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Ren Faire was fun
Two-tailed siren from the title page of Libro Primo de la Sirena, 1533. Printed by Valerico Dorico, Rome. Downloaded via Munich Digitization Center.
Sirens and music have been connected since antiquity, as Homer’s sirens lured Odysseus with their song, and sirens in ancient art were often shown playing instruments, such as the lyre. While sirens are common as printer’s marks, I’ve only found this one in Renaissance musical scores. On the title page of a 1533 work titled “Libro Primo de la Sirena,” a rather somber siren greets us. It’s likely that it is she for whom the music collection is named, printed by Valerio Dorico, in Rome.Â
Two other Italian printers, brothers Francesco and Simone Tini, printed music in Milan and used a two-tailed siren as their printer’s device:
Simone Tini, 1584? Brescia and Milan. University of Barcelona.
Further reading
Full title: Noui diuersi excellentissimi Musici de Madrigali Libro Primo de la Serena [v. 4] Roma 1533 downloaded via Munich Digitization Center (MDZ) - Homepage | MDZ
Cusick, Suzzane G. Valerio Dorico: Music Printer in Sixteenth-Century Rome. Ann Arbor: UMI Research Press, 1981. Pages 41-43.
Toffetti, Marina. “THE TINI FAMILY: Sixteenth-Century Music Printers in Milan.” Fontes Artis Musicae, vol. 46, no. 3/4, 1999, pp. 244–67. JSTOR.
Italian Holiday, Roman Beauty

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Eco e Narciso
Eco era uma bela ninfa, amante dos bosques e dos montes, onde se dedicava a distrações campestres. Era favorita de Diana e acompanhava-a em suas caçadas. Tinha um defeito, porém, falava demais e, em qualquer conversa ou discussão, queria sempre dizer a última palavra.
Certo dia, Juno saiu à procura do marido, de quem desconfiava, com razão, que estivesse se divertindo entre as ninfas. Eco, com sua conversa, conseguiu entreter a deusa, até as ninfas fugirem. Percebendo isto, Juno a condenou com estas palavras:
– SĂł conservarás o uso dessa lĂngua com que me iludiste para uma coisa de que gostas tanto: responder. Continuarás a dizer a Ăşltima palavra, mas nĂŁo poderás falar em primeiro lugar.
A ninfa viu Narciso, um belo jovem, que perseguia a caça na montanha. Apaixonou-se por ele e seguiu-lhe os passos. Quanto desejava dirigir-lhe a palavra, dizer-lhe frases gentis e conquistar-lhe o afeto! Isso estava fora de seu poder, contudo. Esperou, com impaciência, que ele falasse primeiro, a fim de que pudesse responder. Certo dia, o jovem, tendo se separado dos companheiros, gritou bem alto:
– Há alguém aqui?
– Aqui – respondeu Eco.
Narciso olhou em torno e, não vendo ninguém, gritou:
– Vem!
– Vem! – respondeu Eco.
– Por que foges de mim? – perguntou Narciso
Eco respondeu com a mesma pergunta.
– Vamos nos juntar – disse o jovem.
A donzela repetiu, com todo o ardor, as mesmas palavras e correu para junto de Narciso, pronta a se lançar em seus braços.
– Afasta-te! – exclamou o jovem, recuando. – Prefiro morrer a te deixar possuir-me.
– Possuir-me – disse Eco.
Mas foi tudo em vão. Narciso fugiu e ela foi esconder sua vergonha no recesso dos bosques. Daquele dia em diante, passou a viver nas cavernas e entre os rochedos das montanhas. De pesar, seu corpo definhou, até que as carnes desapareceram inteiramente. Os ossos transformaram-se em rochedos e nada mais dela restou além da voz. E, assim, ela ainda continua disposta a responder a quem quer que a chame e conserva o velho hábito de dizer a última palavra.
A crueldade de Narciso nesse caso nĂŁo constituiu uma exceção. Ele desprezou todas as ninfas, como havia desprezado a pobre Eco. Certo dia, uma donzela que tentara em vĂŁo atraĂ-lo implorou aos deuses que ele viesse algum dia a saber o que Ă© o amor e nĂŁo ser correspondido. A deusa da vingança (NĂŞmesis) ouviu a prece e atendeu-a.
Havia uma fonte clara, cuja água parecia de prata, Ă qual os pastores jamais levavam os rebanhos, nem as cabras monteses frequentavam, nem qualquer um dos animais da floresta. TambĂ©m nĂŁo era a água enfeada por folhas ou galhos caĂdos das árvores; a relva crescia viçosa em torno dela, e os rochedos a abrigavam do sol. Ali chegou um dia Narciso, fatigado da caça, e sentindo muito calor e muita sede.
Debruçou-se para desalterar-se, viu a prĂłpria imagem refletida e pensou que fosse algum belo espĂrito das águas que ali vivesse. Ficou olhando com admiração para os olhos brilhantes, para os cabelos anelados como os de Baco ou de Apolo, o rosto oval, o pescoço de marfim, os lábios entreabertos e o aspecto saudável e animado do conjunto. Apaixonou-se por si mesmo. Baixou os lábios, para dar um beijo e mergulhou os braços na água para abraçar a bela imagem. Esta fugiu com o contato, mas voltou um momento depois, renovando a fascinação. Narciso nĂŁo pĂ´de mais conter-se. Esqueceu-se de todo da ideia de alimento ou repouso, enquanto se debruçava sobre a fonte, para contemplar a prĂłpria imagem.
– Por que me desprezas, belo ser? – perguntou ao suposto espĂrito.
– Meu rosto não pode causar-te repugnância. As ninfas me amam e tu mesmo não parece olhar-me com indiferença. Quando estendo os braços, fazes o mesmo, e sorris quando te sorrio, e respondes com acenos aos meus acenos.
Suas lágrimas cairam na água, turbando a imagem. E, ao vê-la partir, Narciso exclamou:
– Fica, peço-te! Deixa-me, pelo menos, olhar-te, já que não posso tocar-te.
Com estas palavras, e muitas outras semelhantes, atiçava a chama que o consumia, e, assim, pouco a pouco, foi perdendo as cores, o vigor e a beleza que tanto encantara a ninfa Eco. Esta se mantinha perto dele, contudo, e, quando Narciso gritava: “Ai, ai”, ela respondia com as mesmas palavras. O jovem, depauperado, morreu. E, quando sua sombra atravessou o Estige, debruçou-se sobre o barco, para avistar-se na água.
As ninfas o choraram, especialmente as ninfas da água. E, quando esmurravam o peito, Eco fazia o mesmo. Prepararam uma pira funerária, e teriam cremado o corpo, se o tivessem encontrado; em seu lugar, porém, só foi achada uma flor, roxa, rodeada de folhas brancas, que tem o nome e conserva a memória de Narciso.
Palazzo dei Diamanti, a Renaissance era palace.
Ferrara, Emilia-Romagna
Mural from the Golden Hall in the Ausburg town hall. 1615-1620. Photo via Wikipedia: Allie_Caulfield from Germany
If we take a very close look, we can spot a two tailed siren in a mural on the far left side of the room:
Not the best photo, but I just looked through 160 photos on Wikipedia, and this is the best photo of her I could find. Here's the drawing that sent me searching:
Photo from: Drisceoil, CĂłilĂn Ă“., and Jim Higgins. “A Renaissance Mermaid.” Archaeology Ireland, vol. 36, no. 1, 2022, pp. 30–34
Two tailed sirens were common in decorative Renaissance art, inspired by ancient Roman grotesques.