa estrutura óssea questionar o espaço em que tudo se situa, mas estar aqui é não dar pausa na destruição. O que resta quando não há nada que preencha? Quando não há nada que torne existente qualquer coisa presente aqui? O que acontece quando a única opção é a pesada fatalidade que sempre foi premeditada?














