Appreciation Post: Hebert’s little heart that’s come up with anything that has to do with Matt
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Better be careful what you say | @mattbert [Flashback]
Helena o beijou mais uma vez. Matthew estava tentando fazer a noite não parecer desastrosa, ele nunca gostou de festas. Até o momento que Hel o "abandonara", estava tudo perfeito. Os sentimento de Matt por ela eram, inicialmente, confusos e indefinidos. Mas agora, mesmo Osborne sendo o tipo de garota que jamais namoraria até então, ele se sentia fortemente atraÃdo.
Quando a sonserina se isolou para conversar com amigas, Baudelaire não via o podia fazer festa. Seria estranho, até constrangedor, ficar parado no meio de todos só aguardando sua namorada. Não sentia vontade de ir falar com os poucos amigos que tinha. Então, achou melhor ter seu tempo também e ficar sozinho até que pudesse voltar e se estabelecer com seu único elo com a festa.
Ele caminhou até a saÃda da Casa dos Gritos. Ficaria nos arredores de seu terreno, visto que não havia nada além da própria casa. Estava escuro lá fora, mas a iluminação vinda da construção permitia uma boa visão. Enquanto pensava e visualizava a paisagem, Matthew tirou a varinha de fibra de dragão de dentro das vestes e conjurou alguns pássaros. Eles voaram sem fazer muito barulho, Matt os seguiu com o olhar e viu que um deles se distanciou dos demais. O pássaro pousou no chão, de fronte a uma figura indefinida.Â
Baudelaire se aproximou do pássaro, que estava à sua esquerda e percebeu: era um aluno. O garoto estava sentado nas sombras e Matt não conseguiu reconhecê-lo. Com um aceno de varinha, fez o pássaro desaparecer. Deu um passo a frente, guardou a varinha e viu. O aluno era  da mesma casa que Matthew, era do sexto ano e eles dividiam o dormitório. Era a última pessoa que esperava encontrar ali, naquele tempo e naquelas circunstâncias. Era Robert Bergman.