Com a fresta da janela aberta anunciando a claridade do sol os ollhos de Vik se abriram depois de um tempo, mas aquele nĂŁo era o despertar de um sonho inquieto como ela costumava ter todas as manhĂŁs, era um despertar forçado, dolorido e coberto de hematomas da noite anterior. "merda... merda!â chiou percebendo que estava atrasada, e pelos gritos na rua e as inĂșmeras mensagens esquecidas em seu telefone ela suspeitava que a delegacia jĂĄ estava precisando dela. se equilibrou nos sapatos e trocou sua roupa no pouco tempo que tinha, sentindo a dor latente a cada passo que dava para descer as escadas, se deparando com o caos da praça publica. âo que foi? nunca viu um morto-vivo andando?â questionou a silhueta que a encarava. provavelmente estava horrĂvel, com os cortes em suas pernas e hematomas em seus braços, algum osso trincado talvez? mas ainda tinha que recuperar o grimĂłrio perdido e descobrir quem havia causado aquele massacre.


















