
seen from United States

seen from United States
seen from Netherlands
seen from Poland
seen from China

seen from Bangladesh
seen from Singapore
seen from China
seen from China
seen from Japan

seen from Türkiye
seen from Canada
seen from United Kingdom
seen from United States
seen from Norway

seen from United States
seen from Estonia
seen from Sweden

seen from France

seen from United States

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
Nuuk, Greenland, 2022.
Photo: Quintin Soloviev
Criză la vârful puterii din Groenlanda. Siumut părăsește guvernul de la Nuuk
Decizia vine pe fondul unor neînțelegeri interne legate de participarea unor miniștri groenlandezi la alegerile parlamentare din Danemarca, fără acordul conducerii partidului, titrează Reuters. Retragerea a fost anunțată după ce lidera Siumut, Aleqa Hammond, a avertizat public că partidul va părăsi coaliția dacă regulile interne nu sunt respectate. Contextul este cu atât mai sensibil cu cât…
WATCH LIVE from Nuuk, Greenland, as Canada officially opens its new embassy, marking a significant step in strengthening diplomatic and Arctic cooperation. Canada’s Governor General and foreign ministers attend the ceremonial flag raising at the new diplomatic mission in Greenland’s capital. 📍 Location: Nuuk, Greenland 🇨🇦 Official Canadian embassy opening ceremony 🌍 Focus on Arctic diplomacy, security, and international cooperation The opening highlights Canada’s growing engagement in the Arctic region amid increasing global strategic interest in Greenland and northern security partnerships. Stay tuned for full coverage of the ceremony, official remarks, and diplomatic moments from Nuuk.

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
Imobiliário no Ártico: Onde o Gelo Derrete, a Diplomacia Ferve
Parece que o novo desporto radical das elites mundiais já não é o esqui em Courchevel, mas sim a abertura de consulados em Nuuk. Na última sexta-feira, a França e o Canadá decidiram que a Gronelândia — esse vasto bloco de gelo que todos ignoravam até o termómetro subir e o imobiliário geopolítico aquecer — precisava urgentemente de mais bandeiras, carimbos e, claro, de "solidariedade europeia".
A inauguração foi um festim de simbolismo. A ministra canadiana, Anita Anand, içou a folha de ácer com o entusiasmo de quem acabou de fincar uma estaca num terreno em disputa antes que o vizinho ruidoso do sul apareça com um cheque em branco. Logo atrás, o cônsul francês, Jean-Noël Poirier, chegou com a aura de quem traz o savoir-faire (e talvez alguns croissants congelados) para garantir que a ilha não se transforme num gigantesco campo de golfe com a marca Trump gravada nos glaciares.
O pretexto é nobre: proteger a soberania gronelandesa. Mas sejamos francos, a corrida a Nuuk parece uma versão diplomática do jogo "Monopólio", onde a França e o Canadá se apressam a colocar "casas" (ou consulados) para evitar que o jogador cor de laranja compre o tabuleiro inteiro. Enquanto Donald Trump encara a Gronelândia como um anexo estratégico para a sua garagem de mísseis, Emmanuel Macron prefere vê-la como um bastião da "solidariedade", o que soa muito melhor nos jantares de gala, embora o objetivo seja o mesmo: garantir que ninguém mexe no termóstato do Ártico sem pedir autorização a Paris.
Os analistas, como Jeppe Strandsbjerg, celebram esta "vitória para os gronelandeses". E é, de facto, comovente. Nada diz mais "respeito pela autonomia" do que ter as maiores potências do mundo a instalar-se na tua capital porque têm medo do que o outro senhor vai tuitar amanhã. É a diplomacia do "estou aqui só para garantir que ele não entra".
Entretanto, no meio de reuniões secretas entre americanos, dinamarqueses e gronelandeses — cujo teor é mais misterioso que a receita da Coca-Cola —, o mundo observa. Se a tendência continuar, Nuuk tornar-se-á em breve a cidade com a maior densidade de diplomatas por metro quadrado de gelo, todos muito solidários, todos muito preocupados e todos, subitamente, muito interessados em saber a quantas andam as reservas de minerais raros que o gelo teima em esconder.
Apertem os cintos (e os casacos de penas): a Guerra Fria 2.0 está de volta, mas desta vez tem consulados com vista para o degelo.
O Destino de uma Ilha: Entre a Imobiliária de Trump e o Humor Bávaro
Esta é a crónica de como um mastro de bandeira em Nuuk quase se tornou o marco zero da Terceira Guerra Mundial — ou, pelo menos, de uma crise nervosa coletiva entre o gelo.
Pelos vistos, a Gronelândia é agora aquele imóvel de luxo que toda a gente quer comprar, mas ninguém quer pagar o condomínio. Depois de Donald Trump ter tentado "comprar" a ilha como se estivesse a adquirir um hotel em Atlantic City, eis que surge Maxi Schafroth, um comediante alemão com o instinto de sobrevivência de um dodo, decidido a levar a piada até às últimas consequências.
A ideia era brilhante, no papel: içar a bandeira das "estrelas e riscas" em pleno território dinamarquês. O resultado? Um encontro imediato com a fúria ártica. Se Schafroth achava que os habitantes de Nuuk iam rir-se da sua performance de "funcionário dos EUA", esqueceu-se de um detalhe: quando uma superpotência anda a ameaçar-te com a conta bancária (e talvez com uns porta-aviões), ver a bandeira deles no teu centro cultural tem a mesma piada que um convite para um jantar com o fisco.
A autarca Avaaraq Olsen, num tom que mistura a paciência de uma mãe exausta com a firmeza de um general da NATO, veio explicar o óbvio: fazer crianças chorar por cliques não é "arte subversiva", é apenas parvoíce remunerada. Pelos vistos, na era do conteúdo digital, a fronteira entre "sátira política" e "incidente diplomático internacional" é tão fina como o gelo que está a derreter no Ártico.
No final, o comediante acabou com uma multa e um pedido de desculpas da NDR (Extra 3). A lição é clara: se queres ser engraçado na Gronelândia, talvez seja melhor fazeres piadas sobre o preço do bacalhau. Tentar anexar o país por conta própria, nem que seja a brincar, é a forma mais rápida de descobrir que os locais levam a sua soberania — e os seus mastros — muito a sério.
Painting the White House Green: a poem
Painting the White House Green By Colin Alexander Having lost my childhood rattle, now I look for prizes, And bigger ones are better when they come in different sizes. Greenland is such a trophy that fits with my ambition. It’s a worthy prize for me, and it strengthens our position. The vast expanse of farmland beneath the ice and snow Will show the surly world what western farmers grow. There’ll…
View On WordPress