Letteratura tedesca. Ulrich Peltzer 🇩🇪

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Sempre que o amor de verão nos quiser, basta fazer um festival. Terminou mais um Bons Sons do qual saímos de coração cheio.
Dançar e suar ou repousar à sombra. Era este o dilema dos festivaleiros que já se reuniam no palco Zeca Afonso, a meio da tarde, enquanto assistiam ao concerto de Peltzer, projecto de sintetizadores e guitarras galopantes de Rui Gaio e Cató Calado. Ao quarto dia de festival, as bocas abriam de sono e os corpos faziam um último esforço para um dia que se previa cheio.
Luís Severo encheu o palco Giacometti como ainda não se tinha visto. Acompanhado por Manuel Palha, Bernardo Álvares e Diogo Rodrigues, o cantautor lisboeta viu as suas canções entoadas do início ao fim não por umas primeiras filas mas por todo o largo de São Pedro, que transbordava pelas ruas adjacentes, varandas e telhados. Os temas “Escola”, “Cara d’Anjo”, “Meu Amor” ou “Santo António” encheram as medidas dos muitos fãs que por entre gritos e lágrimas cantarolavam as letras. Loucura maior só quando Severo ficou sozinho em palco para um punhado de versos serenos à guitarra, acabando por chamar Bernardo Álvares e Manel Lourenço (Primeira Dama) a palco para as harmonias de “Lábios de Vinho”.
Foi também Manel Lourenço quem, pouco depois e juntamente com Lena D’Água, apareceu nas escadas da sede da junta de freguesia da Madalena para uma versão acappella de “Sempre que o amor me quiser”, que teve a ajuda de muitos que por ali passaram para escutar e ouvir o clássico num momento inesperado e risonho.
Rodrigo Amado e o seu Motion Trio, composto pelo próprio, o microscópico baterista Gabriel Ferrandini e o valente violoncelista Miguel Mira, subiriam a palco mesmo ali ao lado, no adro da igreja, para uma hora de bom improviso jazz para purificar os sentidos.
O sino tocava as nove badaladas e do palco Lopes-Graça saíam as primeiras notas de Dead Combo, ligeiramente prejudicados pelo volume excessivamente alto – um problema recorrente desse palco, que se tinha já tido especialmente no concerto de Mazgani. Bué peeps em palco. Com banda completa em palco, com destaque para a já antiga colaboração de Alexandre Frazão na bateria, o concerto teve ponto alto óbvio em “Lisboa Mulata”, tema do álbum homónimo no qual o público regozijou.
No mesmo palco teria lugar também um dos concertos mais esperados do festival: Lena D’Água e Primeira Dama com a Banda Xita. O jovem conjunto lisboeta fez um bom trabalho ao replicar a música da banda Atlântida nos temas do icónico Perto de Ti (1982) como “Carrocel Da Vida Na Cidade”, “No Fundo Dos Teus Olhos D’Água”, “Jardim Zoológico”, “Nuclear Não, Obrigado” e ainda o mais tardio “Dou-te Um Doce”. Por entre canções de Primeira Dama, incluindo “Rua das Flores”, que partilhou refrão com “Perto de Ti”, houve oportunidade para reapreciarmos a voz de Lena D’Água, pouco ou nada tocada pelo tempo, e as suas canções intemporais nas melodias e letras que as compõem. Deixando-nos com vontade de ouvir mais canções ainda, a cantora lisboeta e companhia fecharam em beleza o palco “principal” do festival de Cem Soldos, restando apenas para ouvir o concerto de Linda Martini.
Com tanto de fervoroso, nas escassas canções mais antigas, como de brando, nas mais recentes, a banda de Queluz trouxe ao palco Zeca Afonso um concerto equilibrado no qual viu fãs novos e velhos delirar com o seu muito próprio e intenso rock. Com direito a encore, a trupe composta por Cláudia Guerreiro, Pedro Geraldes, André Henriques e Hélio Morais entregou-se com gratidão às horas finais do festival, com Morais a dar graças pelos elementos da banda não terem seguido aquilo que os seus estudos lhes deram, antes a paixão pela música.
No fundo, é disso que se trata o Bons Sons. Uma celebração comunal, cada vez mais tradição e ícone do verão português, daquilo que se compõe, toca, canta e ouve em Portugal, do seu imensurável e inquestionável valor. Sem qualquer pendor nacionalista ou coisa que o valha, o festival totalmente organizado pela e na aldeia de Cem Soldos é um baú de tesouros que revela os sons e cantares comuns – mas tão distintos entre si – dos que vivem neste pequeno rectângulo à beira-mar plantado.
Pecando apenas por alguns pormenores técnicos – o volume por vezes excessivo do palco Lopes-Graça, uma anunciada sustentabilidade com muito por caminhar e talvez uma lotação ligeiramente acima do que seria respirável (em particular sexta-feira e sábado, dias obviamente mais concorridos) – o Bons Sons volta a cumprir o prometido, tendo provas mais que dadas de que não é apenas mais um festival no mapa e que veio pra ficar. E quanto queremos nós que fique.
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Fotografia: Carolina dos Santos
Sempre que o amor de verão nos quiser, basta fazer um festival. Terminou mais um Bons Sons do qual saímos de coração cheio. Sempre que o amor de verão nos quiser, basta fazer um festival. Terminou mais um Bons Sons do qual saímos de coração cheio.
My first wine tasting experience. Awesome winery! Still prefer Whiskey. Been so used to chugging my wine and slapping wine bags - so the tasting experience was refreshing 🍷 Still prefer slapping the bag. #Peltzer #WineTasting #lookatallthefucksigive (at Peltzer Winery)
Megamix "Gatsby Edition" Directed and edited by Harry Pirnay
Aftermovie de notre soirée Gatsby au Château Peltzer - Février 2016