Here are the finished little sketches of Morpheus. Most of it was wing practace.
His little onesie says Sleep Dreams.
He sill deserves the multiverse, and he will get it. I will give it to him.

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Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
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*holds out hand* *stares*
Sorry it took so long to answer, I was busy with other stuff... plz forgive me.
Hypnos: *pulls hood down* plz stop staring... (he's shy)
Chaos: confused
Order: Confusedx2
They appreciate the attention though. \(^^)/
Asks are open for Order, Hypnos, and Chaos. (Up->down)
You can ask anything about them, it's not like they have a choice tehe~ Though, might wanna be careful, Order might not answer honestly, Chaos'll make sure he does!
But yeah, you can ask about their AU's and themselves, or each other. Anything really!
I made a little thing for Chaos and Fresh, so then I thought, hmmmmm, how I draw Order with his bestie as well?
Order and Error are honestly more like acquaintances, but Order wouldn't go out and purposely hang out with any of the other Bad Sanses.
But hey, at least Error listens to him rant.
!!!Error belongs to Loverofpiggies!!!
Take a doodle cus yes.
Just some random stuff. I'm better at traditional than digital. But I'm working on it lol.

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wHO ARE YOU PEOPLE- and would any of you like a hug?
Order: Greetings, I am Order!sans from Ordertale. However you may call me Order. The one with the sunglasses is ugh- Chaos from Underchaos. Some advice: I wouldn't fall for his dumb attitude. And the other is Hypnos from Sleeptale. He's nice.
Chaos: WHO ARE YOU?!?! *blink blink*
Chaos: OFC you may get a hug!
Order: I-Uh... would prefer if you didn't...
Hypnos: Sure!
@thecannibalwatermelonsans1
He is a little doodle for you
Capitulo 1
Em um tempo repleto de esperanças, monstros sonhavam com suas vidas fora do subsolo. Poder contemplar a beleza que nosso mundo os oferecia, desde a mais distante estrela até as correntes águas dos rios, era direito destes, que fora tirado pelo poder da ganância humana. Mas, o que eles não esperavam era que suas esperanças fossem massacradas de forma tão cruel.
Desde que Frisk os libertou de Underground, os monstros vem descobrindo cada vez mais dificuldades em conviver com os humanos. Eles não os aceitaram nada bem, sendo até mesmo concretizando leis que permitiam o poder de erradicação de “aberrações”. A determinada garota, que agora tinha seus 19 anos, fora responsabilizada por tal acontecimento por sua própria consciência. Mesmo Frisk não recordando de sua vida passada além de seu nome, antes de cair naquela escura cratera e ter convivido com os monstros, ela se culpava. Não era o que eles esperavam, nem o que sonhavam. Viver na superfície estava se tornando o verdadeiro inferno daqueles seres.
- Talvez, teria sido melhor não ter quebrado aquele portal. – pensou a garota, que estava a contemplar o brilho lunar sob uma árvore robusta, em meio à escura floresta.
- Sonhando acordada, Kiddo? – uma voz familiar soou por trás de suas costas. O esqueleto menor, que estava a encarar a garota de braços cruzados, deu um sorriso reconfortante ao notar o olhar surpreso de Frisk.
- Perdoe-me, Sans, estava pensando sobre o passado. – Frisk respondeu, descendo da árvore em um pulo.
O esqueleto arqueou sua orbita ao observar a habilidade da garota em pousar-se serenamente sobre a grama. – Sempre soube que um dia iria superar-me. Suas habilidades estão incríveis.
- Claro, treinei até o OSSO com o melhor professor que teria. – Frisk jogou uma piscadela para Sans, que devolveu com um sorriso engraçado.
- Hey Kiddo, essa fala é minha. – Sans levou seus braços por trás da cabeça enquanto observava a vila mais próxima a cada passo. – eu sei que minhas piadas são SANSacionais, mas não esqueça dos direitos autorais.
Frisk pode relaxar na companhia do seu amigo de anos. A garota estava sentindo-se sobrecarregada cada vez mais com a culpa e responsabilidade de uma espécie inteira. Agora, a mesma era uma prestigiada guerreira do pequeno vilarejo construído pelos monstros, por entre as escuras florestas da superfície. Assim, poderiam viver livres das preocupações com os humanos, e ainda sim desfrutar do melhor daquele mundo: a natureza.
Sob a pequena hierarquia imposta no vilarejo de Devon – nome dado por Toriel – Asgore mantinha seu poder. Com isso todos puderam sentir-se mais “em casa”, digamos. Porém, a extinção da guarda real fora cancelada, e Frisk havia se tornado Tenente da tropa de Undyne, que ficara responsável por proteger o vilarejo em suas extremidades, missão que dividia com Major Sans, o esqueleto menor e repleto de senso de humor.
- Sabe, estava pensando em fazer algo neste fim de noite – disse Sans ao cruzar os portões do Vilarejo Devon – Gostaria de vir em minha casa? Tenho certeza que Papyrus iria adorar fazer-te seu típico espaguete.
- Adoraria Sans, mas...
- Não, nem pense em negar, Kiddo – interrompeu Sans com seu dedo sob meus lábios – Você está muito sobrecarregada, se continuar assim ficará doente e Toriel achará que a culpa é minha por treinar você tempo de mais.
Frisk abaixou seu olhar até o chão, pensando em como negar o convite de Sans sem que ele retrucasse de volta, porém sabia ela o quanto aquele esqueleto sorridente era teimoso.
- Tudo bem, estou com saudades de Papyrus, seria uma ótima oportunidade para relaxarmos. – Disse Frisk com um sorriso radiante.
- Okay, gosto de vê-la assim, sorrindo – Sans passou seus braços sobre os ombros de Frisk, guiando ate sua casa. – Você anda com uma expressão assustadora de mais, não é típico da pirralha que conheci nove anos atrás. Me faz tremer os ossos.
- Bobo – Frisk cutucou Sans com seu cotovelo deixando escapar uma pequena gargalhada. – é que ultimamente ando com pensamentos estranhos e algumas lembranças que não parece me pertencer. – o rosto sorridente da garota logo fechou-se em um semblante pensativo novamente.
- Novamente culpando-se por nossa situação com os humanos? – Sans suspirou – Hey Kiddo, quantas vezes terei de dizer que a culpa não é sua? Até mesmo antes de sermos trancafiados no subsolo, nossa convivência com os humanos nunca fora amigável.
- Não é só isso... – Frisk sussurrou tão baixo que nem mesmo Sans a ouviu.
- Veja só, chegamos. – Sans caminhou até a porta de sua casa, feita de madeira bem trabalhada, abriu-a e fez reverência como se Frisk pertencesse à realeza. A mesma sorriu e entrou, mesmo ainda mantendo-se serenamente pensativa.
Papyros nos recebeu logo a porta. Ele estava com um avental rosa e em uma de suas mãos havia uma colher melada com molho de almondegas, Frisk pensou se ele e Sans comiam espaguete todos os dias.
- HUMANO! EU, GRANDE PAPYRUS, SINTO MINHA SENSACIONAL PESSOA SE ILUMINAR DE ALEGRIA COM SUA PRESENÇA. – disse, antes de abrir seus braços.
Frisk sorriu, pulando sobre Papyrus para um abraço acolhedor. Fazia tempo que os dois não se encontravam, ambos ocupados com seus trabalhos.
- Eu quero um abraço também – Sans deu seu típico sorriso provocante, Frisk apenas fez bico e caminhou em direção de Sans.
- Nos vemos todos os dias, ficamos juntos o tempo todo. Ainda quer um abraço? Está carente, Sans?
- NYE HE HE HE SANS SEMPRE FOI CARA DE PAU, NÃO SE PREOCUPE COM ISSO HUMANA – Papyrus direcionou até a cozinha novamente e voltou a preparar o molho de almondegas de seu famoso espaguete. – SENTA-SE, HUMANO, FAREMOS UMA REFEIÇÃO DELICIOSA EM BREVE.
Sans semicerrou uma de suas orbitas ao encarar novamente Frisk, mostrando-a que ainda esperava por um abraço. Frisk puxou-o pelo braço e deu-lhe um beijo no espaço onde seria suas bochechas, que azulou-se levemente de surpresa.
- Contente-se com isso. – disse Frisk indo até a mesa e sentando-se.
- Isso é melhor que um abraço.
Após a refeição satisfatória para Frisk, conversas foram jogadas ao vento sobre seus trabalhos na guarda real, sobre o relacionamento de Papyrus com Metatton, Papy deixando escapar até mesmo a carência de seu irmão mais velho, que olhou furioso para o maior, mas logo se tomou a rir também, não deixando de corar. Tudo corria bem. Frisk já não estava tão tensa quanto antes. Até o momento em que começou a sentir-se tonta o suficiente para chocar-se na mesa, desmaiada.
...
Frisk estava de joelho sobre as flores douradas, como se tivesse caído sobre elas, apertando-as e esmagando em suas mãos, deixando percorrer em seu rosto frias lagrimas. Ela sabia onde estava, e não acreditou que voltara naquele lugar. Até ouvir aquela voz
- Oi. Eu sou flowey, a flor. - não olhe para mim. Não quero que me veja desta vez. - Não vou feri-la, e nem assusta-la, eu só peço, em nome daquela que a tornou um monstro no genocídio.
A garota ergueu seu olhar, demorando acreditar na imagem que via em sua frente.
- Precisa lembrar-se de quem é. - Salve-se, e salve-a também.
Flowey sorria de forma macabra, deixando escorrer por suas pétalas grossas lágrimas de sangue.
♥