Quando a humanidade se rebela, o céu não entra em pânico — ele declara um decreto eterno que muda o destino das nações.

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Quando a humanidade se rebela, o céu não entra em pânico — ele declara um decreto eterno que muda o destino das nações.

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Descubra o poder e a majestade de Jesus Cristo, o Ungido sobre o Santo Monte, inspirado no Salmo 2. Este louvor emocionante exalta a soberania de Deus, a autoridade do Filho e a bem-aventurança daqueles que confiam no Senhor. Permita-se ser conduzido a uma profunda experiência de adoração, onde a glória de Deus é revelada e o coração se enche de reverência. Cante conosco e proclame: "Rei dos Reis, Senhor da Glória, governa sobre as nações!"
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Descubre el poder y la majestad de Jesucristo, el Ungido sobre el Monte Santo, inspirado en el Salmo 2. Este emocionante himno exalta la soberanÃa de Dios, la autoridad del Hijo y la bienaventuranza de aquellos que confÃan en el Señor.
UN SALMO PER TE: Salmo 2 -- Consacrazione dall'alto

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SALMO 2 - Momentos de dor, revolta interior,proteção contra doenças e ac...
Salmo 2
¿POR qué se amotinan las gentes, Y los pueblos piensan vanidad?
Estarán los reyes de la tierra, Y prÃncipes consultarán unidos Contra Jehová, y contra su ungido, diciendo:
Rompamos sus coyundas, Y echemos de nosotros sus cuerdas.
El que mora en los cielos se reirá; El Señor se burlará de ellos.
Entonces hablará á ellos en su furor, Y turbarálos con su ira.
Yo empero he puesto mi rey Sobre Sión, monte de mi santidad.
Yo publicaré el decreto: Jehová me ha dicho: Mi hijo eres tú; Yo te engendré hoy.
PÃdeme, y te daré por heredad las gentes, Y por posesión tuya los términos de la tierra.
Quebrantarlos has con vara de hierro: Como vaso de alfarero los desmenuzarás.
Y ahora, reyes, entended: Admitid corrección, jueces de la tierra.
Servid á Jehová con temor, Y alegraos con temblor.
Besad al Hijo, porque no se enoje, y perezcáis en el camino, Cuando se encendiere un poco su furor. Bienaventurados todos los que en él confÃan.
Notas da preparação do sermão sobre o Salmo 2
EM WILLIAM L. PETTINGILL
- Existem 14 Salmos mais directamente sobre Cristo, seguindo a perspectiva de William L. Pettingill.
- O próprio Jesus disse que era o tema das Escrituras quando falou com os caminhantes de Emaús (Lucas 24:25-27), e quando falou logo a seguir aos seus discÃpulos (Lucas 24:44)
***
Salmo 2
- O Salmo 2 é explicitamente citado no Novo Testamento. Os versos 1-3 são usado em Actos 4:23-26, aplicando directamente o texto a Cristo nos versos 27 e 28.
- O verso 7 do Salmo 2 é usado em Actos 13:33, aplicado a Cristo.
- Salmo 2:7 volta a ser citado em Hebreus 1:5 e em Hebreus 5:5.
- Salmo 2:8-9 também parece encontrar eco em Apocalipse 2:26-27.
- Salmo 2:9 também é referido em Apocalipse 12:5 e em Apocalipse 19:15.
- Dividir este Salmo em 4 vozes:
1) A voz das nações (vs. 1-3) - colocam-se contra o ungido (em hebraico é Messias e em grego é Cristo). Os reis, profetas e sacerdotes precisavam de ser ungidos. Jesus é rei, sacerdote e profeta. O desejo é serem independentes de Deus [não orar é uma prova concreta de que não precisamos de Deus, que nos tornámos independentes dele].
2) A voz de Deus Pai (vs. 4-6) - querer ser independente é tão trágico como cómico, e Deus ri-se mesmo. Deus voltará a falar a partir da sua ira, como fez com o dilúvio. Mesmo que as nações queiram ser autónomas de Deus, ele colocou o seu ungido no monte santo, a salvo e superiormente a todos. Nós não conseguimos impedir o facto de Jesus estar entronizado.
3) A voz do Filho (vs. 7-9) - o Senhor tem-no como Filho (v. 7). Jesus foi o primeiro a ressuscitar com um corpo glorioso - ele é o primogénito diante de muitos outros filhos que seguirão o seu exemplo.
4) A voz do EspÃrito Santo (vs. 10-12) - uma das melhores ordens que a BÃblia dá a gente rebelde é esta de beijar o Filho, e antes que ele se zangue. A voz do EspÃrito como uma voz de testemunho em relação ao Filho.
EM C.S. LEWIS (REFLECTIONS ON THE PSALMS)
- Os Salmos devem ser lidos como os poemas que realmente são.
- Uma das caracterÃsticas principais dos Salmos é o paralelismo, "the practice of saying the same thing twice in different words" (pág. 11). Por exemplo o verso 4 do Salmo 2: "Aquele que habita nos céus ri-se deles", ideia repetida logo a seguir em "o Senhor troça dos seus planos". De certo modo, toda a arte assenta neste princÃpio de paralelismo, de termos o mesmo expresso no outro/no novo.
- [Uma das coisas que hoje mais nos atrapalha na repetição é que, porque somos fascinados pela autenticidade e pela criatividade, a repetição parece a sepultura da invenção. Repetir uma coisa parece tratar as pessoas como burras - não entenderam elas à primeira, afinal? - e como alunas - em que repetir é necessário. E hoje todos queremos ser vistos como inovadores e mestres no que fazemos.]
- Mas Jesus deliciava-se no uso dos Salmos e das repetições no particular (em Mateus 7:2 temos um exemplo quando diz: "porque com o critério com que julgardes, sereis julgados; e com a medida com que tiverdes medido, vos medirão também"). Mas a repetição é ritmo e encanto - é uma canção para dançar.
- Mais ainda, a poesia, razão de ser dos Salmos, é um modo de deixar mais visÃvel a verdadeira substância das coisas. "When that great Imagination which in the beginning, for its own delight and for the delight of men and angels and of beasts, had invented and formed the whole world of Nature, submitted to express Itself in human speech, that speech should sometimes be poetry. For poetry too is a little incarnation, giving body to what had been before invisible and inaudible" (pág. 12). A poesia é uma forma de encarnação.
- O juÃzo é uma figura importante nos evangelhos, sobretudo se recordarmos a separação entre ovelhas e bodes aludida por Jesus (em Mateus 25), em que aquilo que condena os bodes não é o mal que fizeram mas o bem que deixaram por fazer. Aquilo que nos condena mais pode ser as coisas das quais nos omitimos.
- A importância do juÃzo leva-nos a reconhecer o facto estranho de que, em comparação connosco, o Salmista corre para ele. No geral, o tribunal é uma coisa de que nos queremos livrar, ao passo que os Salmos estão ansiosos para serem ouvidos nele. Isso explica que o Salmista use a linguagem da alegria para falar em julgamento. Mais ainda: os Salmos falam abundantemente da saudade de um julgamento que ainda não aconteceu.
- Esta saudade por um julgamento que ainda não aconteceu coloca o Salmista no lugar de alguém que está convicto de que o juiz está a seu favor. Neste sentido, e como podemos recolher no Livro do Velho Testamento dos JuÃzes, o juiz não é tanto o funcionário imparcial e distante do nosso tempo, mas é mais o campeão que por nós faz aquilo que não conseguimos fazer. Logo, uma das coisas que precisamos de compreender é que o Salmista não olha para o juiz como nós hoje olhamos - o juiz não está convenientemente distante de mim, mas é aquele que me dará a justiça de que preciso.
- Quando o Salmista deseja o juiz, ele não coloca a tónica na perfeição que não tem, mas na misericórdia que receberá. Não é que o Salmista confie que fez tudo bem; é mais que confia que o juiz assim fará. Nesse sentido, o Salmista lida com o conceito de justiça de um modo mais descarado que o nosso: procura-se a justiça não porque estamos certos da nossa mas porque estamos certos da do juiz. [A oração funciona na mesma lógica: não oramos com base na nossa perfeição mas com base na perfeição daquele a quem oramos. O que indica que o problema de não orar frequentemente passa porque fazemos a oração depender da nossa própria justiça.]
- Também é o facto de a ênfase estar colocada no juiz e não no réu que permite que muitas vezes o réu não seja assim tão inocente quando pede por justiça. Um dos factos que contribui para isso é sobrevalorização da nossa sensibilidade ("what is commonly called «sensitiveness» is the most powerful engine of domestic tyranny", pág. 19). Não é pelo facto de alguém se sentir magoado que isso significa que o que pede é justo. Por isso mesmo, os Salmos não escondem pedidos exagerados de justiça que, a meio do processo, reconhecem que afinal não são assim tão justos. Há Salmos que começam com queixas e mais queixas que, a meio, se tornam confissão de pecados (no Salmo 7, por exemplo, o autor começa cheio de certezas da sua inocência, entre os versos 3 e 5, mas no 8 já está a colocar-se disponÃvel para que Deus o corrija).
- O risco desta hiper-sensibilidade era aquilo que Jesus lutava contra os fariseus, que estavam presos à sua justiça própria (self-righteousness). [Geralmente olhamos para os fariseus como um brutos insensÃveis, mas uma parte do problema deles era precisamente o oposto, de serem florzinhas de estufa, absolutamente convictos de que o mal estava sempre fora deles, nos outros, sem ponta de auto-crÃtica. As pessoas mais insensÃveis aos outros são aquelas que estão mais certas de estarem certas.]
- Até o Salmo 23, tido como o mais popular e doce da BÃblia, obriga a que os inimigos fiquem a ver quando Deus nos trata bem. "The poet's enjoyment of his present prosperity would not be complete unless those horrid enemies were watching it all and hating it" (pág. 24). Mesmo se olharmos para o fenómeno como alegórico, não devemos explicá-lo para domá-lo. O ressentimento é apresentado livremente em vários Salmos. Uma coisa boa que sai daà é que imediatamente pode descobrir algo semelhante no coração do leitor. Também é certo que aquela poesia era de um tempo muito mais sangrento que o nosso, em que a vingança era um sentimento abertamente mais desejado.
- Por outro lado, o perdão nunca é fácil. O perdão é uma coisa que tem de ser repetida e repetida.  "We need to forgive our brother seventy times seven not only for 490 offences but for one offence" (pág. 27). O ódio sentido pelos salmistas seria equivalente às injustiças praticadas sobre eles. Se parece que os judeus seriam mais vingativos que os pagãos era porque a proximidade a Deus amplificava esse desejo de justiça. "The absence of anger, especially that sort of anger which we call indignation, can be a most alarming symptom. And the presence of indignation may be a good one (...) If the Jews cursed more bitterly than the Pagans this was, I think, at least in part because they took right and wrong more seriously" (pág. 31).
- C. S. Lewis tem dificuldade em encontrar no Velho Testamento a crença na vida depois da morte. Daà que não seja estranho que os salmistas desejem que já aqui aconteça a justiça sobre o mau, e que a vingança seja vista aos olhos de todos. Lewis coloca essa ausência de crença na vida depois da morte num lugar que deverÃamos achar mais interessante do que a nossa perspectiva mais apertada acerca de o Inferno servir para nos castigar os maus e o Céu para recompensar os supostamente melhores: um desejo desinteressado e sincero pela presença de Deus. Indo por aqui, desejar Deus é o mais importante na fé cristã, e não tanto o facto de as consequências poderem ser o Céu ou o Inferno. "For then those who love God will desire not only to enjoy God but «to enjoy Him forever», and will fear to lose Him. And it is by that door that a truly religious hope of Heaven and fear of Hell can enter; as corollaries to a faith already centred upon God, not as things of any independent or intrinsic weight" (pág. 39). Lewis considera o Céu e o Inferno crenças supersticiosas, asssentes numa ideia demasiado retributiva, quando separadas da ideia de estarmos unidos a Deus. [O argumento tem os seus méritos mas padece de uma visão antropológica mais bÃblica, sendo que avança com aquele excesso de confiança lógica de que sofre o nosso querido Lewis aqui e ali.]
- O capÃtulo "The Fair Beauty Of The Lord" é fantástico. Aqui Lewis dá vida à velha religião judaica, no meio dos seus justos excessos, ritmos e cheiros (por exemplo, o Templo não seria muito diferente de um grande matadouro, tresandando a sangue e a carne assada - eram tão sinistros quanto festivos). Apesar de as igrejas locais hoje serem mais como as sinagogas, a Eucaristia traz para ela o elemento dos sacrifÃcios do Templo.
- "The most valuable thing the Psalms do for me it to express that same delight in God which made David dance" (pág. 43). E Lewis vai enxotar da dança de David uma compreensão mais moderna que temos dela, eventualmente cheia de um "amor a Deus" tÃpico dos mÃsticos - não, David  dançaria robusta, viril e espontaneamente, não separando o que era espiritual do que era fÃsico. Tudo estaria junto. Contemplar a beleza do Senhor (Salmo 27:4) seria a mesma coisa que dançar para ele em adoração. Nesse sentido, precisamos de voltar a um louvor abençoadamente mais camponês. A ênfase deixa de estar num sentimento particular de "sentir a presença de Deus", caÃndo num dualismo mais grego que separa aquilo que o corpo faz daquilo que a mente pensa/coração sente. "The poet of that Psalm drew no distinction between «beholding the fair beauty of the Lord» and the acts of worship themselves" (pág. 45).
- À medida que na História se foi valorizando a análise e a abstracção, esta velha unidade perdeu-se. No entanto, não devemos demonizar a análise e a abstracção, úteis que eram para assinalar os riscos da idolatria, ou do culto sem intenção sincera (os profetas fulminavam especialmente esta última). O que os poetas dos Salmos exprimiam era a saudade de Deus, uma fome pela sua presença. Nesse sentido, a vontade de estarem com Deus não era puramente espiritual, e por isso nem eles se achavam especialmente melhores por a terem. Essa vontade de Deus era realmente alegre. "Their fingers itch for the harp (43:4) (...) Noise, you may well say. Mere music is not enough" (pág. 48). Depois, Lewis confessa que um dos problemas dos anglicanos é estarem demasiado preocupados com o bom-gosto, tornando o louvor deles demasiado espalmado (chato, neste sentido).
- Por fim, acrescenta que "There is thus a tragic depth in our worship which Judaism lacked. Our joy has to be the sort of joy which can coexist with that [Christ's broken body and blood shedding]; there is for us a spiritual counterpoint where they had simple melody" (pág. 48). [Apesar de considerar que aqui Lewis subvaloriza o aspecto do exÃlio e da Páscoa na experiência religiosa judaica.]
- Lewis explora como é possÃvel que a lei de Deus fosse para os judeus uma experiência de doçura melhor que a do mel (recordando que se no Salmo 18 o sentimento é abrupto, no 119 a tapeçaria estética é imensa). Saborear a lei naturalmente pedia um estudo prazeiroso dela, não muito diferente do que acontece quando nos dedicamos a um assunto que apreciamos. No entanto, há mais do que isso. Até porque, ao mesmo tempo e como Paulo lembra, a lei também poderia ser um peso, do qual Jesus nos libertou. A delÃcia dos estudiosos da lei tem a ver com a sua beleza moral. A lei, ao contrário do que costumamos achar, não é só obrigação mas fruição. "The delight in the Law is a delight in having touched firmness" (pág. 55). Em comparação com a prostituição e sodomia sagrada, e os sacrifÃcios humanos do paganismo, o judaÃsmo era mesmo doce! [E aqui Lewis critica a discussão do Século XVIII que enfatizava que a bondade da lei dependia em último grau de ela ser o que Deus mandou, não havendo "moral" acima dele. Lewis diz que essa ideia faria de Deus um tirano. Mas a ironia é que, criticando Lewis a self-righteousness de tantos judeus diante de uma leitura egoÃsta da lei, acaba aqui ele a cair nalguma quando se mostra demasiada certeza pessoal sobre os critério morais, independentemente daquilo que a BÃblia revela.]
REFERÊNCIA DO SALMO 2 EM ACTOS 4:25-26
- Temos aqui um exercÃcio perfeito de como os Salmos se devem aplicar na nossa vida.
- Há uma circunstância difÃcil: a igreja que estava a crescer começou a ser perseguida (Pedro e João tinham sido presos pelo Sinédrio e agora libertados). O que faz a igreja diante desse aperto e leve alÃvio? A igreja ora. Como é que a igreja ora? A igreja ora usando as palavras da BÃblia, do Velho Testamento, que neste caso eram o Salmo 2. O que fazer em caso de aperto? Transpor para a nossa linguagem a linguagem da BÃblia. Frequentemente temos problemas com isto, porque cremos que do sofrimento só pode nascer a queixa do sofrimento. Não foi isso que a igreja fez. Do sofrimento da igreja saiu a expressão da alegria do salmista. E por isso surpreende-nos ainda mais aquilo que a igreja orou: a igreja não pediu a Deus o fim do sofrimento mas pediu a capacidade para continuar a testemunhar diante desse sofrimento (Actos 4:29). Isto não quer dizer que não podemos pedir a Deus o fim do sofrimento (até Jesus o pediu no jardim). Mas quer dizer que o mais importante no meio do sofrimento não é que Deus nos dê a ausência dele, mas a presença da fidelidade enquanto ele dura (foi o que Jesus fez no jardim, dizendo que se fizesse a vontade do Pai e não a dele). O resultado é que aquele lugar tremeu (v. 31).
- A oração serve essencialmente para que continue o nosso bom testemunho e não a nossa boa vida.
- Tendemos a apreciar o poder da oração em termos de fim do sofrimento. Mas o poder da oração não é fundamentalmente o fim do sofrimento. O poder da oração passa muitas vezes pela continuação do testemunho no meio do sofrimento - no fundo, a imitação de Jesus.
EM JOÃO CALVINO
- A situação de David, que escrevia, o Salmo, era a de alguém que era vÃtima de uma conspiração contra o seu poder. "Os judeus primeiramente começaram a enfurecer-se contra cristo, da mesma forma que o fizeram outrora contra David". - David é um ungido antes de Cristo ser, um tipo de redentor. A prova que o que aqui era escrito, vindo do contexto de David, tinha aplicação em Cristo é que os apóstolos assim vão compreender em Actos 4. - Retiramos uma dupla consolação deste texto: as adversidade não são uma novidade para o Deus que planeou tudo, e o a revista das tropas dos Ãmpios é a ocasião para nos rimos deles. - Deus rir significa o seu poder mesmo diante daquilo que parece ser um grande poder dos homens, e significa que "se Deus não estende imediatamente a sua mão contra os Ãmpios, é porque hoje é o seu tempo de rir-se". - Deus usa aqui o falar em vez do agir como modo de garantir manter o seu propósito, entronizando o seu Filho. - "Sejam quais forem as tramas, os homens não podem tornar ineficaz a unção divina". - No v. 7, em "declarar o decreto", David assume o seu papel de pregador. - Quando Deus diz "eu te gerei" refere-se ao conhecimento humano do facto de Jesus ser Filho de Deus, e não uma negação da doutrina da eterna geração do Filho. A geração aqui aponta para a manifestação do carácter divino do Filho, e não supostamente o seu inÃcio. - O "pede-me" do verso 8 relembra que o Pai não negará nada ao Filho. - "Como a Eterna Palavra de Deus, Cristo tem sempre tido em suas mãos, por direito soberano, autoridade e majestade, e como tal não pode receber nenhum acréscimo mais; mas ainda é exaltado na natureza humana, na qual ele tomou sobre si a forma de servo". - A vocação dos gentios é aqui anunciada. - No v. 9 essa autoridade de Jesus é enfatizada pela expressão "vara de ferro". Como existe resistência a Deus, é necessário que a autoridade de Cristo se sobreponha. "Aquele que se mostra um pastor amante de suas tenras ovelhas, deve tratar as bestas selvagens com certo grau de severidade". - O ceptro de ferro é a palavra de Cristo. - Nos vs. 10 e 11 há uma exortação ao arrependimento, que se estende a todos, mesmo aos mais poderosos. Deus quer recuperar os rebeldes. - Como se recupera da rebelião? Através da alegria (do verso 11). "Há uma grande diferença entre o estado de prazer e alegria de uma consciência pacÃfica". - No v. 12 mostra-se que o temor e serviço que Deus requer é ilustrado na chamada para beijarmos o Filho, o ungido de Deus (filho, a palavra bar no hebraico, também poderia significar eleito).