União dos conjuntos - 3/05/2018
Todos temos nossas sensibilidades, e o que dói em mim, pode ser leve para você. O que dói em você, pode ser suave pra mim. Não é isso, então, o amor? Ouvir com empatia, quando se preferia estar dormindo; abraçar no ápice de uma discussão, por compaixão; conhecer as fraquezas do outro e ser guardião? Receber e dar. Se dar. Sem máscaras. Amar de cara limpa. Saber que estar junto é troca. Sentir que é. E, sentindo, fazer acontecer. Eu amo Tu amas Ele ama Nós amamos... como amamos? Chegaremos a união dos conjuntos, seu e meu, das concepções de amor?




















