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Vidraria Fonseca: 115 anos de história de olhos postos no futuro
A Vidraria Fonseca é uma empresa com um grande historial. Foi fundada há 115 anos, no Porto, por Manuel Francisco da Fonseca, e teve o percurso continuada pelo filho, Francisco Fonseca, que, por sua vez, tem os filhos no apoio à gestão.
Parceira de longa data da Sociedade Comercial C. Santos, a Vidraria Fonseca é uma empresa histórica (integra o projeto Porto de Tradição), mas que se soube conciliar tradição e modernidade. Hoje, além de quatro lojas no Porto, tem uma fábrica na Maia. Francisco Fonseca conta nesta SocInterview o percurso da empresa e os filhos, Vítor Manuel, Paulo Sérgio e Nuno Filipe falam sobre o privilégio de contribuírem para o futuro de uma empresa com tão rico passado.
Desde os 14 anos na empresa
O empresário, que é o mais novo de cinco filhos de Manuel Francisco da Fonseca, explica que começou a trabalhar na empresa ainda adolescente, tinha 14 anos. “Como não era um grande aluno, não era um mau, mas também não era bom, o meu pai disse ´não, tiro mais proveito de ti a trabalhar aqui. Vais estudar à noite’. E pronto, estudei à noite e trabalhava de dia”, conta.
O meu pai de Francisco Fonseca faleceu quando este tinha 24 anos e o empresário foi comprando as quotas dos irmãos na Vidraria Fonseca, num processo concluído “em 1980, mais ou menos”. De então para cá, a empresa cresceu, num trajeto do qual Francisco Fonseca, hoje com mais de 80 anos de idade, se orgulha. “A empresa começou na rua dos Caldeireiros, depois abri esta casa [loja na zona do estádio do Bessa]. O meu pai, tinha vendido a casa da rua Nossa Senhora de Fátima, que foi onde ele abriu. E eu, 69 anos depois, fui lá, comprei a casa pus lá a filial que está lá [hoje]”.
O crescimento da empresa não se ficaria por aí. Além de armazéns, a Vidraria Fonseca abriu mais uma filial na Baixa do Porto, na rua das Flores. O passo maior chegaria numa data marcante. “Quando a Vidraria Fonseca fez 100 anos, comprámos a fábrica em Moreira da Maia”.
“Seriedade para levar negócios da família para a frente”
Francisco Fonseca salienta que trabalhou “dia de noite” para a empresa chegar aonde está. Além de várias instalações, a Vidraria Fonseca conta com cerca de 30 pessoas, entre funcionários e gerentes. Dos sete filhos de Francisco Fonseca, três são gerentes da empresa, onde auxiliam o pai a preparar a Vidraria Fonseca para o futuro.
“É um trabalho que me dá muito prazer e tenho feito o meu melhor para levar os negócios da família para a frente”, indica Nuno Fonseca (54 anos).
“Para mim é um prazer estar aqui a trabalhar. O meu serviço é diferente dos meus irmãos, eu ando mais fora a dar apoio ao pessoal e estar com os clientes, ver os serviços”, explica Paulo Fonseca (56 anos), que aponta a postura com os clientes como o segredo do sucesso da empresa. “Acima de tudo, muito sérios. O cliente se reclamar, nós aparecemos logo de imediato para consertar o erro, que são poucos, felizmente”.
O mais velho dos três irmãos, Vítor Fonseca (61 anos), também salienta a seriedade e dedicação patentes em toda a equipa da Vidraria Fonseca. “Ser sério, servir os clientes, estar sempre atento às necessidades dos clientes e assim se mantém há muitos anos uma empresa a trabalhar. Acima de tudo, a dedicação”.
“Só tenho amigos na Soc. Com. C. Santos”
Tem sido esta postura que tem permitido à empresa progredir, de acordo com Francisco Fonseca. “Graças a Deus temos clientes para todo o país”.
O empresário salienta que hoje a “a Vidraria Fonseca é mais decoradora, do que colocadora”. A empresa deixou apenas de coloca os vidros nas janelas e faz também os quartos de banhos, as varandas e outras divisões dos imóveis.
Por fim, uma palavra para a relação de Francisco Fonseca com a Mercedes-Benz e a Sociedade Comercial C. Santos. “Nunca troquei a Sociedade Comercial C. Santos. Só tenho amigos na Sociedade Comercial C. Santos, tenho umas boas relações com toda a gente”, remata Francisco Fonseca.
Veja o vídeo com a SocInterview sobre a Vidraria Fonseca aqui: https://youtu.be/Cgg-NimgUms
Mulheres motoristas são estrelas do volante de camiões Mercedes-Benz
As mulheres ainda têm pouca representatividade entre os motoristas profissionais. Mas há sinais de mudança. É o caso de Diana Macedo e Sabine Nichterlein, motoristas da Empresa de Transportes Álvaro Figueiredo, entrevistadas na rubrica SocInterview, a propósito do Dia Internacional da Mulher (8 de março).
Os dados da União Internacional dos Transportes Rodoviários (IRU) são claros: faltam motoristas de pesados de mercadorias na Europa. A organização revela que, em 2022, ficaram por preencher cerca de 600 mil vagas de motorista de camião no continente e a estimativa é que, de acordo com as tendências atuais, essa escassez atinja quase dois milhões até 2026.
A IRU explica que o aumento previsto se deve ao envelhecimento da população de motoristas, juntamente com uma baixa taxa de jovens a optar pela profissão. Em toda a União Europeia, apenas 6% dos motoristas profissionais têm menos de 25 anos. Ainda mais baixa é a taxa de mulheres atrás do volante: menos de 3%.
No caso das senhoras motoristas, há sinais de mudança que importa conhecer. É o caso de Sabine Nichterlein e Diana Macedo, motoristas da Empresa de Transportes Álvaro Figueiredo, que estão em foco na mais recente SocInterview (pode ver a entrevista aqui), rubrica de entrevistas da Sociedade Comercial C. Santos.
Mudança de mentalidades
A alemã Sabine Nichterlein viveu, na juventude, com a família em Portugal e foi no nosso país que começou “a ter a ideia de tirar a carta de camião”. A decisão final de obter a habilitação necessária para conduzir veículos pesados de mercadorias foi tomada em 2008 e Sabine optou por fazê-lo na Alemanha, por estar mais à vontade com a língua. Uma vez habilitada, regressou a Portugal, mas não conseguiu emprego. “Não queriam, na altura, uma mulher sem experiência”, refere.
Diana Macedo está na Empresa de Transportes Álvaro Figueiredo desde setembro de 2022, mas “desde sempre teve contacto” com a realidade do transporte rodoviários de mercadorias. “O meu pai é motorista [também no transportador sediado em Oliveira de Azeméis] desde que eu me lembro e sempre tive um carinho muito grande por esta profissão e até pela empresa. Fiquei desempregada e foi juntar o útil ao agradável: comecei a tirar a carta [de camião] e, entretanto, desisti da anterior profissão e vim para aqui”.
Sem conseguir emprego em Portugal, Sabine Nichterlein regressou à Alemanha e aí conseguiu colocação, tendo começado no transporte internacional. Foram sete anos nessa área, fazendo, a partir da Alemanha, serviços em vários países, como Inglaterra ou Espanha, entre outros. Passado esse tempo, quis passar para o transporte nacional. “O passo foi enorme”, conta.
Da universidade para o volante
A imagem genérica que a sociedade tem da profissão de motorista está errada, de acordo com Diana Macedo. “Cada vez mais tem de se desconstruir a imagem de que é uma profissão para leigos, para quem não consegue mais nada, porque isso não é verdade. Nós temos muita responsabilidade, temos de ter muito conhecimento em várias áreas. Está na altura das pessoas lá fora terem um pouco a noção do que é ser motorista, principalmente no serviço internacional”.
Sabine Nichterlein voltou em 2021 para Portugal e ainda trabalhou noutras áreas profissionais, mas logo decidiu voltar aos camiões por não conseguir viver sem estes. “Fui praticamente logo para a Empresa de Transportes Álvaro Figueiredo. Deixei o meu currículo e nem sequer o viram. Disseram-me ‘se sabes conduzir, vamos experimentar’. E, assim, estou aqui. E estou muito bem, gosto muito dos meus colegas, gosto muito do ambiente”.
Diana Macedo é licenciada em Línguas Modernas (vertente inglês e espanhol). “Dá sempre para treinar um pouco e colocar em prática o que aprendi na licenciatura. É sempre uma mais-valia, porque temos de chegar aos clientes em Espanha, em França ou em qualquer lado e o inglês é a língua universal”, refere a motorista, para quem “isso é motivo de orgulho e resulta do esforço” feito para estudar.
Tratamentos especiais são rejeitados
Os motoristas que trabalham no serviço internacional têm, muitas vezes, de pernoitar no camião. A questão da segurança existe, mas não preocupa em demasia estas duas profissionais. “Tanto estamos seguros no nosso camião – que funciona como a nossa casa – como na nossa própria casa. Isso não é razão para não arriscar e não seguir o sonho”, afirma Diana Macedo.
As mentalidades estão a mudar, mas, como é habitual, estamos num processo lento. “Em Inglaterra, paravam na rua [e diziam] ‘oh uma lady driver. Na altura ainda era muito estranho. Hoje, em dia já não é tanto, porque já há mais mulheres atrás do volante de veículos pesados”, explica Sabine Nichterlein.
Esta profissional indica que contou sempre com o apoio dos colegas de profissão, conhecendo-o previamente ou não. “Se uma pessoa precisa de ajuda, tem. Seja homem, seja mulher, não faz diferença. Somos motoristas e não há diferenças”, afirma a profissional.
Diana Macedo ainda vê alguma estranheza – em qualquer lugar – por parte das pessoas quando veem uma mulher a chegar ao volante de um camião. “Ainda fazem muitas perguntas. ‘Ai é motorista? Eu respondo ‘sim, sou’… porque ainda há muito aquela mentalidade de que motorista é homem. Porque é um trabalho pesado”.
As duas motoristas sublinham, porém, que não precisam de qualquer tratamento especial por serem mulheres. “Fazemos o nosso trabalho tal e qual os homens”, realça Sabine Nichterlein.
Profissão gratificante
É preciso é que a sociedade e o mercado de emprego o interiorizem. “Infelizmente, para uma mulher não é fácil encontrar trabalho, principalmente no serviço fora [do país]. No nacional já se vai vendo mais mulheres, mas não tanto como seria o ideal para as pessoas perceberem que isto não é uma do outro mundo”, explica Diana Macedo. “Não é uma profissão de homens, é uma profissão de quem a quiser desempenhar”.
Esta profissional salienta que “é uma questão de tempo até as pessoas se habituarem e das senhoras também quererem enveredar por esta área” profissional. “As meninas devem apostar nesta profissão, porque é muito gratificante. Conseguimos lidar com várias pessoas, com várias culturas, várias mentalidades e, sinceramente, não há dinheiro no mundo que pague essa experiência. Acho que é uma força que tem de existir, que é as mulheres mudarem mentalidades e um pouco o mundo também. Fazerem ver que as mulheres são tão ou mais capazes do que um homem”, sublinha Diana Macedo.
Veja a SocInterview com Sabine Nichterlein e Diana Macedo, motoristas da Empresa de Transportes Álvaro Figueiredo, na seguinte ligação: https://bit.ly/3ITN8XG
SocInterview: Soc. Com. C. Santos contribui para Transportes João Pires continuar história no setor
Constituída em 1987, a João Pires Internacional Transportes tem uma relação de longa data com a Sociedade Comercial C. Santos, contando, no presente, com 34 camiões Mercedes-Benz. João Pires, fundador e CEO da empresa e o mais recente entrevistado da SocInterview explica o passado, presente e futuro da empresa.
A ligação de plena confiança entre as duas empresas, mantida desde há longos anos, é dada conhecer pela voz do fundador da empresa, João Pires, na SocInterview, a rubrica de entrevistas da Sociedade Comercial C. Santos. Ao longo de pouco mais de cinco minutos, o empresário dá uma perspetiva sobre o passado, presente e futuro da João Pires Internacional Transportes.
A empresa especializada em transporte rodoviário (nacional e internacional) e em logística tem, atualmente, uma frota composta por mais de 170 camiões. Desses, 34 são Mercedes-Benz Trucks e aguarda a entrega de novas unidades fornecidas pela Sociedade Comercial C. Santos. “É um parceiro que nos acompanha, temos uma relação que não é boa, temos uma relação que é ótima”, salienta João Pires.
A entrevista começa com o histórico da empresa, que é constituída em 1987, mas com a ligação de João Pires ao setor a ser muito anterior. “Pessoalmente, o meu historial no mundo dos camiões começa em 1959, quando eu tinha 10 anos e o meu pai tinha um camião”, conta o empresário.
A primeira sede da João Pires Internacional Transportes foi em Valença, tendo há cerca de 20 anos passado para as atuais instalações, em Vila Nova de Cerveira. Dada esta localização, o transporte internacional foi desde sempre uma forte atividade da empresa, que conta, no presente, com cerca de 200 colaboradores. “Sempre estivemos muito mais dedicados aos transportes internacionais. Somos aqui vizinhos da Galiza, na altura havia muito pouca indústria deste lado ou quase nada, e nós estávamos muito mais virados para o lado de lá fronteira do que para aqui”, explica João Pires.
Ao longo dos 35 anos de história, a João Pires Internacional Transportes teve, como todas as empresas, períodos melhores e outros menos bons. O crescimento, esse, foi contínuo, mas sempre na medida do projetado pelo fundador. “Tivemos épocas mais baixas, outras mais altas. Crescemos até ao ponto de onde estamos hoje. Não crescemos mais porque decidi que não crescia mais”, afirma o entrevistado. “Tinha os travões afinados e parei e há dez anos que tenho o mesmo número de camiões”, remata.
Tecnologia e formação são importante auxílio
A João Pires Internacional Transportes mantém o mesmo número de camiões, mas a frota é renovada com grande frequência. A tecnologia dos veículos está em constante evolução e isso é, de acordo com João Pires, um importante auxílio. Desde logo em termos de emissões, o que tem reflexos positivos em termos de proteção do ambiente e de custos de utilização. Também a monitorização constante da frota é uma mais-valia operacional. “A telemática permite-nos, mais do que saber onde está o camião, acompanhar online a que velocidade circula, a que regime de rotação está e que tipo de condução está a ser feita hoje e que tipo de condução fez a semana anterior e o mês anterior. Isso ajuda-nos muito”, destaca João Pires. “Temos consciência de que para prestar um bom serviço aos nossos clientes, temos de ter uma frota eficaz e eficiente e fiável”.
As empresas do setor têm de aposta na renovação da frota, mas também na formação dos recursos humanos. “Temos de dar formação aos motoristas e acompanhar a condução para conseguirmos ter consumos aceitáveis. Os consumos que temos aqui, pelas ações que nós fazemos não são só aceitáveis, são melhor do que aceitáveis”.
Recursos humanos de topo e tecnologia de topo – com a frota à cabeça – são o segredo do sucesso da João Pires Internacional Transportes. “Porque uma grande parte dos serviços que nós fazemos têm horas definidas. Nós optamos por qualidade e por eficiência. É essa a nossa linha”, garante João Pires.
A SocInterview com João Pires pode ser vista aqui: https://youtu.be/hLFhGQsQ6Ds
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Mercedes-Benz CLS assistido na Soc. Com. C. Santos apoia GNR no transporte urgente de órgãos
O transporte urgente de órgãos entre vários centros hospitalares de todo o território continental português é uma das missões da Guarda Nacional Republicana (GNR). Uma das viaturas que assegura essa tarefa, para salvar vidas, é um Mercedes CLS 350 CDI assistido na Sociedade Comercial C. Santos. Saiba mais sobre este automóvel na mais recente SocInterview.
A unidade em causa é um Mercedes-Benz CLS 350 CDI de 2010 que está ao serviço da força militar desde o verão de 2021 e que foi alvo de intervenções técnicas na Sociedade Comercial C. Santos. “Esta viatura foi-nos entregue no ano passado. Teve de ser submetida a algumas reparações a fim de contribuir para que a segurança da mesma e a performance estivessem maximizadas e otimizadas”, explica o capitão Luís Paulino, comandante do Destacamento de Trânsito do Porto da GNR.
Até ao momento, esta unidade especial já executou 15 transportes de órgãos, que permitiram salvar outras tantas vidas, numa missão de que os militares da GNR se sentem orgulhosos. “A importância desta missão deriva do facto de, pela infelicidade de algumas vidas se perderem, nós conseguirmos contribuir para salvar outras. Pelo que é uma missão que desempenhamos com muito gosto e agrado, tendo em conta o objetivo nobre da mesma”, refere o entrevistado.
Quase 280 vidas salvas
A GNR levou a cabo, em 2021, um total 277 transportes urgentes de órgãos em todo o país. O Destacamento de Trânsito do Porto, de acordo com Luís Paulino, o segundo em termos de transportes realizados, tendo completado 25 missões no ano passado.
Para a GNR é, também, importante comunicar esta nobre missão. “Ao longo dos anos tem-se tentado que a imagem das forças de segurança seja melhorada e que haja um conhecimento por parte da sociedade de que esta é uma missão que nós também desempenhamos e que contribui para que haja vidas salvas e para melhorar aquilo que é a sociedade a funcionar como um todo”, defende Luís Paulino.
Viatura oferece rapidez e segurança
O Mercedes-Benz CLS (C219) 350 CDI de 2010 ao serviço da GNR para o transporte urgente de órgão tem motor 3.0 diesel de seis cilindros com 224 cv. Com caixa de velocidades automática AMG SPEEDSHIFT MCT de sete velocidades, acelera, de acordo com os dados oficiais do construtor, dos zero aos 100 km/h em sete segundos, atingindo uma velocidade máxima de 246 km/h. O consumo médio de gasóleo anunciado é de 7,6 l/100 km.
De acordo com o comandante do Destacamento de Trânsito do Porto da GNR, a missão pressupõe efetuar, em segurança, a ligação entre o ponto de recolha e o de entrega no mais curto espaço de tempo possível, por forma a manter o órgão nas melhores condições possíveis. “Convém ter um veículo que realmente transmita segurança na condução e que tenha uma performance que leve a que a missão seja executada o mais rápido possível e com a maior segurança possível, tanto para os nossos militares, como para os outros cidadãos que circulam nas vias por onde o transporte é feito”.
O capitão Luís Paulino destaca as qualidades dos veículos específicos para esta missão da GNR, aos quais o CLS corresponde. “Com esta viatura, conseguimos evoluir naquilo que fazíamos com os nossos veículos de patrulha, que eram os veículos ‘normais’ com que nós executávamos os serviços. Neste caso, conseguimos, de facto, subir de nível e conseguir fazer esse serviço de forma mais rápida, eficiente e segura”, afirma o entrevistado.
“Grande parte dos serviços de transporte que fazemos é Porto-Lisboa. Portanto, é uma distância de 300 km, que tem que ser feita no mais curto espaço de tempo possível. Este veículo, em particular, ajuda a isso”, conclui o comandante do Destacamento de Trânsito do Porto da GNR.
Características Técnicas - Mercedes-Benz CLS 350 CDI de 2010
Motor: OM 642.920 – V6
Cilindrada: 2987 cc
Potência: 224 cv
Binário: 540 Nm
Caixa de velocidades: AMG SPEEDSHIFT MCT de 7 velocidades
Velocidade máxima: 246 km/h
Aceleração 0-100 km/h: 7 segundos
Consumo médio: 7,6 l/100 km
Veja na íntegra a SocInterview com o capitão Luís Paulino, comandante do Destacamento de Trânsito do Porto da GNR, na seguinte ligação: https://bit.ly/3ttCfFI.