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casa dos sonhos da estrela são paulo, 2001
status: foi inaugurado em janeiro de 2001 e fechou em julho de 2006. ela ficava na república do líbano e funcionava como um museu para os brinquedos da estrela, e também recebia vários eventos (uma das minhas principais memórias com esse lugar é ter ido em um evento especial do cartoon network!)
enviado por: aline @aline.hardt obrigada pela contribuição <3
depois de MUITOS pedidos e dms comentando sobre a casa dos sonhos da estrela, finalmente chegou uma contribuição com fotos lindas e icônicas de lá!!!!!!! é legal demais ver em mais detalhes como era o ambiente de um lugar que na minha cabeça era muito um Fever dream da minha infância.
Instituto Ricardo Brennand
Recife, Pernambuco
Les Sassoon
Les Sassoon sont une dynastie juive sépharade de commerçants, fondée par David Sassoon (1792-1864), et originaire de Baghdâd, dans l’actuel Irak, alors dans l’Empire ottoman. Dès le XIXe siècle, les Sassoon s’imposent par leur richesse, leur empire économique – finance, commerce international du blé, du coton, des épices, de l’opium – développé en Asie, leur culture raffinée et leur…
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A Estação da Luz é um dos locais históricos mais icônicos de São Paulo, localizada na região central da cidade. Além de ser uma estação de t
A Estação da Luz é um dos locais históricos mais icônicos de São Paulo, localizada na região central da cidade. Além de ser uma estação de trem em funcionamento, também é um importante marco arquitetônico e cultural. Se você está visitando a Estação da Luz, há várias atrações interessantes nos arredores que valem a pena conferir. Aqui estão alguns pontos para visitar nas proximidades da Estação da Luz em São Paulo:

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No Museu de História de Osaka - Parte 6
Fotos de Cláudio Tsuyoshi Suenaga
O Japão moderno do começo do século XX.
Museu de História de Osaka Osaka Museum of History 大阪 歴 史 博物館 Ōsaka Rekishi Hakubutsukan Site oficial em inglês: http://www.mus-his.city.osaka.jp/eng/ Endereço: 4 Chome-1-32 Otemae, Chuo Ward, Osaka, 540-0008 Coordenadas: 34°40′57″N 135°31′15″E Horário de funcionamento: 9h30-17h (última entrada 16h30). Fechado na terça-feira ou na quarta-feira seguinte quando a terça-feira for feriado nacional. Admissão: Adultos ¥600; estudantes universitários e colegiais ¥400 Transporte mais próximo: Metrô a 3 minutos a pé da saída 9 da Estação Tanimachi 4-chome nas linhas de metrô Chuo e Tanimachi de Osaka. Localizado na área sudoeste do Parque do Castelo de Osaka e próximo da Estação Tanimachiyonchome, na linha de metrô Tanimachi, o Museu de História de Osaka ocupa do 7º ao 10º andar de um edifício em forma de vela perto do Parque do Castelo de Osaka. Cada andar é dedicado a um período diferente no período de Osaka, desde a época do Antigo Palácio de Naniwa Nagara-Toyosaki (cuja construção foi concluída em 652 d.C. mas que só durou 34 anos antes de ser destruído por um incêndio em 686 d.C.), localizado na área hoje ocupada pelo museu, abrangendo 1.350 anos de história no total. Nem todas as exposições são enfadonhas: há um esforço para torná-las bastante interativas e interessantes, com reconstruções em tamanho natural, fotografias, maquetes e filmes. A atenção aos detalhes em alguns dos dioramas é impressionante. Como bônus, você também pode desfrutar de excelentes vistas do castelo se for aos andares superiores do edifício projetado pelo arquiteto César Pelli e que também sedia o Centro de Transmissão NHK Osaka. Em 2016, o acervo do museu contava com 138.595 objetos, enquanto outros 17.632 itens estavam no depósito.
Quando falamos sobre museus virtuais, não posso deixar de citar o "Museu da pessoa", um espaço virtual e colaborativo de histórias de vida aberto à participação de toda pessoa.
Na plataforma você pode contar sua história, organizar suas próprias coleções e conhecer histórias de pessoas de todas idades, raças, credos, profissões do Brasil.
Fundado em 1991, o Museu da Pessoa acredita que contar, escutar, conhecer e preservar histórias de vida pode mudar seu jeito de ver o mundo.
Os museus brasileiros do século XIX e o pensamento científico
Na ausência de universidades, os acervos de Ciências Naturais foram responsáveis pela pesquisa no Brasil ao longo de todo o século XIX (LOPES, 2010, p.59).
Para esta aula, foi-nos sugerido algumas leituras: Pesquisa científica é no museu, de Margaret Lopes; O espetáculo das raças: cientistas, instituições e questão racial no Brasil, de Lilia Schwarcz. Além disso, tivemos uma conversa com o Dr. Felipe Rodrigo Contri Paz para falar sobre sua trajetória acadêmica (mestrado e doutorado) e as representações raciais, tema de sua tese.
A aula, como o título já nos indica, abordou a criação dos museus de Ciências Naturais no Brasil, mas teve um maior foco nos diversos paradigmas com relação às raças.
Para este post, irei focar primeiramente na leitura de Lopes (2010), um texto aliás muito bom que nos dá um panorama rico sobre a formação das instituições com acervos de Ciências Naturais. Segundo a autora, ao contrário da Europa, os ensinamentos científicos ao longo do século XIX no Brasil não vieram das universidades, mas sim dos museus com tipologia de Ciências Naturais. Cabia, portanto, a essas instituições, esse papel de produtor e disseminador de conhecimento/pensamento científico.
Uma instituição apontada como exemplo pelos latino-americanos da Argentina, do Chile e do Uruguai foi o Museu Nacional do Rio de Janeiro (infelizmente, há três anos - 2018, um incêndio de grandes proporções tomava o Museu). Criado em 1818 (quem imaginaria que 200 anos depois sofreria esse desastre patrimonial) por D. João VI, sendo, portanto um espaço real. Em seu acervo, havia coleções oriundas da Europa (trazidas pela Corte). Além disso, tinha um laboratório de química, coleções nacionais e internacionais de minérios, plantas, animais, esqueletos humanos, fósseis etc. para estudo. A instituição serviu como um órgão consultor para pesquisas na área de Geologia, mineração e recursos naturais. Também produzia periódicos científicos (primeira revista científica no país). Surgiram também os cursos livres, as conferências públicas para divulgar as ciências que eram praticadas.
A partir de 1880, a quantidade de museus nesse campo científico cresceu como um indício de que havia interesse nessa área. Surgiam também as expedições universais pelo Brasil. Desde àquela época, a Amazônia já despertava interesse internacional. Observando esse movimento, o diretor do Museu Botânico (Jardim Botânico) fez com que as coleções pudessem ser trocadas se houvesse uma triplicata no museu. O atual Museu Paranaense Emílio Goeldi foi pioneiro em ter uma cientista - a zoóloga Emilia Snethlage - como diretora da instituição. Observando alguns problemas corriqueiros no que tange a infraestrutura das edificações para armazenar as coleções, o naturalista Goeldi propunha transformar os museus em institutos de pesquisa.
Ao fim do Império, o Museu Nacional no RJ ficou vinculado ao Estado (Brasil). As coleções exclusivas do Museu começaram a competir com as coleções de outros estados dentro do país.
Atualmente os museus de Ciências Naturais produzem muitas pesquisas, porém alguns itens/coleções ainda carecem de estudos como de animais empalhados, plantas, cerâmicas etc. em museus como o Botânico do Amazonas, Paranaense de Curitiba, Museu Paulista, Museu Nacional do RJ. É importante resgatar essa importância que outrora essas instituições tinham para com a sociedade brasileira, sendo antes um país produtor e propagador de conhecimento científico. Ao invés de termos notícias de incêndios e destruições, que intensifiquem os estudos e a preservação das coleções. A ciência e a comunidade agradecem.
A seguir, alguns registros que fiz quando visitei o Jardim Botânico no Rio de Janeiro. © Clara Ungaretti
Para não pesar muito o post com texto denso, compartilho uma sugestão em aula de um documentário para assistir sobre as questões raciais. Vale a reflexão, sempre.
Referências:
LOPES, Maria Margaret. Pesquisa científica é no museu. In: Revista de História da Biblioteca Nacional, n.º1, Out, 2010.
SCHWARCZ, Lilia Moritz. O espetáculo das raças: cientistas, instituições e questão racial no Brasil, 1870-1930. São Paulo: Companhia das Letras, 2005.