SĂł que dessa vez eu nĂŁo pude te impedir de ir, porque diferente das outras vezes, vocĂȘ nĂŁo tinha mais nada que prendia o mim. Nada. Absolutamente nada. Eu sĂł nĂŁo entendi a forma de que, como vocĂȘ superou tĂŁo rĂĄpido o nosso fim. Por que ao contrĂĄrio de vocĂȘ, ainda me dĂłi, ainda me fere.. Meu coração contem cicatrizes que, duvido muito, que algum dia desapareça. VocĂȘ sabe que sou muito sensĂvel, que tem coisas que, por mais que seja de pouco significado, eu sempre irei levar a sĂ©rio. Eu sempre levei a sĂ©rio as coisas vindo de vocĂȘ. E ainda levo. Um sorriso. Um beijo no rosto. Qualquer coisa. Eu repito. Qualquer coisa. Eu sinto sua falta, Ă© isso! Eu nĂŁo aguento mais te ver feliz ao lado de outra. Porra que se exploda essa histĂłria de que eu tenho que desejar sua felicidade, mesmo vocĂȘ estando ao lado de outro alguĂ©m. SĂł pode ter sido um chifrudo mal amado quem disse isso, sĂł pode. TĂĄ! Desculpa, peguei pesado. Mas Ă© que, olha pra mim, eu nĂŁo sou tĂŁo ruim assim. Caralho. Eu disse que iria te amar pra sempre em momentos de conveniĂȘncia e olha onde eu estou? Fui brincar com fogo e acabei me queimando â te perdendo. Eu odeio ter que encarar o fato de que te perdi pra umazinha qualquer. Quer que eu repita? Umazinha. Umazinha. Umazinha. Repito quantas vezes for necessĂĄrio. Chega de enrolação. Tu sabes onde eu moro. Meu celular. O numero aqui de casa. Tens a chave do meu quarto. Da minha vida. Enfim. Se me quiser.. JĂĄ sabe aonde me procurar.