. . . trĂȘs pessoas tristes começaram a dançar . . .
mais pessoas tristes se puseram a cantar . . .
â ĂŽ pĂĄssaros, ĂŽ pĂĄssaros â
Ă© assim que dança a morte ? â
â dĂĄ cĂĄ, dĂĄ cĂĄ . . . a umbra alma solar â
numa roda de morte,
quem pode falar ?
vem cĂĄ, vem cĂĄ
. . . trĂȘs pĂĄssaros tristes passaram a observar . . .
mais pĂĄssaros tristes se puseram a grasnar . . .
â quem vem lĂĄ, humano ? quem vem lĂĄ ? â
â Ă© a noiva, Ă© a noiva . . . â
que noiva ? que noiva ?
â vocĂȘ nĂŁo entende ? â
ela veio te buscar . . .
quem Ă© ela ? quem Ă© ela ?
as caveirinhas se colocaram a dançar . . .
matrimĂŽnio com a morte . . .
matrimĂŽnio com a morte . . .
lĂĄ . . . lĂĄ . . . lĂĄ . . .
â por que danças, caveirinha ? por que danças ? â
â pra ela . . . pra ela . . . â
se puseram a gritar . . .
. . . . . . .
ninguém entende . . . ninguém entende . . .
mas quando os sinos tocam, o convite é pra dançar . . .
dançar, dançar, até não lembrar . . .
quem chegou, quem ficou . . .
quem partiu . . . quem vai voltar . . .















