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Nunca recuse uma carga de flores...🌺
Pedra de jade
Aragonite zebra
China
Foto cjmn
Carta aberta
Um dia como outro qualquer. A única diferença é que hoje ou amanhã não conseguirei te ver, muito menos falar com você. O tempo tem passado rápido demais. Em apenas quatro meses já será dezembro! E, para ser sincera, já consigo até ouvir as musiquinhas natalinas ecoando por aí. Vejo as pessoas correndo contra o tempo, enquanto eu… apenas tento sobreviver em meio a toda essa agitação. Hoje fiz algo diferente: parei para observar as pedras. Sim, pedras. Pela primeira vez não olhei para o céu. Escolhi procurar pedrinhas. Por quê? Porque elas carregam histórias. Algumas já ouviram declarações de amor. Outras foram colocadas ali para que alguém não sujasse os pés de poeira. Há também aquelas que ainda esperam ser descobertas, lapidadas, valorizadas.
E eu? Eu só procuro pedrinhas para enfeitar minhas florzinhas e meus cactos. Quero que, ao passar o olhar por elas, eu me lembre das situações que já enfrentei e superei, e do quanto consegui continuar caminhando. Agora, talvez você se pergunte: “E por que eu estou nesse texto, se ele é sobre pedrinhas?” Não sei. Ainda não tenho essa resposta. Só sei que quis escrever você nas entrelinhas dessa carta aberta. Não sei quem vai ler. Talvez você. Talvez ninguém. Mas me deu vontade, e aqui estou, escrevendo. Como canta Cássia Eller: “palavras… palavras… ao vento”. Um dia, esse vento muda de direção e encontra o seu destino. (E, claro, não podia faltar uma piada boba: talvez esse vento até bata no seu rosto e você espirre! rs).
Pedrinhas, palavras, poeiras, florzinhas… Hoje é domingo. Tomei meu café amargo, e o dia amanheceu com cheiro de saudade, de angústia e de lembrança. Mas também é dia de agradecimento. Contraditório, não é? É como o balançar das árvores: às vezes paradas, outras vezes dançando naquele ritmo lindo que só elas sabem fazer. As pedras permanecem ali, por décadas, por gerações. Mas eu não quero ser como uma pedra: estagnada, parada, vivendo histórias que não são minhas, vivendo sonhos que não escolhi.
Quero ser livre. Quero voar. Quero viver.
As pedrinhas têm valor quando são lapidadas. Eu, diferente delas, quero deixar marcas vivas, lembranças que durem além do meu nome. Quero amar de verdade. Quero sentir que sou amada. Quero, no íntimo, experimentar o prazer de viver um amor inteiro, presente. É isso… ou pelo menos acho que é isso. Depois de tantos anos sem falar, sem escrever, aqui estou eu: em uma rede social, deixando escapar o que sinto. O meu sentir.
Hoje é domingo e esse texto não é sobre pedrinhas...
~Juh

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Título: Com Amor, Até das Pedras Nasce Cor Nankin sobre Papel Nankin on Paper 29,7↔ x 21↕ cm
Eu não tenho conhecimentos profundos sobre geologia e esoterismo, só acho as pedras bonitinhas e interessantes. Peguei as informações em vários sites diferentes sobre esoterismo, e não acredito que as pedras devem ser usadas para substituir a medicina contemporânea.