Bon Jour, bon Week-end à tous ☕️ 🥐 🍑
La mariée sur un tape-cul chez Gégène, Joinville-le-Pont🗼1947
Photo de Robert Doisneau
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La mariée sur un tape-cul chez Gégène, Joinville-le-Pont🗼1947
Photo de Robert Doisneau

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Ora capisco che una delle ragioni importanti per frequentare l'università e farsi un'istruzione è la necessità di imparare che le cose nelle quali si è creduto per tutta la vita non sono vere, e che niente è come sembra essere.
Daniel Keyes - Fiori per Algernon
Ph Robert Doisneau
Esta famosa fotografia a preto e branco intitula-se Le vélo des deux ponts (O veículo/A bicicleta das duas pontes), capturada em Paris no ano de 1953 pelo célebre fotógrafo humanista francês Robert Doisneau.
Le Vélo des Deux Ponts
O pai equilibra a bicicleta sob o olhar da placa Rue des Deux Ponts,
carregando, além do filho, um mundo inteiro de tralhas penduradas.
As canas de pesca cruzam-se ao alto como mastros de uma expedição,
enquanto o menino, timoneiro sério, agarra o guarda-lamas
numa viagem que, entre o frio da manhã e o balanço da rede, já começou.
O casaco do pai esvoaça como uma vela cinzenta,
compensando o ritmo desigual dos sapatos do filho nos pedais,
numa dança onde a cantina, no guiador, marca o compasso do percurso.
Ao lado, o carro estacionado testemunha, imóvel, a audácia destas rodas,
enquanto as grades de ferro do prédio, emoldurando a saída,
conferem a esta manhã de pescaria a solenidade de um portão de honra.
As árvores nuas aguardam a primavera, alheias à urgência da carga,
e a rua estende-se, cúmplice daquela geometria instável.
Não importa se o rio está longe ou se os peixes hão de escapar;
ali, entre o boné do pai e a determinação do menino,
o equilíbrio é uma conquista partilhada:
seguem juntos, a caminho de um qualquer destino,
onde a bicicleta, pesada de sonhos, se torna leve o suficiente para voar.
Esta imagem mostra a famosa fotografia intitulada L'Innocent (O Inocente), capturada em 1949 pelo lendário fotógrafo francês Robert Doisneau.
L'Innocent
O homem de boina examina a cabeça pendurada com a seriedade
de quem, num museu, avalia a curva serena de um busto antigo.
A cabeça de vitela, suspensa na corrente que brilha fria,
mantém pálpebras fechadas, alheia ao movimento que já não é seu,
enquanto o bigode do homem parece repetir, em cinza,
a paz contida naqueles olhos que já não pedem conta do preço.
Atrás do vidro, reflexos de transeuntes multiplicam-se como público,
testemunhas de uma negociação que o silêncio tornou sagrada.
O casaco escuro do comprador absorve a luz do dia,
contrastando com a brancura da carne que a devolve, intocável,
perante a observação atenta de um rosto que, por trás da vitrine,
espreita o encontro entre o vivo e o que a vida já abandonou.
O letreiro cortado na fachada oculta o nome do estabelecimento,
deixando apenas o essencial: a dignidade modesta da boina
e a natureza-morta que, debaixo da luz da rua, se revela.
Não há desconforto nesta imagem, apenas o equilíbrio do ciclo;
e o homem continua a olhar, imperturbável,
diante de um inocente que, no seu repouso final,
já não tem pressa de entender o mundo que o rodeia.
Esta famosa fotografia intitula-se La Baguette Parisienne e foi tirada pelo célebre fotógrafo humanista francês Robert Doisneau.
A Baguette Parisiense
O menino carrega a baguete como quem ostenta um troféu,
o maior triunfo de uma manhã ainda a espreguiçar-se,
enquanto, atrás, a boulangerie exibe o letreiro com o orgulho de séculos.
As suas botas gastas avançam sobre os paralelepípedos molhados,
apressadas por um destino que a fotografia não revela,
mas que o seu sorriso largo, descuidado sob a boina, já parece conhecer.
O casaco de lã protege um corpo pequeno demais para tanto pão,
que se equilibra, no antebraço, com a perícia de um malabarista,
numa rua estreita que se perde, incerta, na neblina ao fundo.
As plantas na fachada e os letreiros desbotados pelo tempo
são apenas molduras mudas para este embaixador do quotidiano,
cujo joelho nu, enfrentando o frio de Paris, nada reclama.
A luz da manhã esculpe-lhe o rosto com uma ternura rara,
e o silêncio da rua vazia amplia o eco dos seus passos apressados.
Não é preciso qualquer legenda para esta imagem,
pois ele caminha, feliz sob o céu cinzento da cidade,
levando consigo a prova de que, para ser um vencedor,
basta carregar, com a devida solenidade, o pão de cada dia.

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Gelatin silver print
© Robert Doisneau (1912-1994, French photographer)
Echoes XXXVII
Instagram @notesonphotography
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Jeff Wall
Robert Doisneau
Bonjour, bon Dimanche ☕️ 🥐 🍉 et Bonne Fête des Pères
"Le papa" 🗼 Paris 1934
Photo de Robert Doisneau