“Ah, que droga,” Arwen suspirou, cruzando os braços. Encarava o teto, a expressão retorcida em desânimo. “Eu deveria ter imaginado que era só uma simulação,” comentou, flexionando os dedos. Sentiu os lábios secos, mas, imersa como estava em seu próprio desapontamento consigo mesma, não fez menção alguma de sair dali e procurar alguma água para beber. “Faz bem o tipo desse Instituto,” revirou os olhos, então, por fim deixando de se recostar à parede e fitando a pessoa a seu lado.













