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El callejón Diagon.
Me demore un poco en subir este capítulo, primero porque soy una persona floja y segundo porque hay demasiados fanfics y bueno… fanfics.
Con esa breve explicación, debo decir que ame este capítulo, mucha información del mundo mágico, cosas nuevas y muchos detalles por saber. Si fuera por mi escribiría todo el capitulo y al final colocaría WOW, pero hay ciertas partes que deben ser mencionadas, como también debo dar a conocer mis pensamientos sobre esas partes.
🌧🌧🌧🌧🌧 CAP. 5 - ALPHABET BOY ✏
Depois de um bom tempo juntos, Peter se mostrou uma pessoa totalmente diferente daquela que Cry Baby conhecera no Parque de Diversões. O garoto doce e gentil se transformara em um garoto prepotente, arrogante e mesquinho. Sempre lançava aviões de papel na direção de Cry Baby quando esta fazia algo de errado, ou melhor, quando a garota fazia algo que não era como ele fazia. Balançava seu diploma para Cry Baby, achava-se sempre mais inteligente que ela. Chamava-a de burra, rindo enquanto a garota corava de vergonha. Cry Baby agora estava cheia de ódio do rapaz. Quando ela explodia de raiva, Peter dava maças avermelhadas em forma de desculpa, entregando-as para ela com seu sorriso cínico. Cry Baby jogava-as na lixeira mais próxima. Apelidou-o de Alphabet Boy. As aparências realmente enganavam, ela pensava consigo. Ás vezes, as maças mais vermelhas do pomar são as mais azedas. Cry Baby tentava concentrar-se no lição que fazia, enquanto o garoto a perturbava com piadinhas de mal gosto. As férias estavam chegando, mas por enquanto, Cry Baby tinha de aguentar o inferno que era ir a escola. E depois que Alphabet Boy se mudara para sua escola, seus dias ficavam cada vez pior. — Está errado. — Ele ria. — Não é assim que se faz. — Eu sei como fazer, Alphabet Boy. Não venha me ensinar — respondeu, irritada. — Então continue errando sempre, criancinha burra. — riu, dando meia volta, não antes de jogar outro avião de papel nela. Cry Baby era pequena demais para enfrenta-lo. Queria chorar de ódio, de tristeza, de dor. Mas ao mesmo tempo não queria. Não queria que ele a visse chorar. — Eu não sou mais uma criancinha. Você vai me ver crescer agora — cochichou para si. —, Príncipe do Playground. Amassou o aviãozinho, jogando com força na cabeça de Alphabet Boy, acertando-o. Ele virou, com o nariz empinado, olhando-a como se fosse superior. Cry Baby era emotiva, porém possuía uma personalidade muito forte. Estava cheia de ódio do garoto. Ele a havia enganado, pegando seu coração doce e destruindo-o. Fez com que ela o amasse, para logo em seguida destruí-la. Com sua poesia ruim e suas críticas destrutivas. Todas as garotas da escola invejavam Cry Baby por sua "sorte" de ter Peter consigo. Mal sabem que Cry Baby o jogaria para qualquer uma delas se pudesse. Cry Baby se levantou, explodindo de raiva e ódio, começando a gritar: — Eu sei o meu maldito ABC, Alphabet Boy. Mas você continua tentando me ensinar. Você se acha mais inteligente que eu, mas você não é nem um pouco. Balançando esse seu diploma como se fosse algo tão importante. Se me mostrar esse diploma mais uma vez, e eu te matar, não se surpreenda. Todos que estavam na sala pararam para olha-los. Peter estava atônito. — Quer saber, seu loirinho de merda? Vai se fuder, Pequeno Peter. Eu não sou mais uma criancinha. Me veja crescer agora. Ele estava chocado. Todos começaram a rir do rapaz, que saiu desesperado da sala. Cry Baby tirou um pirulito vermelho de dentro da mochila, colocando-o na boca. Com um sorriso vitorioso, saiu da sala. Cry Baby não é mais uma criancinha agora.
Mais tarde todos foram embora após um jantar oferecido por dona Julia e Richard , Matheus já estava mais calmo mais o jantar inteiro ficava encarado Gabriel de cara feia , enquanto Camille lhe lançava olhares de pura insatisfação por estar fazendo aquilo , enquanto Téo adorava tudo aquilo afinal odiava Matheus . Na despedida Beca e Bia prometeram voltar no dia seguinte para um dia de meninas antes de ela retornar a escola . Naquela noite , Camille teve sonhos estranhos com vários rostos desconhecidos , mas no sonho ela os reconhecia falava com eles abertamente , acordando assustada ela se senta na cama pensativa decidindo ir até a cozinha para beber água ela veste seu roupão descendo , após beber água ela percebe alguém próximo a piscina ela abre a porta que da acesso a piscina se aproximando . Ali sentado olhando as estrelas sentado a borda da piscina estava Gabriel . – Olá ? (– Ela sorrio olhando-o.) – Incômodo se me sentar ao seu lado ? Ele olhando-a sorri , indicando com a mão para ela se sentar ,ela senta ao seu lado olhando-o – Desculpa por mais cedo , é que sinto que lhe conheço de algum lugar e sinto ..( – Ela sorri sem jeito. ) Ele olhando-a sem pensar leva a mão ao seu rosto afastando o cabelo dela imediatamente os dois sente uma eletricidade correr por seus corpos com o toque inesperado. – Você é muito linda , o Téo não me falou que você era tão linda (– Camille fica vermelha olhando-o sem palavras. ) – Ah me desculpa não queria ser indiscreto , eu também sinto algo quando lhe vejo que também não sei explicar já que não nos vimos antes.E nos conhecemos somente agora . (Ele continua acariciando o rosto de Camille olhando-a em seus olhos verdes . ) Ela o olhava e sorria mais com o que dizia ..Inclinando mais aproximando dele olhando em seus olhos castanhos esverdeados que brilhavam intensamente ao luar , seus lábios se encontram se encaixando perfeitamente em um beijo doce e muito gentil , ele acaricia seu rosto , ela sua nuca seus lábios se encontravam calmamente até o encontro das línguas lentamente eles podia sentir o calor emanar de seus corpos atraindo-os cada vez mais , beijando ainda mais os dois se entregavam totalmente como fosse um encontro de duas almas e coração , logo ele se afasta olhando-a meio sem fôlego e ficam os dois se olhando .Ele ainda com sua mão em seu rosto e ela com a mão em sua nuca sentindo a adrenalina do beijo e a eletricidade que existia entre os dois , quando um som faz os dois voltarem a realidade . – Aham , (Téo ri. ) Atrapalho em alguma coisa ? Os dois se soltam levantando rapidamente , – Téo ? Ah me desculpa é que ? Eu ( Gabriel fala apressado tentando se desculpar , e se explicar. ) Camille olhava de Téo a Gabriel vendo que o irmão tava bem gostando do desespero dele . – Ahh Gabriel , não precisa se explicar olha a cara do Téo tá bem gostando do que presenciou aqui .. (– Téo olha Camille surpreso. ) – Olha só minha maninha tá de volta minha gente ..Ele passa o braço pelo ombro de Gabriel que ainda estava meio sem jeito , e outro pela o da irmã mais nova – Esquenta não minha gente , dou maior apoio para o relacionamento de vocês dois .. Eles entram na casa novamente Gabriel ainda estava meio sem jeito por ter sido pego beijando a irmã mais nova de Téo , Camille se sentia estranhamente feliz com se tivesse reencontrado alguém a muito perdido , voltando para seu quarto ela se deita na cama olhando o teto aonde via se estrelas pintadas em meio as nuvens aquilo lhe acalmava e fazia fica tranquila pegando no sono logo .Tendo mais um sonho nele ela estava com Gabriel os estavam juntos e felizes mais algo era diferente pareciam mais velhos e tinham realmente uma união. Mas em determinado dia Camille vagava pelo bosque , sozinha logo se escuta a gritaria Ajuda !! Ajuda Ela se virando olhando em sentido sua casa vê chamas , correndo de volta vê varias pessoas machucadas pelo caminha havia acontecido uma espécie de saqueio crianças choravam , ela comovida pensava em ajudar mais via sua casa ainda em chamas aproximando ela chama por Miguel(Gabriel. ) – Miguel ?? Aonde você está ?? – Migueeeeeel , cadê você (– fala em desespero , meio as lagrimas . ) Entrando na casa em chama , logo é arrastada para fora pelas pessoas – Não , não quero meu Miguel cadê o Miguel .preciso encontra-lo – Senhora , senhora seu marido .. Camille chorava mais e mais , em meio as lagrimas e as pessoas ela avista um rosto um sorriso maldoso brota na face do assino , horas mais tarde o corpo de Miguel é encontrado não na casa e sim ao redor . Para o desespero de Camille .. – Migueel .. Nãooo
5- Quinto capitulo .
Em busca de um final feliz - 5º Capitulo
Eu vi o idiota da carona, ele foi tão educado com minha mãe e isso é estranho. Ele tem idade pra ser meu namorado e não meu pai. Mas não quero que ele se torne nenhum nem outro. Cadê a Demetria?
“Oi de novo Lizz!” disse ele com aquele sorriso fofo dele. Era fofo mas por baixo dessa cara de anjinho tinha um poço de ego.
“Oi Justin, de novo.” Eu disse dando um sorriso torto
“Eu senti que você vinha.” Ele disse se aproximando
“Deve ser por que é uma festa pra mim!” Eu disse rindo da cara dele, ele tentou ser romântico mas que cantada fajuta. Ele iria retrucar algo mas Demi graças a Deus chegou.
“Oi Lizzie, e Justin. Que bom que já se conhecem, Lizz vem comigo que quero que conheça algumas pessoas.
Eu fui atrás da Demi, mas tenho uma dúvida comigo: Será que o Justin quer me sequestrar e pedir o resgate pra minha mãe? Ele está me seguindo? Ele é um ladrão? Será um príncipe azul em fantasia de senhor do mal?
Não queria me preocupar com isso, afinal estava em uma festa. Eu fui reparando nos convidados e dentre eles estavam Crhistina Aguilera, Taylor Lautner, Usher, Miley Cyrus, Lucy Hale, Nicki Minaj e muitos outros artistas. O que mais me impressionava é que esses artistas sabiam da minha existência.
-“ Então você é a tão falada Lizzie Jones, a lenda” Joe Jonas disse pra mim, eu me assustei com a voz dele. Meu Deus, ele sabia meu nome e falou comigo.
-“Sim sou eu e você é Joe Jonas, você é...você” Não fez sentido o que eu falei mas diante de Joe Jonas não consegui pensar em nada melhor pra dizer, se é que eu pensei antes de falar isso. O que eu to fazendo?
-“Exato, aah, parabéns você merece isso tudo que conquistou!” Ele disse levantando a mão para um aperto de mão, dei minha mão pra ele e elas balançaram.
-“Então Lizz, sua mãe não vem?” Escutei uma voz meio familiar dizer, era a de Justin. Eu cheguei a uma conclusão: eu não tinha uma conclusão. Ou esse garoto ta MUITO afim da minha mãe, ou ele só está tentando ser legal comigo. Joe voltou a conversar com umas pessoas que eu não conhecia, queria ter conversado mais com ele mas nós não teríamos assunto então foi bom Justin ter chegado, e meio falta de educação ele ter interrompido.
-“Ela disse que estava meio cansada, e que era uma festa que iria acabar muito tarde então...” Eu disse olhando fixo nos olhos dele, mas sem ser desagradável como eu tive que aguentar os olhares do Simon uma temporada inteira (nunca vou esquecer).
-“Ah, então, conhecendo muita gente nova?” Justin respondeu, tentando ser agradável eu percebi que ele não era tão desagradável como eu pensava e comecei a me sentir mal por ter julgado ele sem conhecer. Eu comecei a ficar bamba, e comecei a ver tudo preto. Só aí que lembrei que não tinha comido nada, eu estava tomando um remédio pra emagrecer por que não queria ter uma má aparência justo agora que ficaria famosa. Minhas pernas começaram a tremer e Justin me segurou, ele chegou perto demais.
-“Lizzie, você tá bem? O que foi?” ele disse ainda com os braços em minha volta
-“Nada, é que eu tenho pressão baixa só isso.” Eu não menti pra ele, apenas não contei toda verdade por que eu tenho pressão baixa mesmo.
-“Você quer que eu te leve embora?” Ele tirou um de seus braços de mim, dessa vez eu teria que mentir
-“Sabe Justin eu não quero ficar aqui, eu estou me sentindo mal e eu tomo um remédio pra minha pressão mas hoje eu esqueci e minha mãe ficaria uma fera se eu dissesse isso a ela.” Eu não tomo remédio coisa nenhuma, eu só não queria dar uma explicação a minha mãe por que eu cheguei tão cedo e eu não fiquei nem vinte minutos completos na festa.
-“Então vamos!” ele disse estendo a mão.
-“Pra onde?”
-“Você não pode ir pra sua casa, desculpe, o hotel então você vai pra minha casa.”
-“É muita bondade sua mas...” ele me interrompeu
-“Qual é Lizz? A gente pode assistir um filme lá, e depois eu te levo pro hotel. Se você passar mal de novo vai ter gente que vai tirar foto, publicar em sites e sua mãe vai saber.” Ele tinha razão, o que eu falaria pra minha mãe?
-“Tudo bem então” Ele estendeu a mão pra mim a qual eu não segurei não queria parecer oferecida diante dele e nem nos olhos das pessoas.
-“Justin espera.”
-“que foi?”
-“Eu vou falar pra Demi que eu já estou indo!”
-“Como quiser.”
Eu estava muito tonta, não sabia pra onde ir. Vi ela conversando com a Miley, não queria estragar o momento Diley mas se algo acontecesse comigo eu sei que ela se sentiria responsável por que ela pediu pra minha mãe que eu fosse na festa. Fiz um sinal de ‘vem cá’ pra ela e ela veio em minha direção mas não muito afastada da mesa que estava.
“Se divertindo Lizz?” Ela disse com aquele sorriso lindo.
“Sim, mas é que tem uma amiga minha que acabou de me ligar dizendo que estava aqui e queria me dar os parabéns então o Justin vai me levar no hotel que ela está” Eu odeio mentir pra ela.
-“AAh então você já vai?”- Ela fez uma cara de triste tão fofa..
“Sim, é que Demi, ela é minha amiga de infância e ela só fica até amanhã” De onde eu tirava tanta mentira?
“Ah, então eu te ligo amanhã pra gente fazer uma sessão de filmes, sei lá, até mais.” ela me abraçou.
“até!”eu disse tentando parecer convincente
Dei as costas e fui em direção ao Justin que já estava na saída.
COM 4 ASKs CONTINUAMOS.

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Capítulo 5 - Porão.
Acordei com certa disposição para conhecer as verdades que assombram aquele lugar, minha perna ainda doía, eu mancava, mas pelo menos conseguia andar, me encontrei com Miguel e Teo na cozinha. - Preparada ? - Disse Teo - Sim. - disse, confiante porem com certo medo. - Coma algo Lizi, você não comeu nada ontem - Miguel alertou, realmente, fazia um dia que não me alimentava direito, mas com tudo isso na minha cabeça não tinha tempo para comer ou pensar que estava com fome. Me sentei, tomei um café da manhã bem caprichado, Issie desceu e se sentou a mesa comigo, quando terminamos, nos levantamos e fomos até a porta que tava entrada ao porão. A porta era um verde claro, símbolos e marcas que pareciam garras descascavam a tinta, relei na maçaneta e um aperto forte no peito surgiu. O que quer que tenha ai dentro, não é bom, não quer nossa presença. Fiquei olhando para a porta até Teo tomar a iniciativa e dar um chute que a fez abrir com um estrondo. Um cheiro de mofo invadiu minhas narinas, quando entrei, a direita havia algumas caixas, fui até elas ver se tinha algo dentro, a pouca luz que havia ali deixava tudo mais fantasmagórico, fucei nas caixas, mas não havia nada. Quando olhei para trás, congelei. Havia símbolos por todo o porão, símbolos que ja havia visto em rituais de magia negra em alguns livros, no chão logo adiante, havia um circulo com um desenho estranho dentro, Miguel foi caminhando até ele. - Miguel, não ! - gritei. - Não da nada Lizi, é apenas um desenho feito com pó de carvão, olhe - Miguel colocou o pé dentro do circulo e tentou apagar uma das linhas. Então aconteceu o que menos esperava. A porta do porão fechou numa rapidez imensa, Issie tentou abrir a porta de todas as formas possíveis nada. Quando voltei minha atenção para Miguel, ele estava caído dentro do circulo, algumas velas que estavam em volta, acenderam, livros espalhado abriram em paginas aleatórias, o circulo onde Miguel estava, pegou fogo.
--//--
Corremos para ajudar nosso amigo que estava em chamas, mas uma barreira invisível nos impedia de ultrapassar o circulo que prendia Miguel, ele gritava, sua pele queimava, suas roupas ja haviam virado pó, comecei a chorar, não poderia perder um amigo assim, gritei com todas minhas forças, Ani tentava abrir a porta do lado de fora, Teo tentou apagar as velhas, chutou a barreira invisível... tudo em vão. Miguel se fora. Cai de joelhos no chão, completamente destruída, as velas, livros e o circulo apagaram, deixando apenas cinzas, e um amigo, morto. A porta abriu, Ani viu o que havia acontecido e começou a chorar junto a nós, subimos e fomos imediatamente arrumar as malas. - Precisamos sair daqui, agora. - Teo disse. - Lizi, vou arrumar suas malas, nos espere no carro. Fui até a porta, quando a abri, vi a Sra Matilde no horizonte, rindo. Um ódio cresceu em mim, corri até ela mas assim que dei dez passos, ela havia desaparecido. Ligamos a kombi de Teo, e pegamos a estrada para ir embora, mas no caminho placas anunciavam. " Vocês nunca conseguirão sair de Rio Azul " " A unica coisa que espera por vocês é a morte. " Achamos o final da estrada, estávamos aliviados e arrasados ao mesmo tempo, mas assim que chegamos ao final, a cena mudou. Estávamos novamente em frente a cabana. Presos, como insetos em uma teia de aranha. Mas além de teias, temos fadas demoníacas e espíritos assassinos. E alem da aranha, tínhamos a morte.
Feito por: um-amo-somente e a-m-a-r-t-e Admito que nós seres humanos nos iludimos fácil, eu olhava o tempo todo para o celular, ao mesmo tempo em que tinha esperanças já não tinha mais. Eu tentava não pensar em tudo o que estava acontecendo, eu queria tirar aquele sentimento de mim. Os dias passavam e eu realmente deixei que tudo isso me invadisse, me deixasse perdida em mim, em meus pensamentos, em meus sentimentos, a cada dia que passava eu estava diferente, eu sorria o tempo todo mesmo não falando com ele sempre, bastava eu lembrar daquele sorriso que realmente me conquistou. Renata já estava percebendo que eu estava mudando até que um certo dia resolveu me fazer perguntas: - “Sharon o que houve?” - “Como assim o que houve? Estou muito bem.” -“Você está apaixonada?” -“Não é porque estou sorrindo que estou apaixonada.” - “ Não é apenas isso, os seus olhos brilham. É aquele homem daquele dia do motel não é¿ Admita que você se deixou levar.” - “ É ele sim, mais não me deixei levar a gente apenas conversou, eu só penso nele mais do que devia.” - “Mas não devia pensar, desvie tudo que leve a ele.” - “ A gente não manda no que sentimos, apenas amamos ou sentimos algo por alguém é a lei da vida, somos seres humanos.” Depois da conversa que tive com Renata vivíamos em silencio, mas é verdade o que posso fazer se tenho sentimentos, eu me via apaixonada, perdidamente conquistada por ele, tinha um jeito único de rir, um jeito que só ele sabia me fazer sorrir, me conquistava a cada dia mais, eu queria apenas beija-lo , abraça-lo, eu queria cuidar dele, poder faze-lo rir sempre, mostrar que seriamos felizes.E alguns minutos milagrosos depois o meu celular toca e eu apenas sorri ao ver que era ele, Roberto. -“Alô, é a Sharon¿’ -“Sim ainda sou eu.” - “ Queria saber se quer sair comigo hoje, pra conversar, se distrai.” - “Claro, vou sim.” Eu estava completamente boba, não sabia o que fazer nem o que vestir eu só queria ele sabe, poder sentir seu perfume outra vez, admito que estava me deixando levar, estava com aquela louca vontade de adolescente de beija-lo. Eu estava realmente feliz por ele ter me ligado, nem que fosse só pra ele me dizer um oi, mas ele estaria perto de mim e isso seria suficiente para o meu coração. Então , comecei a me arrumar e entrei em desespero ... Não queria uma roupa vulgar, queria chamar a atenção dele , mas de outra forma. Fiquei um bom tempo pra resolver o que vestir , peguei a roupa menos vulgar que pude, Me maquiei levemente , sem muito brilho e batom chamativo , realmente não estava me reconhecendo, e tentava de todas as formas ficar calma , sem suar as mãos e não ficar imaginando a minha reação quando o visse, mas isso era praticamente impossível diante tanta ansiedade. Não me perguntei como foi o final do telefone , estava completamente nervosa pra lembrar desse momento... mas enfim, ele me ligou novamente - Sharon? - Oi Roberto? -Já está pronta? - Não , quase. ( me lembro exatamente dessa cena , estava arrumada fazia tempo , mas eu queria fazer uma cena , ou alguma do tipo) Daqui a pouco passo ai em frente , pode ser ? - Pode , claro - Beijos - Beijos. Logo após de desligar o celular , desci. Minha ansiedade já tinha outro nome. Não demorou muito tempo e lá estava ele, e querem saber o que eu senti ? Eu também me faço essa pergunta até hoje , e sinceramente ? são sensações para serem definidas.[...]