seen from Brazil
seen from United States
seen from China
seen from Ireland
seen from Brazil
seen from United States
seen from Brazil

seen from United States

seen from Canada
seen from United States
seen from Ireland

seen from Brazil

seen from Singapore
seen from United Kingdom

seen from Brazil

seen from Brazil

seen from United Kingdom

seen from United Kingdom
seen from Brazil
seen from United States

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
The show must go on/
Não é em todo discurso que um dizer vem a ex-sistir. Que se diga é da ordem do paratodo. O lugar do dizer só se ocupa pela particularidade do ato. O ato ex-siste ao dito. A letra passeia entre o ato e o dito. Ela traz em si a marca do traço que ex-siste a enunciação do sujeito que a diz. Cada tempo em seu lugar, cada qual em seu tempo, cada $ se faz dizer, se faz enunciar por ato. $ traz de cara um ato, uma letra, um dizer e um dito. No campo do Outro um ato se diz em efeito a um dito… produzindo o quê? $<>a, onde $ está fora do campo do Outro e “a” que por lá se institui só aparece em cena mascarado… S2 —>a. A regência do campo do Outro pertence a mestria do verbo ser… S1—>S2… mas, como? Assim… um significante mestre de índice 1 instituindo um saber que se pretende todo? Quantos significantes mestres hão de passar com essa pretensa intenção? -1,-1,-1,-1,-1… infinitamente? Não há mestria que dê conta da causa. Não há agente que aplaque a dor de se saber castrado. Não há discurso que destitua a força de um ato. Não há gozo que satisfaça a impossibilidade do Outro. O sexo respalda-se no não-todo e o não-todo não pode ser estancado por nenhum universo. É no lugar de uma língua que não falo que predigo minha crença, subverto o desejo em demanda.($ —>S1) Voltando. Vamos tirar a máscara? Vamos fazer psicanálise? Fazer psicanálise é fazer amor, é aceitar a ex-sistência como premissa de um não dizer. Não se pode prometer uma relação que não há. É a impossibilidade do discurso analítico a —>$ que coloca minha letra no trilho e minhas mãos no corrimão.
==>