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Doula
substantivo feminino
1. assistente de parto, sem necessariamente formação médica, que acompanha a gestante durante o período da gestação até os primeiros meses após o parto, com foco no bem estar da mulher.
Sinônimos, relações e derivações: parteira, parto, nascimento
Dona Margarida Lima não se lembra de ter feito outra coisa na vida a não ser os partos das mulheres na roça no Vale do Jequitinhonha. Diz que o dom veio na adolescência e, no meio do desespero de ver uma criança do sítio vizinho nascer sem o médico por perto, recebeu o primeiro bebê com a ajuda de sua tia. Logo em seguida veio um dos maiores desafios: o parto pélvico (ao invés da cabeça sair primeiro, é o bumbum que está na frente). “As pernas chegam a tremer só de lembrar, mas peguei o jeito e fiz muitos outros”. No nascimento dos seus cinco filhos, inclusive, foi ela a própria parteira: “O último resolveu sair quando eu estava sozinha em casa. Quando meu marido chegou, me viu deitada na cama com o recém nascido dormindo do lado”. Nas mãos segura uma reza que ganhou dessa mesma tia que também foi parteira - ela pediu para que nunca abrisse o pacote. Hoje, com curso de enfermagem, já perdeu as contas e não sabe mais dizer quantos bebês ajudou a trazer ao mundo. “Precisa de ver minha alegria quando eu encontro uma criança correndo por aí que eu que ajudei a nascer”. #novosparanos #parteira #parteiras #sabedoriapopular #culturapopular #valedojequitinhonha #minasgerais #brasil (em Vale Do Jequitinhonha) https://www.instagram.com/p/CCE3TXOHXtV/?igshid=14mp1c2twong1
Boa noiite meu povoo . ---- Vc comemora suas conquistas ? ---- . . Gente hoje completei 4 instrumentações de parto cesárea e sutura da cirurgia. Subi pra fazer a terceira e ja emendei na quarta. Estou adorando a experiência. Ja sei montar a mesa certinho, os nomes dos instrumentos, a hora certa de dar cada um deles, os fios que são usados e a sutura que é feita, pois os médicos estão me deixando suturar ❤❤ . Eu acho q cada passo que damos, cada novo aprendizado deve ser comemorado, deve ser celebrado, assim damos mais valor a nossa evolução. . Seja curioso, tenha sede por conhecer, não tenha medo de pedir pra fazer pra prender, tire suas dúvidas, só assim vc vai crescer e amadurecer. Não tenha medo de tentar, o medo só nos trava, tenha confiança em vc no que estudou e no que sabe. A gente só aprende se correr atrás. Nada cai do céu, então corra atras ❤ . . Vc gostaria de instrumentar um parto? Comenta aí vamos conversar ✌✌ . . . . . . . . . #medschool #hospitalescola #partocesárea #partohumanizado #parteira #obstetricia #obstetriciaporamor #ginecología #urgenciaeemergencia #cirurgia #cirurgiaobstétrica #interna #residenciadego #residenciamedica #residencia #plantaomedico #plantão #plantao12h #medstudent #estudantedemedicina #studygram #instamed #medgram #medicossemfronteiras #taubate #cirurgia #centrocirurgico (em Hospital Universitario) https://www.instagram.com/p/B9iBftSBJ_I/?igshid=daap729y6yg3
Parteiras renascem com mais segurança e técnicas tradicionais
Marcelo Camargo/Agência Brasil (Reprodução) Profissão ainda precisa de auxílio financeiro e regulamentação Publicado em 20/01/2020 - 06:05 Por Heloisa Cristaldo - Repórter da Agência Brasil * Brasília Os sonhos frequentes com nascimento de bebês conduziram Naoli Vinaver, de 54 anos, para os caminhos da chamada parteria tradicional. A profissão milenar comemorada nesta segunda-feira (20) tem atraído o interesse de mulheres em todo o país. Embora seja a única alternativa em diversos municípios, o parto normal e domiciliar auxiliado por parteiras ainda é cercado de mitos e desinformação. Para reverter esse cenário, mulheres que atuam na área buscam regulamentação e visibilidade para se consolidar como alternativa segura e natural. A parteira Naoli cresceu na área rural de San Andres Tlalnelhuayocan, estado de Veracruz, no México, e alia o conhecimento biomédico às práticas tradicionais, como aplicação de massagens para aliviar as dores do parto e o uso de chás com plantas medicinais. Ao longo de 40 anos de atividade, mais de 1,6 mil crianças já nasceram por meio de suas mãos. “Durante três meses fiquei sonhando com partos e todos eles eram mulheres parindo, os bebês nascendo e eu ajudando. Os partos vinham com muitos detalhes, como se eu estivesse assistindo uma televisão e eu tinha que ajudar a essa mãe e esse bebê a um nascimento bem-sucedido. Depois dos sonhos, eu tinha que correr para biblioteca e começar a ler para entender o que eu tinha sonhado em um nível de fisiologia, anatomia, compreensão dos processos dos partos”, conta.
Naoli Vinaver segura bebês gêmeos após parto - Arquivo pessoal (Reprodução) Segundo Naoli, nos casos em que atua, a taxa de transferência de mães e bebês para o hospital está abaixo de 2% – semelhante ao registrado pelas parteiras japonesas, consideradas referência no assunto. “Não conto com nenhuma morte materna, nenhuma morte de recém-nascido que não fosse por malformação incompatível com a vida, nenhum bebê morreu na minha mão. Eu me considero bem vinculada com a energia vital, de atrair a vida, de cuidar da vida”, diz. Em geral, a gestante que opta pelo parto domiciliar com parteiras também faz o acompanhamento com a profissional. Segundo Naoli, o pré-natal inclui toda avaliação padrão, como acompanhamento de pressão sanguínea da mãe, crescimento do bebê, altura uterina, auscultação dos batimentos cardíacos do bebê. Há casos em que a gestante mantém as consultas regulares com médico obstetra. As consultas com as parteiras, em sua maioria, são realizadas no local onde a gestante fará o parto, se estendem ao período após o nascimento do bebê e incluem o auxílio para amamentação. Quando é identificado risco para mãe ou bebê, o parto domiciliar pode ser descartado. “É importante que a mulher entenda que biologicamente foi feita numa perfeição para engravidar, parir e maternar. Então, ela tem que reconectar, limpar preconceitos e medos culturais de que ela não é capaz, de que ela não é completa, de que o parto é perigoso. Isso é importantíssimo. A segurança vem do conhecimento, da informação e da conexão dela com o próprio bebê, com os processos do próprio corpo”, destaca.
Clarice Andreozzi atua como parteira em Brasília - Clarice Andreozzi/Arquivo pessoal/Direitos reservados (Reprodução) Para Clarice Andreozzi, de 44 anos, ser parteira tradicional foi um chamado divino, uma missão espiritual. Há 22 anos ela atua na área e já trouxe ao mundo 262 bebês. A decisão, segundo ela, ocorreu após sofrer violência obstétrica em sua primeira gestação. “A minha experiência de maternidade e pós-parto me colocou no apoio às mulheres. Por toda a violência que eu sofri durante o parto, no trabalho de parto. Uma gestação com pouca informação e um parto de muito desamparo e muita dificuldade me fez com que eu tivesse o desejo de acolher, pelo menos, as mulheres que estavam próximas a mim para que elas não sofressem como eu sofri”, conta. Formada em biologia, a parteira associa conhecimentos técnicos e a espiritualidade para aliviar dores e facilitar a chegada de crianças ao mundo. “Uso muitas ervas durante os partos, banhos de assento e trabalho muito com a esfera da fé, o que a parteria tradicional acrescenta, que são os usos das ervas, das orações. Alio essa parte da parteria tradicional com o conhecimento da técnica para garantir que o trabalho de parto está desenvolvendo bem”, descreve. “Não tem nada mais gratificante, não tem preço e nem como valorar a grande dádiva de ver bebê chegando de uma maneira harmônica. Cada bebê que eu tenho prazer de receber em minhas mãos é uma benção”, acrescenta. Segundo Clarice, a mulher que opta pelo parto natural tem que buscar informações. “É necessário ter muita consciência do seu corpo, um pré-natal muito bem feito, alimentação boa, estar consciente”, esclarece. No Distrito Federal, o acompanhamento por uma parteira tradicional varia de R$ 5 mil a R$ 10 mil. O valor é negociado conforme as condições financeiras das gestantes e inclui tanto o período pré-natal, quanto parto e o atendimento após o nascimento do bebê. O trabalho também pode ser remunerado por meio de trocas – tanto de serviços como bens.
Cenário
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 140 milhões de nascimentos acontecem todos os anos, a maioria sem complicações para mulheres e bebês. A organização considera como “razoável” o índice de 15% dos nascimentos por meio de cesárias. No Brasil, 55,6% do total de partos realizados anualmente são cirúrgicos. Para reverter esse cenário, a Agência Nacional de Saúde (ANS) realiza uma campanha voltada para gestantes e profissionais de saúde sobre os riscos da realização de cesáreas desnecessárias. Um dos objetivos da campanha é reduzir as altas taxas de cesarianas no país e também melhorar a experiência da maternidade para mães e bebês. A aprendiz de parteira Mariana Almeida, de 33 anos, atua há seis anos na área para assegurar que mulheres possam escolher o parto domiciliar de forma segura e evitar aumentar as estatísticas brasileiras de partos por cesárias de forma desnecessária. Com apoio de ferramentas da medicina chinesa, como acupuntura, ervas e oráculos, Mariana afirma que “auxilia na comunicação do ventre e coração”. “O parto não se resume apenas ao momento do nascimento, é necessária uma rede de apoio e atenção à mãe e bebê nas primeiras semanas, que são fundamentais para o desenvolvimento humano. Parto é um evento em comunidade, muitas funções estão envolvidas e ocupo hoje lugares orgânicos de acordo com a necessidade de cada família”, afirma. Segundo Mariana, é preciso assegurar que o parto domiciliar seja realizado em segurança. “ ver o quão revolucionário é para a vida da mulher e para o desenvolvimento de seu bebê passar por uma gestação, parto e pós-parto, de forma respeitosa, com informação de qualidade, baseada na vida e não na doença, com seus direitos preservados, com autonomia sobre seu corpo e seu bebê. É ver a sabedoria que nos antecede tomando seu lugar de volta”, ressalta.
Possibilidade de escolhas
Segundo a ANS, o parto normal favorece o vínculo do bebê com a mãe, fortalece o sistema imunológico e melhora o ritmo cardíaco e o fluxo sanguíneo do bebê, além de favorecer o aleitamento e promover uma recuperação pós-parto mais rápida e menos dolorosa para a mãe. A musicista e professora Valéria Lehmann Cavalcanti, de 35 anos, espera seu sexto filho e, pela sexta vez, deve realizar o parto em casa. Com gestações de baixo risco, quatro dos seus filhos vieram ao mundo com a ajuda de uma parteira tradicional.
As parteiras Mayra Calvete (esquerda) e Naoli Vinaver (direita) fazem checagem em bebês após o parto - Ana Paula Andrade/Arquivo pessoal/Direitos Reservados (Reprodução) “Às vezes, as pessoas acham que é falta de conhecimento , pelo contrário. Depois de estudar muito sobre o assunto, decidi por isso. Vi que era o mais adequado, o mais correto para a minha situação, porque não era uma gravidez de risco. Avaliando todas as evidências e pesquisas médicas, vi que é melhor do que ir para um hospital”, conta. De acordo com a OMS, geralmente, um primeiro trabalho de parto não se estende além de 12 horas. Trabalhos subsequentes geralmente não se estendem além de 10 horas. “O meu primeiro foi o que mais demorou. Foram oito horas de trabalho de parto e aí depois só foi diminuindo o número de horas nas outras gestações. Achei muito bom poder estar livre em casa, na posição que eu quisesse, com meu marido, em um ambiente totalmente confortável para mim. nasceu no chuveiro. Cada filho nasceu em um canto da casa”, lembra. “A melhor experiência que tive foi em uma piscina comprada especificamente para o parto. A água alivia muito a dor. O quarto filho foi tão rápido que não deu nem tempo de entrar na piscina”, completa. Assim como Valéria, a psicóloga Marília Tomé, de 33 anos, também optou pelo parto natural e teve seu filho, o pequeno Tito, de 5 meses, em uma casa de parto particular, em Brasília. A casa tem estrutura hospitalar com o acompanhamento de obstetras e doulas. “Não queria nenhuma intervenção médica desnecessária no meu corpo ou no corpo do meu bebê, entendendo que o parto natural é um evento biológico natural da mulher, quando não há nenhum problema de saúde com a mulher ou com o bebê, pode acontecer sem nenhuma intervenção medicamentosa ou hospitalar”, explica. “Em um hospital, existe um protocolo de intervenções onde algumas são desnecessárias e agressivas para o bebê, e a mãe tem pouca participação nessas decisões, muitas vezes até sobre as posições mais confortáveis para parir e aliviar as contrações”, completa.
Regulamentação da profissão
Mariana Almeida está estudando para ser parteira em Brasília - Marcelo Camargo/Agência Brasil (Reprodução) Atualmente, tramita na Câmara dos Deputados um projeto de lei (PL) que regulamenta a profissão das parteiras tradicionais. De autoria do deputado Camilo Capiberibe (PSB-AP), a proposta prevê qualificação básica de parteira tradicional, pelo Ministério da Saúde ou por secretarias estaduais de Saúde, além do pagamento de um salário mínimo. O PL 912/19 estabelece ainda que o Sistema Único de Saúde (SUS) fornecerá às parteiras tradicionais todos os equipamentos, os instrumentos cirúrgicos e os materiais de consumo necessários à adequada prestação dos serviços. Além disso, determina que a parteira deverá encaminhar a gestante ou a parturiente para avaliação médica quando for constatada gestação ou parto considerado de alto risco. “Utilizando-se de suas mãos, de uma bacia com água e de uma tesoura ou material cortante, fazem o parto de acordo com as condições encontradas no local: à luz de vela, de lamparina ou, até mesmo, de fogueira. Dirigem-se à casa da grávida a pé, a cavalo, de bicicleta, da forma que for possível. E se não fosse pela atuação dessas mulheres resolutas, não temos dúvidas de que a mortalidade materna e perinatal apresentaria números muito maiores”, avalia o autor da proposta, deputado Camilo Capiberibe. Segundo o parlamentar, estima-se que existam mais de 60 mil parteiras em atuação no Brasil, sendo 45 mil nas regiões Norte e Nordeste. No Estado da Bahia, conforme cálculo da Rede Nacional de Parteiras Tradicionais, haveria entre 7 mil e 8 mil. No Pará, 6 mil, no Tocantins, em Mato Grosso e em Minas Gerais, mais de 5 mil. Elas são responsáveis pela realização de 450 mil partos todos os anos. “Mesmo diante da expressividade dos números apresentados, verificamos que as parteiras ainda trabalham em condições muito aquém das desejadas. Isso deve-se, em grande parte, ao preconceito com que a categoria é vista, sendo evidente a resistência que determinadas corporações profissionais oferecem à disseminação do parto humanizado”, argumenta Capiberibe.
Data
O Dia da Parteira Tradicional foi incluído no calendário nacional em 2015. A data tem como base a comemoração celebrada no estado do Amapá, que já homenageava a categoria em 20 de janeiro. A data é o aniversário da parteira tradicional mais antiga de Macapá, Juliana Magave de Souza. Nascida em 1908, ela teria realizado cerca de 400 partos. Atualmente, o Ministério da Saúde define como parteira tradicional a profissional que presta assistência ao parto domiciliar baseada em práticas tradicionais e é reconhecida pela comunidade como parteira. Segundo a pasta, o Programa Trabalhando com Parteiras Tradicionais recolocou a melhoria do parto e nascimento domiciliar assistidos por parteiras tradicionais na pauta de discussão com estados e municípios, como uma responsabilidade do SUS e uma atribuição da Atenção Primária à Saúde. Essas profissionais não são remuneradas pelo governo federal. A pasta informou que, em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), realiza capacitação de parteiras tradicionais no estado do Amazonas, região onde a prática é bastante estabelecida. Até o momento, 416 parteiras tradicionais foram capacitadas. Saiba mais Parteira, ator e grupos culturais recebem título de Patrimônio Vivo no Recife Maternidade no Alto Solimões tem parteiras indígenas e sala especial ONU: parteiras podem evitar dois terços das mortes de mães e recém-nascidos Edição: Bruna Saniele/ Juliana Andrade Agência Brasil / EBC Read the full article

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O parto das índias: um ritual de vida
Elas aprenderam a partejar com as sogras, mães, tias e primas. Herdaram o conhecimento das parteiras antigas, consideradas dotadas de extensa sabedoria sobre as ervas, o parto e a natureza.
Elas aprenderam a partejar com as sogras, mães, tias e primas. Herdaram o conhecimento das parteiras antigas, consideradas dotadas de extensa sabedoria sobre as ervas, o parto e a natureza. Conhecimento que foi se perdendo com o tempo e com a institucionalização do parto, à medida que a expansão dos serviços médicos-hospitalares alcançaram as aldeias. Na década de 80, elas foram intimidadas por…
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Dona Margarida Lima não se lembra de ter feito outra coisa na vida a não ser os partos das mulheres na roça. Diz que o dom veio na adolescência e, no meio do desespero de ver uma criança do sítio vizinho nascer sem o médico por perto, recebeu o primeiro bebê com a ajuda de sua tia. Logo em seguida veio um dos maiores desafios: o parto pélvico (ao invés da cabeça sair primeiro, é o bumbum que está na frente). “As pernas chegam a tremer só de lembrar, mas peguei o jeito e fiz muitos outros”. No nascimento dos seus cinco filhos, inclusive, foi ela a própria parteira: “O último resolveu sair quando eu estava sozinha em casa. Quando meu marido chegou, me pegou deitada na cama com o recém nascido dormindo do lado”. Nas mãos segura uma reza que ganhou dessa tia que também foi parteira - ela pediu para que nunca abrisse o pacote. Hoje, com curso de enfermagem, já perdeu as contas e não sabe mais dizer quantos bebês ajudou a nascer. “Precisa de ver minha alegria quando eu encontro uma criança correndo por aí que eu que ajudei a sair”. #novosparanos #parteira #parteiras #sabedoriapopular #culturapopular #carai #valedojequitinhonha #minasgerais #brasil (em Caraí)